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2026/08/19

500 anos do nascimento de Camões — Um génio arruivado e quezilento que escrevia como ninguém, livro lançado pelo jornal Público


© Imagem de Susana Monteiro que ilustra a notícia do Público, 3.03.2025

   500 anos do nascimento de Camões   
 Um génio arruivado e quezilento que escrevia como ninguém

 LANÇAMENTO DE LIVRO 

Livro que reúne vários trabalhos publicados no jornal Público:
reportagens, ensaios e entrevistas, 
incluindo um prefácio de Diogo Ramada Curto
e textos de Helder Macedo e Frederico Lourenço.

Produção:

Público
Com o apoio da Estrutura de Lissão para as Comemorações 
do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões.

A assinatura do jornal vem acompanhada de histórias sobre Camões

No aniversário do PÚBLICO, 
na compra de uma assinatura anual do jornal Público
o leitor recebe como oferta o livro 500 anos do nascimento de Camões 
— Um génio arruivado e quezilento que escrevia como ninguém.
Bastanto para tal  ir à loja virtual, assinar e 
receberá então em casa  a edição especial.

A biografia do Poeta

“Não sabemos onde nasceu Luís Vaz de Camões nem em que ano veio ao mundo. É bastante plausível que tivesse origens aristocráticas, mas não chegou a nós título ou foro de nobreza que o ateste. Há-de ter bebido algures a espantosa cultura clássica que a sua obra testemunha, mas não se lhe conhecem quaisquer estudos formais. A reputação de arruaceiro e mulherengo persegue-o há séculos.” 
Luís Miguel Queirós, jornalista
in 500 anos do nascimento de Camões 
— Um génio arruivado e quezilento que escrevia como ninguém.

Redescobrir a obra camoniana

O livro com a chancela do Público “ajuda — e de que maneira — a retirar Camões e a sua obra do pedestal que tantas distâncias e obstáculos tem criado à sua leitura e compreensão”.
Diogo Ramada Curto, 
historiador e diretor da BNP
in Prefácio de 500 anos do
nascimento de Camões 
— Um génio arruivado e quezilento que escrevia como ninguém.

para saber +


2026/05/09

Dez Cantos Abertos, exposição no âmbito da "Grande Edição Comentada e Ilustrada d’Os Lusíadas"


  “Dez Cantos Abertos”  

  EXPOSIÇÃO  

Com curadoria de Ricardo Barbosa Vicente

15 MAI. - 30 SET. 2026

Na Central das Artes, em Porto de Mós
distrito de Leiria

COMENTAR e ILUSTRAR os LUSÍADAS no SÉC. XXI

No âmbito da 
"Grande Edição Comentada e Ilustrada d’Os Lusíadas", 
publicada pela Bela e o Monstro em parceria com o Público, 
com o apoio da Estrutura de Missão para as commemorações
dos 500 Anos do Nascimento de Camões.

A exposição reúne 
13 artistas visuais e 30 escritores e poetas do espaço lusófono,
propondo uma leitura contemporânea da obra do poeta Luís de Camões.
Uma exposição que estabelece o diálogo entre a palavra e a imagem, 
mobilizando desenho, pintura, instalação, áudio, vídeo e texto.
Múltiplas linguagens de autorias de diversa origem cruzam-se
para iluminar o texto poético de Camões.

Textos introdutórios: 

por Isabel Almeida

Escritores e Poetas:

Portugal: Afonso Cruz, Hélia Correia, Lídia Jorge, António Carlos Cortez.
Moçambique: Álvaro Fausto Taruma, Hirondina Joshua, Luís Carlos Patraquim, Paulina Chiziane.
Macau: Yao Jingming, Miguel Senna Fernandes, Carlos Morais José.
São Tomé e PríncipeConceição Lima, Orlando Piedade, Inocência Mata.
Cabo Verde: Dina Salústio, José Luiz Tavares, Germano Almeida.
Guiné-Bissau: Ernesto Dabó, Odete Semedo.
Goa: Ave Cleto Afonso, Valentino Viegas.
Angola: Ana Paula Tavares, José Luís Mendonça, Pepetela.
Brasil: Alexei Bueno, Silviano Santiago.
Timor: Luís Cardoso de Noronha, Benjamim Corte-Real
e ainda Anxo Angueira (Galiza).

Artistas Visuais:

José de Guimarães, Júlio Pomar
António Faria, Francisco Vidal (Portugal) | Eugénia Mussa (Moçambique)
Ana Jacinto Nunes  (Macau) | René Tavares (São Tomé e Príncipe)
Yuran Henrique (Cabo Verde) | Nu Barreto (Guiné-Bissau)
Subodh Kerkar (Goa) | Cristiano Mangovo (Angola)
Cássio Markowski (Brasil) | Gabriela Carrascalão (Timor).

  PROGRAMA da INAUGURAÇÃO  

 𝐈𝐍𝐀𝐔𝐆𝐔𝐑𝐀ÇÃ𝐎 𝐃𝐀 𝐄𝐗𝐏𝐎𝐒𝐈ÇÃ𝐎 “𝐃𝐄𝐙 𝐂𝐀𝐍𝐓𝐎𝐒 𝐀𝐁𝐄𝐑𝐓𝐎𝐒” 📚
Central das Artes, em Porto de Mós
15 de maio | às 18h30

Recital Musicado 
por Regina Correia, 
acompanhada por Eloísa Monteiro.

Um diálogo entre palavra e a música
a partir de excertos d’Os Lusíadas.

Visita guiada à exposição 
com o curador Ricardo Barbosa Vicente 
e os artistas participantes.

Será então feita apresentação das residências artísticas 
de António Faria e Cássio Markowski.

Mar Aberto - performance 
de Maurício Vieira, César Meneghetti e Valerio Sannicandro.


     𝐑𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐫𝐭𝐢́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐚 - 𝐞𝐱𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐃𝐞𝐳 𝐂𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐨𝐬     
As residências serão abertas ao público entre 27 de abril e 12 de maio de 2026.
"No âmbito da exposição 'Dez Cantos Abertos', que inaugura a 15 de maio na Central das Artes, em Porto de Mós, e integrada na Grande edição comentada e ilustrada d’Os Lusíadas, edição do Jornal Público e da editora Bela e o Monstro, o Município de Porto de Mós convida a acompanhar um conjunto de residências artísticas abertas que antecedem a abertura da mostra.
Estas residências, com acompanhamento curatorial de Ricardo Barbosa Vicente, convocam os artistas António Faria (Portugal) e Cássio Markowski (Brasil) a desenvolver novas obras, prolongando o projeto para um território de criação contemporânea.
As residências serão abertas ao público [...], permitindo acompanhar de perto os processos de trabalho, os ensaios  e as decisões que estruturam cada peça.
As obras resultantes serão apresentadas na exposição, patente até 30 de setembro."
Município de Porto de Mós | Facebook, 30.04.2026

para saber +


Município de Porto de Mós | Facebook, 8.05.2026

Luís de Camões 500 | Facebook, 8.05.2026

in e-CAM, 4.05.206





Redação: 9.05.2026

2024/06/26

Entrevista com Isabel Rio Novo autora de uma biografia de Camões



ENTREVISTA COM ISABEL RIO NOVO

28 JUN. 2024 | sexta-feira | na Ípsilon

p. 12-14






para saber +

Hugo Pinto Santos(entrevista) e Paulo Pimenta (fotografia)
in Ípsilon, revista do Público, Exclusivo
26.06.2024








Redação: 27.07.2024

2024/06/10

Camões no suplemento do jornal Público, a revista P2


Camões - Que força é esta?

A vida, a obra, o culto e o estudo de um poeta “inacreditável”

Revista P2 Suplemento do jornal Público

Domingo, 9 de junho de 2024






Luís Miguel Queirós (texto) | Susa Monteiro (ilustração)
"Luís de Camões: Um génio arruivado e quezilento que escrevia como ninguém"
p. 4-8


Isabel Salema (texto) Rui Gaudêncio (fotografia)
“Camões ocupa um lugar único na memória colectiva” - Entrevista a José Augusto Cardoso Bernardes
p. 10-13


Cristiana Faria Moreira (texto) Rui Gaudêncio (fotografia)
Reportagem - O ensino de Camões continua refém da sua “versão oficial”
p. 14-15


Lucinda Canelas (texto) Daniel Rocha (fotografia)
Reportagem - D. Manuel II, O rei que amava os livros (e Camões)
p. 16-17


Hugo Pinto Santos
Camões — uma poética de conjecturas
p. 18-19


Isabel Lucas (texto) Daniel Rocha (fotografia)
“O mal de Camões é que, se ele durasse eternamente, ninguém mais escrevia” - Entrevista Hélder Macedo


Raquel Henriques da Silva
Retratos de Camões: da vera efígie às recriações românticas - Opinião 
p. 24-25











Redação: 10.06.2024

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