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2026/08/24

Camões e o Jau

  

 "Camões na Gruta de Macau" com o Jau, 1853 
Óleo sobre tela, por Francisco Augusto Metrass.
Museu do Chiado / Arte Contemporânea, Lisboa





Referências

  • Braga, Duarte Drumond (2026) Camões, el maricón, in Hoje Macau, "Voz das Margens", 13.02.2026. - Ver e-CAM.
  • Moser, Maria Isabel de Mello (1992) "Camões e a lenda tradicional do Jau", comunicação, na secção Luís de Camões da Sociedade de Geografia de Lisboa. - Lisboa, SGL, 13.05.1992.
  • Moser, Maria Isabel de Mello (1989) "Camões e a lenda tradicional do Jau", Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 107, n.º 7-12 (1989) 121-128.



POESIA

  • Viana, António Manuel Couto (1991) "A Jau", poema, in Suplemento da Revista Latina, Macau, maio de 1991, p. 59. - [Poema datado de 10 jun. 1986]. - Ver e-CAM.
  • Andrade, Eugénio de (1980) "Lamento de Luís de Camões na morte de António, seu escravo", poema, "Escrita da Terra / Epitáfios", in Poesia e Prosa, vol. I, Lisboa: INCM, 1980. / 2.ª ed., Poesia. Porto: Fundação Eugénio de Andrade, 2005, p. 242. - [Data de escrita do poema: 27-12-1979]. - Ver e-CAM.

FICÇÃO




 TEATRO 


António Manuel Couto

  • VIANA, por António Manuel Couto (1986) encenação da peça Camões e o Jau em Macau [autoria do texto ?]. In: Independência: revista de Cultura Lusíada / Sociedade Histórica da Independência de Portugal, n.º 4 (1986), Lisboa, p. 3-4. - [Dir. J. A. Pestana de Vasconcelos. - Lisboa : S.H.I.P.].

Casimiro de Abreu

[imagem]
Camões e o Jau: cena dramática
de Casimiro [José Marques] de Abreu
Lisboa: Tipografia do Panorama, 1856.

Peça representada no teatro D. Fernando em 18 de Janeiro de 1856.

  • Abreu, Casimiro [José Marques] de (1980) Camões e o Jau. – Reprodução fac-similada da 1.ª ed., 1856. - Apresent. Aldio Leite Corrêa; estudo prévio de Maximiliano de Carvalho e Silva. Niterói: Comissão Esp. do IV Centenário da Morte de Luís de Camões.
  • Abreu, Casimiro de (1972) Casimiro José Marques de Abreu's play, Camões and the Man of Java: together with Author's Prologue and an Introduction by the Translator, Edgar C. Knowlton Jr., in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. VI, n.º 1-2 (Primavera e Verão de 1972), Macau: Imp. Nacional, p. 123-138. - 📕 prólogo  📘 peça traduzida. - Ver e-CAM.
  • Abreu, Casimiro de (1972) Camões e o Jáo: cena dramática. Rio de Janeiro: Serviço Nacional de Teatro, 1972.

  • Abreu, Casimiro de (s.d.) Poesias completas / de Casimiro de Abreu: Canções do Exílio – Camões e Jau – Brasilianas – Cânticos, As Primaveras e Páginas em prosa. -  Nova edição rigorosamente revista, com um prefácio de Murillo Mendes. Rio de Janeiro: Edições Spiker, s.d. -  222 p. (14x21 cm).
  • Abreu, Casimiro J. M. de (1902) Obras completas: - "Novissima edição, precedida de uma uma noticia sobre o auctor por M. Said Ali. - Rio de Janeiro, S. Paulo: Laemert & C.ª Editores. - [PDF2]
  • Abreu, Casimiro J. M. de (s.d.) Obras completas: "colligidas, anotadas, precedidas de um juizo critico dos escritores nacionaes e estrangeiros e de uma noticia sobre o autor e seus escritos por J. Norberto de Souza Silva". - "Nova edição ornada com o seu retrato". - Rio de Janeiro: Livraria de B. L. Garnier Éditor. - [PDF2]
  • Abreu, Casimiro J. M. de ([1883]) Obras completas"contendo As Primaveras as com treze inedictos; Camões e Jáo; Dous romances em prosa  precedidos de um estudo biobibliográfico-crítico e de várias notas bibliográficas pel' Dr. Jr. Je. de Carvalho Filho, Director do Collegio Amorim Carvalho. - Novissima edição popular e única completa. Rio de Janeiro: Typ. da Escola de Serafim José Alves – Edictor.
  • Abreu, Casimiro J. M. de (1867) As primaveras. - “2.ª ed. (3.ª de Lisboa) accrescentada com novas poesias”; O Camões e o Jáo [p. 195-211] e dois romances em prosa: o juízo crítico de varios escriptores brazileiros e um Prologo por M. Pinheiro Chagas". - Lisboa: Typ. do Panorama. - [PDF] | Reed.: Lisboa: Imp. Joaquim Germano de Sousa Neves, 1871. / 1875. | Reed: Lisboa: Mattos Moreira & Cardoso, 1882. | ... | São Paulo: Livraria Editora Martins; Instituto Nacional do Livro, 1972. - [PDF]
  • Abreu, Casimiro de (1856) Camões e o Jau: cena dramática. Lisboa: Tipografia do Panorama.
  • ABREU, Casimiro de (1855) Camões e o Jáo: scena dramatica / por Casimiro Abreu. – Mss. autographo, assignado pelo poeta e datado de 1.12.1855. – Incompleto, e parece o primeiro esboço da composição. – Em que arquivo se encontra?

 MÚSICA 




 Homenagem a Camões: lamentações de Jau: 
 melodia para piano 
Maria Cornelia de Mello de Castro Pacheco
Lisboa: s.n. [Lith. R. das Flores], 1870.
Na BNP, em Lisboa1 partitura (2 p.) ; 37 cm
[PDF]



 ICONOGRAFIA 





  “Camões na Gruta de Macau”, 1900  
Ilustração de Roque Gameiro & Manuel Macedo
e fotogravura de P. Marinho. 
In: Os Lusíadas / LUiz de camões, "Grande Edição ilustrada",
revista e prefaciada por Sousa Viterbo.
Lisboa: Empreza da História de Portugal Sociedade Editora,1900.








para saber +











Redação: início em 24.08.2026







2026/02/17

Poema a Jau por António Manuel Couto Viana

 

Um poema para Jau

  “Camões na Gruta de Macau”, 1900  
Ilustração de Roque Gameiro & Manuel Macedo
e fotogravura de P. Marinho. 
In: Os Lusíadas / LUiz de camões, "Grande Edição ilustrada",
revista e prefaciada por Sousa Viterbo.
Lisboa: Empreza da História de Portugal Sociedade Editora,1900.


A Jau

Sou a tua presença, aos pés, calada, quieta,
Ó jau, com quem me identifico tanto,
Nesta gruta onde estou e escuto o canto
Das cigarras que é, hoje, a voz do teu poeta.
António sou (tenho o teu nome)
E escravo, também, da poesia.
Para ela é que estendo, em cada dia,
A mão à minha fome.

















Poema datado de 10 jun. 1986
In: Suplemento da Revista Latina, 
Macau, maio de 1991, p. 59


* Viveu dois anos em Macau, entre 1986 e 1988, 

   onde foi docente do Instituto Cultural.




para saber +


No programa "O que é feito de si?"
da RTP 2, 11.06.1992






Redação: 17.02.2026

2023/02/18

Lamento de Luís de Camões na morte de António, seu escravo - poema de Eugénio de Andrade



LAMENTO DE LUÍS DE CAMÕES NA MORTE DE ANTÓNIO, SEU ESCRAVO



Devias estar aqui rente aos meus lábios
para dividir contigo esta amargura
dos meus dias partidos um a um

– eu vi terra limpa no teu rosto,
só no teu rosto e nunca em mais nenhum.


Eugénio de Andrade
27-12-1979


Fonte:
"Escrita da Terra / Epitáfios", in Poesia e Prosa. Vol. I, Lisboa: INCM, 1980.
2.ª ed., Poesia. Porto: Fundação Eugénio de Andrade, 2005, p. 242.

Poema musicado no LP Marginal, Diapasão/Sassetti, 1981.
Música: Luís Cília; Intérprete: Luís Cília com Mário Viegas.



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