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2025/04/04

Conferência "Camões e a Identidade nacional: a biblioteca e a investigação de José do Canto" por Maria do Céu Fraga

 

"Camões e a Identidade nacional: 
a biblioteca e a investigação de José do Canto"

CONFERÊNCIA

pela Professora e Camonista Maria do Céu Fraga

4 ABR. 2025 | 15h00 - 17h00

No Auditório Adriano Moreira, Sociedade de Geografia de Lisboa
e via ZOOM

ID da reunião: 880 9099 8296-Senha: 809160

Organização:

Sociedade de Geografia de Lisboa
Secção Luís de Camões






"O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa 
tem a honra de convidar V. Ex.ª a assistir 
à conferência hibrida promovida pela Secção Luís de Camões
que terá lugar no dia 4 de abril de 2025, pelas 15h00, 
no Auditório Adriano Moreira, sobre o tema:
«Camões e a Identidade nacional: a biblioteca e a investigação de José do Canto».
Será oradora a Sra. Professora Maria do Céu Fraga (Universidade dos Açores)"







para saber +

in Luís de Camões - Diretório de Camonística

José Carlos Canoa
in Atas do Congresso Internacional 450 anos de 'Os Lusíadas',
Ternate/Jakarta: Rede Camões na Ásia & África, 2023, 88-118.








Redação: 4.04.2025

2022/10/06

Exposição “Os Lusíadas nos Açores: 450 anos” na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada


Exposição

Os Lusíadas nos Açores: 450 anos

4 de out. 2022 - 22 de mar. 2023


A Biblioteca Pública e o Arquivo Regional de Ponta Delgada inauguraram a 4 de outubro a exposição “Os Lusíadas nos Açores: 450 anos”, assinalando desse modo os 450 anos da publicação de “Os Lusíadas” de Luís de Camões.

A iniciativa foi coordenada cientificamente pela Professora Doutora Maria do Céu Fraga, reputada camonista e um dos estudiosos que mais tem “visitado” o acervo bibliográfico da grande coleção camoniana dos Açores, e que fez uma visita guiada à exposição no dia da sua inauguração.

Nas palavras da comissária da exposição, celebrar 450 anos sobre uma efeméride leva-nos a tomar consciência do seu valor e significado. A ilustre Professora destaca, entre os testemunhos quinhentistas da receção que Os Lusíadas obtiveram, o apreço da obra pelo cronista das ilhas, Gaspar Frutuoso (1522-1591), que integra diversas referências ao Poeta em Saudades da Terra e um soneto em sua homenagem. E enfatiza que nos nossos dias e nos Açores, essa valorização da obra camoniana se mantêm viva: tal como no século XIX as celebrações do Tricentenário da morte de Camões “constituíram uma manifestação de simpatia e organização”, do mesmo modo a exposição atual patenteia esse apreço através da mostra de livros e de objetos de diferentes épocas, sobretudo os conservados nos acervos da biblioteca José do Canto (1820-1898) e da coleção de José Afonso Botelho de Andrade (1828-1887).

Ainda citando a Professora Maria do Céu Fraga, em 2022, nos 450 anos da publicação de Os Lusíadas, em Ponta Delgada a celebração faz-se contando a vida e a fortuna de um livro e de um poeta que contam também a vida da população que com eles convive.



Fonte:
Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada – Exposição “Os Lusíadas nos Açores: 450 anos”, in site da BPARPD, out. 2022.





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