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2025/09/26

O Auto dos Zarolhos, uma peça com música do Maestro António Vitorino D’Almeida e direção artística de Nuno Miguel de Almeida


 “O Auto dos Zarolhos” 

 ópera buffa com um só olho sobre Luís Vaz de Camões

com música do Maestro António Vitorino D’Almeida
direção artística de Nuno Miguel de Almeida
e encenação e libreto de Mário João Alves

Uma produção dos Moços do Coro


28 SET. 2025, domingo | às 18h00
No Ponto C, em Penafiel

27 SET. 2025, sábado | às 18h30 - ESTREIA
No Grande Auditório do Conservatório de Música do Porto
(Alterado: no jardim do Museu Romântico, no Porto)

26 SET. 2025, sexta-feira | às 18h30 - Ensaio geral aberto ao público
no Museu Romântico, com Moços do Coro

Tudo sobre o espetáculo aqui.
Ilustração de João Vaz de Carvalho


Cantores: 

ANDRÉ CRUZ HENRIQUES (Camões), RUTE SIMONE FLORES,
PAULINA SA MACHADO, ANA ISABEL SANTOS (Soldadas), TIAGO SOUSA
(Henrique/Feliseu), CAROLINA DE ANDRADE (Amélia/Brómia), VITOR SOUSA
(Superjogral/Marinheiro), NUNO MENDES (Marinheiro)

Instrumentistas: 

LEONOR MAIA (harpa), RICARDO CARVALHO (flauta transversal), 
JAIME RESENDE (trompa), BERNARDO PINHAL (piano),
MARCELO PINHO (percussão)


  Sobre a ópera "Auto dos Zarolhos" na Praça da Alegria  
programa da RTP, 23.09.2025
No Youtube, vídeo, 9:49
"Ópera buffa de marionetas com um só olho 
sobre a vida e obra de Luís Vaz de Camões"

🎶

"Camões está a chegar. E vem a cantar!"

"Libertado há pouco tempo, Camões encontra-se num espaço lúgubre, algures em Lisboa, a ensaiar com alguns amigos, atores amadores, o seu "Auto dos Anfitriões".

O texto ainda está por editar, mas ele procura ouvi-lo, mostrá-lo, embora os ensaios o comecem a desmotivar. Deparando-se com a fraca oralidade dos seus atores começa a imaginar a sua peça cantada e não falada. 

Durante a pausa para almoço, Camões fica sozinho e canta na sua ária, as delícias desse teatro cantado, ainda não inventado, mas do qual sente a sua lírica tão próxima. 

Porém, é o épico que não tarda. Chegados das Índias, João e Bartolomeu, seus velhos amigos, vêm ao seu encontro. Durante o reencontro contam-lhe das penas e sofrimentos da viagem mas também das maravilhas daquelas paragens. Do quanto se sentem transformados, nomeadamente, de como se tornaram, também eles, zarolhos. 

É nesse momento que se apresentam três mulheres-soldado enviadas para prender o poeta. Vêm buscá-lo para o seu desterro. Após uma primeira tentativa de se esconder, decide render-se. Afinal, trata-se de três belas ninfas (sábia estratégia judicial) e de uma viagem que, pelas descrições dos seus amigos, arrancarão dele, certamente, o mais glorioso alento épico."
Mário João Alves
autor do libreto

"O Auto dos Zarolhos, mais do que uma ópera buffa onde se reúnem cantores e marionetas, é uma celebração cómica e poética dos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. 

Com música inédita de António Vitorino d'Almeida, libreto e encenação de Mário João Alves e Direção Artística de Nuno Miguel de Almeida, "O Auto dos Zarolhos* estreia em setembro de 2025 interpretado pelo ensemble Moços do Coro, cujos cantores dão vida a marionetas da companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora."

O AUTO DOS ZAROLHOS
in Sinopse do dossiê de imprensa


  1. Os autores. O Maestro António Vitorino D’Almeida, o encenador Mário João Alves e o diretor artístico Nuno Miguel de Almeida. - Imagem no Facebook da Black Dress - Produtora Cultural.
  2. Representação cantada. Momento da pré-estreia, aberta ao público no jardim do Museu Romântico do Porto. - Foto na página do Auto no Facebook, 1.10.2025.
  3. Música. Momento da pré-estreia, aberta ao público no jardim do Museu Romântico do Porto. - Foto na página do Auto no Facebook, 1.10.2025.
  4. O teatro de marionetas. Momento da pré-estreia, aberta ao público no jardim do Museu Romântico do Porto. - Foto na página do Auto no Facebook, 1.10.2025.
  5. Cartaz de “O Auto dos Zarolhos: ópera buffa com um só olho sobre Luís Vaz de Camões, com música do Maestro António Vitorino D’Almeida, direção artística de Nuno Miguel de Almeida.

para saber +






FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Direção artística: 
NUNO MIGUEL DE ALMEIDA

Composição: 
ANTÓNIO VICTORINO D'ALMEIDA

Encenação e libreto: 
MÁRIO JOÃO ALVES

Interpretação e músicos: 
MOÇOS DO CORO

cantores: 
ANDRÉ CRUZ HENRIQUES (Camões), RUTE SIMONE FLORES,
PAULINA SA MACHADO, ANA ISABEL SANTOS (Soldadas), TIAGO SOUSA
(Henrique/Feliseu), CAROLINA DE ANDRADE (Amélia/Brómia), VITOR SOUSA
(Superjogral/Marinheiro), NUNO MENDES (Marinheiro)

instrumentistas: 
LEONOR MAIA (harpa), RICARDO CARVALHO (flauta transversal), 
JAIME RESENDE (trompa), BERNARDO PINHAL (piano),
MARCELO PINHO (percussão)

Marionetas, cenografia: 
TEATRO E MARIONETAS DE MANDRÁGORA (enVide neFelibata, Joaquim de Sousa)
Formação de manipulação: FILIPA MESQUITA, CLARA RIBEIRO

Pintura e cenografia: 
Migvel Tepes

Figurinos, cenografia: PATRÍCIA COSTA
Apoio à cenografia, adereços e figurinos: SOFIA FERNANDES

Costura: Alice Mendes | Caracterização: Maria Inês Campos

Técnico de Luz: RUI NUNO DE ALMEIDA

Produção: 
MOÇOS DO CORO, BLACK DRESS - PRODUTORA CULTURAL

Fotografia: FERNANDO FERNANDES

Vídeo: MIGUEL MADURO DIAS, CLÁUDIO CARVALHO - CREATIVE SOLUTIONS

Assessoria de imprensa: FILIPA GUIMARÃES
Social Media Manager: RUTE SIMONE FLORES

Ilustração: JOÃO VAZ DE CARVALHO
Design: JOANA COSTA

Apoios: 
REPÚBLICA PORTUGUESA - CULTURA, JUVENTUDE E DESPORTO /
DIREÇÃO-GERAL DAS ARTES, CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO, 
MUSEU E BIBLIOTECAS DO PORTO, 
ÁGORA, PONTO C, 
TEATRO E MARIONETAS DE MANDRÁGORA, 
CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO, 
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FONTES PEREIRA DE MELO
Apoio à comunicação: ANTENA 2
Agradecimentos: ACADEMIA DE MÚSICA DE SÃO JOÃO DA MADEIRA






Redação: 2.10.2025

2025/05/26

"Amor é um fogo que arde sem se ver...", a peça de teatro de Maria do Céu Guerra e Helder Costa


"Amor é um fogo que arde sem se ver..."

ESPETÁCULO TEATRAL

de Maria do Céu Guerra e Helder Mateus da Costa

Direção musical e música original de
Maestro António Vitorino D'Almeida


ELENCO:

Maria do Céu Guerra,
Adérito Lopes, Beatriz Dinis e Silva, 
Érica Galiza, Gil Filipe, Luís Ilunga, 
Manuel Petiz, Maria Baltazar, Manuel Petiz
Rita Mendes Nunes, Samuel Moura, Sérgio Moras, 
Teresa Mello Sampayo, Vasco Lello, Maria Baltazar


Assistência de encenação: Gil Filipe
Produção: Inês Costa
Apoio à produção: Gil Filipe, Manuel Petiz, e Teresa Mello Sampayo

Cenografia: A Barraca
Concepção de vídeo: André Letria
Desenho de luz: Vasco Letria
Operação de luz: Ruy Santos
Operação de som e vídeo:  João Pessegueiro

Guarda-Roupa: Mestra Alda Cabrita
Adereços: Tina Simões

Design gráfico: Inês Costa
Cartaz e Telão: Luis Henriques
Fotografia: Ricardo Rodrigues








Bilhetes em

e na bilheteira do Teatro Variedades
 (2ª feira a sábado, das 17h às 20h; domingo, das 13h às 16h).

Contactos da bilheteira: 
+ 351 210523631 | + 351 210523632




AGENDA

A não perder!



2025


JUNHO
Mês de Lisboa, mês de Camões


3 jun. 2025 | às 15.00h e às 21h00
No Auditório Camões na Escola Secundária de Luís de Camões
RESERVAS AQUI: bilheteira@abarraca.pt

7, 8, 9 e 10 JUN. 2025 | às 10 21h00 | No Teatro Cinearte
(Reservas limitadas à lotação da sala)
RESERVAS AQUI (Bilheteira online)

"A Barraca associa-se às Festas de Lisboa 
e celebra a Cidade e a Língua Portuguesa durante o Mês de Junho 
com a oferta aos lisboetas de 6 Sessões com entrada livre 
para o seu espectáculo criado propositadamente para as 
Celebrações do V Centenário do Nascimento de Camões."



MARÇO

27 mar. 2025 | Figueira da Foz

23 mar. 2025 | 17h00 | Na Casa da Criatividade, em São João da Madeira

13, 14, 15, 16 mar. 2015 | No Teatro Variedades, Parque Mayer, em Lisboa.
Especialmente para estudantes.
- 13 mar. (quinta-feira) | às 20h
- 14 mar. (sexta-feira) | às 21h
- 15 mar. (sábado) | às 21h
- 16 mar. (domingo) | às 16h

9 mar. 2025, domingo | 16h00 -18h00 | No Teatro Cinearte, em Lisboa.

2 mar. 2025, domingo | 16:00-18:00 | No Teatro Cinearte, em Lisboa.

FEVEREIRO

23 fev. 2025, domingo | 16:00-18:00 | No Teatro Cinearte, em Lisboa.

16 fev. 2025, domingo | 16:00-18:00 | No Teatro Cinearte, em Lisboa.


JANEIRO

19 JAN. 2025, domingo | às 16:00
No TEC - Teatro Experimental de Cascais

17 e 18 JAN. 2025, sexta e sábado | às 21:00
No TEC - Teatro Experimental de Cascais


2024

DEZEMBRO

1 DEZ. 2024, domingo | às 17h00h | No pequeno auditório do CCB


NOVEMBRO

30 NOV. 2024, sábado | 19h00h | No pequeno auditório do CCB

29 NOV. 2024, sexta-feira | 20h00h | No pequeno auditório do Centro Cultural de Belém (CCB)

21 NOV. 2024 | Centro cultural das Caldas da Rainha
2 sessões: a sessão da tarde, para alunos do IPL - Instituto Politécnico de Leiria
a sessão da noite, para o público em geral.

15,16,17 NOV. 2024 | às 21.00h e 16.00h | Teatroesfera Queluz

2 NOV. 2024 | às 19h30h  | Aud. Carla Torres, no Acert Tondela


OUTUBRO

26 OUT. 2024 | às 21h30 | Aud. Duval Pestana, no Centro cultural de Lagos

3 OUT. 2024 | às 15h00 e às 21h00 | Teatro Lethes, em Faro

6 SET. 2024 | 21h30 | ESTREIA: Festa do Avante, em Almada






Amor é um fogo que arde sem se ver, porquê?

"Um espectáculo do género histórico/poético, não pode transportar cargas poeirentas e ultrapassadas. Homenagear os clássicos é modernizá-los e torná-los acessíveis ao público dos nossos dias. É nessa dificuldade que consiste o prazer de conseguir demonstrar que as histórias antigas têm a ver com o sempre constante e irregular comportamento humano. 

Camões é um dos símbolos mais importantes do nosso século de oiro, o século XVI. E é um testemunho vivo do intelectual moderno e progressista na linha de Erasmo e Tomas More, seus contemporâneos. Através dos séculos foi sempre referido como um patriota pelos liberais e Republicanos, e também utilizado pelas famílias mais reaccionárias (descendentes dos mesmos que sempre o perseguiram e lhe negaram qualquer apoio e protecção económica).

Por isso, era necessário fazer uma “operação de limpeza” ao nosso Camões e mostrá-lo em toda a sua grandeza e independência. Para exemplo aos jovens e intelectuais dos nossos dias.

Não é minha intenção propor um novo olhar para o ícone Camões e para o período das grandes
navegações portuguesas, mas é preciso conhecer todas as realidades que eram sonegadas e ocultadas. Na linha de Gil Vicente, Fernão Mendes Pinto, Damião de Góis e Chiado que denunciaram nessa mesma época que esse período áureo se devia ao trabalho de cientistas e ao povo que era arrastado para as naus. E que Descobrimento foi frequentemente sinónimo de roubo e massacres a nível Universal. A História não se pode corrigir, mas eu só posso gostar do meu país (ou de qualquer outro) se conhecer os lados positivos e os condenáveis.

Mas, também muito importante e interessante, é pensar que esse importante texto épico – além de oferecer aos navegadores portugueses o Amor como prémio na Ilha dos Amores, também é a grande aventura da língua portuguesa."

Hélder Mateus da Costa
Autor/encenador




Luís Vaz, o navegador da Língua Portuguesa

"Amor é um fogo que arde sem se ver (2024) conta a viagem de Luís Vaz, o navegador da Língua Portuguesa, transportando memórias de amores e desamores, muitas perdas e maus tratos e prisões operados em sigilosos conluios por muitos inimigos seus contemporâneos.

Tempo de disputas, glórias e intrigas, os perigos da inquisição ameaçaram sempre um dos homens mais livres do seu tempo e sem dúvida o seu maior poeta. Depois de aventuras e desventuras que lhe vão acontecendo na sua pátria vai de viagem na rota de Gama. E consigo leva a Língua Portuguesa, ainda em construção.

Olhado como um texto épico Os Lusíadas são também o grande relato da aventura da língua portuguesa que nessa obra/ viagem se comemora e consagra.

Perseguindo sempre a aventura mais arriscada, seja ela o amor, a viagem ou a poesia, na Índia
conhece Garcia d’Orta, Diogo do Couto, apaixona-se, conhece Macau conhece a Ilha de Moçambique, Dinamene. Num naufrágio perde a amada e salva a nado o poema ao qual já dedicara anos de vida.

17 anos passados sobre a partida para a India, regressa à pátria. Sempre mais rico, sempre mais pobre, quase sempre só. Traz consigo apenas o escravo Jau que o acompanhará até ao fim.

Não sabemos quem morreu primeiro, são ambos eternos.

Em Portugal apresenta os Lusíadas ao censor do Santo Ofício, embora com cenas eliminadas a obra é autorizada. A sua visão da” máquina do mundo” não é aceite e a cena da ilha dos amores é quase truncada. O passo seguinte é mostrá-la a Dom Sebastião. O rei gosta dos Lusíadas e aprova a concessão de uma tença de sobrevivência ao poeta. Não fosse a doença as coisas pareciam começar a correr melhor ao poeta e a vida começava a passar.

Tempo último…

Camões vai a Belem ver sair os barcos para Alcácer-Quibir. Ele está no em Portugal, está perto do Desastre. Juntam-se as duas sortes. Regresso a casa… Camões é apoiado pelo escravo Jau que lhe dá de comer e o acompanha. E o poeta do amor, tal como os marinheiros do Gama passa à eternidade embalado pela música do mar e das ninfas da ilha dos amores.

Momento feliz em… O reencontro com a beleza acompanha o regresso do poeta à sua ilha recuperada numa invocação da paz a que todos aspiramos."
Maria do Céu Guerra




in A BARRACA Teatro | Facebook, 23.10.2024



Opiniões do Público:

«Que noite fantástica. Que peça. Que elenco. Que interpretação. 
Que desempenho. Que discurso da Maria do Céu. 
Que dia, celebrado à noite, a honrar o Teatro, e a fazer jus a uma arte 
que precisa que a tutela ajude a sobreviver, 
mas que mesmo com falta de apoios, torna possível uma noite 
que ficará gravada na memória, na minha pelo menos, para sempre.
Obrigado a todos. Viva o Teatro!»
António Pedro Carreira

«Que óptima maneira de ter passado o final do dia mundial do teatro. 
Peça muito boa, com excelentes desempenhos. 
Que privilégio, o de poder usufruir de bom Teatro. 
Parabéns a todos os intervenientes. De pé, os meus aplausos.
Viva o Teatro!!!»
Leontina Lomba

«Nem sei quantas vezes vi esta peça, e vê-la-ia de novo. 
Muito bem adaptada e representada.»
Maria do Rosário Castro Pinto

«Muito bom!! Que boas gargalhadas
A desejar que volte a ficar em cena »
Célia Rodrigues

“Recomendo vivamente, adorei. 
Vi hoje no CCCaldas da Rainha. 
Parabéns a todos os actores e excelente equipa.”
Maria João

“Espantoso movimento, dançar, cantar, adereços, luz. 
Um Camões muitíssimo bem esgalhado. Não Percam.”
Clarinda Nogueira

"Vi em Tondela na ACERT... excelente... 
e enorme privilégio de ver a Maria do Céu Guerra em cena!"
Carla Viegas

“Parabéns a todos os atores envolvidos, vi na Festa do avante e adorei!”
Adília Candeias

"Vi no Teatrosfera, e gostei imenso. 
Quem ainda não viu, não deve perder."
Dinis Evangelista

“Irei ao CCB. Gosto de (bom) Teatro. Sei que não ficarei desiludida.”
Leontina Lomba

“Excelente! Vi em Tondela. 
Muitos parabéns pelo excelente trabalho.”
Tatiana Guedes da Fonseca

“Vi nas Caldas da Raínha. 
Imperdível! Veria de novo.”
Maria Adão

“Incrível!!! Amor é fogo que arde sem se ver. Lindo de mais. parabéns.”
Graça Campos

“Gostei muito. Estive no Teatro Lethes em Faro.”
Clarisse Rebelo

“Vi no CCB, adorei! 
Encenação espectacular! 
Texto e interpretações fantásticas! 
Um momento de grande emoção: a entrada em cena da Maria do Céu Guerra! 
Uma alma de palco, chega e está presente! Arrebata! Encheu-me o coração de emoção! 
Se gostam de teatro, não percam!”
Eugénia Luís

“Já fui ver no CCB e gostei muito e aprendi alguns factos da nossa literatura, 
quem era Chiado e embora soubesse quem era Garcia de Orta, 
não sabia que a inquisição o tinha mandado matar. 
É um espetáculo muito bom, 
deveria ser visto pelos nossos jovens que estão a sofrer de Alzheimer precoce.
Gostei muito de ver a D.Maria do Céu Guerra ao vivo.”
Filomena Bento

“Vi hoje em Santos e gostei muito, muito! 
É sempre emocionante ver a Maria do Céu Guerra . 
Foi muito forte... Se o tempo me ajudar repetirei”
José Ribeiro Marto

“Tive o privilégio de ver. Aconselho. Muito, muito bom. 
Atores, tema e conhecimento. 
Sou daquelas que nunca gostei da leitura dos Lusíadas
Com este espetáculo, comecei a melhor entender.”
Rosa Maria Pereira

“Muito bom. Muito talento. Parabéns”
Margarida Dias da Silva

“Foi maravilhoso! Actores com um talento imenso!”
Miguel Môsca Antunes

“Gostei imenso. Parabéns.”
Mário Maria José Mateus

“Muito bom.
Bom gosto e sensibilidade nas escolhas. 
Qualidade em tudo: música, cenografia, 
interpretação dos atores (de todos, mas em particular de Adérito Lopes), 
texto e intertextos, criando um todo muito agradável, rico e instrutivo, 
por vezes cómico, outras vezes verdadeiramente comovente.
Um outro olhar sobre a epopeia, mas sem excessos e radicalismos 
e, principalmente, sem deixar de a valorizar, na forma e no conteúdo, 
e aos seus protagonistas, entre todos, o próprio Camões.
Uma homenagem digna ao Poeta em ano de celebração.
Recomendo muito, em particular ... a jovens do 9°ano. 😉
Parabéns a toda a equipa de "A Barraca"!
"Irás ao Paço. Irás pedir que a tença/ Seja paga na data combinada".
Neti Lemos

“Excelente! Vi em Tondela. 
Muitos parabéns pelo excelente trabalho!”
Tatiana Guedes da Fonseca

“Muito bom! Vi no Teatroesfera.”
Margarida Claro

“Parabéns ao grande teatro "A Barraca" um beijinho à magistral Maria do Céu Guerra e, um grande abraço ao Hélder Costa pelo seu excelente trabalho no seio desse mesmo grupo.”
Alberto Sérgio.

“Tive o privilégio de vos ver. Bravo. A peça foi lindíssima. Viva o teatro e Viva as artes.”
João Freire

Fonte:
A BARRACA Teatro | Facebook, 9.03.2025



para saber +


A BARRACA Teatro | Site oficial


in CH Magazine, 22.11.2024





Redação: 23.11.2024, atualizado em 9.03.2025.

2024/10/16

“Que farei com este livro?” de José Saramago levado à cena pelo ATEF

"CAMÕES, as armas e os barões assinalados"

TEF COMPANHIA DE TEATRO


um texto de José Saramago,
com dramaturgia e encenação de António Plácido



16 a 18 OUT. 2024

No CCIF - Centro Cultural e de Investigação do Funchal

Duração: ± 90 minutos



Organização:


Criação com apoio da CCIF | Câmara Municipal do Funchal










CALENDÁRIO DE EXIBIÇÕES:


16 a 19 outubro 2024 (1ª fase)

CCIF / Matadouro

16 OUT. 2024, 4ª feira | 15h00 - Ante Estreia 1
17 OUT. 2024, 5ª feira | 11h00 - Ante Estreia 2
18 OUT. 2024, 6ª feira | 21h00 - Estreia
19 OUT. 2024, sábado | 21h00


29 JAN.  a 1 FEV. 2025 (2ª fase)

CTSA (Cine Teatro de Santo António)

29 JAN. 2025, 4ª feira | 11h00 e 15h00
30 JAN. 2025, 5ª feira | 11h00 e 15h00
31 JAN. 2025, 6ª feira | 15h00 e 21h00
01 FEV. 2025, sábado | 21h00


Reservas:
+351 933 369 136 | reservas@atef.pt







Entrevista a António Plácido, encenador do TEF Companhia de Teatro
in programa "Madeira Viva" na RTP Madeira, 4.10.2024


MENSAGEM DO ENCENADOR | In página da ATEF


TEF a comemorar os 500 anos do nascimento de Camões


Que farei com este livro?, pergunta-se Camões, segundo José Saramago, ao contemplar o seu poema Os Lusíadas por fim impresso. Foi esta a pergunta que induziu José Saramago a escrever uma peça de Teatro cuja ação decorre em Almeirim e Lisboa, quando da chegada de Luís de Camões a Lisboa, vindo da Índia e Moçambique, no ato de tentar a publicação da primeira edição da sua obra. 

No meio de personagens históricas figuram outras, nascidas da imaginação do escritor, todas em torno da edição de Os Lusíadas. “Se eu fosse esmolar pelas ruas e praças talvez me dessem dinheiro para comer. Mas não mo dariam se eu dissesse que o destinava a pagar ao livreiro que me imprimisse o livro”. Será necessário ler este livro para saber se foi Camões ou Saramago quem assim falou.

Em Que farei com este livro?, José Saramago retoma a história cultural de Portugal para retratar, com base em fontes historiográficas, o que acontecia na época conhecida como Classicismo. Com uma fina ironia, o Nobel português critica aqui o comportamento da Corte e da Igreja em relação à publicação de Os Lusíadas de Luís de Camões.

Que farei com este livro? é a segunda peça para teatro de José Saramago que transforma o poeta Luís de Camões em personagem retornado das Índias, no período entre 1570 e 1572, o qual tenta negociar a publicação da sua obra.

Estreada em 1980, na época um grande êxito junto do público, a crítica tem considerado esta obra como uma homenagem a Camões, na medida em que nela se dramatiza toda a problemática ligada à publicação da maior obra épica em língua portuguesa: o desinteresse do rei e da corte, a difícil situação económica do poeta e de sua mãe, a relação de Camões com o impressor, a Inquisição."

In ATEF



"O processo de um artista (Luis Vaz de Camões) no reconhecimento e publicação da sua obra (Os Lusíadas), enfrentando a sociedade e o poder de decisão da época. Quinhentos anos passados, a saga de muitos artistas continua, hoje sob um jugo fortemente  populista que diz apoiar os artistas na sua condição profissional."
ATEF | Facebook, 3.10.2024





FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA:

PERSONAGENS - INTÉRPRETES:
Cardeal D. Henrique (tio-avô de D. Sebastião, Inquisidor mor): Eduardo Luiz
Catarina de Áustria (avó de D. Sebastião): Márcia Rodrigues
Ana de Sá (mãe de Camões): Ester Vieira
Diogo do Couto (historiador, amigo de Camões): Xavier Miguel
Luís de Camões: Pedro Monteiro
Miguel Dias (colega de Camões / U. Coimbra): Marcos de Góis
Martim da Câmara (secretario do rei D. Sebastião): Luciano Moniz
Rei D. Sebastião: Salvador Andrade
Frade (jesuíta): Marco Vieira
Nobre 1: Francisco Côrte
Nobre 2: João Temes
Francisca de Aragão (aia da corte, antiga namorada de Camões): Sara Cíntia
Conde da Vidigueira (neto de Vasco da Gama, vice-rei da Índia): Pedro Pisco
Condessa da Vidigueira / Maria de Ataíde: Mary Abreu
Aia da condessa da Vidigueira: Marta Faria
Frei Manuel Encarnação (jesuíta): Luciano Moniz
Damião de Góis (diretor da Torre do Tombo, tio-avô de Camões): Duarte Rodrigues
Frei Bartolomeu Ferreira (jesuíta Inquisidor): Marcos de Góis
António Gonçalves (tipógrafo da 1ª impressão de Os Lusíadas): Pedro Pisco


Direção de Cena: Luís Melim
Cenografia, figurinos e adereços: Margarida Lemos Gomes e São Gonçalves

Este criação inclui elementos de cenário e figurinos patrimoniais do 
OFICINA VERSUS TEATRO, conceção de Duarte Rodrigues.

Assistência ao Guarda-Roupa: Luís Melim e Ester Vieira
Costura: Teresa Neves e Susana Caires | Manutenção de Guarda Roupa : Salete Silva

Contrarregra: Francisco Côrte, João Temes, Luciano Moniz, Luís Melim e Marco Vieira

Composição e Execução Musical: Marta Faria (piano e voz) e Slobodan Sarcevic
Gravação, Masterização e construção de Banda Sonora: Luís Calhanas

Desenho e Montagem de Luz: António Freitas
Assistência Técnica: Luís Melim
Operação de Luz: Deltasom e Luís Melim
Operação de Som e Imagem: Deltasom e Diogo Brazão
Carpintaria de Cena e transporte de materiais: Anastácio Santo e CMF

Imagem de Cartaz: Isabel Parker
Design gráfico e comunicação: Filipe Gomes | oneline design

Redação e Revisão de Conteúdos: Ester Vieira e Susana Capitão

Video clip promocional: Diogo Brazão
Gravação e Edição - vídeo de espetáculo: Eduardo Costa Produções

Produção Executiva: António Plácido e Ester Vieira
Assistente de Produção: Luís Melim e Susana Capitão

Promoção e Divulgação: António Plácido, Ester Vieira, Filipe Gomes | oneline e Jessica Jedid

Apoio Administrativo e bilheteira: Janete Capitão
Frente Casa: Susana Capitão
Agradecimento, Laura Gonçalves











  1. A equipa ATEF. - Foto por Diogo Brazão, no Facebook, 1.10.2024.
  2. O ator Pedro Monteiro como Luís Vaz de Camões. - Foto do ensaio da peça por Diogo Brazão.
  3. Ensaio de cena com os atores Pedro Monteiro como Luís de Camões e Sara Cíntia como Francisca de Aragão. - Foto por Diogo Brazão , no Facebook.
  4. Cartaz do espetáculo por Isabel Parker.







para saber +


ATEF | Facebook

ATEF Companhia de Teatro | Canal do Youtube
 











Redação: 9.10.2024

2024/06/07

Lusíadas?, uma peça hilariante e indicada para todas as idades que é levada à cena pelo TAP


"Lusíadas?"

500 anos do nascimento de Luís de Camões

COMÈDIA

JUN. 2024


Com encenação de Luís Catarro











Próximas exibições:

8 JUN., sábado | às 21h30
no Auditório da Municipal de Castanheira de Pera

16 JUN., domingo| às 16h00
na Associação Recreativa e Musical de Carvalhal de Azóia (Soure)

29 JUN., sábado | às 21h30
na Associação Desportiva e Cultural dos Redondos e Carregueiro - Aldeia dos Redondos (Pombal)





Sinopse: 

"Os Lusíadas, a grandiosa obra épica que relata os feitos heroicos dos Portugueses.
Vale sempre a pena relembrar as imortais palavras de Luís Vaz de Camões:

“As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do…”

… hum… se calhar… isto é um pouco aborrecido!..."


A peça foi criada pelo grupo em 2017, 
tendo sido levada à cena várias vezes desde então e até à atualidade.

Classificação etária: M/6 | Duração: 50 minutos









Ficha técnica e artística:

Adaptação livre de Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões

Encenação: Luís “Vaz de” Catarro
Assistente de encenação: Joana “Vaz de” Ferreira

Elenco:
 Carla “Vaz de” Ribeiro, Daniela “Vaz de” Gaspar, Gabriel “Vaz de“ Bonifácio,
Humberto “Vaz de” Pinto, Patrícia “Vaz de” Rolo, 
Joana “Vaz de” Mendes e Paulo “Vaz de” Rodrigues

Figurinos: Elsa “Vaz de” Silva
Desenho de luz: João “Vaz de” Alegrete

Cenografia: 
Gabriel “Vaz de“ Bonifácio, Gustavo “Vaz de“ Medeiros, 
Joana “Vaz de” Ferreira e Luís “Vaz de“ Catarro

Produção: Joana “Vaz de” Mendes










1. - Cartaz com a agenda de exibições do espetáculo do TAP, assinalando os 500 anos do nascimento de Luís de Camões.
2. - Cartaz do Ciclo de Teatro Mise en Scène, dinamizado pelo Município de Pampilhosa da Serra, com exibição da comédia Lusíadas? pelo grupo TAP na Freguesia de Cabril, em 21.05.2023.

3. | 4. | 5. - Momentos da atuação do TAP na peça Lusíadas? | in Facebook.




para saber +















Redação: 21.05.2023, atualização 7.06.2024

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