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2026/02/12

Espetáculo "Do Desconcerto do Mundo" pelo grupo artístico Ninho de Víboras



  "Do Desconcerto do Mundo"  

 Cartas e poemas de Luís de Camões 
  por intermédio de  
  O PODER DO ACASO  

Um projecto que reúne as linguagens 
da dança, teatro, música e a obra de Luís de Camões.

Equipa artística e técnica:

Direcção, Dramaturgia e locução: Karas
Interpretação: Joaquim Pedro, Miriam Vieira, Nuno de Paivae Paulo Diegues.
Composição e Produção musical: João Miguel Fonseca (Astroflex).
Iluminação: Gabriel Orlando.
Montagem e operação de som: Karas e Cristina Gonçalves.
Fotografia de cena: António Coelho.

Espectáculo itinerante | Para um público a partir dos 15 anos.
Duração: 55 min. (incluindo intervalo)
Espaço cénico térreo  | Cena “à italiana” em caixa negra
6m boca x 7m fundo (superfície mínima de representação).

Produção:

Ninho de Víboras
Um colectivo de artistas multidisciplinares, 
sediado em Almada. Desde 1996 
que desenvolvem uma atividade artística
nas áreas do Teatro, Dança e Performance.
Com o apoio de
 CMA Juventude, Atelier Gabriel Orlando, Teatro Extremo, 
Sociedade Filarmónica Incrível Almadense.
Espectáculo subsidiado pelo Programa LVT +Cultura,
e Câmara Municipal de Almada (2024).


O espetáculo possui "uma forte componente educativa, 
quer no âmbito dos estudos camonianos,
quer no âmbito História de Portugal e dos Descobrimentos."
João Teixeira.

 “…DO MUNDO, O DESCONCERTO” 

"Celebra-se, em 2024, meio milénio sobre a aparição de Luís de Camões na língua portuguesa. Figura de referência da cultura lusófona, a sua obra traduz a complexidade da sua vida (aventurosa, para dizer o mínimo) e do seu tempo, o distante século XVI. 

Quando visitamos os seus (serão todos seus?) poemas, conversamos com alguém que se nos apresenta estranhamente familiar: uma torrente de imagens e ritmos de um amante tanto irascível como perdulário, comovido pelo desconcerto do mundo.

Por ocasião de uma vaga memória do poeta, o Ninho de Víboras propõe um momento de encontro entre imagens centenárias de humor, amor, e rancor, com corpos, vozes e gestos do presente. 

Sob o mote "Do Desconcerto do Mundo" — pertinente citação de uma oitava da lírica camoniana — e recorrendo, sobretudo, às suas não muito populares cartas, estabelecer um itinerário biográfica do nosso mais amado cíclope. 

O espectáculo é também resultado de uma oficina de criação performativa "O Poder do Acaso", desenvolvida por Karas."
in Folha de imprensa
recebida por e-mail

  ÁLBUM  

 DO DESCONCERTO DO MUNDO (I) 

Apresentação a 9 nov. 2024
na Casa Municipal da Juventude, em Cacilhas, 
© Fotografia de Cena de António Coelho
disponível na folha de imprensa e no Facebook



 DO DESCONCERTO DO MUNDO (II) 

Apresentação a 20 nov. 2024
no Auditório Fernando Lopes-Graça
por ocasião da 28.ª Mostra de Teatro de Almada
© Fotografias de Bruno Marrreiros 
divulgadas no Facebook


para saber +


KARAS (Portugal) | Facebook







Redação: 11.02.2026

2026/02/01

Que bem posso escusar trazer escrito em papel o que na alma andar devia - Palestra performativa de Joana Craveiro - Teatro do Vestido


  que bem posso escusar trazer escrito em papel  
  o que na alma andar devia  

  PALESTRA PERFOMATIVA   

de Joana Craveiro / Teatro do Vestido 

Integrada na 7.ª edição do "Encontros para o Futuro"
um programa dos Estúdios Victor Córdon, 
no âmbito das Comemorações do 500º aniversário de Luís de Camões.


3 (19h), 4 (17h), 10 (19h) e 11 (17h) OUT. 2025
4 e 11 OUT. 2025 | às 17h

Nos Estúdios Victor Córdon

Período de criação: set. 2025.
Apresentações: 3 e 4, 10 e 11 out. 2025


Texto, direcção, interpretação: 
Joana Craveiro 

Cocriação e interpretação: 
Aiswarya Prathap, Estêvão Antunes, Francisco Madureira, 
Janice Iandritsky, Leen Elmobadder, Murilo Oliveira, Tânia Guerreiro 

Participação especial: José Jalane 

Assistência à direcção artística: Teresa Cunha 
Música e ambiente sonoro: Francisco Madureira 
Figurinos: Tânia Guerreiro 
Apoio à montagem técnica de som: Bernardo Afonso 
Comunicação e assistência de produção: Maria Inês Augusto 

Produção:

Direcção de produção: Alaíde Costa 
Coprodução: Opart | Estúdios Victor Córdon e Teatro do Vestido 
Com o apoio do Ministério da Cultura, Juventude e Desporto / DGARTES


"Que bem posso escusar trazer escrito em papel o que na alma andar devia"
Trailer do espetáculo | Vídeo, 01:17
📽️@ inessambas | EVC 2025

Camões, um familiar trovador e argonauta

"Foram várias as temáticas e os formatos explorados nas anteriores edições do Encontros para o Futuro. Na presente edição, e em linha com a ideia de transmissão, surge uma necessidade de revisitação de lugares, eventos e personagens que constituem as nossas narrativas históricas, perspetivando-as à luz do presente. Entre facto e expectativa, embarcamos numa palestra performativa por ocasião do 500º aniversário de Luís de Camões, com a autoria de Joana Craveiro e que envolverá bailarinos e bailarinas da rota geográfica deste familiar argonauta.

[...] A equipa multidisciplinar do Teatro do Vestido lançam-se a debelar, nesta palestra performativa, a vida e obra de Luís de Camões, trovador e argonauta, poeta maior português cuja obra irá ser revisitada e relida numa perspetiva do século XXI. 

Os feitos por ele descritos, os adjetivos escolhidos para descrever o encontro (confronto?) de culturas, as visões de impérios, a política e a ideologia que se esconde ou se revela nas suas palavras, a lírica camoniana e o amor tal como ele é cantado pelo poeta, constituem a matéria com que se tecerá este trabalho criativo de reflexão. 

Partindo, ainda, das ideias de viagem e de diáspora, esta palestra performativa integra bailarinos do continente africano e asiático, indo ao encontro dessas marcas culturais expressas no corpo e no movimento, desconstruindo criticamente a obra de Luís de Camões na relação com estes corpos no espaço. 

Neste trabalho, a obra camoniana é colocada em diálogo com outras obras e pensamentos, bem como com a autobiografia dos próprios intérpretes, produzindo um conjunto de perguntas, mais do que respostas definitivas."

Viva o Teatro!

"A convite dos Estúdios Victor Córdon, a conferência performática 
"que bem posso escusar trazer escrito em papel o que na alma andar devia", 
uma criação do Teatro do Vestido, 
está inserida nas comemorações dos 500 anos de Camões, 
e fará hoje às 17 horas a ultima apresentação dessa primeira temporada em Lisboa.

Com texto, direção e interpretação de Joana Craveiro 
e co-criação e interpretações de Aiswarya Prathap, Estêvão Antunes, 
Francisco Madureira, Janice Iandritsky, Leen Elmobadder, Murilo Oliveira, 
Tânia Guerreiro, com a participação especial de José Jalane, 
a conferência têm um dos seus pontos altos na música 
composta e executada ao vivo por Francisco Madureira.

Um trabalho com as características próprias do teatro 
pensado e realizado por Joana Craveiro 
e pelo grupo de artistas que compõe o Teatro do Vestido, 
uma das companhias teatrais mais importantes de Portugal, 
ao propor um teatro político e carregado de poesia, sem artificialismo e falsos brilhos, 
um teatro investigativo, questionador e mobilizador de reflexões e consciências 
ao repensar o passado na perspectiva de perceber 
os seus significados e consequências no presente."
Marcelo Costa
in Facebook, 11.10.2025
 
Que bem posso escusar trazer escrito em papel o que na alma andar devia
Palestra performativa de Joana Craveiro / Teatro do Vestido
Imagens em Teatro do Vestido | Facebook, 17.09.2025


Estúdios Victor Córdon - Lisboa
28 jun. 2025 | Entre as 10h30 e as 17h30

"No âmbito do Encontros para o Futuro VII, um Programa dos Estúdios Victor Córdon, 
o Teatro do Vestido procura bailarinas, bailarines, bailarinos 
para integrar a sua conferência performativa, 
a partir de uma perspectiva crítica e politicamente informada, 
sobre a vida e obra de Luís de Camões.

Procuramos performers de diferentes continentes, 
com patrimónios culturais diversos, e corporalidades também diversas, 
a partir da ideia enunciada por Lídia Jorge: “Cada um de nós é uma soma”.

Período de criação: Setembro de 2025.
Apresentações: 3 e 4 Outubro de 2025 | 10 e 11 de Outubro de 2025
Local: Estúdios Victor Córdon - Lisboa
Serão aceites candidaturas até ao dia 25 de junho (23h59).
Os candidatos serão informados do seu horário de audição 
até ao dia 27 de Junho às 10h."


para saber +


Estúdios Victor Córdon | Youtube, 1.10.2025

Sandy Gageiro
Na Antena 1, áudio | RTP Notícias, 3 out. 2025







Redação: 1.02.2026

2025/06/29

Onqotô, obra de dança do Grupo Corpo



ONQOTÔ
[Onde é que que eu estou?]

ESPETÁCULO DE DANÇA E MÚSICA


ONQOTÔ, corruptela de uma das indagações existenciais 
que atravessam a criação da banda sonora e do espetáculo como um todo: 
“Onde é que eu estou?” | “Para onde é que eu vou?” | “Quem é que eu sou?”
ou, em mineirês castiço: “Onqotô?”, “Pronqovô”, “Qemqosô?”
É o nome do espetáculo de dança que marcou as três décadas de vida 
do Grupo Corpo, em 2005.

2015 | Belo Horizonte, MG, Brasil

Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: Caetano Veloso e Zé Miguel Wisnik
Cenografia e Iluminação: Paulo Pederneiras
Figurinos: Freusa Zechmeister

Criação:



Em 2005, ao completar 30 anos de percurso, 
a renomada companhia de dança brasileira  Grupo Corpo
apresentou “Onqotô”, uma obra
de dança, música e literatura
que contempla também versos de Camões.


 A música foi intencionalmente criada pelo cantor e compositor Caetano Veloso, 
e José Miguel Wisnik, poeta, músico e professor universitário. 


"Tão Pequeno"

"Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?"
Versos d'Os Lusíadas de Camões, musicados por Caetano Veloso

Grupo Corpo - Onqotô | Vídeo, 05:25
GrupoCorpoOficial | Youtube

"Pesar do Mundo"

Caetano fez uma releitura de "Pesar do Mundo, 
de José Miguel Wisnik e Paulo das Neves, 
peça gravada originalmente no primeiro disco do compositor paulista (1993)
e agora incorporado na banda sonora do espetáculo:
...
pesar de tudo
pesar do peso
pesar do mundo
sobre si mesmo
...
José Miguel Wisnik e Paulo Neves

GrupoCorpoOficial | Youtube

"Mortal Loucura" 

é uma composição musical de José Miguel Wisnik 
inspirada no poeta barroco Gregório de Mattos, 
e com coreografia no espetáculo.

Na oração, que desaterra … a terra,
Quer Deus que a quem está o cuidado … dado,
Pregue que a vida é emprestado … estado,
Mistérios mil que desenterra … enterra

Quem não cuida de si, que é terra, … erra,
Que o alto Rei, por afamado … amado,
É quem lhe assiste ao desvelado … lado,
Da morte ao ar não desaferra, … aferra. 
Quem do mundo a mortal loucura … cura,
A vontade de Deus sagrada … agrada
Firmar-lhe a vida em atadura … dura. 
O voz zelosa, que dobrada … brada,
Já sei que a flor da formosura, … usura,
Será no fim dessa jornada … nada.
José Miguel Wisnik sobre soneto de Gregório de Matos

In GrupoCorpoOficial | Youtube
Bailarinos: Silvia Gaspar, Beto Venceslau, Janaina Castro, Juliana Meziat


A pequeneza do Homem face à vastidão do Universo

"Onqotô, em 2005, marcou as comemorações 
dos 30 anos de atividade do Grupo Corpo

Assinada por Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, 
a trilha sonora tem como ponto de partida 
uma bem-humorada discussão sobre a “paternidade” do Universo. 
De um lado, estaria a teoria do Big-Bang, a grande explosão primordial, 
cuja expressão consagrada pela comunidade científica mundial 
parece atribuir à cultura anglo-saxônica dominante a criação do Universo; 
e, de outro, uma máxima espirituosa 
formulada pelo genial dramaturgo (e comentarista esportivo) Nelson Rodrigues 
sobre o clássico maior do futebol carioca, segundo a qual se poderia inferir que 
o Cosmos teria sido “concebido” sob o signo indelével da brasilidade: 
“O Fla-Flu começou quarenta minutos antes do nada”.

Instrumentais ou com letra, os nove temas que compõem os 42 minutos de trilha 
estabelecem uma sucessão de diálogos rítmicos, melódicos e poéticos 
em torno das “cenas de origem” eleitas por seus criadores 
e do sentimento de desamparo inerente à condição humana.

Na coreografia criada por Rodrigo Pederneiras
verticalidade e horizontalidade, caos e ordenação, 
brusquidez e brandura, volume e escassez 
se contrapõem e se superpõem, em consonância 
(e, eventualmente, em dissonância) com a trilha musical, 
desvelando significados, melodias e ritmos que subjazem ao estímulo sonoro.

Urdida com tiras de borracha cor de grafite, a cenografia de Paulo Pederneiras 
funda um espaço cênico côncavo que sugere 
tanto um recorte do globo terrestre com seus meridianos 
quanto um oco, um buraco negro, o nada ou a anterioridade de tudo. 
Com todos os refletores fixados na estrutura metálica que sustenta a fileira de tiras, 
a luz projetada por Paulo Pederneiras imprime na cena 
uma iluminação que remete à dos estádios de futebol.

A figurinista Freusa Zechmeister transforma os bailarinos 
em uma massa anônima que se funde (e se confunde) com o espaço cênico, 
permitindo, deste modo, que coreografia e cenário 
exerçam plenamente sua tridimensionalidade."

In GrupoCorpoOficial | Youtube, 30.03.2015






para saber +


Av. Bandeirantes, 866, Mangabeiras
30315-382, Belo Horizonte - MG
+55 - 31 3221 7701

Grupo Corpo | Site oficial


Angela de Almeida
Folha de lançamento do espetáculo | [PDF]
Jul. 2005








Redação: 29.06.2025

2024/06/26

“Espetáculo camoniano” no Centro Cultural Português na Beira, em Moçambique

 

“Espetáculo camoniano”

Homenagem ao Poeta através de várias expressões culturais:
música, declamação de poesia, dramatização, dança


26 JUN. 2024, às 14h00
Na Galeria do  Camões - Centro Cultural Português na Beira, em Moçambique

Atividade integrada no programa do 10 de junho de 2024
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
assinalando o V centenário do nascimento de Luís de Camões





Registo em vídeo | 45:35 
As imagens foram todas extraídas do vídeo do evento.
Imagens extraídas da visualização do vídeo.














para saber +


in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 20.07.2024



in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 20.07.2024













Redação: 20.07.2024

A VIDA DE CAMÕES