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2025/09/19

Exposição bibliográfica e iconográfica "Um clássico popular: Camões nos Açores"




"Um clássico popular: Camões nos Açores"

EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA E ICONOGRÁFICA

Curadoria da 
Professora Doutora Maria do Céu Fraga


30 MAI. a 31 OUT. 2025
No Palácio dos Capitães Generais, Angra do Heroísmo

Organização:

CEHu - Centro de Estudos Humanísticos, Universidade dos Açores 


A colecção camoniana José do Canto

"Pertence à Região Autónoma dos Açores 
uma Camoniana de valor inestimável, 
um acervo de edições e de traduções da obra de Luís de Camões 
que permite refazer a história da recepção do nosso poeta-mor 
desde as primeiras edições do século XVI até ao final do século XIX: 
é a colecção camoniana José do Canto
considerada entre as três mais completas camonianas portuguesas. 

Por outro lado, a presença camoniana é constante na cultura açoriana, 
seja a nível erudito, seja a nível popular. 
Camões, poeta clássico, é de facto popular nos Açores – se fosse necessário prová-lo, 
bastaria lembrar que o episódio da "Ilha dos Amores" 
foi escolhido este ano para tema da mais importante festa do grupo central da Região, 
as "Sanjoaninas"."

Maria do Céu Fraga
Coordenadora científica da Exposição 
"Um Clássico Popular: Camões nos Açores"



Comemorações do V Centenário nos Açores

"A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores promove a exposição “𝗨𝗺 𝗖𝗹𝗮́𝘀𝘀𝗶𝗰𝗼 𝗣𝗼𝗽𝘂𝗹𝗮𝗿: 𝗖𝗮𝗺𝗼̃𝗲𝘀 𝗻𝗼𝘀 𝗔𝗰̧𝗼𝗿𝗲𝘀”, a partir do dia 30 de maio, no Palácio dos Capitães-Generais, em Angra do Heroísmo, por ocasião das comemorações do quinto centenário do nascimento de Luís de Camões.

A mostra, que ficará patente até ao dia 31 de outubro de 2025, tem o propósito de redescobrir Camões e a sua obra, explorando as possíveis ligações desta figura ímpar da literatura portuguesa e mundial à ilha Terceira.

A exposição propõe um percurso pela identidade e memória locais, passando pelas comemorações camonianas de 1880 em Angra do Heroísmo, pela provável passagem de Camões pela Terceira e pela tradição que atribui a esta ilha a inspiração para a Ilha dos Amores, episódio marcante d’Os Lusíadas.

Este percurso parte de dois acervos assinaláveis: a biblioteca camoniana de José do Canto, uma das três mais completas a nível nacional, e a coleção de José Afonso Botelho de Andrade. Ambos os fundos bibliográficos são expostos pela primeira vez na ilha Terceira, e incluem um manuscrito da obra Saudades da Terra, de Gaspar Frutuoso, e uma primeira edição d’Os Lusíadas.

Inserida no Plano Nacional de Celebração dos 500 anos do Nascimento de Camões, esta instalação expositiva é promovida pela Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, em parceria com a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada e com o Centro de Estudos Humanísticos da Universidade dos Açores.

A inauguração da exposição “Um Clássico Popular: Camões nos Açores” tem lugar às 18h30 do dia 30 de maio, no Palácio dos Capitães-Generais, em Angra do Heroísmo. O programa integra uma conferência do Comissário-Geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos do nascimento de Luis de Camões, José Augusto Bernardes, subordinada ao tema “Comemorar Camões... ainda”."
Fonte: Artur Lima | Facebook, 30.05.2025


Fotos fornecidas pela Organização do evento.


para saber +

Luís de Camões 500 | Facebook, 20.05.2025
da Estrutura de Missão para as Comemorações do 
V Centenário do Nascimento de Luís de Camões

no Palácio dos Capitães-Generais
in Jornal Açores 9, 02.06.2025









Redação: 20.05.2024, atualizado em 21.09.2025

2022/10/29

Congresso Os Lusíadas na Escola visa discutir objetivos e procedimentos didáticos em torno da epopeia camoniana



Os Lusíadas na Escola

Congresso

Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz

18 e 19 de novembro de 2022


Organização:
Ana Isabel Sampaio, Fernanda Paula dos Reis Pinheiro, Silvério Palrilha

Comissão Científica:
José Augusto Cardoso Bernardes, Ana Maria Machado, Amélia Correia,
Daniel Joana, João Manuel Tavares da Costa, Maria do Céu Fraga, Rui Afonso Mateus.


Entidades promotoras:
Centro de Estudos Humanísticos da Universidade dos Açores (CEHu)
Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC)

Apoio:
Câmara Municipal da Figueira da Foz
Casino Figueira





Assinalando os 450 anos da publicação de Os Lusíadas, realiza-se um Congresso com o objetivo de discutir objetivos e procedimentos didáticos em torno da epopeia camoniana.

O Congresso realiza-se com três tipos de intervenientes: camonistas com obra ensaística publicada, professores de português do Ensino Básico e Secundário e figuras da sociedade portuguesa ou da criação artística influenciadas pela vida e pela obra de Camões.

Com a duração de 13 horas em regime presencial, a presente ação é acreditada pelo Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua e releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. – Inscrições e mais informação: https://www.cfaebeiramar.pt/formacao.





Exposição camoniana:

Ao longo do Congresso, estará patente uma Exposição iconográfica e bibliográfica sobre a Ilha dos Amores, organizada pela Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, que possui um vasto e rico acervo camoniano.






PROGRAMA

18 de novembro

15 h30-16 h00 Sessão de abertura

16h00 -16h30 Inauguração da Exposição bibliográfica e iconográfica sobre A Ilha dos Amores

16h30 -18h00 Conferência: 
“A inspiração lírica na epopeia de Camões”
Maria do Céu Fraga (CEHu/CLP)

18h00 - 20h00 – Painel 1:
“O que fazer com Os Lusíadas na Escola? (1): 
dificuldades e indicadores de sucesso”
  • “Os Lusíadas nos programas de Português entre 1895 e 1974: encontros e desencontros", João Tavares da Costa (Escola Sec. Santa Comba Dão)
  • “Inês de Castro: a “Pintura que fala": um diálogo interartístico na sala de aula”, Ana Isabel Sampaio (Escola Sec. Pedrógão Grande)
  • "Representações do feminino nas telas de ouro fino e em estilo elevado. Camões e Botticelli: ut pictura poesis (explorando relações da poesia de Camões com a pintura coeva)”, Amélia Correia (Escola Sec. Montemor-o-Velho e FLUC)

19 de novembro


09 h00 -10 h30 – Conferência: 
“Um poema para todos. O lugar das adaptações de Os Lusíadas na escola"
Rui Afonso Mateus (Escola Básica e Sec. Alcains e CLP)


10 h30-11h00 Coffee Break

11h00-13h00 – Painel 2:

O que fazer com Os Lusíadas na Escola? (Il)
  • Os Lusíadas na sala de aula: tensões e perspetivas”, Roberto Mendes (Colégio de São Teotónio)
  • Os Lusíadas para mecânicos: uma epopeia pedagógica?”, Daniel Joana (Escola Profissional de Trancoso)
  • "Ensinar Os Lusíadas na Escola Portuguesa de Moçambique", João Paulo Videira (Escola Portuguesa de Maputo)

13h00 -15h00 Almoço

15h00 -17h45 – Memórias da Escola (quem ensina e quem aprende)

Professores e ex-aluno: 
  • Maria Helena Monteiro (Professora aposentada)
  • João Soares (Professor aposentado)
  • Nuno Camarneiro (Físico e Escritor)

17h45-19h00 – Conferência: 
“Os Lusíadas e a necessidade de acolhimento”
José Augusto Cardoso Bernardes (CLP)

19h00-19h30 – Sessão de Encerramento:
  • Teotónio Cavaco (CFAE Beira Mar, Figueira da Foz)




Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz


2022/10/21

Os Lusíadas na escola e na sociedade, tema de reflexão do Congresso camoniano de Ponta Delgada




Os Lusíadas na escola e na sociedade

Auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada

de 26 a 28 de outubro de 2022


Comissão Organizadora:

Maria do Céu Fraga
Madalena Teixeira Silva
Rui Tavares de Faria


Comissão Científica:

José Augusto Cardoso Bernardes
Maria do Céu Fraga


Assinalando os 450 anos da publicação de Os Lusíadas, o Centro de Estudos Humanísticos da Universidade dos Açores, em parceria com o Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra e a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, organizou este colóquio camoniano que visa “chamar a atenção para a presença constante da epopeia de Camões na sociedade e na escola de Portugal”.

O evento integra investigadores e docentes universitários portugueses, entre os quais se destacam conhecidos camonistas, e está enriquecido pela magnífica exposição “Os Lusíadas nos Açores: 450 anos”, inaugurada a 4 de outubro e que estará aberta ao público até 22 de março de 2023; inclui a encenação do episódio do Velho do Restelo pelos alunos do 12.º J da Escola Secundária Domingos Rebelo e conta ainda com um momento musical com a atuação de elementos do Conservatório Regional de Ponta Delgada.

Através das comunicações proferidas pelos oradores procura-se “fazer o balanço crítico dos estudos camonianos mais recentes e estabelecer as possibilidades da sua repercussão no ensino de Os Lusíadas”. Nesse sentido, para além da sua natureza científica e reflexiva, o Colóquio reveste-se de uma componente didática, estando equiparado a evento de formação contínua creditada para professores da disciplina de Português.



PROGRAMA


26 de outubro / 4.ª feira

  • 16:30 – Sessão de Abertura: “Revisitar Os Lusíadas por mão de Virgílio” – Carlos André.
  • 17:15 – “Leituras de Camões, em dois tempos»” – Rosa Maria Goulart.
  • 17:45 – “A minha descoberta de Os Lusíadas” – João Bosco Mota Amaral.

27 de outubro / 5.ª feira

  • 09:30 – “Ditosa perdição e desconcerto da esperança: figuras míticas na poesia camoniana” – Cristina Pimentel.
  • 10:00 – “Porque quem não sabe arte, não na estima.” Cícero e Camões: o valor das Artes e das Letras e o papel da poesia na imortalidade da obra humana” – Rui Tavares de Faria.

10:30
Visita à Exposição OS LUSÍADAS NOS AÇORES

  • 11:00 – Pausa para conversa e café.
  • 11:30 – Vil metal luzente e louro” – Maria João Ruivo.
  • 12:00 – “Os Lusíadas no quadro de uma nova ecologia do heroísmo” – Graça Meneses.
  • 12:30 – Debate.
13:00 – Almoço.
  • 15:00 – “Os Lusíadas, V: 37-60: descriptio ancilla narrationis?” – Paulo Meneses.
  • 15:30 – “Mitologia: onde n’ Os Lusíadas poesia e ciência se cruzam” – António de Frias Martins.
  • 16:00 – “Deuses e Astros n’Os Lusíadas” – Carlota Simões e Carlos Santos.
16:30 – Pausa para conversa e café.
  • 16:45 – “Os Lusíadas nas bibliotecas: preservação e difusão” – Iva Matos.
  • 17:15 – “A Camoniana de D. Manuel II no Museu-Biblioteca da Casa de Bragança” – Maria de Jesus Monge.
  • 17:45 – “A Camoniana de José do Canto, justa grinalda em louvor do Poeta” – Maria do Céu Fraga.
  • 18:15 – Debate.

28 de outubro / 6.ª feira

  • 09:30 – “Camões aos olhos da contemporaneidade: a leitura de Jorge de Sena” – Ana Cristina Gil.
  • 10:00 – “Os Lusíadas de Camões e Memorial do Convento de Saramago: crónicas do Infortúnio” – Maria João Bettencourt.
10:30 – Pausa para conversa e café.

11:00
Encenação e leitura expressiva do episódio do Velho do Restelo:
Ó GLÓRIA DE MANDAR! Ó VÃ COBIÇA
Alunos do 12.º J da Escola Secundária Domingos Rebelo.

  • 11: 30 – “Os Lusíadas ensinados no país que os viu nascer” – Felipe de Saavedra.
  • 12:00 – “A introdução d’Os Lusíadas e a hermenêutica do poema” – Hélio Alves.
  • 12:30 – Debate .
13:00 – Almoço.
  • 15:00 – «Modelos épicos em contraponto» [online] – Manuel Ferro.
  • 15:30 – “Camões no cânone escolar: Reflexões do Poeta no e Para além do seu tempo” [online] – Amélia Correia.
16:30 – Pausa para conversa e café.
  • 16:45 – “Os Lusíadas: uma missão na era digital?” – João Avelar.
  • 17:15 – Debate
  • 17:45 – Sessão de encerramento: “Escrever (ainda) sobre Os Lusíadas?” – José Augusto Cardoso Bernardes.

Momento Musical: POR MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS
Conservatório Regional de Ponta Delgada.







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