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2026/08/25

Diálogos entre Camões e Dinamene: 500 Sonetos selecionados a partir de um infinito poético de almas partidas - projeto de Rui Portela

 


...


  500 poemas para Camões  

 OBRA ONLINE e IMPRESSA 


da autoria de Rui Torres




 OBRA ONLINE 


Diálogos entre Camões e Dinamene: 
500 Sonetos selecionados a partir de um infinito poético de almas partidas 
Projeto "HTML, Javascript, CSS, Livro. 
Motor textual a partir de soneto de Camões e contrasoneto de Manuel Portela.

Autor: Rui Torres. 
Colaboração: professores e estudantes do ensino secundário.


"Obra que se baseia no soneto "Alma minha gentil, que te partiste" de Camões, em diálogo com
uma versão alternativa de Manuel Portela, narrada do ponto de vista da alma que partiu.

Através de um sistema de variações, cada soneto pode ser gerado em inúmeras combinações únicas, permitindo que os leitores interajam e criem as suas próprias versões do texto.

O projeto inclui a publicação de um livro com 500 sonetos selecionados por alunos do ensino secundário, proporcionando uma experiência participativa que amplia as possibilidades de leitura e interpretação do poema original."
Exposição "Camões 500" 
na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra

Ver e-CAM

 LIVRO IMPRESSO 

Diálogos entre Camões e Dinamene: 
500 Sonetos selecionados a partir de um infinito poético de almas partidas
de Rui Torres
Coimbra: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, 2025

Tiragem:  Edição exclusiva de duas cópias

Versão digital disponível online | [PDF]


"Diálogos entre Camões e Dinamene é um projeto desenvolvido por Rui Torres que parte do soneto 'Alma minha gentil, que te partiste' de Luís de Camões e estabelece um diálogo com uma versão alternativa do soneto criada por Manuel Portela.

Utilizando técnicas combinatórias para gerar variações ilimitadas dos dois sonetos, o projeto inclui a publicação de um livro único com 500 sonetos divididos entre variações do soneto de Camões e do contrassoneto de Portela e selecionados por estudantes do ensino secundário em Portugal."

"Obra criada para a exposição Camões 500, comissariada por Paulo Silva Pereira e Filipa Araújo, Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC), 9 de janeiro a 10 de junho de 2025, como parte das Comemorações oficiais do V Centenário do nascimento de Luís de Camões."

Com a participação de estudantes
de escolas do ensino secundário em Portugal:

 Professoras Ana Isabel Moura e Carla Batista 
e estudantes da Escola Secundária João Gonçalves Zarco, Matosinhos.
Professora Isabel Duarte Silva 
e estudantes da Escola Secundária Augusto Gomes, Matosinhos.
Professora Júlia Gomes 
e estudantes da Escola Quinta das Flores, Coimbra.
Professor Rui Mateus 
e estudantes da Escola Secundária Nuno Álvares, Castelo Branco. 
Professora Silvéria R. Palrilha 
e estudantes da Escola Cristina Torres, AE Figueira Norte.



 O AUTOR 


Rui Torres
Licenciado em Ciências da Comunicação (Portugal),
Mestre e Doutor em Línguas Românicas (EUA).
Com um pós-doutoramento em Comunicação e Semiótica (Brasil),
possui ainda competências em Estudos Multimédia (UFP, Porto). 
É professor de Ciências da Comunicação na U. Fernando Pessoa (Portugal)
e professor convidado na U. Granada (Espanha).

OBRA CAMONIANA
  • Torres, Rui (2025.07.12) Dialogues Between Camões and Dinamene - Digital Poetry and Pedagogy. - Apresentação oral de trabalho, em: Electronic Literature Organization (ELO) Conference and Media Festival, ELO25 @ 25: Love letters to the Past and the Future, University of Waterloo in Kitchener-Waterloo, Canada; York University in Toronto, Canada.
  • (2021) Por uma (re)leitura de Camões: uma leitura de Herberto Helder. - Apresentação oral de trabalho, em: 7th Annual Carolina Conference on Romance Literatures, Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, E.U.A.
Ver bio
In: rui torres @telepoesis : poesia, ensino, investigação

para saber +


Telepoesis | Projeto de poesia digital de Rui Torres





Redação: 25.08.2026

2026/05/24

Exposição "Onde terá segura a curta vida? Camões e a vida como viagem"





    Onde terá segura a curta vida?    
     Camões e a vida como viagem    

  EXPOSIÇÃO 

Com curadoria de 
Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale
Projeto de museografia de Francisco Aires Mateus
Coordenação de Diogo Ramada Curto

 11 - 21 ABR. 2025 - Inauguração
 No Ségur Hall, da Sede da UNESCO, em Paris, França 
(outras datas, a confirmar: 14 abril, às 9:00 - 18 abril, até às 17:30)



5 MAI. 2026 | Pisos 1 e 3 da BNP
 Na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisbooa 

Entrada livre



Organização:


Curadores:
Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale

Arquitetura: Francisco Aires Mateus
Desenho gráfico: Atelier Pedro Falcão
Fotografia: Nicolas Lafon

Textos:
Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale
Revisão de textos: Teresa Antunes

Montagem e instalação: Stripeline e Área de Exposições da BNP

Estrutura de Missão para as Comemorações do 
V Centenário do Nascimento de Luís de Camões
Comissário-geral José Augusto Cardoso Bernardes
Comissários-gerais-adjuntos: Diogo Ramada Curto e Joaquim Coelho Ramos
Diretor-executivo: Vasco Silva
Comissariado Curatorial: 
Isabel Almeida, Manuel Corte--Real (em representação do MNE), 
Manuela Pargana da Silva (em representação do MECI), 
Maria de Lurdes Fernandes e Vanda Anastácio.




 CATÁLOGO 


No rasto de Camões - [Catálogo]
ed. Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale
Lisboa: BNP, 2026

ÍNDICE













  ACERCA DA EXPOSIÇÃO  


A existência como viagem

"A exposição Onde terá segura a curta vida? Camões e a vida como viagem parte da biografia e da obra de Luís de Camões para pensar a existência como viagem: uma travessia instável, feita de partidas, deslocações, perdas e reencontros. Longe de fixar Camões como figura heroica, monumental e intocável, a exposição convoca-o como homem vulnerável, errante e migrante, cuja biografia misteriosa e obra sensível e inteligente continuam a interpelar o nosso presente.

[...] A viagem surge, então, como metáfora transversal da exposição. [...] Os textos de Camões formam o eixo da exposição, apresentam-se em várias obras e afirmam-se no espaço expositivo em diálogo com as obras. [...]

Onde terá segura a curta vida? Camões e a vida como viagem convida o visitante a experimentar, sentir e pensar a vida como travessia. Entre naufrágios e portos provisórios, fragilidade e perseverança, a exposição aproxima Camões das experiências do nosso tempo — migrantes, deslocados e viajantes em busca de segurança nesse curto intervalo que é a vida."
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição

Uma viagem insegura e breve

Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida
Que não se arme, e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
Luís de camões
𝑂𝑠 𝐿𝑢𝑠𝑖́𝑎𝑑𝑎𝑠, Canto I, est.106

“A vida de Luís de Camões (1524-1580), à imagem da sua obra mais conhecida, Os Lusíadas, foi marcada por travessias marítimas, deslocações e surpresas, erros e sorte, obstáculos e conquistas. Cheia de dobras, ao querermos aproximarmo-nos do seu rosto e dessa vida, percebemos que nos escapam no nevoeiro da história. No entanto, este é um traço reconhecível: é viajante e de um país que é cais, de partidas e chegadas.

Nesta exposição, ao pensar a vida como viagem, a partir da obra e da biografia de Camões, expomos a fragilidade humana e o naufrágio como possibilidade de cada existência em todos os tempos, mas também a necessidade de abrir os horizontes e descobrir outras visões do mundo, ter encontros inesperados, e exercitar a perseverança e a esperança que permitem continuar a navegar. Essa condição de viajante é tanto histórica como atual: deslocados, em busca de segurança nesse curto intervalo que é a vida.”
Ministério da Cultura de Portugal

"A vida de Luís Vaz de Camões, autor de Os Lusíadas, 
foi marcada por viagens, incertezas e conquistas. 
A exposição aborda a vida como travessia, 
revelando a fragilidade humana, o risco de naufrágio 
e a necessidade de perseverança, esperança e abertura ao mundo. "
Agenda da BNP

"Esta mostra insere-se nas Comemorações do 
V Centenário do Nascimento de Luís de Camões 
e propõe uma reflexão sobre a viagem como condição da existência humana, 
tendo a obra e a figura do poeta como eixo central."

"a exposição reúne um conjunto diverso de obras 
que cruzam artes visuais, cinema, música e literatura."

"Através de uma abordagem multidisciplinar, 
"Onde terá segura a curta vida?" 
convida o público a redescobrir Camões como figura universal e intemporal, 
propondo uma viagem sensorial, intelectual e emocional 
em torno da fragilidade da existência, da errância e da construção de sentido."


ÁLBUM DA INAUGURAÇÃO em PARIS | 2025


© Imagem do Ministério da Cultura de Portugal, in Facebook, 17.04.2025
  Dalila Rodrigues, Ministra da Cultura, na cerimónia de abertura em Paris.  
© Imagem da UNESCO / Ministério da Cultura de Portugal, in Facebook, 17.04.2025
Na cerimónia de abertura em Paris, estiveram presentes
Diogo Ramada Curto (Comissário-gerais Adjunto das comemorações camonianas)
[...], Dalila Rodrigues (Ministra da Cultura)
José Augusto Cardoso Bernardes (Comissário-geral das comemorações camonianas)
[...], Joaquim Coelho Ramos (Comissário-geral Adjunto das omemorações)

© Imagem da UNESCO / Ministério da Cultura de Portugal, in Facebook, 17.04.2025
Na abertura em Paris, Dalila Rodrigues, a Ministra da Cultura de Portugal,
acompanhada pela equipa da curadoria, com direção de Diogo Ramada Curto:
Filipa Oliveira, Anísio Franco e Paulo Pires do Vale.

© Imagem da UNESCO / Ministério da Cultura de Portugal, in Facebook, 17.04.2025

   Reportagem de Guilherme Monteiro sobre a Exposição na UNESCO   


 as OBRAS e os ARTiSTAS 


 PISO 1 


Mário Linhares
     "A Viagem de Camões", 2025, por Mário Linhares     
© Imagem da UNESCO / Ministério da Cultura de Portugal, 



Rui Sanches
          "A Luís de Camões", 2025, por Rui Sanches          
Escultura. - Madeira e mármore 8255 × 150 × 160 cm)
por Rui Sanches
Coleção da Biblioteca Nacional de Portugal.
© Imagem reproduzida no catálogo.


 PISO 2 


Dorita de Castel-Branco
 "Cabeça de Camões", 1972, por Dorita de Castel-Branco
Bronze (87 × 36 × 48 cm)
Coleção da Biblioteca Nacional de Portugal
© Imagem no Facebook de Alberto Júlio Silva.


 PISO 3 


José Almeida Pereira
          Camões (segundo José Malhoa), 2014          
Óleo sobre tela (127 × 65 cm) por José Almeida Pereira
Coleção privada © Imagem reproduzida no catálogo.

"O percurso inicia-se no problema da identidade, na tentativa de traçar um diário visual da sua vida e viagens (por Mário Linhares, logo à entrada da Biblioteca Nacional), e através do retrato de José Almeida Pereira, que retoma e desfoca uma obra anterior de José Malhoa, assumindo a impossibilidade de fixar um rosto definitivo de Camões. O retrato, à imagem da identidade, surge como construção frágil e mutante, ecoando a consciência do próprio poeta sobre o desacerto da representação e a instabilidade do «eu». A identidade, como a vida, revela-se aqui sempre em processo, uma aventura."
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição
in: Folha de sala, na BNP em Lisboa.


Alberto Carneiro

“Metáforas da água ou as naus a haver por mares nunca de antes navegados”, 1993-94 
Escultura, madeira de tola, mogno e ocomé (54 × 260 × 930 cm)
obra de Alberto Carneiro. 
Coleção do Centro de Arte Alberto Carneiro, em Santo Tirso
Foto no Facebook do artista, 14.06.2018.

"No centro do espaço, a escultura imersiva de Alberto Carneiro, Metáforas da água ou as naus a haver por mares nunca de antes navegados, convoca a obra de Camões no próprio título e o mar/a nau como experiência física e simbólica: instável e ameaçador, mas também cheio de possibilidades de saída, de encontros e de horizontes mais largos. A obra convida o visitante a entrar num território onde a travessia marítima se confunde com a própria condição humana — e onde o naufrágio é uma possibilidade para todos. E, ainda assim, um convite a lançar-se, arriscar, aprender e persistir. Navegar é preciso…"
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição
in: Folha de sala, na BNP em Lisboa.

Ângela Ferreira
"Camões não é só vosso. Camões também é nosso.
(Casa de Camões no imaginário popular na Ilha de Moçambique),
Escultura por Ângela Ferreira.
Obra encomendada para a exposição.

"A escultura de Ângela Ferreira, Camões não é só vosso. Camões também é nosso. (Casa de Camões no imaginário popular na Ilha de Moçambique), obra feita para esta exposição, introduz a ideia de porta e limiar. Ao reproduzir a porta da casa onde, segundo a tradição, Camões viveu no seu exílio moçambicano, a obra materializa tensões entre pertença e exclusão, memória e apropriação, centro e periferia. Camões surge como figura transnacional, partilhada e reivindicada para além da ideia de nação."
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição
in: Folha de sala, na BNP em Lisboa.


Horácio Frutuoso
[..]
"Também Horácio Frutuoso transforma as palavras do poeta, mas em imagem: a palavra fragmenta-se, autonomiza-se, ganha corpo, desenha movimento e ocupa o espaço, convidando a uma leitura que é também experiência física — e oferece-se, generosamente, como cartaz, aos visitantes. A linguagem deixa de ser apenas veículo de significado para se tornar gesto e imagem, revelando a força e a fragilidade da língua como território em permanente transformação."
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição
in: Folha de sala, na BNP em Lisboa.


Adrian Paci
                    Centro di Permanenza Temporanea  (2007), filme de Adrian Paci                     

"Neste contexto temporal, político e social, que é o nosso, a exposição aproxima a condição errante de Camões das migrações contemporâneas, e da condição humana de viajantes em busca de porto seguro, através do filme Centro di Permanenza Temporanea (2007), de Adrian Paci. A obra dá forma a uma experiência de peregrinação forçada, de suspensão e impossibilidade: corpos em espera, viagem que não é permitida, vidas mantidas num horizonte de promessa não cumprida. A pergunta de Camões «Onde terá segura a curta vida?» ressoa aqui com renovada urgência."
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição
in: Folha de sala, na BNP em Lisboa.


Domingos Sequeira 
 "Os últimos momentos de Camões", obra desaparecida de Domingos Sequeira 
Moldura dourada, século XIX
© Imagem do Ministério da Cultura de Portugal, in Facebook, 17.04.2025

"Reforçando a ambiguidade, o desconhecimento e o mistério que envolvem a vida e a morte de Camões, convocamos uma outra história: o desaparecimento da pintura Os últimos momentos de Camões, de Domingos Sequeira — evocada através da presença de uma moldura vazia, um vazio emoldurado que torna visível a perda e intensifica a relação com o passado ausente e desconhecido. A ausência transforma-se em matéria expositiva e interroga-nos: como lidar com o que já não existe? Com o passado, com a biografia de alguém, com a verdade histórica e a mitificação, com as leituras que a cada momento histórico se podem fazer do que passou?"
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição
in: Folha de sala, na BNP em Lisboa.



Jorge de Sena 
"Camões Dirige-se aos seus contemporâneos"
poema dito pelo próprio.

"A inquietação ecoa ainda no poema de Jorge de Sena, «Camões dirige-se aos seus contemporâneos», onde Camões toma a palavra com violência para criticar os que o maltrataram e tomaram o lugar que lhe pertence na história. A voz do passado regressa para interpelar o presente, mostrando que o legado camoniano é continuamente disputado, refeito e reativado."
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição
in: Folha de sala, na BNP em Lisboa.




Carminho | Graça Castanheira
               Carminho canta Amália canta Camões, 2025               
Vídeo digital HD, cor, som, 3’
Com a cantora Carminho; vídeo por Graça Castanheira
Obra encomendada para a exposição.
© Imagem reproduzida no catálogo.

"Os textos de Camões formam o eixo da exposição, apresentam-se em várias obras e afirmam-se no espaço expositivo em diálogo com as obras. De forma mais presente, na voz de Carminho — filmada por Graça Castanheira — que retoma o legado de Amália Rodrigues, e desloca o poeta do campo erudito para a oralidade e para o fado, reinscrevendo Camões no presente como corpo, voz e respiração."
Anísio Franco | Filipa Oliveira | Paulo Pires do Vale
Curadores da exposição
in: Folha de sala, na BNP em Lisboa.

Pois meus olhos não cansam de chorar
Tristezas, que não cansam de cansar-me;
Pois não abranda o fogo em que abrasar-me
Pôde quem eu jamais pude abrandar;

Não canse o cego Amor de me guiar
A parte donde não saiba tornar-me;
Nem deixe o mundo todo de escutar-me,
Enquanto me a voz fraca não deixar.

E se nos montes, rios, ou em vales,
Piedade mora, ou dentro mora Amor
Em feras, aves, plantas, pedras, águas,

Ouçam a longa história de meus males
E curem sua dor com minha dor;
Que grandes mágoas podem curar mágoas.

Soneto de Luís de Camões
e letra de fado


para saber +


“Onde terá segura a curta vida? Camões e a vida como viagem”
in V Centenário do nascimento de Luís de Camões, BNP

in Câmara Municipal d eSanto Tirso, Notícias, 31.03.2025.







Redação: 7.04.2025, atualizado em 24.05.2026

2026/01/17

Exposição "Camões a Quatro Mãos" com trabalhos de Francisco Simões e Francisco Branco


              “Camões a Quatro Mãos”          

  EXPOSIÇÃO  

Com trabalhos do escultor Francisco Simões 
e do ilustrador Francisco Branco

15 ABR. 2025, terça-feira | às 19h00 - Inauguração

Na Galeria Anjos Teixeira, no Funchal, Madeira



Camões visto por dois artistas

"Nesta Exposição são apresentadas duas perspectivas acerca do poeta português Luiz de Camões, não só através de propostas artísticas diferenciadas e linguagens criativas distintas por parte de dois artistas plásticos, mas também expressando mundividências diferenciadas, diferentes arcos cronológicos e geracionais.

Francisco Simões é um artista plástico com grande obra realizada no País e no plano internacional. Francisco Branco é um jovem e qualificado criador cultural já com diversos trabalhos realizados no campo do desenho e da ilustração.

A Exposição "Camões a Quatro Mãos" inicia um conjunto de iniciativas que serão promovidas pela Galeria Anjos Teixeira sobre as comemorações neste ano do V Centenário do nascimento de Luís de Camões, cuja obra, inseparável de um mundo em transformação, é símbolo de humanismo progressista."
Centro Cultural Anjos Teixeira
in Facebook, 11.04.2025


"O Canto IX e a Mulher na obra camoniana"
Sessão com Francisco Simões
no âmbito da iniciativa  "À conversa com...", uma proposta de diálogo 
que comemora o V Centenário do nascimento de Luís de Camões.
À Conversa Com... O escultor Francisco Simões 
O escultor foi o convidado para as conversas sobre Camões
na Galeria Anjos Teixeira, no dia de 15 mai. 2025, quinta-feira, às 19h.
© Imagem na página do Facebook do



"Revisitar Camões"
Sessão com Francisco Branco
no âmbito da iniciativa  "À conversa com...", uma proposta de diálogo 
que comemora o V Centenário do nascimento de Luís de Camões.
À Conversa Com... O ilustrador Francisco Branco
O ilustrador foi o convidado para as conversas sobre Camões
na Galeria Anjos Teixeira, no dia de 13 mai. 2025, terçaa-feira, às 19h.
© Imagem na página do Facebook do


para saber +







Redação: 17.01.2026

2025/11/22

Camões na Biblioteca Camilo Pessanha do IPOR - exposição bibliográfica 2025


Camões na Biblioteca Camilo Pessanha do IPOR
  Exposição Bibliográfica 2025  

Com curadoria de José Carlos Canoa

21 nov. 2025, sexta-feira - INAUGURAÇÃO
Patente de 21 a 30 DEz. 2025

No Café do Oriente | IPOR, em Macau

Organização:



Desejamos uma boa viagem pelos mares navegados por Camões!

Assinalando os 500 Anos do Nascimento de Luís de Camões,
o IPOR Instituto Português do Oriente
apresenta uma mostra ilustrativa da coleção camoniana
que integra o acervo da Biblioteca Camilo Pessanha.

A originalidade da exposição bibliográfica
consiste na predominância de autores de Macau.
Aqui estão biógrafos, historiadores, ensaístas,
jovens investigadores, tradutores, escritores e artistas
desta região, ou que a partir dela leram Camões.

A presente mostra visa 
divulgar o acervo da biblioteca do IPOR 
e é um convite à leitura, ao conhecimento 
e à partilha da cultura sino-lusa de Macau.

José Carlos Canoa
Curador da exposição e docente do IPOR

 Luís de Camões com exposição no Instituto Português do Oriente 

VÍDEO da reportagem | 1:59
por Hermes Trabuco | imagem de Rodrigo Guimarães
in TDM, Macau, 21.11.2025


  Camões no Encontro de Pontos de Rede de Ensino de PLE na Ásia  

A exposição foi inaugurada no dia em que decorreu no Auditório Dr. Stanley Ho,
o 10.ª Encontro de Pontos de Rede de Ensino de PLE na Ásia | Programa 2025,
este ano sob o tema "Literacia Digital e o Ensino-Aprendizagem de PLE através da tecnologia",
onde foram apresentadas, presencialmente e via telemática, 
comunicações de participantes oriundos de Macau, China, Brasil e Portugal.
Foto: IPOR - Instituto Português do Oriente, no Facebook, 21.11.2025


  AUTORES E TRADUTORES  

 De Álvaro J. Costa Pimpão a Zhang Weimin
30 autores/tradutores, incluindo Camões


Mostra do acervo da biblioteca

Patrono da BCP

***

 Camonista, editor da obra camoniana

 Camonista

Escritor

Camonista

Escritoras
Trad. Yao Jingming; il: Brian Leong 

Historiador

Músico, cantor da obra camoniana 
com o grupo “Capela Ultramarina”

Ensaísta, editor da obra camoniana

Escritor, ensaísta, editor da obra camoniana

Camonista, editor da obra camoniana – na Ed. Sá da Costa

Biógrafa

Camonista, ensaísta

Tradutores para chinês

Historiador macaense, tradutor e camonista

Professora e ensaísta – tese de doutoramento
 
Historiador de Macau

Camonista, editor da obra camoniana

Editor de Os Lusíadas

Receção criativa, editora de poemas sobre Camões, fotógrafa 

Cantora de poemas camonianos e autora de um álbum ilustrado

Camonista

YANG  Dudanjue (dissertação de mestrado)
WANG Ruoxin (dissertação de mestrado)
Henrique (dissertação de mestrado)
Daniela (dissertação de mestrado)

Tradutor da obra camoniana para chinês


GALERIA

Inauguração da exposição bibliográfica
“Camões na Biblioteca Camilo Pessanha”
iniciativa que assinala o V Centenário do Nascimento de Luís de Camões 
e que estará patente ao público no Café Oriente do IPOR até ao final de 2025.


Fonte das imagens:
José Carlos Canoa (3, 4, 5, 6, 7)
e uma a partir do vídeo da VÍDEO da reportagem da TDM, 21.11.2025 (9).


 

para saber +



in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 20.11.2025










Edição: 22.11.2025

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