2025/03/31
Para um cancioneiro musical de Luís de Camões
2024/08/18
Exposição "Camões e a Música" em Felgueiras
“Camões e a música”
EXPOSIÇÃO
Organização:
para saber +
2024/04/01
A fadista Lina atua em Aveiro no 10 de junho com o seu Fado Camões
FADO CAMÕES, LINA
MÚSICA
Ficha Artística:
2021/06/13
Por um Cancioneiro Musical de Luis de Camões, seminário por Fábio Vianna Peres
GRUPO DE INVESTIGAÇÃO POÉTICAS EM LÍNGUA PORTUGUESA (PLP)
(No âmbito do projeto de investigação “Reescrever o séc. XVI”)
“Cantar Camões”
Por um Cancioneiro Musical de Luis de Camões
Fábio Vianna Peres – São Paulo/Brasil
Seminário online
11 / junho / 2021
11h-13h (hora de Portugal continental) / 7h-9h (hora do Brasil)
Contacto: micaelar@ilch.uminho.pt / dircehum@ilch.uminho.pt
"A produção poético-musical portuguesa quinhentista foi conservada em quatro cancioneiros de mão. Estes são os únicos documentos que trazem, além da poesia, música escrita. Apesar do número relativamente pequeno de documentos musicais diante da imensa produção poética do período, podemos afirmar que a poesia em redondilhas e em especial aquela escrita nas formas fixas da cantiga, do vilancete e do romance, tinham carácter musical e eram entoadas musicalmente no contexto da vida cortesã quinhentista.
Em um destes cancioneiros, o de Paris, é possível identificar alguns motes musicados que são coincidentes com motes glosados por Camões, reunidos já na primeira edição de suas Rythmas, em 1595.
A partir de concordâncias identificadas entre as redondilhas de Luis de Camões com o material poético musical do Cancioneiro de Paris, é possível propor a criação de um Cancioneiro Musical com a obra do poeta.
Com a premissa de que existe uma musicalidade inerente à vocalização dos versos em redondilha, propomos a utilização de material musical proveniente dos cancioneiros musicais portugueses quinhentistas para dar uma “voz musical” a outras voltas escritas por Camões.
A pesquisa se materializa em um programa de concerto intitulado “Cantar Camões”, que traz voltas escritas pelo poeta adaptadas a melodias dos cancioneiros de Paris e Elvas."
Capela Ultramarina, “Cantar Camões”
Fábio Vianna Peres, nota biográfica
Fábio Vianna Peres é natural de Niterói, no Rio de Janeiro, e vive em São Paulo desde 1997.2018/01/06
CAMÕES É UM POETA RAP
Lírica Luís de Camões
2 - com Luís Amaro
2017/08/31
Eunice Muñoz e Ary dos Santos recitam poemas de Luís de Camões
Recitar os textos de Camões
Faixas dos poemas cantados
- Ary dos Santos – “Descalça vai para a fonte”, redondilha (01:26).
- Eunice Muñoz – “Esparsa ao desconcerto do mundo” (00:58).
- Ary dos Santos – “Erros meus, má fortuna, amor ardente”, soneto (01:27).
- Eunice Muñoz – “Amor é fogo que arde sem se ver”, soneto (01:18).
- Ary dos Santos – “Transforma-se o amador na cousa amada”, soneto (01:26).
- Eunice Muñoz – “Busque amor novas artes, novo engenho”, soneto (01:37).
- Ary dos Santos – “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, soneto (01:16).
- Eunice Muñoz – “Aquela triste e leda madrugada”, soneto (01:32).
- Eunice Muñoz – “Sete anos de pastor Jacob servia”, soneto (01:42).
- Ary dos Santos – “O céu, a terra, o vento sossegado”, soneto (01:21).
- Eunice Muñoz – “Cá nesta Babilónia donde mana”, soneto (02:05).
- Ary dos Santos – “Eu cantei já, e agora vou chorando” / “O dia em que nasci morra e pereça”, sonetos (02:50).
- Ary dos Santos – Episódio de Inês de Castro 1, Os Lusíadas, Canto III, 120-125 (03:37).
- Eunice Muñoz – Episódio de Inês de Castro 2, Os Lusíadas, Canto III, 126-129 (01:54).
- Ary dos Santos – Episódio de Inês de Castro 3 Os Lusíadas, Canto III, 130-135 (04:56).
2017/08/25
Música
Camões e a Música
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Algumas referências
- BRANCO, João de Freitas (1979) A música na obra de Camões. Lisboa: ICALP. - Col. Biblioteca Breve.
- BRANCO, João de Freitas (2005) Camões e a música. Lisboa: IST Press.
- BRANCO, João de Freitas (1982) Camões e a música. Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa. - Ed. comemorativa do IV centenário da morte de Camões.
- LANGROUVA, Helena (2011) Camões e a Música, verbete, in Dicionário de Luís de Camões. Org. Vítor Aguiar e Silva. Lisboa: Leya, 153-.











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