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2025/09/14

Mais uma oportunidade para assitir à ópera "O Último Canto: Camões e o Destino" com música do compositor César Viana


O Último Canto: Camões e o Destino

ÓPERA

Com música do compositor César Viana

19 set. 2025, sexta-feira | às 21h00 | 1h

Cine-Teatro Paraíso, em Tomar

M/6 | 5€

Organização: 

Com o apoio do Município de Tomar
e financiamento de
República Portuguesa / Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes.


Bilhetes à venda no Cine-Teatro Paraíso
terça a sábado, 15h00 às 18h00, e 1 hora antes do espetáculo


Camões e o Destino

"Por ocasião da efeméride dos 500 anos do nascimento do mais celebrado poeta português, a Musicamera Produções considerou oportuna a criação de um grande espetáculo de teatro musical que possa ombrear com orgulho na vasta produção artística que, ao longo dos séculos, se vem inspirando neste grande protagonista da nossa cultura.

Partimos, pois, para este desiderato de um texto ainda inédito em português e que constitui, ele próprio, testemunho da enorme influência de Camões na literatura e na arte europeia e mundial – a pequena tragédia Camões, de Vassili Jukovski, escrita em Março de 1839 (extrapolada de obra homónima Camoens, de Friedrich Halm, de 1837). 

Encomendámos este monumental trabalho ao compositor César Viana, professor no Centro Superior Katarina Gurska, em Madrid e antigo membro do Conselho de Administração do OPART (organismo gestor do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa). 

O elenco, conta com grandes artistas do meio operático português."

Autorias:

Composição e Libreto – César Viana
Tradução do texto original – Larissa Shotropa, João Maria Lourenço
 Poemas  – Luís de Camões
Encenação – Miguel Moreira
Direção Musical – Brian MacKay

Elenco:

Luis Vaz de Camões  – barítono Luís Rodrigues
Francisco Quevedo  – tenor Mário Alves
Vasco Quevedo  – soprano Daniela Matos
Jau – F. Pedro Oliveira

ZêzereArts Vocal Ensemble
Musicamerata Ensemble



da Ópera O Último Canto: Camões e o Destino

SINOPSE

Cena 1
"O rico negociante Francisco Quevedo de Castelo Branco, um amigo de infância de Luís Vaz de Camões, procura-o num hospício onde sabe que acaba os seus dias.
O guarda diz-lhe que é o número 10, e depois de muito procurar acaba por encontrá-lo.
Mas Camões dorme na sua esteira e Quevedo espera, para não o despertar, enquanto recorda a razão principal para a sua ida a esse lugar: o seu filho Vasco Quevedo de Castelo Branco, que descura os negócios da família e aspira a ser poeta, querendo imitar o seu ídolo: Camões."

Cena 2
"Camões desperta, e a princípio não reconhece Quevedo, pensando ser alguém que quer poemas para alguma ocasião social.
Mas ele recorda-lhe episódios da juventude de ambos que o fazem finalmente lembrar-se.
No entanto, enquanto relembra episódios juvenis, Quevedo faz-lhe ver que a sua vida foi mais bem sucedida que a dele, o que desperta profunda irritação em Camões.
Mas através de lisonja e dissimulação, Quevedo vai conseguindo acalmar Camões, acabando por revelar o seu propósito: que o jovem Vasco, seu filho, veja como acabam os dias de um poeta e resolva dedicar-se aos negócios da família.
Resignado, Camões acaba por aceitar a proposta, e Quevedo vai chamar o seu filho."

Cena 3
"Como num sonho, Camões recorda as suas viagens por mar até mundos distantes, os seus amores perdidos lá longe, e em particular o seu criado Jau, que é quem anda por Lisboa pedindo esmola para ele e acabou por tornar-se no seu amigo mais fiel.
Lembrando o mar, recorda também as difíceis circunstâncias em que salvou o manuscrito dos Lusíadas num naufrágio."

Cena 4
"Vasco Quevedo de Castelo Branco, filho de Francisco, vai ao hospício em busca de Camões, mandado por seu pai.
Não tendo muitas expectativas em relação às capacidades poéticas do jovem, Camões tenta ao princípio dissuadi-lo das suas pretensões, mas, conforme o vai ouvindo falar, surpreende-se com a sinceridade e nobreza da sua inspiração.
Entende então que, tal como ele seguira os passos dos grandes clássicos, é agora a vez de Vasco seguir os seus, e isso dá-lhe uma inesperada tranquilidade, quando sente que são chegados os seus últimos momentos, sentindo que a sua vida não foi em vão.
Vasco tenta levá-lo a casa para que se recupere, mas Camões sabe bem que é chegada a hora e morre em paz."
Edição do FOO - Festival de Ópera de Óbidos, 2024
Consulte e leia aqui todo o libreto: [PDF]


  1. Momento da ópera "O Último Canto: Camões e o Destino". - Foto na página do facebook de Musicamera Produções.
  2. Momento da ópera com música do compositor César Viana. - Foto na página do facebook de Musicamera Produções.
  3. Momento da ópera que irá ser apresentadaem Tomar. - Foto na página do facebook de Musicamera Produções.
  4. Césa Viana, o responsável pela composição musical e libreto do espetáculo.
  5. MUSICAMERA PRODUÇÕES. - Conheça o projeto na própria página oficial.


para saber +


o responsável pela composição musical e libreto do espetáculo.

Conheça o projeto na própria página oficial.

Jéssica Filipe
in jornal MedioTejo.net, 10.09.2025

in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 10.06.2024


in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 27.05.2024

in turismo.obidos.pt


in Centro Cultural Olga Cadaval

in RTP Notícias, 27.05.2024

Nuno Lopes, da agência LUSA
in LUSA, 27.05.2024

in Agenda Cultural da Rádio Condestável, 19.05.2024

Pedro Miguel Silva
in O Centro Digital, notícias online, 17.05.2024

Jéssica Filipe
in MedioTejo.net, 13.05.2024








Redação: 14.09.2025

2025/01/03

A ópera "Vasco da Gama" de Giacomo Meyerbeer



"Vasco da Gama" = "A Africana"

ÓPERA EM CINCO ATOS (póstuma)

"L'Africaine" do compositor Giacomo Meyerbeer (1791-1864)
 

Libreto de d'Eugène Scribe (1791-1861) 
completado por François-Joseph Fétis (1784-1871)


Criada em 1864, e com estreia após a morte do compositor em

28 de abril de 1865 | Na Opéra de Paris, Salle Le Peletier






Final do espetáculo, in Enrique Mazzola | Facebook, 26.10.2015

Meyerbeer: Vasco da Gama

4 OUT. 2015, domingo | Berlim, Deutsche Oper Berlin.


in Giacomo Meyerbeer Sohn | Youtube


Direção de palco: Vera Nemirova
Maestro: Enrique Mazzola

Elenco:
Roberto Alagna (Vasco da Gama)
Sophie Koch  (Sélika)
Nino Machaidze (Inês)
Markus Brück (Nélusko)
Seth Carico (Don Pedro)
Andrew Harris (Don Diego)
Clemens Bieber (Don Alvaro)
Irene Roberts (Anna)
Dong-Hwan Lee (Grand Inquisitor)
Albert Pesendorfer (High Priest)

Coro e orquestra da the Deutsche Oper Berlin

Imagem do elenco in Enrique Mazzola | Facebook, 4.10.2015




"[...] na sequência da recente publicação de uma nova edição crítica 
de uma produção bem recebida em Chemnitz, 
a ópera – com o título original de "Vasco da Gama" restaurado – 
recebeu uma nova encenação de alto nível na Deutsche Oper 
para assinalar tanto o início da época 2015/16 
e o ​​​​primeiro passo num ambicioso projeto plurianual de revitalização do Meyerbeer; 
e embora a nova produção apresentasse um excelente canto, 
também realçou o quanto mudou desde a época em que a ópera surgiu."
Jesse Simon
in Mundo Classico, 27.10.2015








SINOPSE de VASCO DA GAMA


I Acto


"D. Diogo, o Grande Almirante da Marinha Portuguesa, planeia casar a sua filha Inês com D. Pedro, um conselheiro real e um dos mais influentes membros da corte. Contudo Inês ama Vasco da Gama, ausente em mais uma expedição.

O conselho reúne-se e quando todos se preparavam para dar Vasco da Gama como morto, dada a sua longa ausência, ele aparece trazendo consigo dois escravos, como prova das terras encontradas: Sélica, uma rainha africana, e Nelusco, um africano do séquito de Sélica. Vasco da Gama pede para voltar para África afim de continuar com a sua expedição, mas, para sua indignação, tal é-lhe proibido. Apercebendo-se de interesses obscuros por detrás dessa decisão, Vasco da Gama ataca o Inquisidor Geral e é preso.

II Acto

Na prisão, Vasco da Gama é salvo de uma tentativa de assassinato pelos africanos Sélica e Nelusco. Entretanto Inês aceitou casar-se com D. Pedro, em troca da libertação de Vasco da Gama. D. Pedro fica agora responsável por dirigir todas as expedições de descobrimento de novas terras e Nelusco aproxima-se do nobre português para lhe oferecer os seus préstimos.

III Acto

Na realidade Nelusco prepara a destruição dos europeus. A vingança começa quando D. Pedro aceita dar-lhe o comando da sua própria embarcação. Entretanto, Vasco da Gama segue D. Pedro noutra caravela. Inês, que também acompanha a expedição, pediu a Vasco da Gama que ajudasse D. Pedro, mas o conselheiro real rejeita a ajuda do navegador. Já na costa, rebenta uma grande tempestade, e as duas embarcações são assaltadas pelos indígenas que matam toda a tripulação, levando Sélica e Nelusco consigo. Da caravela de Vasco da Gama apenas ele consegue escapar.

IV Acto

Sélica é recebida em África numa grande cerimónia durante a qual, como rainha, jura eliminar todos os invasores. Por seu lado, Vasco da Gama, perdido na floresta, admira o esplendor daquela terra. Não passa muito tempo até que o navegador português dê com a cerimónia e rapidamente caia nas mão dos indígenas. Pela lei local Vasco da Gama deverá ser sacrificado, mas Sélica intervém dizendo que se casou com ele. O navegador é salvo, mas rapidamente se convence de que Inês está morta e conforma-se com o seu destino.

V Acto

Mas Inês também se salvou. Os amantes encontram-se e são interrompidos por Sélica. A rainha africana quer ajudar Vasco da Gama a vingar-se da traição de que fora alvo, no entanto, nesse momento, dá-se conta do enorme amor que ainda une Vasco da Gama e Inês e que, assim, o navegador nunca será completamente seu. Por isso, Sélica quer que os dois portugueses voltem para a Europa. Tudo é planeado e Sélica assiste à partida de Vasco da Gama e de Inês debaixo de uma árvore, cujas flores emanam uma fragrância hipnotizante e venenosa. Ao ver a sua rainha, Nelusco suicida-se ao lado dela."

Fonte do texto: 
in Antena 2 - RTP





VÍDEO | 07:47
O maestro Enrique Mazzola, o diretor da Ópera Alemã de Berlim, Dietmar Schwarz
e o encenador Jörg Königsdorf apresentam 
Meyerbeer, a série de edição crítica e “Vasco da Gama”.
in: Ricordi UMP | Facebook, 14.12.2015




















Transmissão radiofónica portuguesa, em 1973

in "O Canto e os seus Intérpretes"programa radiofónico
Locução, autoria e realização de Maria Helena de Freitas.
Programa dedicado à ópera francesa:
em cinco actos "L´Africaine", composta em 1865 por Giacomo Meyerbeer, 
a partir dum libreto de Eugène Scribe. 
Interpretações de Andrée Esposito, Tony Poncet, Denise Montey e Henry Perotte.
Lisboa: Emissora Nacional, 1973-03-01 | 00:53:06
Disponível em: RTP Arquivos.





Algumas edições portuguesas

  • Fantaisie de salon sur L'Africaine de Meyerbeer: pour piano, op. 170 [Música impressa] / par E[ugène] Ketterer. Lisboa : Neuparth & C.a, 1889.
  • Africana: Opera em 5 actos / Música do maestro Meyerbeer. Lisboa : Typ. Costa Sanches F.os 1883. - Argumento, 8 p.
  • Africana: opera de Meyerbeer: lyra portuguesa no 16 : fantasia para piano [Música impressa] / De Vincent. - Lisboa : Lith. de Palhares, 1869
  • A africana: opera de G. Meyerbeer [Música impressa] / fantasia por H. Rosellen. Lisboa : Imprensa Nacional, 1866. - [Polka-mazurka sobre themas da Africana]
  • Polka brillante: sur L'Africaine, opéra de G. Meyerbeer: pour piano [Música impressa] / par A. Mey. Lisbonne: Sassetti & C.ie, 1865.
  • Grande Fantaisie sur l'Africaine: pour piano avec accompagnement d'orchestre: Op. 28 / par Arthur Napoléon ; Opéra de Meyerbeer. Lisbonne: Sassetti, 1864.
  • Fantaisie de salon sur L'Africaine de Meyerbeer: pour piano, op. 170 [Música impressa] / par Eug[ène] Ketterer. Lisbonne: Sassetti & C.a, 1861.






Giacomo Meyerbeer, 1791-1864
Retrato do compositor encomendado a Carl Joseph Begas
pelo rei da Prússia para a sua galeria de ilustres.






para saber +


Giacomo Meyerbeer | Wikipédia (em francês)

L'AfricaineWikipédia (em francês)

 "L´Africaine" (1865) de Meyerbeer, in "O Canto e os seus Intérpretes"
programa radiofónico de Maria Helena de Freitas, 
Lisboa: Emissora Nacional, 1973-03-01 | 00:53:06 | Disponível em: RTP Arquivos.

Programa radiofónico "Caleidoscópio" da Antena 2
Cruzamentos 13 (Teresa Castanheira) | Ep. 3929, dez. 2024
Portugal musicado pelos estrangeiros: obras de Voltaire, Forqueray, Telemann, Bernstein, Donizetti, Meyerbeer, Liszt, Corelli, C.P.E.Bach e Rachmaninov.
Disponível em RTP Play  | Áudio, 57:15, ver em 












Redação: 2:01.2025.

2024/05/27

Ópera "O último canto - Camões e o Destino"

 


"O último canto - Camões e o Destino"

ÓPERA

Composição musical de César Viana


10 JUN. 2024 | às 17:00

Auditório Jorge Sampaio | Centro Cultural Olga Cadaval


Classificação etária: 6 anos
Duração: 90'  s/intervalo

Entrada livre
(máximo 2 convites por pessoa)










AGENDA

A ópera “O Último Canto – Camões e o Destino” irá
 ser apresentada em diversos outros locais:

em Tomar, no Convento de Cristo
Festival de Ópera de Óbidos
na Batalha, 
em Setúbal, 
em Almada
em Santarém

23 JUL. 2024
Festival Klexos, em Plasencia, Espanha.









Assinalando o V Centenário do nascimento de Luís de Camões,
Musicamera Produções "considerou oportuna a 
criação de um grande espetáculo de teatro musical 
que possa ombrear com orgulho na vasta produção artística que, 
ao longo dos séculos, se vem inspirando neste 
grande protagonista da nossa cultura."


Sinopse:

"O ponto de partida para esta ópera foi a surpreendente descoberta de um texto do dramaturgo russo do século XVIII Vassili Jukovski com o título “Camões”, cuja trama dramática fornece o ambiente e o contexto perfeitos para uma criação de teatro musical.

A cena descreve o encontro de um velho amigo de Camões, José de Quevedo Castelo Branco e do seu filho, Vasco Quevedo – por muitos considerado o herdeiro literário de Camões - com o poeta, que está já nos últimos anos da sua vida, esquecido e abandonado num asilo.

O drama, na forma muito próximo das “Pequenas Tragédias” de Alexander Pushkin, exalta a poesia e a criação como elixires da vida e alicerces da condição humana.

Como complemento ao belíssimo texto de Jukovski, que é adaptado e condensado para melhor servir os condicionalismos de uma produção de ópera (como é habitual em qualquer libreto), são introduzidos textos poéticos de Camões com carácter auto-biográfico, que vão ao encontro de situações narradas pelos dois amigos no texto de Jukovski.

A música tem como ponto de partida os paradigmas composicionais e instrumentais do século XVI - a época de Camões -, evidentemente inseridos num contexto actual [recorre-se a um dispositivo musical / cénico de dimensão média: 3 vozes solistas, coro feminino e orquestra], sendo por essa razão particularmente adequada a representações em espaços históricos com uma acústica ressonante."

"Contexto cénico da produção. Este espetáculo, concebido com a flexibilidade insdispensável para permitir a ampla circulação a que a temática convida e proporciona, pode ser apresentado em palcos convencionais mas, também, em espaços monumentais e patrimoniais – claustros, conventos, palácios – que permitam enfatizar o enquadramento histórico da obra numa perspetiva de contextualização para que a música pretende, igualmente, contribuir."

Musicamera Produções











Ficha técnica e artística: 

Composição e libreto – César Viana 
Tradução do texto original – Larysa Shotropa
Encenação – Alexandre Lyra Leite / Miguel Moreira

Direção Musical – Brian MacKay
Pianista / repetiteur – Taíssa Poliakova
Desenho de luz – Anabela Gaspar
Figurinos / Adereços – Dino Alves

Produção Executiva – Luís Pacheco Cunha 
Produção – Damaris Lima, Élio Correia




ELENCO:

Camões - Luís Rodrigues (barítono)
José QuevedoMarco Alves dos Santos (tenor)
Vasco Quevedo Marcelo Alexandre (tenor)
Jau - F. Pedro Oliveira
Coro feminino Coro Zave

Musicamerata Ensemble - Orquestra 
(cordas, órgão, fagote, saca-bucha [trombone alto], flauta, oboé, percussão)








  1. Cartaz da realização da Ópera no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, em 10 de junho 2024.
  2. Pormenor do cartaz promocional do espetáculo.
  3. Cartaz da realização da Ópera no Cine-Teatro Ivone Silva de Ferreira de Zêzere, em 19 de maio de 2024.
  4. Césa Viana, o responsável pela composição musical e libreto do espetáculo.
  5. MUSICAMERA PRODUÇÕES. - Conheça o projeto na própria página oficial.









para saber +

in Centro Cultural Olga Cadaval


in RTP Notícias, 27.05.2024

Nuno Lopes, da agência LUSA
in LUSA, 27.05.2024



Pedro Miguel Silva
in O Centro Digital . notícias online, 17.05.2024


in Agenda Cultural da Rádio Condestável, 19.05.2024

Jéssica Filipe
in MedioTejo.net, 13.05.2024









Redação: 28.05.2024, atualizado a 29.

2023/02/06

Camões é personagem em duas óperas-cómicas com libreto de Henri de Saint-Georges e música de Friedrich Von Flotow





 
M.me Darcier, no papel de Griselda em L'esclave de Camoens
Gravura desenhada por Victor Dollet
Litografia, para o Théâtre de l'opéra comique.


Barítono francês Paul Barroilhet como Camões em Dom Sebastião 
por Gaetano Donizetti, Théâtre de l'Opera, 1843.
Litografía colorida à mão a partir de uma ilustração de Victor Dollet
Trajos Dramáticos da Galeria dos teatros de Paris, París, 1844.

Fonte das imagens: BNF




O Escravo de Camões - ópera, 1843


L’esclave du Camoëns: opéra-comique en un acte. – Paroles de M. de Saint-Georges ; Musique de M. de Flotow. Bruxelas: J. A Lelong, Imprim. Libr. Éditeur, 1844. – “Représenté, pour la première fois, à Paris, sur le théâtre-Royal de l'Opéra-Comique, le 1er Décembre 1843.  Texto, exemplar na BNF– Partitura, exemplar na BNF.




















Ouça um pouco aqui:

piano por Carl Petersson 

no álbum:
 Friedrich Von Flotow & Jacques Offenbach: Works for Cello and Piano 
Sterling Records, 2013






Alma, a Feiticeira - ópera, 1878


Alma, l’Enchanteresse: opéra en quatre actes. – “adaptée à la scène italienne par A[chille] de Lauzières. – [Palavras de] M. de Saint-Georges; Musique de M. Flotow. Paris : Léon Escudier, 1878. – “Représenté pour la première fois sur le théâtre des Italiens, le 9 avril 1878”. – Exemplar na BNF.

Alma, l'incantatrice : opera in quattro atti. – Poesia di H. de St. Georges; música di F. de Flotow; “adattata alla scena italiana da A. de Lauzières”. Paris: Léon Escudier, [1878] – Entre as personages, estão “il Re Dom Sebastiano” e “Don Luiz de Camoens”. – Exemplar na BNE.












a palavra & a música





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