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2026/04/11

A grande obra "Os Lusíadas" de Luís de Camões, conferência por João Figueiredo

 

  Os Lusíadas, de Luís de Camões  

  CONFERÊNCIA  

por João Figueiredo

integrada no ciclo-seminário
"Grandes Obras da Literatura Universal"


10 OUT. 2020, sábado | às 17h

No Auditório do Centro Cultural de cascais

e em stream para o canal do Youtube da Fundação D. Luís I.



Organização:

Cátedra Cascais Interartes
Fundação D. Luís I


para saber +



Grandes Obras da Cultura Ocidental








Redação: 11.04.2026

2025/05/25

"Carta imaginária escrita por Garcia de Orta aos seus colaboradores e amigos", concebida pelo Professor João José Alves Dias

Carta imaginária escrita por Garcia de Orta aos seus colaboradores e amigos

por João José Alves Dias


"Carta imaginária escrita por Garcia de Orta aos seus colaboradores e amigos, informando-os do recebimento do privilégio, assinado pelo Conde Vice-rei, em Goa, a 5 de novembro de 1562, de como só os impressores por ele autorizados poderiam imprimir a nova obra que se estava aprontando na tipografia de Iohanne de Emden, sobre os simples e as drogas orientais utilizados em mezinhas e outras coisas curiosas. Foi escrivão João Alves Dias.

Eu Garcia de Orta a vós Ruano e Dimas Bosque saúde.

Dos amigos todas as coisas são comuns e, assim, têm os amigos licença para emendar as coisas dos que forem seus. Foi dentro deste princípio que se desencovou a verdade não sabida de todos e se escreveu este livro.

Sabede que vos estou grato e que vos quero dizer, em primeiro lugar, a grande mercê que me fazeis nisso. Mercê por toda a ajuda que me deram na emenda e na feitura dos nossos Colóquios. Digo nossos porque um Colóquio presume a interveniência de diferentes pessoas, como neste caso aconteceu. Na verdade, esta obra é uma obra a três mãos, dado que as vossas, em muitos e muitos momentos, substituíram a força e a agilidade que as minhas, hoje, quase não têm, assim como a clareza que falta ao meu olhar. Todos vós sabeis que tanto a minha doença, como a minha idade (para não falar em outros desenganos ou vicissitudes da vida) me foram debilitando as forças, imprescindíveis para congregar este trabalho que nunca mais termina, dados os erros a corrigir. Já depois de impressas as suas folhas, e depois de tantas emendas feitas, ainda temos de assinalar, numa lista, os erros da impressão, que são muitos, dado que alguns deles podem mudar o entendimento.

Confesso que, sem a vossa ajuda, talvez não tivesse tido a coragem suficiente para levar em frente esse meu sonho de juventude: corrigir, documentar e aumentar a obra que nos foi ensinada durante a nossa aprendizagem em Salamanca, no que à Matéria Médica, com origem na Índia, diz respeito. Informar a obra que nos foi legada a partir de Dioscórides e aperfeiçoada por tantos, tantos outros, até aos nossos dias. É que se sabe mais em um dia agora pelos portugueses do que se sabia em cem anos pelos romanos.

Sabeis, tão bem como eu, que foram muitos outros os livros presentes na raiz deste nosso trabalho e outros que eu próprio, infelizmente, não consegui ler, mas que vós outros me recordaram e me deram a conhecer.

É evidente, e todos vós o melhor sabeis que ninguém, que uma obra de estudo nunca está terminada. É mais um pormenor que nos escapa, que nos confunde, ou – o que ainda é pior – um pormenor em que temos de desmentir aquilo que outros afirmam como se fosse verdade, mas que não passa de mentira. Mentira que tantas vezes repetida até parece verdade. Mas a ignorância continua nos nossos dias e encontra-se escrita em um escritor moderno muito lido e muito douto. Ainda as temos de desmentir… gastando forças que antes se deveriam poupar para outros trabalhos.

Nem sempre estivemos de acordo ao longo desta obra; já depois de composta e impressa chegou, pela tua mão, Dimas, a esta parte do nosso reino, o conhecimento do que escrevera Gaspar Barreiros acerca da origem do nome de Badajoz. Ao contrário do que alguns possam vir a defender no futuro, eu não vi o livro, nem tão pouco o conseguiria ler, como sabeis. Ousaste pois tu, Dimas, pensar que eu estava errado nos meus conhecimentos!… recordo-te o que então te disse que «pode ser que me engane eu, porque a todos os mais dos homens lhe parecem melhor as suas cousas que as alheias», mas acabaste por verificar que estava certo.

Mas a razão por que vos escrevo esta carta, Ruano e Dimas Bosque amigos, não é para vos lembrar a forma como foi redigida esta nossa obra que muitos julgam tratar apenas das mesinhas e frutas da Índia, esquecendo que tratamos também do âmbar, do lacre, da pedra bezoar, dos diamantes e outros minerais. Falamos dos simples (toda a substância não misturada) e das drogas ou compostos (resultantes da mistura de vários simples), não de frutos ou plantas por fazerem parte de um horto, ou de um jardim, ou de um herbário, mas sim porque entram em fármacos, com os quais nós tratamos os nossos doentes e, por vezes, também tratamos de outras coisas curiosas desta terra.

É, antes, para vos dizer em primeira mão, que a obra já recebeu o privilégio de proteção real para a sua impressão – privilégio esse, aliás, que é costume todos os livros, de qualquer outro assunto, também receberem. Proteção essa que procura evitar que outros imprimam ou copiem aquilo que aqui se escreveu, ficando eles com o fruto do nosso trabalho. Durante três anos só os impressores que eu autorizar a podem imprimir nesta forma ou emendada. Esse privilégio foi hoje, dia 5 de novembro, assinado, em escrito que nos fez chegar Rui Martins, nesta cidade de Goa.

E eu, Garcia de Orta, que já não tenho saúde para esta carta escrever de minha própria mão, a ditei e mandei escrever por João Alves Dias, meu escrivão na puridade."


(Reprodução do Privilégio)





para saber +

Texto publicado em:
Portal: Grupo de Amigos de Castelo de Vide, 
secção "Entre Diálogos", contribuições, 27.10.2020 

Reproduzido parcialmente e divulgado em





Redação: 25.05.2025

2024/03/05

Roteiro Camoniano no concelho de Chaves


“Roteiro Camoniano em Chaves”

PROJETO

5 MAR. 2024



Organização:

Município de Chaves






Chaves lança rota literária sobre Camões

"Amanhã, terá início pelas 10h30 o Encontro temático “Obra, vida e mito: Camões por Chaves”, que reunirá durante dois dias, no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, os maiores especialistas nacionais nesta área para apresentar a debater e o conhecimento já adquirido sobre o poeta Luíz Vaz de Camões, inclusivamente sobre as suas origens. Uma iniciativa organizada em colaboração com o Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos da Universidade de Coimbra.
Na passada terça-feira, a autarquia antecipou à comunicação social o lançamento do Roteiro Camoniano no concelho. Tratar-se-á, para Chaves e para o país, do primeiro passo para o lançamento de uma futura rota literária para melhor conhecer aquele que foi o maior poeta de língua portuguesa. Uma aposta da autarquia para diversificar a oferta turística no concelho, enriquecendo-a com uma componente de turismo literário, caraterizada pela valorização do património imaterial e da cultura local.
Para o Vice-Presidente da Câmara de Chaves, “acompanhando a tradição local, de que a família de Camões teve origens em Vilar de Nantes, este será o ponto de partida para uma rota sobre Camões, que chegará aos quatro cantos do mundo, como o próprio Camões chegou, com início em terras de Trás-os-Montes”. Trata-se, para o autarca, de um processo que congregará também outros municípios onde Camões terá estado, bem como instituições públicas nacionais, de forma a criar uma Rota Literária que possa superar outras igualmente importantes ligadas também a escritores universais”.
in Facebook, Nota de Imprensa, 5.03.2020







Fonte de todas as imagens neste post:
Município de Chaves | Facebook, 5.03.2024








para saber +


Município de Chaves | Facebook, 5.03.2024


José Carlos Canoa
in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 14.09.2024

José Carlos Canoa
Viajar com… Luís de Camões, uma viagem pelos lugares da biografia do poeta
in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 11.11.2023










Redação: 14.09.2024

2020/06/10

Percurso Camoniano Pedro & Inês em Cerâmica de Alcobaça

 

Percurso Camoniano: Pedro & Inês

Percurso artístico camoniano registado em vídeo

Criação:

Serviço Educativo da
Câmara Municipal de Alcobaça, 2020




VÍDEO | 18:24, um de 9 pequenos vídeos pedagógicos da
Coleção "Alcobaça - Visitas na minha terra"



"Localizado no passeio pedonal da cidade de Alcobaça, junto ao rio Alcoa, o “Percurso Camoniano: Pedro & Inês em Cerâmica de Alcobaça” nasceu de um desafio lançado pela Câmara Municipal a 10 empresas do setor da cerâmica do concelho para materializarem, em peças artísticas, a sua interpretação do episódio de Inês de Castro de Os Lusíadas [Canto III, est. 118-135], de Luís Vaz de Camões (séc. XVI).

O percurso inclui ainda peças inspiradas num outro soneto do mesmo autor [“Amor é fogo que arde sem se ver”] e num de Miguel Torga (séc. XX) [“Inês de Castro”, in Poemas Ibéricos]. 

No Mosteiro de Alcobaça estão sepultados D. Pedro I e Inês de Castro – dois protagonistas de um mais belos romances de amor eterno de sempre que teve lugar no séc. XIV em Portugal."

Câmara Municipal de Alcobaça | Serviço Educativo | 2020



"A partir de finais do séc. XIX, Alcobaça afirma-se como um território de expressão da cerâmica artística. No séc. XX, inúmeras fábricas criam no concelho uma zona promotora da identidade alcobacense, ainda hoje reconhecida.

[...] Curiosidade: a loiça de Alcobaça facilmente se identifica através dos seus tons de amrelo, verde, violeta e encarnado sobre um fundo predominante azul. Presentemente, a cerâmica é uma atividade económica que tem conseguido modernizar-se, aliando a tradição na produção à qualidade e à inovação no design."















para saber +












Redação: 18.09.2024

2020/03/06

Encontro temático - Obra, Vida e Mito: Camões por Chaves


"Obra, Vida e Mito: Camões por Chaves”

ENCONTRO TEMÁTICO


6 e 7 MAR. 2020 | No Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso



Comissão de honra

Nuno Vaz, Presidente da C.M. Chaves
Altamiro Claro, Presidente da Assembleia Municipal de Chaves 
José Carlos Seabra Pereira, Coordenador Científico do CIEC
Zulmira Santos, Professora da U. Porto / CITCEM

Comissão organizadora

Manuel Ferro, CIEC  | Filipa AraújoCIEC
Francisco Melo, C. M. Chaves | Tiago Caldas, CMC | Filipa Leite, CMC
Luís Costa, Junta de Freguesia de Vilar de Nantes













Debate temático que reuniu, no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, especialistas nacionais de Estudos Camonianos "para apresentar o conhecimento já adquirido sobre o poeta Luíz Vaz de Camões, com incidência nas suas origens."

[...] Chaves apresenta argumentos justificadores que legitimam a sua candidatura “a berço” de Camões.

No âmbito do encontro, ainda hoje, pelas 21h30 realiza-se o concerto CANTUSd’Alma que explora a essência das Cantigas de Santa Maria com um toque de modernidade. Concerto no Centro cultural de Chaves com entrada gratuita.
in Facebook, Nota de Imprensa, 6.03.2020



Chaves reivindica berço de Camões

“Obra, Vida e Mito: Camões por Chaves” em debate num encontro temático organizado pela autarquia flaviense, com parceria científica do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos da Universidade de Coimbra.

Luíz Vaz de Camões - poeta nacional, considerado como uma das maiores figuras da literatura lusófona e um dos grandes poetas da tradição ocidental - terá visto o mundo pela primeira vez em Chaves. É com esta convicção que a população local reivindica o seu nascimento na cidade flaviense, facto que terá refletido na sua obra poética. 

[...] Chaves faz parte da história e mitologia que acompanham Camões, razão pela qual se pretende aflorar a temática com os maiores especialistas nesta área, que se deslocarão a Chaves para o debate e apresentação do conhecimento já adquirido sobre as origens do poeta. 

A “Família Flaviense de Luís Vaz de Camões” tem sido o tema central de várias publicações, que apresentam indícios sobre as origens flavienses de Luíz Vaz de Camões. 

Da sua vida pouco se sabe, no entanto, nos testemunhos populares de tradição oral, encontramos fortes indícios de que o seu percurso de vida se cruzou com a localidade de residência da sua família. 

A cidade flaviense preserva a memória do poeta, através de várias referências toponímicas, entre elas a maior Praça do Concelho. Os Camões eram senhores de Vilar de Nantes, onde hoje um edifício em ruínas ainda é conhecido como "Casa de Camões" podendo ter pertencido ao seu avô. Algumas versões da história local apontam como provável local de nascimento de Luís Vaz de Camões essa mesma casa. 

[...] 
Rota literária sobre Camões.
Entre as várias ações de divulgação daquele que foi o maior escritor de língua portuguesa, o município pretende também criar e dinamizar uma rota literária, que homenageará o escritor."

in Facebook, Nota de Imprensa, 7.02.2020





PROGRAMA


6 MAR. 2020, 6a feira


10h30

Sessão de abertura

José Carlos Seabra Pereira | Coord. Científico do CIEC
e Nuno Vaz | Presidente da Câmara Municipal de Chaves

11h00 
Assinatura do Protocolo de Colaboração entre 
a Câmara Municipal de Chaves e o CIEC da U. Coimbra

11h15 
Moderação: Isabel Viçoso | Grupo Cultural Aquae Flaviae

“Aspetos da biografia de Camões”
por Maria Vitalina Leal de Matos | FLUL/CIEC

“Memória e esquecimento na Elegia I de Camões”
por Zulmira Santos | CITCEM / FLUP) e Luís Fardilha | CITCEM / FLUP

Almoço livre


Moderação: Joaquim Tomaz | AE Dr. Júlio Martins

“A memória popular de Camões em Chaves”
por Diogo Martins | INDIEROR

“José Pereira Tavares: a pedagogia d’ Os Lusíadas no dealbar do século XX”
por José Manuel Ventura | CIEC

“Letras e concertos de mil cores: uma versão d’ Os Lusíadas para toda a Família”
Filipa Araújo | CIEC

Pausa para café

Momento pela Escola de Bailado de Chaves


16h45
Moderação: Paula Barros (AE Dr. António Granjo)

“Luís Vaz de Camões, os textos, as edições”
por Maria Bochicchio | CIEC

“Do Cancioneiro tradicional a Inácio Pizarro Morais Sarmento”
por  Manuel Ferro | FLUC / CIEC

21h30

Concerto Cantus d’Alma

Auditório do Centro Cultural de Chaves
entrada livre


7 MAR. 2024, sábado


10h00
Moderação: Mário Alves Carneiro | AE Fernão Magalhães

“Camões em Macau e a ficção portuguesa contemporânea”
por Carlos Ascenso André | FLUC / CECH / CIEC

“Editar Camões”
por José Carlos Seabra Pereira | CIEC

Lançamento da edição de Os Lusíadas coordenada por José Carlos Seabra Pereira, 
na coleção Obras Pioneiras

11h15

Pausa para café

11h30
Apresentação: José Carlos Seabra Pereira | CIEC

Conferência de encerramento
“Camões e a literatura portuguesa contemporânea”
por Francisco José Viegas

15h00
Sessão de divulgação do Projeto 

“Roteiro Camoniano em Chaves”












  1. Imagens (1, 2, 3, 4) de alguns momentos do evento, em Município de Chaves, Facebook, 6.03.2020.
  2. Imagens (5, 6,) de alguns momentos do evento, em MACNA, Facebook, 9.03.2020.
  3. Imagem 7: MACNA - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso.







para saber +


Município de Chaves | Facebook, 6.03.2024

Olímpia Mairos
in Renascença, 1.03.2020
Reproduzido em e-cultura.pt










Redação: 14.09.2024

2020/01/16

Lançamento da tradução italiana de 50 sonetos de Luís de Camões numa nova tradução de Federico Bertolazzi.



D'amor sì dolcemente: cinquanta sonetti, de Luís de Camões

LANÇAMENTO

Com apresentação da obra por 
Rita Marnoto, Isabel Almeida e Luís Filipe Castro Mendes


16 JAN. 2020 | às 18h30

No Auditório da na Biblioteca Nacional de Portugal









A obra apresenta cinquenta sonetos de Luís de Camões 
numa nova tradução, realizada por Federico Bertolazzi

"Passados quarenta anos depois da última publicação em livro 
duma seleção da lírica de Camões em língua italiana, 
esta nova versão procura revitalizar a atualidade da poesia deste grande poeta 
que soube renovar os seus modelos de forma absolutamente livre, 
injetando no cânone do petrarquismo a linfa de uma vida vivida com intensidade e paixão. 

Todo o rigor aplicado na tradução vai no sentido de fazer justiça a 
essa lúcida paixão de um poeta maior da literatura de todos os tempos."





Io canterò d'amor sì dolcemente,
In termini tra lor sì concertati,
Che mille e mille accenti innamorati
Farò sentire al cuore che non sente.
Luís de Camões






é doutorado pela U. Lisboa, 
professor de Literatura Portuguesa na U. Roma «Tor Vergata» 
e responsável científico da Cátedra Agustina Bessa-Luís. 

Traduziu e organizou as edições italianas de Luís de Camões, 
D’amor sì dolcemente: antologia di sonetti (Livorno, 2019).

Estudos: 
Almadilha: ensaios sobre Sophia de Mello Breyner Andresen (Lisboa, 2019), 
Noite e Dia da Mesma Luz: aspectos da poesia de Eugénio de Andrade (Lisboa, 2010),
Por mares que só eu sei: le canzoni, il teatro, la prosa di Chico Buarque (Roma, 2011). 

[Fotografia de Miguel Silva]






  1. Convite para o lançamento da obra na BNP.
  2. Cartaz de promoção do evento.
  3. Participação de Federico Bertolazzi no ciclo de aulas, para falar sobre a sua tradução dos 50 sonetos de Camões.
  4. 2019.10.01, às 17h, na sala de reuniões do Dep. de Estudos Anglísticos da U. Lisboa - Federico Bertolazzi fala da sua tradução dos 50 sonetos de Camões.




para saber +












Redação: 21.09.2024

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