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2024/09/26

Maria Antónia Jardim - A. Sinai: 50 anos a transformar artes



Maria Antónia Jardim - A. Sinai: 50 anos a transformar artes

DESTAQUE EXPOSITIVO



26 SET. 2024 | às 18h | No MMIPO do Porto

Exposição aberta ao público de 26 SET. a 24 NOV. 2024

Entrada gratuita

Organização:






A EXPOSIÇÃO

"O destaque expositivo intitulado "Maria Antónia Jardim - A. Sinai: 50 anos a transformar artes", [...] assinala meio século de um percurso artístico único, onde a combinação entre a pintura e a joalharia revela o caráter transformador da artista. [...] convidando os visitantes a explorar a fusão entre os quadros e as jóias.

Sob o pseudónimo A. Sinai, Maria Antónia Jardim destaca-se pela sua capacidade de narrar histórias através de diferentes formas de expressão. Esta exposição não só celebra o seu passado, mas também reafirma a criatividade que marca a carreira da artista.

Importa lembrar que Maria Antónia Jardim iniciou o seu percurso artístico aos 11 anos, quando a sua paixão pelos poemas e pelas conchas pintadas a levou a transformar o mar numa "praia caseira cheia de cor". O seu espírito criativo foi evoluindo ao longo do tempo.

Na Universidade Fernando Pessoa sentiu a necessidade de teorizar sobre a criatividade, criando a cadeira de Psicologia da Arte. Durante esse processo, teve a ideia de transformar quadros em joias e, em 2008, destacou-se pela criação da "Jóia de Pessoa", que imortalizou a obra do poeta Fernando Pessoa, lembrando a célebre frase: «Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.»

A exposição [...] é descrita pela artista como um "Espelho de Eu - Mesma enquanto Outras", um reflexo das múltiplas facetas da sua identidade criativa. Este percurso consolida A. Sinai como uma figura de destaque no panorama das artes."

in Maria Antónia Jardim | Facebook, 6.09.2024



Maria Antónia Jardim / A. Sinai - A OBRA






«Nascida no Porto, cidade de ser, de estar e de sentir, Maria Antónia Jardim assume-se rebelde e inconformada, tanto na literatura, como na pintura e jóias que das telas nascem.

Nesta exposição que assinala os seus 50 anos de uma certa forma muito sua de contar histórias, a presença de Paula Rego como sua fonte de inspiração para uma narrativa escrita e pintada.

Por opção, viaja entre "escolas" de pintura não se submetendo a nenhuma, no entanto, não esconde que é no surrealismo e no naïf que mais se encontram as suas cores, formas e diálogos.

São décadas a "semear ideias ao desbarato" e dedicadas a mudar a nossa forma de ver a arte e de ler o mundo e, assim, de aprender a senti-la sem preconceitos de modas e de modos. "É na criação e na recriação, que o ser humano mais se respeita, mais compreende a diferença e mais se integra", afirma enquanto A. Sinai - o pseudónimo que a acompanha na busca incessante da emoção onde o imaginário não usa espartilhos.

A arte, enquanto obra humana não se dissocia do seu criador, e a obra de A. Sinai é ela própria, um cruzamento de linguagens que se afirmam pelo jogo da cor? forte e provocante e pela irreverência da forma.

E é esta liberdade criativa que a distingue e empurra para projetos ousados onde o onírico permanece tanto na narrativa escrita como na pintada. A magia traça o denominador comum para o sonho e para a realidade - o tal (in)consciente constante.

Exímia contadora de histórias, cada quadro é uma espécie de jogo em forma de convite para a descoberta do referido imaginário, onde o maior fascínio é a total liberdade dos sentidos cruzados ou paralelos, mas sempre animados e "gostosos", "alegres" e coloridos.

Entre a palavra e o pincel, são 50 anos a TransFORMAR Artes

Apresentação da obra de Maria Antónia Jardim / A. Sinai 
por Nassalete Miranda 
Diretora do jornal "As Artes Entre As Letras"














  1. O quadro Canto IX, com a Jóia de Camões, , 2021, por A. Sinai / Maria Antónia Jardim.
  2. A Jóia de Camões - Canto IX, por A. Sinai.
  3. O quadro Fernando Pessoa, o Mago, com a Jóia de Pessoa - por A. Sinai.
  4. A Jóia de Pessoa "Timeless" / "O Despertador", por A. Sinai; com a versão portuguesa gravada: "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena" e com a versão inglesa" I have in me all the dreams of the world"."
  5. O Esplendor de Portugal", a jóia inspirada no hino - por A. Sinai.














para saber +


Maria Antónia Jardim | Facebook, 6.09.2024

in MMIPO, 2.09.2024

Maria Antónia Jardim
in Plataforma MEER [online], Cultura, 12.11.2021

Maria Antónia Jardim
in Plataforma MEER [online], Cultura, 13.03.2018

José Carlos Canoa
Luís de Camões - Diretório de Camonística, 20.08.2024

Isabel Ponce de Leão
in Revista MEER, 10.08.2014










Redação: 7.09.2024, atualizado em 8.09.2024

2024/08/20

"A maravILHA dos Amores" de Maria Antónia Jardim



"A maravILHA dos Amores"

de Maria Antónia Jardim


17 MAR. 2022 | às 18h00

No Centro de Documentação, da Fundação Casa de Macau, em Lisboa


Apresentação do livro "A Maravilha dos Amores", de Maria Antónia Jardim, 
por Clara de Almeida










"Será Portugal, um tapete voador, mágico que nos leva a mundos por explorar? 
Que nos inicia e incita a novas Descobertas? A Novos Arcanos?

Assim entendeu Camões, quando escreveu Os Lusíadas, há precisamente 450 anos!

Através da Viagem, os portugueses, como observa Camões, foram “compassando o Universo”. 

E a Ilha do Amores é, a representação de um centro iniciático, sem dúvida a representação do centro supremo. 
Portugal e a Ilha constituirão, segundo o Poeta, 
o Sol e o Foco em torno dos quais se movimenta o Sonho de uma Humanidade renascida.

Luís de Camões compara o chão da Ilha a um tapete persa, mas 
que o excede em beleza, força e sabedoria.  Três Pilares Salomónicos ancestrais e que
apontam para a evolução espiralada dos valores particulares em valores universais.
 (...)

Na sequência do meu trabalho artístico- alquímico que é transformar os meus quadros em Jóias, 
cujo tema tem vindo a ser simbolicamente a Portugalidade e celebrar os escritores portugueses, 
é evidente que Camões tinha que estar representado.

Neste caso, a jóia camoniana nasce da minha interpretação da sua obra, quer lírica, quer épica, em que o olhar é soberano e o Amor é sublimado. 
Camões vê a nossa História com o coração e por isso o olho e o coração se fundem na Jóia que o celebra.
 Olho / Peixe, signo de um Portugal místico navegante, 
desejoso de conhecimento, de uma dupla viagem: física e espiritual; alquímica!

Os Lusíadas atravessam mares com o corpo, alma e espírito, com 
uma visão metafísica que transporta o leitor para um mundo onde deuses e  humanos comungam entre si. 
Na escrita  camoniana, ver claramente visto, é ver com o coração, mais longe, como o Principezinho. 
Magicamente, a ilha dos Amores simboliza o Amor em ascensão 
ao Bem que constroi uma nova Humanidade.
 
O Coração possui o Olho que, por sua vez, vê com Amor e Sabedoria 
e assim cartografa um Novo Mundo!"

Maria Antónia Jardim | Facebook, 5.12.2021






Livro e Jóia de Maria Antónia Jardim celebram Camões

  1. A maravILHA dos Amores (Porto: Lápis Lazulis, 2022), de Maria Antónia Jardim.
  2. A jóia de Camões - Canto IX, por A. SINAI / Maria Antónia Jardim.
  3. Na Fundação Casa de Macau, apresentação da  "Jóia de Camões" e do  livro "A maravILHA dos Amores", a autora e artista com Clara de   Almeida. - Imagem em Maria Antónia Jardim | Facebook, 19.03.2022
  4. Na Fundação Casa de Macau, a autora e apresentadora das obras. - Imagem em Maria Antónia Jardim | Facebook, 19.03.2022
  5. O livro e a jóia de Maria Antónia Jardim foram apresentados por Nassalete Miranda em 12.03.2022. - Imagem em Jose Diogo David | Facebook, 12.03.2022.
  6. O livro e a jóia de Maria Antónia Jardim foram apresentados no Ateneu Comercial do Porto, em 12.03.2022. - Imagem em Jose Diogo David | Facebook, 12.03.2022.




para saber +


Fundação Casa de Macau | Facebook, 8.03.2022


Isabel Ponce de Leão
in Revista MEER, 10.08.2014.









Redação: 20.08.2024

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