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2025/03/13

Ópera "O último canto: Camões e o Destino"

 

O Último Canto: Camões e o Destino

ÓPERA

10 JUN. 2025 | às 21h30

No Centro Cultural Raiano, Idanha-a-Nova | Portugal

M/6 | Duração: 62

Autorias:

Composição e Libreto – César Viana
Tradução do texto original – Larissa Shotropa, João Maria Lourenço
 Poemas  – Luís de Camões
Encenação – Miguel Moreira
Direção Musical – Brian MacKay

Elenco:

Luis Vaz de Camões  – barítono Luís Rodrigues
Francisco Quevedo  – tenor Mário Alves
Vasco Quevedo  – soprano Daniela Matos
Jau – F. Pedro Oliveira

ZêzereArts Vocal Ensemble
Musicamerata Ensemble




O herdeiro literário de Camões


"O ponto de partida para esta ópera foi a surpreendente descoberta de 
um texto do dramaturgo russo do século XVIII Vassili Jukovski 
com o título “Camões”, 
cuja trama dramática fornece o ambiente e o contexto perfeitos 
para uma criação de teatro musical.

A cena descreve o encontro de um velho amigo de Camões, 
José de Quevedo Castelo Branco e do seu filho, Vasco Quevedo 
– por muitos considerado o herdeiro literário de Camões - com o poeta, 
que está já nos últimos anos da sua vida, esquecido e abandonado num asilo.

O drama, na forma muito próximo das “Pequenas Tragédias” de Alexander Pushkin, 
exalta a poesia e a criação como elixires da vida e alicerces da condição humana.

Como complemento ao belíssimo texto de Jukovski, 
que é adaptado e condensado para melhor servir os condicionalismos de 
uma produção de ópera (como é habitual em qualquer libreto), 
são introduzidos textos poéticos de Camões com carácter autobiográfico, 
que vão ao encontro de situações narradas pelos dois amigos no texto de Jukovski.

A música tem como ponto de partida os paradigmas composicionais e instrumentais 
do século XVI - a época de Camões -, evidentemente inseridos num contexto actual, 
sendo por essa razão particularmente adequada a representações 
em espaços históricos com uma acústica ressonante."

Musicamera Produções | Canal no Youtube, 




Sinopse


Cena 1

"O rico negociante Francisco Quevedo de Castelo Branco, um amigo de infância de Luís Vaz de Camões, procura-o num hospício onde sabe que acaba os seus dias. 
O guarda diz-lhe que é o número 10, e depois de muito procurar acaba por encontrá-lo. 
Mas Camões dorme na sua esteira e Quevedo espera, para não o despertar, enquanto recorda a razão principal para a sua ida a esse lugar: o seu filho Vasco Quevedo de Castelo Branco, que descura os negócios da família e aspira a ser poeta, querendo imitar o seu ídolo: Camões."

Cena 2

"Camões desperta, e a princípio não reconhece Quevedo, pensando ser alguém que quer poemas para alguma ocasião social.
Mas ele recorda-lhe episódios da juventude de ambos que o fazem finalmente lembrar-se. 
No entanto, enquanto relembra episódios juvenis, Quevedo faz-lhe ver que a sua vida foi mais bem sucedida que a dele, o que desperta profunda irritação em Camões. 
Mas através de lisonja e dissimulação, Quevedo vai conseguindo acalmar Camões, acabando por revelar o seu propósito: que o jovem Vasco, seu filho, veja como acabam os dias de um poeta e resolva dedicar-se aos negócios da família. 
Resignado, Camões acaba por aceitar a proposta, e Quevedo vai chamar o seu filho."

Cena 3

"Como num sonho, Camões recorda as suas viagens por mar até mundos distantes, os seus amores perdidos lá longe, e em particular o seu criado Jau, que é quem anda por Lisboa pedindo esmola para ele e acabou por tornar-se no seu amigo mais fiel. 
Lembrando o mar, recorda também as difíceis circunstâncias em que salvou o manuscrito dos Lusíadas num naufrágio."

Cena 4

"Vasco Quevedo de Castelo Branco, filho de Francisco, vai ao hospício em busca de Camões, mandado por seu pai. 
Não tendo muitas expectativas em relação às capacidades poéticas do jovem, Camões tenta ao princípio dissuadi-lo das suas pretensões, mas, conforme o vai ouvindo falar, surpreende-se com a sinceridade e nobreza da sua inspiração. 
Entende então que, tal como ele seguira os passos dos grandes clássicos, é agora a vez de Vasco seguir os seus, e isso dá-lhe uma inesperada tranquilidade, quando sente que são chegados os seus últimos momentos, sentindo que a sua vida não foi em vão. 
Vasco tenta levá-lo a casa para que se recupere, mas Camões sabe bem que é chegada a hora e morre em paz."

Edição do FOO - Festival de Ópera de Óbidos, 2024
Consulte e leia aqui todo o libreto: [PDF]



da Ópera O Último Canto: Camões e o Destino



para saber +

Evento no Facebook

o responsável pela composição musical e libreto do espetáculo.

Conheça o projeto na própria página oficial.

[Espetáculo no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, em 10 de junho 2024.
in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 27.05.2024

in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 7.09.2024





Redação: 12.03.2025

2024/09/07

A ópera de César Viana - "O Último Canto - Camões e o Destino, no Festival de Ópera de Óbidos 2024

 

"O Último Canto - Camões e o Destino"

 uma ópera 

com composição e libreto de César Viana 

adaptada livremente em língua portuguesa 
do poema dramático Camõesdo russo Vassili Jukovski (1787-1859)

por Larysa Shotropa e João Lourenço.

com encenação de Miguel Moreira

e direcção musical de Brian MacKay.

E inclui poemas de Luís Vaz de Camões!


7 SET. 2024 | 21h00

No Convento de São Miguel de Gaeiras, em Óbidos


Evento integrado no

com organização de ABA – Banda de Alcobaça Associação de Artes, 
em parceria estratégica com o Município de Óbidos








"O Último Canto – Camões e o Destino", de César Viana, 
tem como ponto de partida um texto do dramaturgo russo Vassili Jukovski,
em que se “exalta a poesia e a criação como 
elixires da vida e alicerces da condição humana”.


Veja vídeo promocional no Facebook.





Equipa Criativa:

César Viana, criação musical
Larysa Shotropa e João Maria Lourenço, tradução do texto original de Vassili Jukovski
Miguel Moreira, encenação
Brian MacKay, direção musical
Anabela Gaspar, desenho de luz
Dino Alves, figurinos / adereços

Elenco:

Camões – Luís Rodrigues, barítono
Quevedo – Mário Alves, tenor
Vasco Quevedo – Daniela Matos, soprano
Jau – F. Pedro Oliveira, ator
Coro feminino– Coro Záve: 
Laura Martins, Joana Alves, Grace Feltoe, 
Nélia Gonçalves, Alice Vieira e Daniela Matos

Musicamerata Ensemble:

Matilde Gonçalves e Luís Pacheco Cunha, violinos
Isabel Pimentel, violeta
Catherine Strynckx, violoncelo
Francisco Viana, contrabaixo
Katharine Rawdon, flauta
Bethany Akers, oboé
Daniel Faria, fagote
Hélder Rodrigues, sacabuxa / trombone alto

Equipa Musicamera:

Luís Pacheco Cunha, produção executiva
Damaris Lima e Élio Correia, produção
Luís Garção e Paula Casanova, comunicação






Todas as imagens estão divulgadas em
no Facebook, 6.09.2024, 29.08.2024, etc.





para saber +


in  turismo.obidos.pt


José Carlos Canoa
in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 27.05.2024












Redação: 8.09.2024

2024/05/27

Ópera "O último canto - Camões e o Destino"

 


"O último canto - Camões e o Destino"

ÓPERA

Composição musical de César Viana


10 JUN. 2024 | às 17:00

Auditório Jorge Sampaio | Centro Cultural Olga Cadaval


Classificação etária: 6 anos
Duração: 90'  s/intervalo

Entrada livre
(máximo 2 convites por pessoa)










AGENDA

A ópera “O Último Canto – Camões e o Destino” irá
 ser apresentada em diversos outros locais:

em Tomar, no Convento de Cristo
Festival de Ópera de Óbidos
na Batalha, 
em Setúbal, 
em Almada
em Santarém

23 JUL. 2024
Festival Klexos, em Plasencia, Espanha.









Assinalando o V Centenário do nascimento de Luís de Camões,
Musicamera Produções "considerou oportuna a 
criação de um grande espetáculo de teatro musical 
que possa ombrear com orgulho na vasta produção artística que, 
ao longo dos séculos, se vem inspirando neste 
grande protagonista da nossa cultura."


Sinopse:

"O ponto de partida para esta ópera foi a surpreendente descoberta de um texto do dramaturgo russo do século XVIII Vassili Jukovski com o título “Camões”, cuja trama dramática fornece o ambiente e o contexto perfeitos para uma criação de teatro musical.

A cena descreve o encontro de um velho amigo de Camões, José de Quevedo Castelo Branco e do seu filho, Vasco Quevedo – por muitos considerado o herdeiro literário de Camões - com o poeta, que está já nos últimos anos da sua vida, esquecido e abandonado num asilo.

O drama, na forma muito próximo das “Pequenas Tragédias” de Alexander Pushkin, exalta a poesia e a criação como elixires da vida e alicerces da condição humana.

Como complemento ao belíssimo texto de Jukovski, que é adaptado e condensado para melhor servir os condicionalismos de uma produção de ópera (como é habitual em qualquer libreto), são introduzidos textos poéticos de Camões com carácter auto-biográfico, que vão ao encontro de situações narradas pelos dois amigos no texto de Jukovski.

A música tem como ponto de partida os paradigmas composicionais e instrumentais do século XVI - a época de Camões -, evidentemente inseridos num contexto actual [recorre-se a um dispositivo musical / cénico de dimensão média: 3 vozes solistas, coro feminino e orquestra], sendo por essa razão particularmente adequada a representações em espaços históricos com uma acústica ressonante."

"Contexto cénico da produção. Este espetáculo, concebido com a flexibilidade insdispensável para permitir a ampla circulação a que a temática convida e proporciona, pode ser apresentado em palcos convencionais mas, também, em espaços monumentais e patrimoniais – claustros, conventos, palácios – que permitam enfatizar o enquadramento histórico da obra numa perspetiva de contextualização para que a música pretende, igualmente, contribuir."

Musicamera Produções











Ficha técnica e artística: 

Composição e libreto – César Viana 
Tradução do texto original – Larysa Shotropa
Encenação – Alexandre Lyra Leite / Miguel Moreira

Direção Musical – Brian MacKay
Pianista / repetiteur – Taíssa Poliakova
Desenho de luz – Anabela Gaspar
Figurinos / Adereços – Dino Alves

Produção Executiva – Luís Pacheco Cunha 
Produção – Damaris Lima, Élio Correia




ELENCO:

Camões - Luís Rodrigues (barítono)
José QuevedoMarco Alves dos Santos (tenor)
Vasco Quevedo Marcelo Alexandre (tenor)
Jau - F. Pedro Oliveira
Coro feminino Coro Zave

Musicamerata Ensemble - Orquestra 
(cordas, órgão, fagote, saca-bucha [trombone alto], flauta, oboé, percussão)








  1. Cartaz da realização da Ópera no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, em 10 de junho 2024.
  2. Pormenor do cartaz promocional do espetáculo.
  3. Cartaz da realização da Ópera no Cine-Teatro Ivone Silva de Ferreira de Zêzere, em 19 de maio de 2024.
  4. Césa Viana, o responsável pela composição musical e libreto do espetáculo.
  5. MUSICAMERA PRODUÇÕES. - Conheça o projeto na própria página oficial.









para saber +

in Centro Cultural Olga Cadaval


in RTP Notícias, 27.05.2024

Nuno Lopes, da agência LUSA
in LUSA, 27.05.2024



Pedro Miguel Silva
in O Centro Digital . notícias online, 17.05.2024


in Agenda Cultural da Rádio Condestável, 19.05.2024

Jéssica Filipe
in MedioTejo.net, 13.05.2024









Redação: 28.05.2024, atualizado a 29.

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