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2026/06/22

Uma Estória de Os Lusíadas, de António Carlos Cortez



  Uma Estória de Os Lusíadas 

 um poema adaptado aos estudantes dos nossos dias 
  para se ter gosto em ler a epopeia de Camões  

de António Carlos Cortez
Lisboa: Guerra & Paz, jun. 2026

Uma versão de Os Lusíadas contada aos jovens

«Este livro é uma outra forma de ler a história. A tua e a nossa história.»

Uma Estória de Os Lusíadas, de António Carlos Cortez, é uma ponte que liga o mundo de 2026 ao de Quinhentos. A sociedade mudou, a língua evoluiu - mas uma e outra enraízam-se nesse passado, com a expressão do presente.

Mais do que recontar a epopeia do grande Luís Vaz de Camões com palavras que a aproximam dos jovens de hoje, simultaneamente aproximando-os do texto, este livro traduz uma preocupação com a aprendizagem, com o tornar entendível.

Tendo a chegada àquele Oriente um peso histórico inegável nos Portugueses que fomos e somos, sendo Os Lusíadas uma obra de referência primordial da nossa literatura e dos programas escolares, este livro é um contar de outra maneira, ao jeito de um híbrido: inclui estrofes em oitava rima e ritmo decassilábico, mas também prosa.

É o próprio Vasco da Gama que fala aos leitores de hoje. E todos estão convidados para a grande viagem!"
Da sinopse

Conversa na Antena 1 | 19 jun. 2026

Conversa entre Jorge Afonso e António Carlos Cortez
 RTP Antena 1, 19 jun. 2026 | 🔊 Áudio, 48:00
Ouvir a conversa a partir dos 15:30 min.
Uma Noite em Forma de Assim
programa radiofónioc de Jorge Afonso conduz 
com música, informação e convidados especiais,
na Antena 1, das 20h às 23h.


Mensagem aos leitores no dia 10 de Junho

"Por vezes, temos a sensação de que vale a pena. Hoje, vale a pena.
Às 17:00, vou estar com o meu autor António Carlos Cortez, na apresentação de um livro que quer convidar os mais jovens a ler Camões, oferecendo-lhes uma versão de Os Lusíadas que é uma viagem de iniciação. 
Este é um livro que pode fazer de muitos jovens melhores leitores e pode ser, para muitos, o primeiro passo de descoberta de um épico de que os portugueses se devem orgulhar. Fruto de grandes viagens marítimas, dos contactos com outros povos, das descobertas geográficas, botânicas e zoológicas, Camões (ele próprio um viajante) era um exemplo de sabedoria e cultura enciclopédica, e esse é também o fundamento do prodígio de língua, escrita e estética que se chama Os Lusíadas.

Daqui a nada, neste 10 de Junho, às 17:00, na Praça Vermelha da Feira do Livro: gostava muito que lá estivessem: tragam os vossos filhos também."
Manuel S. Fonseca
in Guerra e Paz Editores no Facebook, 
10.06.2026

António Carlos Cortez, poeta, ensaísta, crítico literário e professor de Literatura Portuguesa
"tem desenvolvido uma obra singular entre a criação literária, 
a reflexão crítica e o pensamento sobre educação e cultura." (G&P)

Destacam-se na sua obra títulos como
Crítica Crónica: Sobre Cultura, Educação e Sociedade (e um pouco de política também) (2021),
O Fim da Educação: crise, crítica, ensino e utopia», (2025),
Para ler Camões: 35 poemas líricos comentados para estudantes e professores (2025).

para saber +






Redação: 22.06.2026

2026/06/09

Além-Mar, um soneto alusivo a Camões de Maria Teresa Leite Neves


   Pintura chinesa da exposição individual “Ilha dos Amores” de Leong Kit Man, jun. 2026.  
Mostra no Albergue da Santa Casa da Misericórdia, em Macau.


Além-Mar


Tão nosso este País que nem é grande
porém em todo o mundo e apenas num,
há uma bela História em que expande
glória escrita e não em mais nenhum;

ressalta o sabor a mar de vasto alcance
que de ilustrado foi em lira incomum,
nos Cantos em que a Tormenta abrange
recônditos lugares e mais algum,

vibrava o navegar-se até à India,
por arrojo além mais foi-se alcançar
a onda de rompante, e de razões,

Gama o navegador, mais fez ainda:
relembrar o Infante – ir pra além-mar
sublimes epopeias – Luís de Camões.


Teresa Leite Neves

Recebido da autora por email, 
5 jun. 2026


Maria Teresa Leite Neves
Poetisa, ficcionista e pintora
***
Também assina "Tereza Neves".
Nasceu em Lisboa, em 1932 (93 anos).
Trabalhou na Emissora Nacional (1947),
depois na Radiotelevisão Portuguesa (1956).

Publicou recentemente o romance
Um drama deslocado no tempo
(Carnaxide: Cordel d'Prata, 2025).



para saber +


Teresa Leite | Facebook

in e-CAM, 20.09.2025

in RTP Notícias, 15.06.2005




Redação: 8.06.2026

2025/09/28

Receção poética de Camões em Kit Kelen






Senhora idosa está a bater em vilão
Imagem em 
Villain Hitting in Hong Kong

ESCONJURAR A CULTURA

(versão portuguesa, por JCC)

fora do Jardim de Luís de Camões
há uma agitação intraduzível

qualquer pessoa ofendida pode vir
executar o
da siu yan*
bater no vilão

cair em desgraça
comer o pão que o diabo amaçou
ser de estatura alta ou de estatura baixa
ter uma filha sem ancas
ou um filho escanzelado
e
da siu yan
bater no vilão

Kit Kelen



CURSING CULTURE
(English translation)

outside the Camoens gardens
there is an untranslatable frenzy

anyone with a grudge can come
to
da siu yan
hit the little man

fall down in the street
eat shit
penis this and penis that
may your daughter have no hips
your son no arse
and
da siu yan
hit the little man

Kit Kelen



詛咒的文化
(original)


在賈梅士公園門口
有一種無法傳譯的瘋狂

任何一個心懷怨恨的人
都可以來到這裏
「打小人」
打小人

撲街
食屎
屌這屌那
生女的沒屁股
生男的沒屁眼
「打小人」
打小人

Kit Kelen
(關文淑 姚風 譯)



Christopher (Kit) Kelen 
 N. 1958
é um poeta, pintor e professor
jubilado da Universidade de Macau.

Publica desde a década de 1970
e a sua poesia está traduzida em português,
chinês, francês, italiano, espanhol, indonésio, sueco e filipino. 

Da série bridges and boats by Ki Kelen



para saber +

Kit Kelen | página oficial do autor

Fernando Sales Lopes, org.
Poetas & Amigos
Macau: Edição online FRC Graphic Design, 2013

* Nota:
Bater no vilão, Da Siu Yan / 打小人
ou exorcismo de demónios, 
é uma feitiçaria popular na região de Guangdong, na China, 
e na região administrativa especial de Hong Kong. 
Amaldiçoa-se os inimigos usando magia. 
Bater em vilões é considerada uma profissão humilde, 
cuja cerimónia é geralmente realizada por mulheres idosas. 





Redação: 28.09.2025

2025/09/27

Recepão poética da obra de Camões em Maria Azenha



A tempestade, por Kelly Murphy

O Cabo das Tormentas

Meus dias, uma sombra Além de lá,
Cumprindo o Destino de um mar sepulto.
Disse-me Deus, em sonhos: Deus não há.
Só fantasmas, ânsias. E um mistério oculto.

E o mar em impropérios fez Continentes,
Vomitou a Terra, o ar e o céu que atravessou;
E, em vários continentes, d’Oriente a Ocidentes,
Ergueu, do sonho negro, o Mostrengo que falou:

 Pois venha o que não Há que é já Império,
O sonho que foi morto é já no ventre. –
E Deus, sem porto, nem sombra nem mistério,
Juntou o mar ao céu. Tornou-se crente.

Rodou o Mostrengo então. Rodou três vezes.
Três vezes mais rodou além de estreme;
E Deus, da velha Nau, daqueles revezes,
Tornou-se Português. Com Bojador ao leme.

MARIA AZENHA





Maria Azenha, foto de M. Céu Costa
Maria Azenha
n. Coimbra, dez. 1945.
Poetisa portuguesa

Licenciada em Ciências Matemáticas pela Universidade de Coimbra,
tendo frequentado também o Conservatório Nacional de Música nessa cidade.

Foi docente nas Universidades de Coimbra, Évora e Lisboa 
e na Escola de Ensino Artístico António Arroio. 

Obras destacadas:

Ellys [Elisabete de Almeida] (pinturas e textos) & Maria Azenha (poemas)
De Camões a Pessoa: a viagem iniciática
rev. Maria Isménia Peres | pref. Luciano Reis.
Lisboa : Sete Caminhos, 2006.
73 p. : il. (21cm)

Um livro "sobre a Mítica e Mística 
da História de Portugal".

Conjunto de trinta e uma obras plásticas
 da autoria de Ellys, pintora e ensaísta,
em torno de duas das maiores personalidades da literatura portuguesa.


O mar atinge-nos | CD. 
Com reprodução integral no Youtube.
Portugal: Metro Som, 2009. 
Poemas ditos por Maria Azenha 
com acompanhamento à guitarra portuguesa de 
Octávio Sérgio, Manuel Mendes, Gentil Ribeiro, 
Armindo Fernandes, Manuel Gomes, 
António Jorge e Carlos Ligeiro.




para saber +


Maria Azenha

Maria Estela Guedes entrevista Maria Azenha
in Revista Triplov (inverno 2020-2021)


Adelto Gonçalves
in Opção cultural, 20.09.2025

Adelto Gonçalves
in Poesia, vim buscar-te, 2.09.2025

Maria Estela Guedes
Na Casa de Maria Azenha
Lisboa: Edições Esgotadas, 2025

Maria Estela Guedes
in Ana Maria Haddad Baptista, Rosemary Roggero & Ubiratan d’Ambrosio (orgs), 
Signos artísticos em movimento, São Paulo: BT Acadêmica, 2017
- Repod. em Revista Triplov.









Redação: 27.09.2025

2024/11/17

Esta comum paixão camoniana, ou a poesia de Gonçalo Salvado


Gonçalo Salvado com um desenho de Francisco Simões
Imagem in Gonçalo Salvado Poeta | Facebook, 18.04.2022




No V Centenário do Nascimento de Luís de Camões: 1524 – 2024





"Camões, amor somente"

transcriação/antologia a partir de fragmentos da lírica, da épica e da dramaturgia camonianas 

de Gonçalo Salvado 

Prefácio de
 Mendo Castro Henriques | José Miguel Santolaya Silva |  António Manuel Ambrosio Ferreira
 
Salamanca: Caja Duero, 1999.


Apresentação da obra na Embaixada de Espanha, em Lisboa
com a presença do Embaixador D. José Rodríguez-Spiteri Palazuelo 
e do editor D. Sebastián Battaner Arias


"A obra é uma tentativa de construção de 
um Cântico dos Cânticos e de uma Arte de Amar em língua portuguesa 
a partir de fragmentos da lírica, da épica e da dramaturgia camonianas."













DELÍRIO 


"Se acendeu de outro fogo do desejo"
Luís de Camões


Quisera acordar em teu sangue a ondulação das ondas 
que pelo meu ser se espraiam. Vagas voluptuosas, 
ardentes, resplandecentes de espuma, doridas de azul,
incandescentes de sal. E vivas. Vivas.  

Quisera exaltar teu ventre entre o delírio e a loucura, 
tua carne que em mim se transfigura num sorriso vasto
de anseios puros, para sagrar contigo a vida mais fecunda.  

Ah, deixa-me aspirar o ar em tua radiante fronte 
antes que o dia expire e se alastrem as sombras 
até que de nós nada mais reste 
que um murmúrio no vento, 
um gemido abrasado e um doce lamento.  

Ó espanto deste amor no coração do verão aceso, 
fervor de um corpo indefeso ao meu desejo entregue, 
pleno de sumptuosos aromas 
e de inebriantes fragrâncias,  
a invadir de júbilo a íntima doçura da manhã. 

Ó êxtase que percorre como um sigilo a minha pele, 
luz que te pertence, dádiva de tua ardorosa claridade,
prodígio encantado da alegria onde em ebriedade me perco. 

Ó cálida mulher por minhas mãos estremecida, 
com odor quente a vertigem, a bosque silvestre, 
a resina, a álamos, a frutos molhados, 
a ramos verdes de folhagem 
em cuja pele se espelham os astros num resplendor infinito.   

Não escutas o apelo deste fogo convulsivo 
que sobre mim estende seu instinto prisioneiro 
consumindo a cada instante o meu desejo 
e minha alma inteira libertando? 

Fogo que habita e se alastra em meu peito, 
que por ti pede, implora e suplica, 
que teu amoroso sopro impele e reaviva? 

Que chama viva me convida a percorrer-te 
se em tuas próprias águas uma labareda ateaste?  

Deixa-me arder na languidez aveludada de tua carne,
fazer vibrar em teu colo os acordes da mais pura água
ser música de alba no suspiro que de ti transborda. 
Amar é o melhor ensejo para relembrar que a morte é nada. 

Amo tuas ancas sumptuosas, o denso ardor de seu meneio, 
cada movimento de sua dança, a sua elegância de baile e maresia. 
O próprio mar ao vê-las mais se azula, se enfeitiça e se deslumbra  
com a frescura de suas ondas, de suas vagas, de suas espumas. 
Quantas vezes são fúria de água a arrastar-me para os fundos  
impondo ao meu olhar que por elas cega a sua submersa claridade!  

Gonçalo Salvado
In Entre a Vinha (2013)












NASCIDA DAS VAGAS


Retoma com tuas mãos o caminho do meu corpo: 
ainda é cedo para o declinar do estio 
e o sol resplandecendo persiste 
em festejar em nossa pele
o fulgor da sua própria avidez

Não há lugar para o inverno 
quando o fogo lateja firme no sangue 
e os sentidos vibram ateados pelo desejo 
e se surpreendem lavas e delírios 
no enlace dos corpos que se fundem  

Vê como a luz testemunha 
esta rubra exaltação que incessante me percorre 
ao fluirem meus dedos pela linha da tua cintura
ao abraçar tua nudez numa sede estremecida

Vê como o mar se encrespa alvíssimo 
em doce melodia e um manto de espuma viva 
vem cobrir a orla do nosso mútuo assombro     

Quero-te assim: reclinada no meu peito
cintilante de sal rendida às vagas
das carícias de meus dedos 
exposta ao ardor da minha posse
em súplice abandono

Deixa-me beber nos teus lábios a sorvos largos
a embriaguez da volúpia 
saborear em tua boca 
o gosto fremente dos pomos  
visitar-te poro a poro
com desbordante entusiasmo
até desfalecer de gozo na suavidade do teu ventre 

Nua, ao meu lado, estendida sobre a areia 
és o apogeu da própia vida a entregar-se plena
ao fascínio da minha contemplação

Como merecer-te? doar-te todo o ardor que
em sobressalto me acende o olhar e te celebra?
Como domar o fogo que chega ditoso 
em tropel numa urgência de se revelar?

Acalmar este indómito desejo? E como? Se irrompe
febril diante do teu vulto claro, e me cega?
…………………………………………………….

Gonçalo Salvado
(inédito)













“Com vinho e rosas:o amor o vinho e as rosas na poesia de Luís Vaz de Camões 

Homenagem aos 450 anos da Ilha dos Amores”

ANTOLOGIA POÉTICA 

ed. Gonçalo Salvador 

com desenhos de Francisco Simões 

10 JUN. 2022 | no Jardim horto de Camões, em Constância, Santarém 

Uma colaboração 
da Editora Lumen com a Livraria Sá da Costa Editora de Lisboa 
em parceria com a Quinta dos Termos

"O título é inspirado na estrofe 41 do canto IX de Os Lusíadas
que relata o célebre episódio da Ilha dos Amores 
e a obra contém uma seleção das referências ao vinho e às rosas na poesia de Camões. 

Na capa reproduz um retrato do poeta lírico feito pelo escultor Francisco Simões, 
que também assina dois desenhos de nu feminino no seu interior 
(autor também da escultura “Ilha dos Amores e Ninfas”, 
instalada no Parque dos Poetas, em Oeiras). 
Inclui ainda um fragmento da obra “Camões, amor somente”, 
de Gonçalo Salvado, publicada em Salamanca, em 1999."

In: Reconquista, 21.04.2022





"Nigra Sum: 

a Mulher Negra na poesia de amor lusófona do século XVI ao século XXI"

ANTOLOGIA POÉTICA 

ed. Gonçalo Salvado

com desenhos de Roberto Chichorro 

Lisboa: Lumen/Livraria Sá da Costa/Quinta dos Termos, 2020


"A antologia, agora lançada em estreia, 
insere-se numa coleção de poesia, única no panorama editorial português, 
em que as obras surgem em original formato livro/garrafa.

O livro conta com capa e desenhos de nu feminino, concebidos para o efeito 
por Roberto Chichorro, consagrado artista Moçambicano, 
sendo que na sua obra o feminino e o erótico ocupam um lugar de relevo. 
A obra inclui ainda um texto de abertura de Maria João Fernandes."

in Gazeta do Interior, 29.07.2020





"Entre a vinha"

POESIA 

de Gonçalo Salvado

com desenhos de Rico Sequeira 

Prefácio de Fernando Paulouro

Lisboa  Portugália, 2010

“Estamos perante uma obra obra trabalhada ao gume do pensamento, 
em que a música das palavras, o ritmo breve ou mais alongado dos versos 
converge num esplendor [...] múltiplo, 
pela forma encantatória como o poeta realiza a evocação do corpo 
e se transcende na criação de um “destino solar” único e definitivo. 

Um canto de amor que se desenvolve em poemas de sentido epigramático, 
numa epifania poética da mulher que é, na realidade, um Cântico dos Cânticos."

Fernando Paulouro
In: Prefácio a Entre a Vinha













  1. Camões, amor somente. - Org. Gonçalo Salvado. Pref. Mendo Castro Henriques ; José Miguel Santolaya Silva ; António Manuel Ambrosio Ferreira. Salamanca: Caja Duero, 1999.
  2. Com vinho e rosas: o amor, o vinho e as rosas na poesia de Luís Vaz de Camões. -Antologia de homenagem aos 450 anos da Ilha dos Amores. Org. Gonçalo Salvado. Lumen, 2022.
  3. Nigra sum: a mulher negra na poesia de amor lusófona do século XVI ao século XXI – Homenagem a Sulamite, do Cântico dos Cânticos e a Bárbara escrava, de Luís de Camões. - Antologia poética org. por Gonçalo Salvado e ilustrada pelo  artista plástico moçambicano Roberto Chichorro. Lisboa: Lumen/Livraria Sá da Costa/Quinta dos Termos, 2020.
  4. O poeta Gonçalo Salvado (Lisboa, n. 1967). Licenciado em Filosofia pela U. Católica, a sua obra constrói-se sob o signo de Eros, tendo organizado várias antologias que contemplam textos de Camões. Dos seus títulos, destacamos Camões, amor somente (1999), Nigra sum: a mulher negra na poesia de amor lusófona do século XVI ao século XXI (2020) e Com vinho e rosas (2022). - Fotografia por José Brito, no Facebook, 19.11.2024.












para saber +

in Luís de Camões - Diretório de Camonística

“Antologia organizada por Gonçalo Salvado com desenhos de Francisco Simões comemora Poesia de Camões e os 450 anos da Ilha dos Amores” 
in BeiraNews, 18.04.2022

in Reconquista, 21.04.2022

in Gazeta do Interior, n.º 1649, 29.07.2020

Manuel da Silva Ramos
[Poesia de Gonçalo Salvado, desenhos do escultor José Rodrigues, 
Quinta dos Termos/A 23 Edições / Fundação José Rodrigues, 2017
in JL20.12.2017 a 2.01.2018.











Redação: 17.11.2024

2024/09/23

Celebrações em torno da Antologia de 100 Poetas brasileiros que homenageiam Camões



Café Literário com Luís de Camões


"100 Poetas brasileiros Contemporâneos, homenageiam os 500 anos do nascimento do Príncipe dos Poetas - Camões"

Lançamento da Obra


"Os 500 anos do Príncipe dos Poetas - Camões"

Recital brasileiro 


23 SET. 2024 | 20h (Brasília) | Brasil | Ao Vivo pelo Google Meet 

Organização:


Com Certificado de 4 horas.

Aberto a todos os interessados.



Mesa redonda / bate papo com: 

Coautores da Obra
"100 Poetas brasileiros Contemporâneos, homenageiam os 500 anos do nascimento do Príncipe dos Poetas - Camões"

Organização de Zecca Paim
Antologias Brasil






"Ainda com o coração repleto de alegria e realizado, 
quero agradecer a cada Poeta e Poetisa, Escritores, Cordelistas, Contistas, 
todos que se dispuseram de seu valioso tempo, para estarem connosco 
nesse dia festivo 23 de setembro, 
no Lançamento da Obra em Homenagem ao Príncipe dos Poetas Camões

foi uma Noite de Gala, para entrar para a História da Literatura Nacional e Internacional, fizemos bonito, deixamos nosso Legado para essa e as futuras Gerações, 
Camões 500 anos é apenas uma vez e acontece nesse ano de (2024), 

meus cordiais cumprimentos e abraços camonianos a todos Coautores presentes, 
nossa mesa redonda estava repleta de bons conteúdos 
e pudemos levar ao mundo nossa Literatura Brasileira.

Dentro da Agenda das Celebrações Camonianas 2024, para o mês de Setembro, 
realizamos o "Café Literário com Luís de Camões, 

Lançamento da Obra: "100 Poetas brasileiros contemporâneos, homenageiam os 500 anos do nascimento do Príncipe dos Poetas- Camões "

e um belo Recital brasileiro 

"Os 500 anos do Príncipe dos Poetas - Camões" 

uma edição especial comemorativa aos 500 anos de nascimento de Camões, 
com os Coautores da Obra,
Francisco Almeida, Ana Maria da Silva Almeida, Domingos Tomo

Tendo como Organizadores


e foi transmitido Ao Vivo pela Tv Channel Network 
que agradecemos imensamente na pessoa do querido Ale Abdo

Agradeço a TV pela Cobertura, a Maestria na Condução dos Trabalhos de Osalda Pessoa 
e a nossa Prefaciadora Nauza Luza Martins pela presença, seu brilho nos encanta.


Sobre a Obra: 

"100 Poetas brasileiros Contemporâneos, homenageiam os 500 anos do nascimento do Príncipe dos Poetas - Camões"

ISBN: 978-65-84517-65-3 | Páginas: 408 p.
Editora: Antologias Brasil | Organizador: Zecca Paim

Apoio e realização: Antologias Brasil Constelação Luza – Antologias 
Organizador Zecca Paim e 
ALCAAB - Academia de Letras Ciências e Artes da Amazônia Brasileira.


Gratidão a todos, Obrigado a cada um que tornou nossa Noite rica em Literatura Universal.

O evento pode ser assistido no Facebook ou pelo Youtube."


in Facebook, 23.09.2024






Evento Obra 100 poetas em Homenagem aos 500 anos de Camões 23.09.2024










  1. Cartaz do lançamento da Obra.
  2. Cartaz com reprodução da capado livro 100 Poetas brasileiros Contemporâneos, homenageiam os 500 anos do nascimento do Príncipe dos Poetas - Camões.
  3. Certificado de participação na mesa redonda/bate papo da coautora Pamela Beatriz Guimarães da Silva. - Imagem no Facebook, 24.09.2024.








para saber +


Zecca Paim | Facebook, 5.09.202423.09.2024


José Carlos Canoa
in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 9.12.2023










Redação: 5.09.2024 e atualizado em 25.09.2024

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