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2026/01/16

“Amore e disordine del mondo: sonetti e altre poesie”, uma antologia lírica de Camões em italiano


  “Amore e disordine del mondo: 
sonetti e altre poesie”  

Tradução para italiano de uma seleção da lírica de Camões 

Com edição e tradução de Valeria Tocco 
um ensaio de Vítor Aguiar e Silva
e ilustração de Marta Nunes.

Lisboa: Shantarin, fev. 2026



Em 2026, a editora independente SHANTARIN, 
sediada em Lisboa, e responsável pela 
conhecida coleção "Poetas de Lisboa" 
em várias línguas, editará a obra
Amore e disordine del mondo: sonetti e altre poesie”.

Um Camões multifacetado

"Em fevereiro, chega às livrarias Amore e disordine del mondo, obra que oferece aos leitores italianos, em formato bilíngue (PT-IT), uma seleção da melhor lírica de Luís de Camões, poeta central do Renascimento e do Maneirismo europeus e arquiteto da língua portuguesa moderna.

Com edição e tradução de Valeria Tocco, ensaio de Vítor Aguiar e Silva e ilustrações de Marta Nunes, a obra revela um Camões multifacetado: herdeiro dos cancioneiros medievais, intérprete do dolce stil novo e do humanismo, e ainda voz premonitória da inquietação e da reflexão sobre a condição humana na modernidade.

O diálogo entre textos clássicos e imagens contemporâneas nesta nova edição da lírica camoniana proporciona novas leituras, novas interpretações e uma renovada aproximação estética aos versos do poeta d’Os Lusíadas."
no Facebook, 12.01.2026








para saber +



Shantarin Editora | Facebook, 13.01.2026


Marta Nunes | Página online da artista







Redação: 11.01.2026, atualizado em 15.01.2026

2025/11/10

CAMONISTA - Vítor Manuel de Aguiar e Silva

© Conteúdo integrante desta exposição.
























 Para saber mais sobre o ensaista, 
clique em DGLB e aqui.



CAMONIANA

  • (1971) Maneirismo e barroco na poesia lírica portuguesa. Coimbra: Centro de Estudos românicos.
  • (1972) Significado e estrutura de “Os Lusíadas”: conferência proferida... nos Paços do Concelho de Lisboa, em 21 de Junho de 1972. Lisboa: Com. Executiva do IV Centenário da Publicação de Os Lusíadas, 1972. – 23, [1] p.
[A enumeração dos 13 textos que se seguem está de acordo com a ordenação dada pelo autor na coletânea de ensaios Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994:]
  1. (1979) «...um Camões bem diferente...» [ensaio sobre a Vida ignorada de Camões, de JH Saraiva, Lisboa: Europa-América, 1978], Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 47 (jan. 1979) 5-17. – [escrito em “Braga, nov. de 1978”]. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 9-25.
  2. (1982) Jorge de Sena, camonista [ensaio], Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 67 (maio 1982), 45-52. – [escrito em “Indiana Univ./Bloomington, abril de 1982”]. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 27-36.
  3. (1987) O cânone da lírica de Camões: estudo actual do problema; perspectivas de investigação futura, in III Reunião Internacional de Camonistas (10 a 13 de novembro de 1980): actas. Coimbra: Univ. de Coimbra, 31-49. – Edição correspondente ao vol. 33 da Revista da Universidade de Coimbra. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 37-55.
  4. (1968-1972) Notas sobre o cânone da lírica camoniana (I), Revista História Literária de Portugal, Coimbra, n.º 3, 185-202. – Of. Gráfica da Coimbra Ed. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 57-71.
  5. (1972-1975) Notas sobre o cânone da lírica camoniana (II), Revista História Literária de Portugal, Coimbra, n.º 4, 185-202. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 73-100.
  6. (1980) A edição de 1598 das Rimas de Camões e a fixação do cânone da lírica camoniana – Estudo introdutório a Luís de Camões, Rimas, reprod. fac-similada da ed. de 1598. Braga: Univ. do Minho, 1980. [escrito em “Braga, jun. de 1980”]. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 101-129.
  7. (1972) Função e significado do episódio da “Ilha dos Amores” na estrutura de Os Lusíadas, in AA.VV, XLVIII Curso de Férias da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Ciclo de lições comemorativas do IV centenário da publicação de Os Lusíadas. Lisboa: Com. Executiva do IV Centenário da Pub. de Os Lusíadas, 1972. – 18, [1] p.. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 131-142.
  8. (1988) Imaginação e pensamento utópicos no episódio da “Ilha dos Amores”, Biblos, Coimbra, LXIV. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 145-153.
  9. (1987) O mito de Actéon como alegoria e como símbolo na poesia de Camões, Diacrítica, Braga, n.º 2 (1987), 5-13. – reprod. em Homenaje a Alonso Zamora Vicente. Vol. 3, t. 2, Madrid: Castalia, 1992, 13-18. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 155-162.
  10. (1980) Amor e mundividência na lírica camoniana, Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 55 (maio 1980 [escrito em março]), 33-46. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 163-177.
  11. (1981) Aspectos petrarquistas da lírica de Camões, in AA.VV, Cuatro lecciones sobre camoens. Madrid: Fundación Juan March-Cátedra, 99-116. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 179-190.
  12. (1992) Inquirições sobre o soneto “O dia em que eu nasci moura e pereça”, Diacrítica, Braga, n.º 7 (1992 [escrito a 15.09.1992]), p.?. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 191-207.
  13. (1993) As canções da melancolia: aspectos do Maneirismo de Camões, Diacrítica, Braga, n.º 8 (1993), p.?. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 209-228; e reprod. sob o título "The songs of melancholy: espects of Mannerism in Camões", in A revisisonary history of Portuguese literature. Ed. by Miguel tamen and Helena C. Buescu. New York, London: Garland, 1999, 30-57.



Textos reunidos em:

Camões: labirintos e fascínios 

Lisboa: Cotovia, 1994. 
/ 2.ª ed., 1999. 

– Vol. constituído pela reunião de treze ensaios sobre Camões publicados anteriormente, acrescido de “Epilegómenos (1994)” (p. 229-238); uma “Tábua de procedência dos ensaios publicados neste volume” e um “Índice onomástico”.


***

[A enumeração dos 10 textos que se seguem está de acordo com a ordenação dada pelo autor na coletânea de ensaios A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008:]
  1. (2003) Retrato do camonista quando jovem (com alguns pingos de melancolia), Santa Barbara Portuguese Studies, VII (2003), p.?. – Texto datado de “Braga, 8 de set. de 2005” na sua reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 13-22.
  2. (2004) A “guerra” dos pelicanos: o problema textológico da edição princeps de Os Lusíadas – pref. a Os Lusíadas de Luís de Camões. Fac-simile da ed. prínceps de Os Lusíadas, reproduzindo o exemplar pertencente à Sociedade Martins Sarmento (Guimarães). Braga: Univ. do Minho, p.?. – [datado de “Braga, jan.-fev. de 2004”]. – reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 23-54.
  3. (2007) Camões e a comunidade interliterária luso-castelhana nos séculos XVI e XVII (1572-1648), Relâmpago, Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, n.º 20 (abril 2007), 91-123. – [datado de “Braga, maio de 2007”]. – reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 55-92.
  4. (2003) A epopeia, Os Lusíadas e as leituras antológicas, Ariane, n.º 18-19-20 (2003/5), p.??. – Texto datado de “Braga, março de 2004” na sua reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 93-107.
  5. (2000) A poética do mito clássico n’Os Lusíadas, in Estudos dedicados a Ricardo do Carvalho Calero, reunidos e ed. por José Luís Rodrigues. Tomo II, Santiago de Compostela: Parlamento de Galicia – Univ. de Santiago de Compostela, p. ??. – reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 108-115.
  6. (2008) Intertextualidade e hermenêutica no episódio do Velho do Restelo. – Inédito “escrito para figurar numa coletânea de estudos em homenagem à Prof. Doutora Maria manuela Gouveia Delille”, in A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 118-130. – Com bibl., p. 129-130.
  7. (2008) O mito de Baco e o seu significado n’Os Lusíadas. – Inédito, datado de “Braga, out. de 2007”, in A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 131-151.
  8. (1997) O tema do exclusus amator na Lírica de Camões, Diacrítica, Braga, n.º 12. – reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 153-164.
  9. (2008) A elegia na lírica de Camões. – Inédito, “a ser publicado nas Actas da V Reunião Internacional de camonistas”, in A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 165-181.
  10. (2008) Erotismo, petrarquismo e neoplatonismo na “Égloga dos Faunos” de Camões. – Inédito, datado de “Braga, out.-nov. de 2006”]. “a ser publicado nas Actas do Colóquio Internacional “Heranças Bucólicas”, in A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 183-204.



Textos reunidos em:


A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos. 


Lisboa: Cotovia, 2008. 



– Vol. constituído pela reunião de dez ensaios sobre Camões, éditos e inéditos, acrescido de “Prólogo” (escrito em “Braga, 2 de nov. de 2007”; p. 11-12); “Epilegómenos (Inédito)” (p. 205-216); uma “Tábua de procedência dos ensaios publicados neste volume” e um “Índice onomástico”.

***

  • (2001) O ‘naufrágio’ de Os Lusíadas no Ensino Secundário, Público, Lisboa, 01.09.2001.
  • (2009) Jorge de Sena e Camões: trinta anos de amor e melancoliaBraga-Coimbra: Angelus Novus. – V. recensão crítica em LOURENÇO, Jorge Fazenda (2010) Recensão crítica de: Vítor Aguiar e Silva – Jorge de Sena e Camões: trinta anos de amor e melancolia. Coimbra: Angelus Novus, Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 175 (set. 2010), 211-214.
  • (2010) O «naufrágio» de Os Lusíadas no ensino secundário, in As humanidades, os estudos culturais, o ensino da literatura e a política da língua portuguesa. Coimbra: Almedina. - Publicado originalmente no jornal Público, 01.09.2001. 
  • (2011) Dicionário de Luís de Camões. - Coord. de-. Alfragide: Caminho, 2011.  – Contém 1005 p., mais 32 p. de ilustrações: metade a seguir à p. 336, a outra metade a seguir à p. 736; ISBN 978-972-21-2146-0. – Edição brasileira: São Paulo: Leya, 2011.


***
A enumeração dos 5 textos que se seguem está de acordo com a ordenação dada pelo autor na coletânea de ensaios Colheita de Inverno: ensaio de teoria e crítica literárias. Coimbra: Almedina, 2020, na “Parte II – Ensaios camonianos”.
  1. (2012) Para uma revisão do conceito de Maneirismo, in Camões e os Contemporâneos, org. Maria do Céu FRAGA et al., Braga: CIEC / Univ. Açores / UCP. – reprod. em Colheita de Inverno: ensaio de teoria e crítica literárias. Coimbra: Almedina, 2020, 323-343.
  2. (2017) Luís Vaz de camões: alegoria da Ilha dos Amores, in DIMAS, Samuel; Renato Epifânio; Luís Lóia (eds.) Redenção e escatologia, Lisboa: Univ. Católica portuguesa, vol. II, tomoI. – reprod. em Colheita de Inverno: ensaio de teoria e crítica literárias. Coimbra: Almedina, 2020, 345-360.
  3. (2014) A dedicatória de Os Lusíadas e a hermenêutica do poema, in MARCOS DE DÍOS, Ángel (org.) Aula bilingue, I, Salamanca. Luso-Española de Ediciones. – reprod. em Colheita de Inverno: ensaio de teoria e crítica literárias. Coimbra: Almedina, 2020, 361-376.
  4. (2013) O canto poético camoniano como epitáfio, Reading Literature in Portuguese: commentaries in honour of Tom Earle, ed. Cláudia Pazos Alonso e Stephen Parkinson. Oxford: Legenda, Modern Humanities Research Association and Maney Publishing. – reprod. em Colheita de Inverno: ensaio de teoria e crítica literárias. Coimbra: Almedina, 2020, 377-390.
  5. (2011) Uma joia da bibliografia camoniana, in MORUJÃO, Isabel; Zulmira Santos (coord.) Literatura culta e popular em Portugal e no Brasil: homenagem a Arnaldo Saraiva. Porto: CITCEM / Ed. Afrontamento, 431-436. – Disponível online: http://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id024id1410&sum=sim. – reprod. em Colheita de Inverno: ensaio de teoria e crítica literárias. Coimbra: Almedina, 2020, 391-396.
Outros textos de interesse para a Camonologia, contidos na Colheita:
  • (2012) Sobre alguns tropos subjacentes aos conceitos de clássico e de classicismo, Revista Portuguesa de Humanidades, vol. 16, n.º 2 (2012), 17-32. – reprod. em Colheita de Inverno: ensaio de teoria e crítica literárias. Coimbra: Almedina, 2020, 73-91.
  • (2020) O textocentrismo de António José saraiva – “ensaio inédito”, in Colheita de Inverno: ensaio de teoria e crítica literárias. Coimbra: Almedina, 553-555.
Textos reunidos em:






Textos reunidos em:




Colheita de Inverno: 

ensaios de teoria e crítica literárias.

Coimbra: Almedina, 2020.










2023/11/26

Homenagem a Vítor Aguiar e Silva, no XXV Colóquio de Outono 2023



XXV Colóquio de Outono 2023

XXV Autumn Colloquium 2023


Homenagem a Vítor Aguiar e Silva

In honour of Vítor Aguiar e Silva


Universidade do Minho, Campus de Gualtar, Braga

23 e 25  NOV. 2023


Organização

Grupo de investigação Poéticas em Língua Portuguesa, CEHUM

Comissão Organizadora:

Ana Maria Silva Ribeiro
Carlos Mendes de Sousa
Isabel Cristina Mateus
Micaela Ramon
Sérgio Paulo Guimarães de Sousa

Co-organização:

Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas
Centro de Estudos Humanísticos



Apresentação:

"Decorrido mais de um ano sobre o desaparecimento do Prof. Vítor Aguiar e Silva, o Centro de Estudos Humanísticos (UM) presta homenagem ao seu fundador e criador dos Colóquios de Outono que este ano celebram a sua XXVª edição.

A homenagem estende-se à Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da qual o Prof. Vítor Aguiar e Silva foi presidente e, durante décadas, um dos mais prestigiados docentes, nacional e internacionalmente reconhecido. Neste sentido, e num gesto simbólico, a ELACH entendeu associar a XXVª edição do Colóquio de Outono ao programa das Escolas no âmbito das Comemorações dos 50 anos da Universidade do Minho, instituição que o Professor ajudou a fundar e de que foi vice-reitor de 1990 a 2002.

De forma a dar corpo a uma homenagem que, além do tributo afetivo e mensagem de gratidão de todos os que tiveram o privilégio de com ele aprender, conviver ou trabalhar, constitua um momento simbólico de reconhecimento do saber humanista, do legado académico e da ética que o homenageado representa, a Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas, o Centro de Estudos Humanísticos e o grupo de investigação Poéticas em Língua Portuguesa conjugaram esforços na organização do programa deste Colóquio de Outono.

O XXV Colóquio de Outono: Homenagem a Vítor Aguiar e Silva conta com a participação de reconhecidos especialistas, nacionais e internacionais, nas diversas áreas de investigação em que o Professor se notabilizou. 

Entre os dias 23 e 25 de Novembro de 2023, o diálogo com a obra de Vítor Aguiar e Silva e os caminhos de futuro nas áreas da Teoria da Literatura, dos Estudos Camonianos ou do(s) Modernismo(s), sem esquecer o ensino da literatura ou das políticas da língua portuguesa, estarão no centro da reflexão académica. 
O XXV Colóquio de Outono integra ainda a apresentação do livro Sena Hoje, volume resultante do Colóquio de Outono dedicado a Jorge de Sena, em 2019, que acolhe o texto da última conferência proferida pelo Prof Aguiar e Silva sobre o poeta a quem dedicou estudos de referência, além dos testemunhos dos dois vencedores do Prémio Vida Literária Vítor Aguiar e Silva (iniciativa conjunta da Associação Portuguesa de Escritores e da Câmara Municipal de Braga).

Na manhã do dia 25 de novembro, e ainda no âmbito do XXV Colóquio de Outono, terá lugar a cerimónia de entrega do Prémio Camões instituído pelos Governos de Portugal e do Brasil, atribuído, em 2020, ao Prof. Vítor Aguiar e Silva, que contará com a presença do Ministro da Cultura. Um momento alto desta homenagem com o qual nos congratulamos e para o qual contamos com a presença de toda a Academia."





PROGRAMA


23 de novembro

Anfiteatro A1 – Edifício 1

9h00 : Sessão de Abertura
  • João Rosas, Presidente da ELACH.
  • Vítor Moura, Diretor do CEHUM.
  • Ricardo Rio, Presidente da Câmara de Braga. 
  • José Teixeira, Presidente da DST.
  • Isabel Cristina Pinto Mateus, Representante da Comissão Organizadora.
  • Rui Vieira de Castro, Reitor da Universidade do Minho.
10h00 - 10h45 : Sessão plenária
Moderador: Vítor Moura
  • On the continuing resistance to critical theory, Bernard MacGuirk | U. Nottingham.
10h45 - 11h30 : Pausa para café.

11h30 - 12h30 : Painel 1 - Teoria 1
Moderador: Sérgio Sousa
  • Categorias estilístico-periodológicas como conceitos abertos: elaborações teóricas, aplicações, revisões, José Carlos Seabra Pereira | U. Coimbra
  • El retorno a la Literatura, Dario Villanueva | U. Santiago de Compostela)
12h30 - 14h30 : Almoço

14h30 - 16h00 : Painel 2 - Teoria 2
Moderadora: Rita Patrício
  • Vítor Manuel de Aguiar e Silva y la obra literaria, Tomás Albaladejo | U. Autónoma de Madrid.
  • Os Estudos Feministas revisitados... Re-visões e re-significações da História. Adriana Varejão e Paula Rego em 'diálogo corporificado e explosivo', | Ana Gabriela Macedo | U. Minho.
  • Melancolia a Ocidente: a geopoética literária de Vítor Aguiar e Silva, Eunice Ribeiro | U. Minho:
16h00 16.30h : Pausa para café

16h30 - 17h30 : Painel 3 - Modernismo 1 
Moderadora: Isabel Cristina Pinto Mateus
  • Modernidade e géneros literários: o romance e o ensaio, Rosa Goulart | U. Açores.
  • Príncipes e impostores: Régio e a constituição da categoria periodológica de modernismo, Rita Patrício | U. Lisboa.
17h30 18.00h : Apresentação do volume Sena Hoje: no centenário do nascimento de Jorge de Sena, por Ana Ribeiro e Rita Patrício.

20h30 : Jantar

24 de novembro

Anfiteatro A1 – Edifício 1

9h30 - 11h00 : Painel 4 - Modernismo 2
Moderadora: Ana Ribeiro
  • Camões, duas visões, dois labirintos: Vítor Manuel Aguiar e Silva e Fiama Hasse Pais Brandão—heterodoxias, António Carlos Cortez | U. Minho.
  • “De Senectute” ou o elogio da velhice na poesia de Fernando Echevarría, Maria João Reynaud | U. Porto.
  • Mecanismos do humor surrealizante na micro-ficção de Mário-Henrique Leiria, Cândido de Oliveira Martins | U. Católica Portuguesa.
11h00 11h30 : Pausa para café

11h30 - 13h00 : Painel 5 - Políticas de Língua e Ensino da Literatura
Moderador: Álvaro Iriarte
  • Em torno da política de língua: falácias e desilusões, Carlos Reis | U. Coimbra.
  • O Ensino da Literatura e as teses de Aguiar e Silva, José Augusto Cardoso Bernardes | U. Coimbra.
  • Propostas de inclusão e vertebração para um intersistema de língua portuguesa. Língua, literatura e cultura com conversas com o Prof. Aguiar e Silva em pano de fundo, Elias Torres Feijó | U. Santiago de Compostela.
13h00 - 14h30 : Almoço

14h30 - 16h30: Painel 6 - Estudos Camonianos e do Maneirismo e Barroco
Moderadora: Micaela Ramon
  • Sobre a centralidade da figura de D. Sebastião em “Os Lusíadas”, Zulmira Coelho Santos | U. Porto. 
  • Fronteiras literárias: as epístolas poéticas de Camões, Maria do Céu Fraga | U. Açores.
  • Labirintos e fascínios: a literatura barroca na obra de Vítor Aguiar e Silva, Isabel Almeida | U. Lisboa.
  • “De Camões” ou “camoniano”? Cânone e bibliografia material, Vanda Anastácio | U. Lisboa.
16h30 - 17h00 : Pausa para café

17h00 - 17h45h : Prémios Vida Literária Vítor Aguiar e Silva (APE/CMB) – Lídia Jorge & João Barrento
  • Leitura de testemunhos

25 de novembro

Salão Nobre da Reitoria

10h30 - 11h30 : Sessão plenária
Moderador: Carlos Mendes de Sousa
  • A épica. Escritas, reescritas e transformações, Helena Carvalhão Buescu | U. Lisboa.
11h30 12h00 : Pausa para café

12h00 Entrega do Prémio Camões





1. Cartaz de divulgação do encontro, pormenor do topo. 
2. Vítor Aguiar e Silva (1939-2022), imagem divulgada na Internet. 
3. Camões: labirintos e fascínios / Vítor Aguiar e Silva. Lisboa: Cotovia, 1994. / 2.ª ed., 1999.
4. A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianosVítor Aguiar e SilvaLisboa: Cotovia, 2008. 
5. Cartaz de divulgação do encontro, pormenor.  






2022/09/13

Um dos maiores fascínios dos Estudos Camonianos é a pluralidade das suas vozes, destaca Vítor Aguiar e Silva










Vítor Aguiar e Silva (1939-2022)



“Camões e a sua obra foram sempre objeto de análises e interpretações diversas, divergentes e muitas vezes contrapostas e é esta pluralidade de vozes filológicas, poetológicas, críticas e hermenêuticas que constitui um dos fascínios maiores dos estudos camonianos. Não se trata de anular o conceito de verdade, nem sequer de o relativizar radicalmente, mas tão-só de reconhecer que a complexidade formal e semântica da poesia de Camões convoca legitimamente diversas propostas de compreensão, explicação e valoração, exigindo dos camonistas um rigor acrescido na fundamentação, na argumentação e na explanação das suas análises filológicas, histórico-literárias, críticas e hermenêuticas.”



Fontes:
Vítor Aguiar e Silva - Apresentação (excerto) de Dicionário de Luís de CamõesCoord. Vítor Aguiar e Silva. Alfragide: Caminho, 2011.
Fotografia de Universidade do Minho/DR.


2016/07/04

Dicionário de Luís de Camões - Coordenação de Vítor Aguiar e Silva. Alfragide: Caminho, 2011.




Dicionário de Luís de Camões

Coordenação de Vítor Aguiar e Silva

Alfragide: Caminho, 2011

Contem 1005 p., mais 32 p. de ilustrações: metade a seguir à p. 336, a outra metade a seguir à p. 736; ISBN 978-972-21-2146-0.



Índices de verbetes
- por temas
- por autores



“O Dicionário de Luís de Camões, obra concebida sob a coordenação do Prof. Vítor Aguiar e Silva, constitui um vasto e rico Thesaurus da camonística contemporânea.
Os seus cerca de duzentos artigos, da autoria dos mais reputados camonistas nacionais e estrangeiros, proporcionam ao leitor uma informação abundante, rigorosa e atualizada sobre a biografia, a obra lírica, épica, dramatúrgica e epistolar de Camões, sobre a suacontextualização histórico-literária, sobre os seus problemas filológicos, sobre a influência e a crítica camonianas nos diversos períodos da literatura portuguesa e, numa perspectiva comparatista, sobre a recepção de Camões nas principais literaturas mundiais, desde a espanhola à brasileira e à norte-americana.”

in Sinopse, na página da Editorial Caminho


Conheça melhor o Dicionário de Camões aqui:





Edição brasileira, na Leya:


"Um tesouro literário sobre o criador de Os lusíadas! Com mais de 200 artigos que estudam as relações da obra de Camões com a pintura, as artes plásticas e com a música, sua influência na literatura latina e americana, o Dicionário de Luís de Camões é um abundante e atualizado material sobre a biografia, a obra lírica, épica, dramatúrgica e epistolar de Luís de Camões, conhecido como o maior poeta português de todos os tempos. 
Eternizado por Os Lusíadas – considerado a epopéia portuguesa por excelência – Camões influenciou gerações de escritores, pensadores, poetas, filósofos, sendo até hoje referência obrigatória para todos os amantes de literatura ao redor do mundo. 
Nesta obra, o Professor Vitor Aguiar e Silva concede especial atenção à relevância da tradição clássica na obra de Camões e às relações, sobretudo, da sua poesia lírica e épica com a literatura castelhana e com a literatura italiana dos séculos XV e XVI."
in Sinopse, na página da Amazon.com.br



para saber +


 Prémio Jacinto do Prado 
no valor de 5.000 euros, patrocinado pela DGLAB
foi entregue na SPA, em Lisboa.
Notícia, 12.12.2012

O dicionário é “uma obra ímpar de geração, 
atualizando a informação e a interpretação superveniente dos últimos decénios 
e registando os últimos resultados da investigação camonística”
Liberto Cruz.

 A obra presta “análises plurais, espelhando assim 
a existência concreta plural de Luís de Camões”

“O Dicionário resgata o poeta e a sua obra de envolvimentos históricos e ideológicos 
a que têm estado sujeitos desde o século XIX, 
utilizando metodologias académicas documentais e textuais rigorosas”
Rosa Maria Martelo, Miguel Real e Liberto Cruz
Júri do Prémio





Atualizado a 3.07.2016

A VIDA DE CAMÕES