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2026/11/04

“Camões: vida, obra y pervivencia em la cultura hispánica”, exposição na Biblioteca Nacional de Espanha



  “Camões: vida, obra y pervivencia  
  en la cultura hispánica”  

 EXPOSIÇÃO 

Comissariada por Aurelio Vargas Díaz-Toledo
com o apoio de Ruth Martínez Alcorlo.

 A inaguração terá, provavelmente,  como convidados especiais 
a Casa Real Espanhola e o Presidente da República Portuguesa.

3 NOV. 2026 - Inauguração
patente entre 3 nov. 2026 e 14 fev. 2027
na Sala Recoletos da Biblioteca Nacional de Espanha, Madrid
Horário:
De 2.ª feira a sábado, das 10h às 20h
Domingos e feriados, das 10h às 14h00.
Entrada gratuita.

Organização:

e da Embaixada de Portugal em Madrid. 


Memorando de Entedimento Cultural

No âmbito das políticas culturais, os Ministros da Cultura de Portugal e de Espanha, Dalila Rodrigues e Ernest Urtasun, assinaram um Memorando de Entendimento durante a Cimeira Luso-Espanhola, que se realizou em Faro em outubro de 2024, para reforçar a cooperação entre a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) e a Biblioteca Nacional de Espanha (BNE).

Uma das iniciativas de realização conjunta será a exposição comemorativa do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões na Biblioteca Nacional de Espanha, a qual dispõe de um importante acervo camoniano.


O contributo da obra de Camões para a união ibérica

"La exposición «Camões: vida, obra y pervivencia en la cultura hispánica» les invita a descubrir un patrimonio único, así como la cultura y riqueza del pueblo portugués con una selección fantástica e irrepetible, que busca honrar la memoria de uno de los mayores escritores de la literatura universal.

La exposición está estructurada en cuatro grandes bloques. 
El primero atiende a los Antecedentes y a la contextualización histórico-literaria de Portugal. 

El segundo trata de mostrar el Ambiente cultural de Luis de Camões, es decir, un panorama sobre aquellas obras y autores clásicos, peninsulares e italianos que, de una u otra manera, influyeron decisivamente en la configuración de la obra literaria de Camões, con especial atención hacia la lírica, el teatro y, sobre todo, la épica. 

El tercero abarca propiamente el Universo literario de Camões, en el que será posible encontrar una selecta muestra de las obras camonianas conservadas en la Biblioteca Nacional de España, desde las primeras ediciones de Os Lusíadas (1572), pasando por las traducciones castellanas de esta obra épica, el teatro o la poesía de cancionero, hasta llegar a la edición comentada de Manuel de Faria y Sousa publicada en la ciudad de Madrid, en 1639, y que se ha considerado como un hito en el proceso de canonización de Camões dentro de la literatura castellana. 

Por último, el apartado cuarto está centrado en la Proyección de Luís de Camões en la cultura hispánica, que recoge una selección de obras del mundo literario hispánico con el fin de ilustrar los principales hitos que marcaron los estudios sobre Camões en España, con obras de autores como Rosalía de Castro, Francisco Villaespesa o Jorge Luis Borges. La exposición cierra este recorrido literario con el escritor Antonio Muñoz Molina, cuyo libro Un andar solitario entre la gente tomó el título de un soneto de Camões.

La exposición «Camões: Vida, obra y pervivencia en la cultura hispánica» permitirá al público adentrarse en la cultura portuguesa, a veces tan desconocida a pesar de nuestra cercanía. Deseamos que esta muestra contribuya a unir puentes entre ambos países hermanos. De este modo, clausuramos los fastos celebrados a lo largo de todo el mundo en torno a una de las mayores figuras de las letras lusitanas."
Aurelio Vargas Díaz-Toledo
Curador da Exposição

A projeção da obra camoniana na cultura hispânica

"A mostra propõe um percurso pela vida, obra e receção de Luís de Camões na cultura hispânica. Organizada em quatro núcleos, aborda o contexto histórico-literário português, as influências culturais e literárias do poeta, a sua produção literária e a sua projeção na literatura de língua espanhola.

A exposição reúne um conjunto significativo de obras conservadas na Biblioteca Nacional de Espanha, incluindo primeiras edições de Os Lusíadas (1572), traduções castelhanas e a edição comentada de Manuel de Faria e Sousa, publicada em Madrid em 1639, considerada um marco na receção e consagração da obra camoniana em Espanha. 

Estão também representados autores como Rosalía de Castro, Jorge Luis Borges e Antonio Muñoz Molina, cujas obras testemunham a presença e a influência de Camões na cultura hispânica ao longo dos séculos.

Integrada nas Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões, a iniciativa destaca a projeção da obra camoniana na cultura hispânica, desde o século XVI até aos nossos dias."
Luís de Camões 500, no Facebook, 19.10.2026
e Camões 500 Anos, Agenda.

AUDIOVISUAL IMERSIVO

No registo audiovisual, enquanto passam imagens relacionadas com a obra de Camões e Portugal ouvir-se-ão poemas camonianos ditos por estudiosos e figuras públicas, de que se indicam os nomes seguintes como prováveis.
Textos poéticos em português ditos por
o Presidente da República, os Reis de Espanha, o Embaixador de Portugal em Espanha, José Augusto Cardoso Bernardes, Joaquim Ramos, Helena Silva, Filipa Soares, Lurdes Correia Fernanders, José Meirinhos, Zulmira Santos, Felipe de Saavedra, Isabel Almeida, Vanda Anastácio, Rita Marnoto, Adma Muhana, Marcelino de Castro, Isabel Rio Novo, José Camões, Márcia Arruda Franco, Sheila Moura Hue, Pedro Saavedra, João Frederico Lourenço, Silvina Pereira, Rebeca Hernández, Ana Rita Gonçalves, Barbara Fraticelli, Catarina Coimbra de Matos, Mafalda Sollari Allegro, Marta López Vilar, Anita Martins, Nuno Alexandre Gonçalves Mota, Luiza Nobrega, Bruno Martinho, Ilda dos Santos, Lênia Márcia de Mongelli, Aude Plagnard, Ângela Fernades, José Carlos Ribeiro Miranda, Joana Gomes, Filipe Alves Moreira, Fernanda Pereira Mendes, Mariana Leite, Pedro Monteiro, Maria do Rosário Ferreira, Thais Samora, Alexia Dotras Bravo, José Carlos Canoa.
Textos poéticos em espanhol ditos por
José Manuel Lucía Megías, Ruth Martínez Alcorlo, Francisco Sáez Raposo, Carmen Vaquero Serrano, Aurelio Vargas Díaz-Toledo, Ruth Fine, Alba Diz Villanueva, José Ignacio Díez, James Nelson Novoa, Isabel Soler, Miguel Ángel T. Fuentes, Leticia Eirín García, Luis Pabli Nuñez, Maria Jesús Lacarra, José Arágueés, José Miguel Matínez Torrejón, Ana Isabel López-Salazar, Fernando Bouza Álvarez, Cristina López Alcaide, Juan Carrasco González, Bernardo García García, Marta Haro Cortés, Carlos Alvarez Ezquera, Marifé Santiago, Gerardo Pérez Barcala, Juan Carlos Pantoja Rivero.

 ÁLBUM 


S. M. o Rei Felipe VI e S. Exa. o Presidente de República Portuguesa António José Seguro, 
na inauguração de "Camões: vida, obra y pervivencia en la cultura hispánica», na BNE.
© Foto de: Casa de S.M. el Rey, 
divulgada no Facebook da Biblioteca Nacional de España, 3.11.2026.
© Foto no Facebook da Biblioteca Nacional de España, 3.11.2026
© Foto no Facebook da Biblioteca Nacional de España, 3.11.2026
© Foto no Facebook da Biblioteca Nacional de España, 3.11.2026


para saber +


in Bom Dia [online], 30.10.2026

in BOE, n.º 203 (19.08.2026), Ministerio de Cultura, p. 115690 - 115696
Referencia: BOE-A-2026-17940 | [PDF]


Programação da Estrutura de Missão [pdf]

in Revista Comunidades Portuguesas [online], 27.10.2024


in e-CAM, 13.01.2023
Catálogo da exposição organizada em 2023
por Aurelio Vargas Díaz-Toledo e Barbara Fraticelli (textos).
Grafismo: IPM Comunicación
Castilla-La Mancha: Junta de Comunidades de Castilla-La Mancha, 2022.







Redação: 3.11.2024, atualizado em 20.10.2026.

2026/10/28

Amor & Entendimento, exposição camoniana em Macau de Pedro Proença

 

  Amor & Entendimento  
  Luís Vaz de Camões  
  Comemorações do V Centenário  

 Cerimónia de Inauguração da Exposição 

de Pedro Proença, 

28 OUT. 2026, quarta-feira | às 18h30
Patente de 28 out, a 6 dez. 2026
Todos os dias, das 12h às 19h | às 2.ª-feiras, das 15h às 19h

Na Galeria A2 do Albergue da Santa Casa da Misericórdia, em Macau

Organização:


"segundo o amor tiverdes, 
tereis o entendimento de..." versos e aguarelas

A exposição dá a ver 54 aguarelas do artista português Pedro Proença
inspiradas na obra poética de Luís de Camões.
Na série Babel & Sião, o artista faz alusão às célebres redondilhas de Camões 
"Sôbolos rios que vão", semelhante a um testamento poético do fim da sua vida.

"Embora não acompanhe o pathos pessimista do poeta sinto-me embriagado pelo estilo, e nas composições arquitetónicas aqui presentes uso o tema para compor com o descalabro, o desequilíbrio, como se o pensamento fosse émulo do mundo, entre a catástrofe e o seu contrário, num equilíbrio difícil, e, no entanto, naturalíssimo. 
E esse equilibrismo é também o do entendimento amoroso (e não só), o da concatenação fremente das coisas, numa espécie de mistura entre arte e natura, onde se possa achar a alegria em tudo perfeita e cheia (Camões)."
Pedro Proença, o artista
do Catálogo, p. 25-26.

"É no diálogo com as redondilhas de “Babel e Sião” que a exposição atinge o seu fulcro. Sobre os rios que vão / Por Babylonia, me achei,..., o choro do poeta pela pátria do Amor perdida, por essa bela de Macau que ficou nas águas, encontra nas aguarelas de Pedro Proença um eco visual.
O artista capta com mestria a dualidade camoniana: o movimento expansivo do épico e o recolhimento doloroso do elegíaco.
Babel é a derrocada. Sião está sempre mais além. Visitar a exposição é testemunhar o naufrágio e o resgate. Entre a Babel que nos dispersa e a Sião que nos demanda, o olhar de Pedro Proença revivifica o dilema, devolvendo-o nas cores das aguarelas."
Felipede de Saavedra, historiador
do Catálogo, p. 17-18.

Os espaços lusófonos em diálogo intecultural 

"esta exposição promove o diálogo intercultural entre Macau e as comunidades de língua portuguesa, incentivando a reflexão sobre temas universais de amor, empatia e compreensão humana que transcendem barreiras linguísticas e geográficas."
Carlos Marreiros, presidente do CAC
do Catálogo, p. 9-10.

  O ARTISTA  

     Pedro Proença     

n. Lubango, Angola, 1962
é um pintor, ilustrador, tradutor, autor de poesia, ficção e ensaio.
Atualmente, vive e trabalha em Lisboa.

Estudou na Sociedade Nacional de Belas-Artes em Lisboa
e licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, em 1986. 

Tendo começado a expor  individualmente desde 1984, a sua obra 
foi amplamente premiada e está representada em coleções públicas e privadas,
em Portugal e no estrangeiro.

Entre outros trabalhos públicos, é autor 
da calçada junto ao Oceanário no Parque das Nações, em Lisboa.

Como camonista, ilustrou uma parte da epopeia de Camões
"A ilha dos amores"
Sintra: Colares Editora, 1994.

e ilustrou integralmente
OS LUSÍADAS de Luís de Camões
Lisboa: Expresso, 2003.
Série de 10 volumes, com comentários de José Hermano Saraiva
e complementada por 10 contos originais de escritores portugueses e do espaço lusófono.
Esta obra foi reeditada em 2 vols.: Seleções do Reader’s Digest, 2007.

Aquando da ilustração de "Os Lusíadas",
o artista criou um alfabeto ilustrado para essa mesma edição.

  O CATÁLOGO  

Amor & Entendimento: 
Luís Vaz de Camões: Comemorações do V Centenário. 
Exposição de Pedro Proença

Curadoria: Carlos Marreiros
Textos de: Carlos Marreiros; Filipe de Saavedra; Pedro Proença.

Coordenador Geral: Carlos Marreiros, Presidente do CAC
Director de Planeamento: Edmond Fan Io For
Diretora de Produção: Karena Lao Chi Kio
Produção: Shine Chan Un Chio, Ivan Cheong Ut Teng
Design Gráfico: Albergue SCM - CI

Macau: Círculo de Amigos da Cultura de Macau, out. 2026.


  ÁLBUM  


  Lusíadas 13 - Aguarela sobre papel, 30 x 42 cm, 2026 - de Pedro Proença  
© Fotos da e-CAM.


para saber +


Pedro Proença | Facebook

Andreia Sofia Silva
in Hoje Macau, Eventos, 27.10.2026, p.12-13

Catarina Pereira
in Jornal Tribuna de Macau [online], 27.10.2026, p. 6

in e-CAM, 7.07.2024

in e-CAM, 10.06.2021





Redação: 27.10.2026, atualizado em 28.10.2026


2026/08/04

Camões na Banda Desenhada


      Camões na Banda Desenhada       

  EXPOSIÇÃO 

Concepção e Criação de GICAV 
– Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu

Organização:

GICAV – Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu

   Lembrar Camões na banda desenhada   

"No dia 10 de junho, evoca-se se mais um aniversário do falecimento do Poeta dos poetas da História de Portugal, quando exalou o seu último (e amargurado) suspiro: Luiz Vaz de Camões.

Deixou uma herança magnífica para a posteridade: a epopeia Os Lusíadas; uma vasta, maravilhosa e invejável poesia lírica (o livro Rimas); e, pelo menos, três peças teatrais (Filodemo, Auto de El-Rei Seleuco e Anfitriões). Parnaso, [talvez] um outro livro de rimas, foi-lhe criminosamente roubado quando vivia, na miséria, na cidade-ilha de Moçambique...

Sua sofredora mãe, Ana de Sá e Macedo, e o lendário e fidelíssimo "escravo" Jau (ou Jarco, como se cita numa versão mexicana), terão sobrevivido ao seu passamento.

Onde estão os seus ossos?... Ninguém sabe! Aquele belo túmulo no Mosteiro dos Jerónimos (onde tanto "chefe-de-estado" vai cerimoniosamente depôr uma coroa de flores e fazer uma insensível e hipócrita vénia), se tem lá algum esqueleto é, de certeza, de um qualquer ilustre desconhecido. Camões não está lál...

Admirado pelo mundo inteiro (pelo menos pelos "Lusíadas"), tem estátuas em Portugal, Brasil, Moçambique, Goa, Angola, Macau...

E pela Literatura mundial, não faltam obras alusivas via teatro, romances e ensaios.
No Cinema, regista-se um filme de luxo, Camões, realizado por Leitão de Barros em 1946, com a magistral interpretação do nosso saudoso actor António Vilar.

Luiz Vaz de Camões, português aosoluto, atrevido, corajoso, espadachim, namoradeiro, valente soldado (que até perdeu um olho ao Norte de Marrocos), amigo de de paródias, sempre apaixonado por esta ou aquela, várias vezes conheceu a prisão ou o degredo. Viveu também em Marrocos, Goa, Macau e Moçambique, tendo sofrido um dramático naufrágio quando regressava de Macau para Goa, na costa do Camboja.

A "Santa Inquisição" e alguns poetas rivais e invejosos, tiveram-no sempre "à perna". Mas foi ele que ficou, magnífico, para sempre!

Está bem lembrado pela nossa (e não só) Banda Desenhada. Ora vejamos, nesta exposição, o que nos foi possível apurar até agora..."
Luiz Bella
no 1.º painel da exposição

   agenda de exibições   

A exposição Camões na Banda Desenhada percorrerá em itinerância diversas escolas, associações e autarquias.

  2026  


Em Sátão
19 JUN. a 21 AGO. 2026 |  das 9h30 às 17h30
Inauguração: 19 jun., às 14h30 | Patente: de 19 jun. a 21 ago. 2026
Na Biblioteca Municipal de Sátão




Torredeita, município de Viseu
jan. - mar. 2026 | Na sala estúdio da 

  2025  


Patente: até ao dia 2 dez. 2025
na Escola Secundária Alves Martins


Em Viseu
10 ago. 2025 | às 15 horas
Patente: de 10 ago. a 21 set. 2025
No Pavilhão Multiusos da Feira de S. Mateus, em Viseu

Em Moura
25 mai. a 1 jun. 2025
No Cine-Teatro Caridade, em Moura
Inserida na 44.ª edição da Feira do Livro de Moura.

Durante a Feira do Livro de Moura, no dia 31 de maio, sábado, às 16:30, 
foi apresentado o fanzine 
Camões na obra de Carlos Alberto Santos e Lembranças de Carlos Alberto 
Com texto de João Manuel Mimoso
que aborda a vasta obra do artista sob o signo de Camões. 
48 págs., profusamente ilustradas.
Uma edição da Câmara de Moura.


   FICHA TÉCNICA   

A exposição reuniu 22 painéis ilustrativos 
os quais integram cerca de três dezenas de obras de autores 
que, em Portugal e além-fronteiras, 
retratam a vida e a obra do poeta, 
com especial destaque para a obra Os Lusíadas.
Autores portugueses:
José Ruy, José Garcês, Artur Correia, Fernando Bento, 
Eugénio Silva, Carlos Alberto Santos, Jorge Miguel e Luís Afonso, 
Versões internacionais 
provenientes da Bélgica, do Brasil e do México. 

Para além da BD, foram evocadas coleções de cromos, 
capas e outras publicações.

Comissariado / Curadoria: Juliana Ferreira
Produção Executiva: Nuno Correia
Montagem: José Machado, Juliana Ferreira, Nuno Correia
Projeto Gráfico: Juliana Ferreira
Impressão: Papiro
Fotografia e Vídeo: Juliana Ferreira
Comunicação e Imprensa: Cadeira Amarela


   ACERCA   

Camões lembrado pela BD

"Mas foi ele que ficou, magnífico para sempre! 
Está bem lembrado pela nossa (e não só) Banda Desenhada. 
Ora vejamos nesta exposição o que nos foi possível apurar."
Luiz Beira

Descobrir o universo camoniano de uma forma surpreendente!

"Integrada nas comemorações dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões 
e fruto de uma parceria entre o Município de Sátão e o GICAV, 
esta exposição reúne 22 painéis ilustrados e comentados, 
apresentando praticamente todas as referências de obras ilustradas 
e de banda desenhada dedicadas ao poeta e à sua obra.
Uma oportunidade para descobrir como a literatura e a banda desenhada se cruzam, 
dando a conhecer o legado de Camões de forma acessível e envolvente."
Município de Sátão

"Através da linguagem dinâmica e acessível da nona arte, 
a autarquia oferece a todos os visitantes uma oportunidade única 
para redescobrir o legado camoniano.
A mostra abriu portas na passada sexta-feira na Biblioteca Municipal, 
integrando as comemorações dos 500 anos do nascimento do poeta. 
Propriedade do GICAV, esta é considerada a maior exposição em BD 
sobre o autor a nível nacional e internacional."
Município de Sátão

"Esta é a maior exposição em banda desenhada, realizada a nível nacional e internacional, comemorativa dos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. 
É composta por 22 painéis ilustrados e comentados, 
onde é referido Camões e a sua obra poética.
Os satenses, bem como os visitantes do concelho de Sátão, 
têm uma excelente oportunidade para conhecer – através da banda desenhada 
– a vida e obra do maior poeta de Portugal, Luís Vaz de Camões."
Município de Sátão

  ÁLBUM  


 © Algumas das fotos estão disponíveis no Facebook do Município de Sátão.


para saber +


Alive FM, no Facebook, 1.08.2026

Divulgando Banda Desenhada
Blogue da autoria de Geraldes Lino & Pedro Lino

F. Cleto e Pina
in Jornal de Notícias [online], 9.08.2025

in e-CAM, 3.08.2026








Redação: 3.07.2026


2026/07/05

A Ilha dos Amores de Kit Man Leong



  ILHA DOS AMORES / 愛情島  

   EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL DE PINTURA   
   DE KIT MAN LEONG / 梁潔雯   

Com curadoria de Carlos Marreiros

Assinalando o 10 de Junho - Dia de 
Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

3 JUN. 2026, quarta-feira, às 18h30  - Inauguração / 開幕儀式
Patente de 3 jun. a 6 de jul. 2026
Todos os dias das 12h às 19h / Segundas das 15h às 19h

No Albergue SCM, A2 Gallery

Organização / 主辦機構

CAC - Circulo dos Amigos da Cultura de Macau / 澳門文化體學會
Com o patrocínio de
Fundo de Desenvolvimento da Cultura do Governo da RAEM
e o apoio Institucional  do Albergue SCM


  Inauguração de “Ilha dos Amores”, exposição individual de Kit Man Leong  
in TDM, no Facebook, 3.06.2026 | 🎥 Vídeo, 00:31

Uma nova exposição individual

"This exhibition exhibits 28 Gongbi paintings, 
including my new epic large-scale artpiece "The Regret of Love" 
and the poetic "The Isle of Loves".
Kitman Leong

A arte como uma ponte entre civilizações

"Esta exposição individual [...] apresenta a visão criativa de Kitman Leong, uma jovem e talentosa artista, membro do CAC e Professora de Belas Artes na Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau. 

A coleção de pinturas chinesas centra-se na estadia de Luís de Camões em Macau e nas imagens vividas do seu poema épico Os Lusíadas. Inspirando-se na ilha mítica - a artista captura sua essência através de sua técnica delicadamente requintada. 

As obras de Leong dialogam com a interação entre "Oriente" e "Ocidente", tal como se manifesta em Macau, funcionando como uma ponte entre duas civilizações distintas. Por meio de sua arte, a artista explora a imaginação humana compartilhada de um "paraíso ideal", revelando os fios comuns que unem as tradições culturais do Oriente e do Ocidente.

Realizada em celebração do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, esta exposição constitui uma homenagem sincera ao rico património cultural de Portugal."
Do cartaz da exposição

  O PROCESSO DE CRIAÇÃO  


  “Ilha dos Amores”, exposição individual de Kit Man Leong  
in CAC - Círculo dos Amigos da Cultura de Macau, no Facebook

  “Ilha dos Amores”, exposição individual de Kit Man Leong  
in CAC - Círculo dos Amigos da Cultura de Macau, no Facebook


  AS OBRAS CAMONIANAS  

   Ilha dos Amores / 《愛情
島》/ Isle of Loves | 2026   
Leong Kit Man / 梁潔雯
Seda, pigmentos minerais / 絹本、礦物顏料 /  Mineral pigments on silk
D80 cm
2026

 O Arrependimento do Amor / 《愛的遺憾》/ The Regret of Love | 2026 
Leong Kit Man / 梁潔雯
Seda, pigmentos minerais / 絹本、礦物顏料 / Mineral pigments on silk
400 x 180 cm

"O arrependimento do Amor" / "The Regret of Love"

"The centrepiece of the exhibition is The Regret of Love (O Arrependimento do Amor), a monumental painting measuring 400 by 180 centimetres, executed with mineral pigments and silver foil on silk. The work depicts the tragic 1558 shipwreck on the Mekong River, an event in which legend has it that Camões salvaged his manuscript of Os Lusíadas from the waves but was unable to save his Eastern lover.

Rather than adopting a traditional macroscopic view of the sea, Leong employs a micro-level perspective to examine the disaster. The composition meticulously details the structural mechanics, internal decks, and rigging of the listing Portuguese vessel. This intricate layout aligns with the traditional Chinese landscape painting philosophy of ke ju ke you (可居可遊, literally “inhabitable and wanderable”), creating a visual space that feels structurally traversable to the observer. The narrative imagery depicts Camões submerged in turbulent waves while hoisting his scroll to safety, juxtaposed against his lover floating weightlessly beneath the surface surrounded by rising air bubbles and sinking letters.

[...] In a deliberate nod to the traditional Chinese Yaji (雅集, literally “elegant gathering”) - a historical gathering where artists and scholars collaborated on poetry and painting – the artwork integrates classical Portuguese verses directly onto the silk medium. [...]"

"Ilha dos Amores" / “Island of Loves”

"Complementing the large-scale The Regret of Love, the exhibition features a singular circular silk painting titled Ilha dos Amores (“Island of Loves”), measuring 80 cm in diameter. This framed piece, in a traditional Chinese round-screen format, presents a detailed Gongbi landscape of the mythical paradise. A large, steep mountain of stylised blue-green rock, dotted with sparse trees, dominates the right side. On a central golden sandy plain, dozens of miniature figures, rendered in meticulous detail, interact. In a unique fusion, these figures, with Camões standing at the top of the mountain, are dressed in classical 16th-century Portuguese and European attire, navigating and congregating within the idyllic scene. The composition visually realises the idealised island paradise described in Cantos IX and X of Os Lusíadas, symbolising a moment of intercultural harmony and peaceful co-existence."

William Chan
in The Macao Post Daily, 11.06.2026


  ÁLBUM  


As fotografias estão divulgadas pela artista e pelo CAC no Facebook. 
Algumas são de nosssa autoria / e-CAM
e podem igualmente ser divulgadas livremente.

para saber +


William Chan

As pregas do interstício, a llha dos Amores de Leong Kit Man
Estudo introdutório do catálogo da exposição, p. 23-26.

[Lam Kong Chuen]
in 奧門心報 [Notícias do Coração do Macau], 9.06.2026
[Reprod. do texto inicial do catálogo]

in All in Fun, 6.06.2026

Andreia Sofia Silva 








Redação: 21.06.2026