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2025/09/14

"Vasco da Gama: o mar infinito", um filme de animação realizado por Cláudio Jordão


"Vasco da Gama - o Mar Infinito"

ESTREIA

Filme de animação realizado por Cláudio Jordão

Com argumento de Bruno Martins Soares

14 set. 2025, domingo | às 18h00 ou 18h30 | No Pavilhão Multiusos de Sines 


A sessão contará com a presença da equipa técnica do filme.

Após a exibição, pode-se assistir ao concerto da Banda da Armada, 
inserido na programação do Dia da Polícia Marítima.

Poderá ainda ver a exposição sobre Vasco da Gama e a Índia, 
no Centro de Artes de Sines.


Entradas gratuitas
Os bilhetes podem ser levantados 
no Centro de Artes de Sines, 
entre 8 set., 2.ª feira, e as 12h de 14 set., domingo.
Cada pessoa poderá levantar até dois bilhetes.

Caso existam lugares disponíveis, 
os bilhetes restantes serão distribuídos no dia do evento, 
a partir das 15h00, no Pavilhão Multiusos.

 Produção:

Câmara Municipal de Sines




"Em 1497, o Rei D. Manuel I de Portugal encarregou Vasco da Gama de chegar à Índia por mar, atravessando os oceanos Atlântico e Índico, enfrentando as tormentas dos mares, das terras e dos homens. Vasco da Gama prepara-se para fazer o impossível, selando o seu destino com uma promessa que faz quando espeta uma aguilhada no solo desnudo – “É tão certo eu chegar à Índia como esta aguilhada florir.” A esteva há de florir da aguilhada e Vasco da Gama chegará à Índia, mas a que custo? O que terá de sacrificar? O que ficará pelo caminho? Numa das viagens mais famosas da História, este homem de Sines mudou Portugal… e mudou o mundo."
in Município de Sines, canal no Youtube

Uma epopeia marítima em tons de azulejo

Assinalando os 500 anos da morte do navegador Vasco da Gama, 
o filme de animação "Vasco da Gama - o Mar Infinito"
é sobre o navegador Vasco da Gama e o caminho marítimo para a Índia, 
e inspira-se na azulejaria tradicional portuguesa.

O argumento foi elaborado por Bruno Martins Soares, 
em colaboração com uma equipa de historiadores dos Descobrimentos.
 Integra excertos de Os Lusíadas de Camões, 
articulando a epopeia histórica e o imaginário poético camoniano.

No filme opta-se por uma estética visual inspirada nos azulejos portugueses, 
também presentes em Sines, onde nasceu o navegador
(presente, por exemplo, nos painéis da antiga estação de comboios
e na Igreja de Nossa Senhora das Salvas).
Ao longo da narrativa os tons originais doa zulejos
evoluem para "cores e padrões dos locais visitados.

O mar íntimo dos irmão Gama

O filme aborda "parte da expedição de 1497, 
comandada por Vasco da Gama, sob ordens de D. Manuel I", 
centrando-se nos "desafios humanos, políticos e naturais enfrentados pela tripulação".
O projeto tem como objetivo "explorar o lado humano da epopeia, 
sem cair na representação heroica convencional"

"Desde o princípio, eu e o Bruno Martins Soares [guionista] 
quisemos explorar o lado mais humano e emocional de Vasco da Gama 
e não apenas retratá-lo como herói ou grande navegador. 
A relação nem sempre fácil com o seu irmão Paulo 
serviu-nos como guia narrativo e como um paralelismo 
entre o início, o meio e o fim da aventura"

Para além de apresentar "uma versão mais íntima" do navegador, 
a obra cinematográfica dá a conhecer pormenores 
da "lenda da aguilhada, símbolo da promessa de alcançar a Índia" 
e explora a "complexa relação com o irmão Paulo da Gama".

"Mais do que o feito náutico, o filme evoca as estratégias políticas e comerciais 
que exigiram determinação e espírito de aventura, 
num mundo ainda muito longe de ser globalizado 
e que, tal como hoje, lutava contra as vozes da discórdia e do medo, 
pelo sonho de ir e ser mais além".

Cláudio Jordão
realizador

Uma ferramenta cultural e pedagógica

Destinado a todas as idades, 
o projeto pretende "explicar de uma forma mais leve 
como é que Vasco da Gama conseguiu descobrir o caminho marítimo para Índia".

"Queremos colocar o filme em vários festivais de cinema espalhados pelo mundo 
e noutros momentos considerados fundamentais, 
porque continuamos a comemorar os 500 anos de Vasco da Gama, 
que é a grande figura de Sines".

Nuno Mascarenhas
Presidente da Câmara de Sines



para saber +

Joaquim Bernardo
in Rádio Sines, 12.09.2025


in Município de Sines





Redação: 13.09.2025

2025/06/02

Ciclo "À pala de camões" na Cinemateca Portuguesa


"À Pala de Camões" na Cinemateca

CICLO DE CINEMA


2 a 18 JUN. 2025 | Na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa

Organização:

 Uma iniciativa da Cinemateca Portuguesa
organizada em colaboração com
 Estrutura de Missão para as Comemorações do V Centenário do Nascimento de Camões, 
Biblioteca Nacional de Portugal | Associação Portuguesa de Escritores.



Assinalando os 500 Anos do Nascimento de Luís Vaz de Camões, a Cinemateca Portuguesa apresenta uma mostra cinematográfica "onde se procura interrogar a forma como a vida e obra do poeta foi sendo representada pelo cinema."

"O Ciclo À Pala de Camões propõe um percurso multifacetado por" vários "pontos de vista, contrariando uma visão hagiográfica ou mitificada do poeta e da sua ressonância cultural ao longo do século XX e XXI. 
De modo a refletir e desenvolver sobre esse imaginário especificamente cinematográfico, no dia 6 de junho organiza-se uma conversa a decorrer na Biblioteca Nacional em que se discutirá de que forma e através de que estratégias o cinema foi trabalhando a obra e a figura de Luís Vaz de Camões."

Algumas sessões contarão com a presença dos realizadores, que apresentarão os filmes e estenderam o debate até ao público.


PORT:
"À Pala de Camões é o título do programa que a Cinemateca dedica aos 500 anos do centenário de Luís de Camões.

Este Ciclo de inspiração camoniana inclui filmes realizados por dois dos cineastas que mais foram inspirados pelo universo do poeta (Manoel de Oliveira e Paulo Rocha), mas também obras de nomes como João César Monteiro, Jorge Cramez, António Escudeiro, João Lopes, Gabriel Abrantes, Sofia Marques, entre outros. 

Vários dos filmes de autores portugueses serão exibidos em cópias legendadas em inglês, nomeadamente CAMÕES (Leitão de Barros, 1946), A COMÉDIA DE DEUS (João César Monteiro, 1995) e NON OU A VÃ GLÓRIA DE MANDAR (Manoel de Oliveira, 1990)."

ENG:
"À Pala de Camões is the title of the program that the Portuguese Cinematheque is dedicating to the 500th anniversary of Luís de Camões.

The film program inspired by Camões includes works by two filmmakers who have most frequently adapted and been influenced by the poet’s universe (Manoel de Oliveira and Paulo Rocha), but also films by a diverse group of directors such as João César Monteiro, Jorge Cramez, António Escudeiro, João Lopes, Gabriel Abrantes, Sofia Marques, among others.

Several of the Portuguese films will be screened with English subtitles, including CAMÕES (Leitão de Barros, 1946), "GOD'S COMEDY" (A Comédia de Deus, João César Monteiro, 1995), and "NO, OR THE VAIN GLORY OF COMMAND" ("Non, Ou a Vã Glória de Mandar", Manoel de Oliveira, 1990)."
in Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema | Faceboock, 29.05.2025




* * * * * * * DO PROGRAMA * * * * * * *


2 JUN. 2025, segunda-feira
19h00 | Sala M. Félix Ribeiro

Bela Mandil | Travessia - Viagem À Memória Do Tempo
Sessão com apresentação


BELA MANDIL, 2018
Portugal, 18 min. | Legendado em inglês
de Helena Estrela

"Inspirado numa lenda algarvia sobre um amor proibido,
BELA MANDIL segue o percurso de dois amantes de outros tempos, 
que vagueiam por uma vila piscatória algarvia.
Adaptando textos de Almeida Garrett e Luís Vaz de Camões,
o filme alterna as declamações líricas do casal 
com um olhar documental sobre os pescadores. 
A partir deste retrato romântico à beira-mar, 
embarcamos numa viagem por cinco continentes."

TRAVESSIA - VIAGEM À MEMÓRIA DO TEMPO, 1983
Portugal, 70 min. | Legendado em inglês
de António Escudeiro

"Filmado ao longo de dois anos (entre setembro de 1981 e junho de 1983), 
o realizador e diretor de fotografia viajou um pouco por todos os países onde 
– de algum modo – se pode identificar a presença da língua portuguesa: 
Brasil, Dubai, Índia, Sri Lanka, Malásia, Tailândia, Japão, China, Macau, 
Marrocos, Senegal, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Nigéria, Zaire, Quénia e Moçambique. 
E as imagens que recolheu dessa viagem são emparelhadas
com excertos literários de grandes autores lusófonos,
entre eles Gedeão, Baptista Bastos, Drumond, Pessoa,
Mendes Pinto, Sena, Sophia e, claro, Camões."


3 JUN. 2025, terça-feira
18h30 | Sala M. Félix Ribeiro

Entrevista Histórica: Luís Vaz de Camões | Camões - Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente

Sessão apresentada por Luís Machado
 

ENTREVISTA HISTÓRICA: LUÍS VAZ DE CAMÕES, 1994
Portugal, 16 min.
de/com Herman José

Sketch do programa “Parabéns” da RTP,
em que o humorista satiriza a versão de Camões
representada por António Vilar no filme "Camões(1946).


CAMÕES - ERROS MEUS, MÁ FORTUNA, AMOR ARDENTE, 1946
Portugal, 112 min. | Legendado em inglês
de José Leitão de Barros
com António Vilar, Eunice Muñoz, Vasco Santana, 
João Vilaret, Carmen Dolores.

"CAMÕES foi o filme mais caro produzido em Portugal até à data da sua estreia, 
considerado pelo Governo Português, por despacho especial, como de “interesse nacional”. 
É, como tal, a hagiografia do poeta segundo as intenções ideológicas do Estado Novo. 
Retrata a tempestuosa existência errante de Luís Vaz de Camões, 
desde os tempos irreverentes em Coimbra (1542) aos amores contrariados, 
como guerreiro da "má fortuna", até ao declínio inglório, 
acompanhando a decadência do fausto renascentista e da pátria imperial. 
Foi, naturalmente, o filme escolhido pelo Secretariado de Propaganda 
para representar Portugal no primeiro Festival de Cannes. 
Por ter tornado Camões num ícone – através da interpretação de António Vilar – 
e por ter inscrito no imaginário português do século XX uma certa representação do poeta,
CAMÕES tornou-se – direta ou indiretamente – alvo das mais diversas paródias. 
A sessão arranca com um sketch de Herman José 
do programa “Parabéns” em que o humorista 
claramente satiriza a versão de António Vilar."


4 JUN. 2025, quarta-feira
21h30 | Sala M. Félix Ribeiro

Camões | Entrega de um Busto de Luís de Camões | Luís de Camões | Taprobana

Com a presença de Renata Sancho

"Uma sessão de curtas que procura questionar o mito e humanizar o poeta. 
Um “processo de desconstrução”, que vai da habitual hagiografia 
à mais provocadora das representações do homem que deu pelo nome de Luís."


CAMÕES, 1966
Portugal, 13 min.
de Manuel Faria de Almeida

"Faria de Almeida, um ano depois de este ter visto o seu CATEMBE 
completamente esquartejado pela Censura, 
recebeu uma encomenda do Ministério da Educação Nacional 
que lhe pediu um “material pedagógico” sobre a vida e obra do poeta. 
Embora instrumental, CAMÕES revela – através das poucas imagens exteriores 
– o mesmo fascínio solar que caracteriza o cinema de Faria de Almeida."


ENTREGA DE UM BUSTO DE LUÍS DE CAMÕES, 1968
Portugal, 3 min.
de António Campos

"Também António Campos parte de uma encomenda, 
da Fundação Calouste Gulbenkian, 
e transforma uma “cerimónia solene” 
numa análise etnográfica da socialite parisiense."


LUÍS DE CAMÕES, 2007
Portugal, 40 min.
de Renata Sancho
com/por Hélder Macedo

"Renata Sancho realizou para a RTP, no âmbito do concurso “Grande Portugueses”, 
um documentário guiado pelo professor Hélder Macedo 
que atualiza e contemporiza a figura do poeta à luz do século XXI"

O poeta “tem sido usado, ao longo dos séculos, 
para simbolizar as mais contraditórias ideologias: 
a fé, o império, a República, a ditadura de Salazar, as guerras coloniais, 
e agora até a nossa atual democracia – o que sempre é melhor”. 
Todavia, ele é “o pioneiro da moderna consciência universalista”: 
“na obra de Camões há uma conceção globalista do mundo, 
baseada no encontro entre diferenças.” 
Helder de Macedo, Professor e camonista


TAPROBANA, 2014
Portugal, 23 min.
de Gabriel Abrantes
com Jani Zhao, Natxo Checa, 
João Pedro Vale, Alexandre Melo.

"Gabriel Abrantes assina uma comédia escatológica 
que acompanha a lua-de-mel do poeta Luís Vaz de Camões com Ti-nan-men, 
uma chinesa por quem se apaixonou, no Oriente, quando escreveu Os Lusíadas."



5 JUN. 2025, quinta-feira
21h30 | Sala M. Félix Ribeiro

8816 Versos

Com a presença de Sofia Marques e António Fonseca


8816 Versos, 2012
Portugal, 78 min. | Legendado em inglês
de Sofia Marques
com António Fonseca

"É dito que Camões terá demorado vinte anos a escrever 
os 8816 versos que compõem Os Lusíadas.
António Fonseca dedicou quatro anos da sua vida a torná-los seus. 
O ator resolveu abraçar um projeto inusitado: 
decorar integralmente Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões. 
Desde 2008 que trabalha nesse projeto de exaustiva memorização 
e tudo culminou numa apresentação pública integral da obra no dia 10 de Junho de 2012, 
na Guimarães Capital Europeia da Cultura – apresentação essa que demorou 14 horas. 
Este documentário, da realizadora e também atriz Sofia Marques, 
acompanha o ano que antecede essa apresentação final. 
No passado dia 3 de maio de 2025, António Fonseca apresentou pela última vez 
“a falação integral da obra de Luís de Camões, verso a verso, estrofe a estrofe, canto a canto”, 
numa programação do Teatro D. Maria II no Mosteiro dos Jerónimos."



6 JUN. 2025, sexta-feira
22h00 | Sala M. Félix Ribeiro

Pousada das Chagas - uma representação sobre o Museu de Óbidos | Lisboa Cultural



POUSADA DAS CHAGAS 
– UMA REPRESENTAÇÃO SOBRE O MUSEU DE ÓBIDOS, 1971
Portugal, 17 min.
de Paulo Rocha
com Clara Joana, Luís Miguel Cintra

"POUSADA DAS CHAGAS baseia-se em textos de 
Camões, Pessoa, Garcia Lorca, Rimbaud, Mário Cesariny, Lao Tzu, Tao Chien, Mumon, 
e é fulgurantemente interpretado por Luis Miguel Cintra e Clara Joana."

"'A Ilha [dos Amores]' e a 'Pousada' 
são filmes ópera, neo-kabuki [...] numa estética de excesso"
que "tenta refundir fragmentos de um mundo fraturado" 
Paulo Rocha, realizador




LISBOA CULTURAL, 1983
Portugal, França, 61 min.
de Manoel de Oliveira

"LISBOA CULTURAL, integrado na série documental “Capitais Culturais da Europa”, 
não é um documentário sobre Lisboa, é uma reflexão sobre o discurso cultural de Lisboa 
que conta com as participações de Eduardo Lourenço, Diogo Dória, Maria Barroso, 
José Azeredo Perdigão, José-Augusto França ou Eduardo Prado Coelho, 
que, por sua vez, evocam Camões, Pessoa, Fernão Lopes, Nuno Gonçalves, 
entre muitos outros escritores, criadores, pensadores, artes 
e correntes de pensamento associados à capital."



9 JUN. 2025, segunda-feira
21h00 | Sala M. Félix Ribeiro

A Comédia de Deus, 1995

Portugal, França, Itália, Dinamarca, 169 min. | Legendado em inglês
de João César Monteiro
com João César Monteiro, Cláudia Teixeira, 
Manuela de Freitas, Nuno Lopes, Ana Padrão

"Segunda parte da saga de João de Deus, 
a personagem criada por César Monteiro em RECORDAÇÕES DA CASA AMARELA, 
agora gerente do “Paraíso do Gelado” e inventor da especialidade da casa, o gelado “Paraíso”.
RECORDAÇÕES terminava no esgoto, A COMÉDIA DE DEUS começa pelas estrelas. 
Como o anterior, A COMÉDIA é um filme corrosivo e sacral, 
entre galáxias e uma coleção de pêlos púbicos femininos 
guardados num álbum chamado “Livro dos pensamentos”. 
É, claramente, uma paródia de A DIVINA COMÉDIA, de Manoel de Oliveira, 
mas extravasa em muito essa dimensão. Além disso, César Monteiro 
congrega uma série de textos deliciosamente viciosos de Sade, Bataille e… 
Luís Vaz de Camões. 
Aliás, o soneto camoniano que o realizador evoca (“Um mover de olhos, brando e piedoso”) 
já havia sido citado em QUEM ESPERA POR SAPATOS DE DEFUNTO MORRE DESCALÇO.
Poema esse que Torcato Sepúlveda chamou, a propósito do filme de César Monteiro, 
“o mais perverso soneto de Camões”."



11 JUN. 2025, quarta-feira
19h20 | Sala de Luís Pina

O Velho do Restelo | Camões - Tanta Guerra, Tanto Engano



O VELHO DO RESTELO, 2014
Portugal, França, 19 min.
de Manoel de Oliveira
com Luís Miguel Cintra, Diogo Dória, Mário Barroso, Ricardo Trêpa

O VELHO DO RESTELO, último filme que Oliveira realizou, 
reúne os escritores Luís Vaz de Camões, Teixeira de Pascoa e Camilo Castelo Branco 
à personagem de ficção Dom Quixote num banco de jardim do século XXI 
para um “um mergulho livre e sem esperança na História”. "


CAMÕES – TANTA GUERRA, TANTO ENGANO, 1978
Portugal, 72 min.
de Paulo Rocha
com Silvina Pereira, Augusto Portela, Isabel Fernandes, Júlio Martín

"CAMÕES – TANTA GUERRA, TANTO ENGANO, 
filme resultante da aproximação de Paulo Rocha ao Teatro Maizum. 
Trata-se de um registo em vídeo do espetáculo teatral homónimo 
no Convento dos Inglesinhos e argumento de Silvina Pereira a partir da lírica camoniana."

“cada plano se torna um mundo, uma aventura em que 
a poesia, as vozes, os corpos, 
se reinventam num espaço que está para além da razão”,
Paulo Rocha, realizador



12 JUN. 2025, quinta-feira
21h30 | Sala M. Félix Ribeiro

Non ou a Vã Glória de Mandar, 1990

Portugal, Espanha, França, 111 min. | Legendado em inglês
de Manoel de Oliveira
com Luís Miguel Cintra, Diogo Dória, Miguel Guilherme, Luís Lucas

"Em NON OU A VÃ GLÓRIA DE MANDAR, 
a História de Portugal é vista à luz das suas derrotas, 
contada pelo Alferes Cabrita aos homens da sua companhia em plena Guerra Colonial. 
Eis um filme sobre militares em guerra que evocam momentos de História, 
e que termina com a morte do Alferes Cabrita no dia 25 de Abril de 1974. 
É também um filme sobre os “Non” da História de Portugal 
– “Terrível palavra é um Non. Não tem direito, nem avesso: 
por qualquer lado que o tomeis, sempre soa, e diz o mesmo” (Padre António Vieira). 
E sendo tudo isso, é, como sugeriu Manoel de Oliveira, 
“uma espécie de versão de Os Lusíadas virada do avesso”, 
já que destaca os desaires na nação. E sendo uma (in)versão trágica da epopeia, 
não deixa de lhe prestar homenagem, numa das sequências mais fulgurantes 
de criatividade e erotismo, 
aquela que o realizador dedica ao episódio da Ilha dos Amores."



14 JUN. 2025, sábado
19h30 | Sala de Luís Pina

MIRAMAR, 1997 

Brasil, 80 min. | Legendado em francês
de Júlio Bressane
com João Rebello, Giulia Gam, Diogo Vilela, 
Louise Cardoso, Fernanda Torres.

"Uma sessão camoniana com sotaque brasileiro. 
Um filme que narra a trajetória de formação de um cineasta: João Miramar. 
MIRAMAR é, possivelmente, o mais autobiográfico dos filmes de Júlio Bressane 
– nome de referência do chamado Cinema Marginal brasileiro. 
Protagonizado pelo adolescente João Rebello no papel de um jovem intelectual curioso, 
este percorre vários locais icónicos do Rio de Janeiro e cruza-se com uma série de mulheres:
uma atraente professora de literatura (Bio Nunes) ajuda-o a descobrir a poesia de Camões;
uma produtora insaciável (Fernanda Torres) ensina-o a ser fiel às suas próprias ideias; 
uma encantadora atriz (Giulia Gam) envolve-o num apaixonado romance. 
Todas essas experiências, mescladas às recordações da infância 
(imagens de arquivo, excertos doutros filmes), vão amadurecendo Miramar 
que, no fim, agarra numa câmara de 16mm e concretiza seu tão almejado sonho."


17 JUN. 2025, terça-feira
19h30 | Sala de Luís Pina

Luís | Bibliografia

Com a presença dos realizadores


LUÍS, 2012
Portugal, 28 min.
de João Lopes

A curta-metragem LUÍS, assinada pelo crítico João Lopes 
e realizada no âmbito da Guimarães Capital Europeia da Cultura, 
parte de um facto: a existência de um exemplar da primeira edição de 
Os Lusíadas na Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães. 
Esse objeto inspira uma investigação que se faz metamorfose, 
uma memória viva que se musealiza."


BIBLIOGRAFIA, 2013

de Miguel Manso e João Manso
Portugal, 75 min | Legendado em inglês
 
"BIBLIOGRAFIA parte de um episódio real. 
No Verão de 1969 quatro amigos construíram uma jangada 
para descer os rios Zêzere e Tejo até Lisboa. 
Quarenta anos depois, o filho de um deles evoca essa viagem 
num livro de poemas associando-a a uma metáfora da 
literatura portuguesa de viagens dos séculos XVI e XVII.

Filmado por um seu irmão, BIBLIOGRAFIA é simultaneamente 
uma viagem e um recital flutuante, mas também 
um tributo a várias gerações e ao espírito explorador português. 
Os realizadores apresentam-no como um “filme-documentário-epopeia”, 
“A jangada – e o filme – flutuam sobre um caudal de séculos de história, 
peregrinações e literatura portuguesas”."




18 JUN. 2025, quarta-feira
19h30 | Sala de Luís Pina

Na Escola | A Ideia e a Imagem: Luís de Camões (Excerto) | Erros Meus

com a presença de Isabel Ruth.


NA ESCOLA, 2010
Portugal, 21 min.
de Jorge Cramez
"NA ESCOLA, onde uma professora indiferente ao tédio das crianças 
continua a escrever no quadro um poema de Camões 
– e, por desfastio, quatro alunos saem discretamente, 
correm sem parar, atravessam paisagens inéditas, 
até que o escapismo se faz transe de um sonho literário."



A IDEIA E A IMAGEM: LUÍS DE CAMÕES [excerto], 1977
Portugal, 15 min.
de Álvaro Manuel Machado

"um programa da RTP, da série “A Ideia e a Imagem”, 
emitido a 10 de junho de 1977, 
onde Jorge de Sena é entrevistado sobre o seu percurso literário 
e a sua predileção pela obra de Luís Vaz de Camões."

 
“para ler qualquer autor que não é contemporâneo 
há que colocá-lo na sua perspetiva histórica 
sem distorcer aquilo que ele podia ser na época em que viveu 
e, embora possa parecer uma contradição (porque todo o conhecimento literário é dialético), 
há que lê-lo com os olhos de hoje, como se ele fosse nosso contemporâneo."
Jorge de Sena
Professor e camonista



ERROS MEUS, 2000
Portugal, 15 min.
de Jorge Cramez

"Luís Vaz de Camões é (re)visto por dois Jorge’s, 
o escritor (Jorge de Sena) e o realizador (Jorge Cramez). 
Uma parte substancial do pensamento e da produção lírica de Jorge de Sena 
foi dedicada à obra de Camões – em particular dedicou-lhe a sua tese de doutoramento. 
Um dos seus contos, "Super Flumina Babylonis", transforma o poeta em personagem. 
É a partir desse conto (onde Camões escreve a redondilha "Sôbolos rios que vão" 
– “talvez o melhor poema de toda a língua portuguesa”) 
que Jorge Cramez encena ERROS MEUS. 
Protagonizada por Luis Miguel Cintra e Isabel Ruth, 
retrata-se Camões na velhice como um homem doente, sifilítico, incapaz de se movimentar e de suportar as dores e tormentas que o mortificam. 



* * * * * * *


Debater Camões no Cinema

MESA-REDONDA


6 JUN. 2025 | às 17h00 | Sala Multimédia, BNP, em Lisboa

Para além das sessões regulares, 
o ciclo inclui a mesa-redonda na Biblioteca Nacional de Portugal, 
com a participaçõe de Mariana Pinto dos Santos, Luís Trindade, 
Maria do Rosário Lupi Bello, Sérgio Dias Branco, 
José Manuel de Vasconcelos e Ricardo Vieira Lisboa.





  1. Cartaz do ciclo de CIN "À Pala de Camões", no Facebook da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, 15.05.2025.
  2. Conheça o Programa da Cinemateca para o mês de junho, online ou em PDF.
  3. Filmes e iniciativas do Ciclo Camoniano na Cinemateca, cartaz da Antena 1.


para saber +

in Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema | Faceboock, 29.05.2025









Redação: 2.06.2025

2025/05/30

Sessão de cinema "Non, ou vã glória de mandar", com Zulmira Santos



"Non, ou vã glória de mandar"

SESSÃO DE CINEMA


Com Zulmira Santos
Professora e investigadora

8 JUN. 2025 | às 17h00

No Auditório da Casa do Cinema Manoel de Oliveira

Bilhete: 3€
Desconto de 50% para Amigos de Serralves, 
jovens até aos 18 anos, estudantes e maiores de 65 anos.



"Sessão inaugural do novo ciclo de cinema e conversas 
Re-Camões
que propõe uma série de releituras cinematográficas de Luís de Camões, 
por ocasião das celebrações do 500º aniversário do seu nascimento. 

A sessão contará com a projeção do filme 
"Non" ou a Vã Glória de Mandar (1990) de Manoel de Oliveira, 
seguida de uma conversa entre Zulmira Santos, Professora Catedrática da FLUP
e António Preto, diretor da Casa do Cinema Manoel de Oliveira."




para saber +

in Serralves, Atividades







Redação: 29.05.2025

2024/09/07

“O Velho do Restelo” (2014), de Manoel de Oliveira, exibido no Operafest 2024



“O Velho do Restelo” (2014), de Manoel de Oliveira

CINE-ÓPERA



7 SET. 2024 | às 17h30 | na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa









O ciclo cine-ópera, 
que decorre em parceria com a Cinemateca Portuguesa, 
apresentará “Non”, ou vã glória de mandar” (1990) e 
“O Velho do Restelo” (2014), de Manoel de Oliveira.

A primeira exibição pública do filme ocorreu em 2 set. 2014,
na 71.ª Mostra Internazionale d'Arte Cinematografica – Venezia.
O filme foi apresentado na selecção oficial, fora de competição.
Estreou-se em Lisboa, a 11 dez. 2014.



Elenco:

Luís Miguel Cintra (Luís de Camões)
Ricardo Trêpa (D. Quixote)
Diogo Dória (Teixeira de Pascoaes)
Mário Barroso (Camilo Castelo Branco)

Ficha técnica:

Realização: Manoel de Oliveira
Assistente de realização: Francisco Botelho
Argumento: Manoel de Oliveira
Conselheiro histórico: padre João Marques
Imagem: Renato Berta


Produção:

O Som e a Fúria (Portugal) & Epicentre Films (Paris).







 Teaser no Youtube:



Sinopse: 

"Um mergulho livre e sem esperança na História tal qual como ela é escrita, 
como um sedimento fértil, na memória de Manoel de Oliveira. 

Oliveira reúne num banco do século XXI 
Don Quixote, o poeta Luís Vaz de Camões, e 
os escritores Teixeira de Pascoaes e Camilo Castelo Branco. 
Em conjunto, levados pelos movimentos telúricos do pensamento, 
eles derivam entre o passado e o presente, 
derrotas e glórias, vacuidade e alienação, 
em busca da inacessível estrela."





  1. Cartaz promocional do filme “O Velho do Restelo”, de Manoel de Oliveira, de 2014.
  2. Cena do filme, em que as personagens de Camões e D. Quixote contracenam.
  3. O Poeta épico, personagem do filme “O Velho do Restelo”.
  4. A obra "Os Lusíadas" (1572) de Luís de Camões  numa cena de “O Velho do Restelo”.






para saber +


Jorge Leitão Ramos
"Manoel de Oliveira", in Memoriale - Cinema Português

O Som e a Fúria, Portugal | Facebook

Epicentre Films, Paris | Facebook


Martin Dale
in Variety [online], 20.11.2014.

 João Lopes
 in DN, 26.08.2014.





Redação: 8.06.2024

2024/06/08

Camões: erros meus, má fortuna, amor ardente (1946), de Leitão de Barros


CAMÕES

erros meus, má fortuna, amor ardente

FILME

 
Estreia em 20 SET. 1946 | S. Luiz, Lisboa

A preto e branco | 118 min.


Realização:

José Leitão de Barros

Assistente de realização: 

Carlos Ribeiro, Alejandro Perla, Fernando Macedo, Carlos Marques, 
Celestino Soares, Óscar Acúrcio, João Moreira, Fernando Silva

Argumento: 

Leitão de Barros , António Lopes Ribeiro

Revisão de diálogos:

Afonso Lopes Vieira

Produção: 

António Lopes Ribeiro

Montagem

Vieira de Sousa

Música:

Ruy Coelho
Som: Francisco Quintella

Direcção de fotografia: 

Manuel Luís Vieira, Francesco Izarelli

Cenários: 

Vasco Regaleira, Rui Couto, Pierre Schild 

Assistente de decoração: 

Manuel Lima, João Barros, Jorge de Sousa, 
Armando Pires, Joaquim Esteves

Guarda-roupa:

Paula Lopes, Álvaro Costa

Chefe de indumentária: 

Alberto Anahory, Maria da Paz d'Orey

Empresa de guarda-roupa: 

Paiva, Sastreria Cornejo, Peris Hermanos, Vazquez



ELENCO: 

O Poeta e seus contemporâneos:
António Vilar (Luís de Camões)
José Amaro (Dom Manuel de Portugal)
Igrejas Caeiro (André Falcão de Resende)
Paiva Raposo (Pero de Andrade Caminha)
António Góis (Pedro Nunes)

Amigos de Camões:
João Amaro (amigo), 
Baltazar de Azevedo (amigo), Carlos Velosa (amigo)

Figuras femininas:
Leonor Maia (Leonor) | Idalina Guimarães (Inês)
Maria Manuela Fernandes (Dinamene) | Dina Salazar (Burguesa de Coimbra)
Eunice Muñoz (Beatriz da Silva) | Carmen Dolores (Catarina de Ataíde)
Lúcia Mariani (Guiomar Blasfé) | Maria Brandão (a rainha D. Catarina)
Julieta Castelo (infanta D. Maria) | Regina Montenegro (aia da infanta)
Cacilda de Albuquerque (Isabel)
Virgínia de Vilhena (Luísa), Joselina Andrade (a outra prima)
Isabel de Carvalho (dama que dá o mote)

Família de Natércia:
Mário Santos (pai de Natércia) | Josefina Silva (mãe de Natércia),

Amigos de Pero de Andrade de Caminha:
Manuel Lereno (amigo) | Carlos Moutinho (amigo)
Júlio Pereira (amigo) | Eduardo Machado (amigo)

Realeza:
João Villaret (D. João III de Portugal)
Armando Martins (D. Sebastião, Rei de Portugal).

Censores e Impressores:
José Vítor (Frei Bartolomeu Ferreira)
Sales Ribeiro (impressor António Gonçalves)

Do Mal-Cozinhado
Vasco Santana (Mal-Cozinhado)
Olga Fernandes (dama de aluguer) | Maria Julieta (dama de aluguer)
Álvaro da Fonseca (freguês) | Vilar de Miranda (freguês) | Mário Lázaro (freguês)

Outras figuras:
Celestino Soares (camareiro-mor) | Celestino Ribeiro (homem das velas)
Mário Ramsky (mestre de baile)
Alfredo Henriques (alcaide) | Assis Pacheco (D. João da Silva, regedor das Justiças)
José Paulo (Jorge da Silva) | Fernando de Oliveira (amigo de Jorge da Silva)
Costinha (Gaspar Borges) | Ferreira da Cunha (pintor)
António Silva (cabo dos meirinhos) | Virgílio Macieira (1º meirinho)



Sinopse:

Filme realizado por José Leitão de Barros, que relata a vida aventurosa de soldado e a escrita genial de poeta desse grande português - Luís Vaz de Camões: desde os tempos juvenis e irreverentes em Coimbra, o "amor ardente" iludido ou contrariado, o guerreiro da "má fortuna", a sua errância pelo Oriente e terras do Índico, até ao seu regresso à pátria, com a leitura de "Os Lusíadas" (1572), em Sintra...




CAMÕES de Leitão de Barros

por Jorge Leitão Ramos

“Camões” é um caso sem paralelo na História do Cinema Português. A sua singularidade começa no fausto da produção, para a qual foram canalizados meios nunca antes (nem depois...) disponíveis na nossa cinematografia – em boa medida providenciados pelo Estado, já que o Governo considerou o filme de «interesse nacional» – e bem expressos no aparato cenográfico, de guarda-roupa e de elenco, prossegue na audácia do próprio tema (uma biografia de Camões, símbolo central da ideia de portugalidade que o nacionalismo salazarista celebrava), conclui-se no extenso sucesso que o filme obteve (com entrada no 1.º Festival de Cannes, em 1946, e tudo). 

Sobre ele afirmou António Ferro ser ‘uma grande obra, um grande fresco cinematográfico que honra não só o cinema nacional como constitui padrão da sensibilidade portuguesa, marco da sua epopeia, tapeçaria movediça da sua glória’, e que ‘se não ganhou em Cannes o prémio que merecia, apesar das palmas que interromperam a sua exibição, foi apenas porque nesse concurso e nesse momento, o nacionalismo elevado, puro, não estava na moda’.

Por todas as razões “Camões” é um momento indeclinável do cinema português? Por todas as razões menos por uma: os seus méritos estéticos. Com efeito a retórica empolada que lhe está na matriz (e de que a interpretação de António Vilar, no protagonista, é expoente) cobre-o de um manto de incredulidade e de ridículo de que não é possível sair nem elidir. Cenas como as da invenção de ‘Descalça vai para a fonte / Leonor pela verdura...’, a da intuição dos Lusíadas (ambas, na época, saudadas por Augusto Fraga, no "Século", como ‘momentos culminantes’ do filme) ou a sequência final são exemplos acabados de uma falta de fôlego irremível, de um cinema poeirento e com barbas na pior de todas as tradições de representação. 

E quanto à verdade histórica da fita, logo à época houve quem a contestasse, sendo o caso mais paradigmático o de Alfredo Pimenta que, n’"A Nação", lhe chamou ‘monstruosidade... a mais escandalosa deturpação da vida de Camões’. Foi, todavia, voz muito minoritária, o diapasão geral da recepção na Imprensa afinou por tom entusiástico.

Mas se “Camões” não é (e nunca foi) um grande filme, vê-lo, desapaixonadamente, agora, tem lições várias. A maior de todas é constatar como os únicos intérpretes que aguentam a travessia incólumes se chamam Eunice Muñoz – ainda não tinha dezoito anos e assim se estreava no cinema – e João Villaret ou, em ‘intermezzos’ de natureza pícara, Costinha, Vasco Santana e António Silva. 
Não é inútil, também, olhar a invenção cenográfica (muito ao estilo Exposição do Mundo Português, mas mesmo assim...). 
E, sobretudo, é assaz proveitoso meditar numa obra que a propaganda oficial do Estado Novo apresentava como modelo."
Jorge Leitão Ramos
in Dicionário do Cinema Português 1895-1961
Lisboa: Editorial Caminho / Leya, 2012, p. 67.
Texto reprod. pelo autor na sua página do Facebook, 10.06.2022.









  1. José Leitão de Barros, professor, cineasta, jornalista, dramaturgo e pintor português.
  2. O filme "CAMÕES" em siporte DVD. - Apesar das críticas, o público tem acolhido a obra, que tem sido divulgada em diferentes suportes materiais, de acordo com a evolução técnica dos multi-média.





para saber +



Luís de Pina
"Camões, de Leitão de Barros"
In História do Cinema Português
Lisboa: Europa-América, 1986.



Programas TV: Camões | in RTP [online]







Alfredo Pimenta
In "A Nação", n.º 41 (30.11.1946), p. 1-10.
Texto reprod. no blogue Nonas, 25.6.2008

in IMDb










Redação: 16.06.2016, atualizado em 8.06.2024

A VIDA DE CAMÕES