Pesquisar na e-CAM:

Mostrar mensagens com a etiqueta Traduções. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Traduções. Mostrar todas as mensagens

2026/06/14

CAMONISTA - Rita Marnoto










Rita Marnoto 
Professora, investigadora, camonista
*
Rita Maria da Silva Marnoto é Professora da Faculdade de Letras da Univ. de Coimbra, Vice-Diretora do Centre International d’Études Portugaises de Genève (CIEPG) e membro da Academia das Ciências de Lisboa.
No âmbito dos Estudos Camonianos, publicou numerosos trabalhos, alguns dos quais reunidos em
Sete ensaios camonianos (2007), coordenou o projecto Comentário a Camões, do qual resultaram quatro volumes (2012-2016), e publicou a obra O petrarquismo português do Cancioneiro geral a Camões (2015). Assinalando os 450 da publicação de Os Lusíadas, publicou a "edição crítica da princeps", em 2 volumes (CIEPG, 2022). 




Rubrica da UC, vídeo no Youtube (clique no título).

CAMONIANA

  • (1994) O petrarquismo português do renascimento e do maneirismo. – Tese dout. Lit. Italiana, UC, 1994. – 856, [4] p. : il. (30 cm); bibl., p. 717-823. – Ed. em livro: v. MARNOTO 1997. V. também MARNOTO 2015.
  • (1994) Ramalhete poético do parnaso italiano: língua portuguesa como arauto da poesia italiana na América do Sul, in Il Portogallo e i mari: un incontro tra culture. Napoli: Liguori, 241-260.
  • (1995) Dois sonetos de D. Tomás de Noronha no Cancioneiro Manuel de Faria, rev. Biblos, S.l., n.º 71 (1995), 117-128. – Há sep.
  • (1997) Camões, Laura e a bárbora escrava, Máthesis, Viseu: Univ. Católica Port., n.º 6 (1997), 77-103. – Há sep.
  • (1997) O Petrarquismo português do Renascimento e do Maneirismo. Coimbra: Acta Universitatis. – _ Publicação da tese de dout., v. MARNOTO 1994.
  • (1998) Da Arcadia a Sôbolos Rios. – [Comunicação, Oxford, 1996], in Actas do Quinto Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas. Coimbra: s.n., 1023-1044. – Há sep.
  • (2001) Camões: a ordem dos clássicos e o ruído de fundo, Aprendizagem – desenvolvimento, Lisboa, V. 10, n.º 39-40 (2001), 145-156. – Há sep.
  • (2003) “Spero trovar pietà, nonché perdono”: tradução e imitação no lirismo português do século XVI, Critica del testo, 6/2 (2003), 837-851. – Há sep.
  • (2003) A ambivalência da mimicry : leituras da "Bárbora escrava" = The ambivalence of mimicry: eadings on “Bárbora escrava”, Camoniana, São Paulo, 3.ª série, n.º 14 (2003), 169-184. – Há sep.
  • (2004) Caminhos da italianística em Portugal. Coord. Rita Marnoto. Coimbra: Instituto de Estudos Italianos da FLUC. – 75, 2 p. (21 cm).
  • (2004) Dove Petrarcha scrisi, Loco beato: Petrarchismo transculturale: il Portogallo del Cinquecento nelle rotte oceaniche, L’Erasmo, Milano, n.º 22 (2004), 54-60. – Há sep.
  • (2004) Leonardo express. Ceserani et al.; coord. Rita Marnoto. Coimbra: Instituto de Estudos Italianos - FLUC. – 144, 1 p.; il. (21 cm).
  • (2004) O “livro de poesia”: o cancioneiro petrarquista e a edição das Obras de Sá de Miranda de 1595, Revista Portuguesa de História do Livro e da Edição, vol. 8, n.º 15 (2004), 105-138. – Há sep.
  • (2005) Petrarca: 700 anos. Coord. Rita Marnoto; trad. Giulio Ferroni et al.. Coimbra: Univ. – 544, 2 p.; il. (21 cm).







  Sete ensaios camonianos

  de Rita Marnoto

  Coimbra: CIEC, 2007. 

  – 264, 2 p.; il. (24 cm)

  Col. Estudos Camonianos, 3.





  • (2011) Petrarquismo, verbete, in Dicionário de Luís de Camões. Ed. Vítor Aguiar e Silva, Lisboa: Caminho, 670-679.




Cinco ensaios circum-camonianos


Maria Luisa Meneghetti, 
Cesare Segre, 
Giuseppe Tavani; 
coord. e trad. de Rita Marnoto. 

Coimbra: CIEC, 2012.









  • (2012) Comentário a Camões. Vol. 1 – Sonetos. Coord. Rita Marnoto. Coimbra: CIEC; Lisboa: Cotovia. – Com comentários aos sonetos camonianos: “Eu cantarei de amor tão docemente” por Maurizio Perugi; “Tanto de mau estado me acho incerto” por Rita Marnoto; “Amor é um fogo que arde sem se ver” por Rita Marnoto; “Se as penas com que amor tão mal me trata” por Roberto Gigliucci; “Transforma-se o amador na cousa amada” por Barbara Spiaggiari. – 254, 1 p. (21 cm).

  • (2012) Comentário a Camões. Vol. 2 – Sonetos. Coord. Rita Marnoto. Coimbra: CIEC; Lisboa: Cotovia. – Com comentários aos sonetos camonianos: “Amor que o gesto humano n’alma escreve” por Maurizio Perugi; “Seguia aquele fogo, que o guiava” por Clelia Bettini; “Amor, co a esperança já perdida” por Marimilda Rosa Vitali; “Cara minha inimiga, em cuja mão” por Maurizio Perugi. – 165, 2 p. (21 cm).


  • (2012) Entre Cloud gate e Il cortegiano. Portugal no espelho de Castiglione, in Uma coisa na ordem das coisas: estudos para Ofélia de Paiva Monteiro. Coord. Carlos Reis, José Augusto Cardoso Bernardes, Maria Helena Santana. Coimbra: IUC, 643-659.
  • (2014) Sobre o lirismo português do século XVI e a retórica, in Matrizes clássicas da literatura portuguesa: uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade. Coord. cient. Paula Morão, Cristina Pimentel. Lisboa: Campo da Comunicação, 129-140.
  • (2015) A canção à Virgem na literatura portuguesa do século XVI, Quaderns d’Italià, n.º 20 –  Petrarca y el humanismo en la península Ibérica : Petrarca e l’Umanesimo nella Penisola Iberica (2015), 155-173.






O petrarquismo português do Cancioneiro Geral a Camões

de Rita Marnoto

Rev. de textos Carlos Marques
Lisboa: INCM, 2015. – 711, [22] p.





  • (2015) O poema de Camões entre Europa e Oceano, in Sudi (e testi) italiani, Roma: Sapienza Università, n.º 34 – Epica e oceano (secondo semestre 2014), a curi di Roberto Gigliucci. Roma: Bulzoni, 123-132. – Há versão digital.






Os Lusíadas / de Luís de Camões

“Edição diplomática que toma por base o exemplar da edição princeps, impressa em Lisboa por António Gonçalves em 1572, conservado na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra”. 

Coord. António Olaio; design gráfico de João Bicker / FBA; estabelecimento de texto Rita Marnoto. 

Coimbra: Almedina - CA-UC, 2016.






Os Lusíadas / Luís de Camões
Edição ilustrada para a BIG 2021

Texto fixado para a ortografia atual e com introdução por Rita Marnoto.
Ilustrações de Carolina Celas, Joana Rego, Joana Estrela, Madalena Matoso, Amanda Baeza, Inês Machado, Mariana Rio, Catarina Gomes, Marta Madureira e Marta Monteiro.
Braga: Univ. do Minho Ed. / Matosinhos: Kalandraka, 2021.
















  Luís de Camões. I Lusiadi

  Coordinamento, texto e introduzione di Rita Marnoto
  Traduzione e note di Roberto Gigliucci. 

  Firenze, Milano: Giunti, Bompiani, 2022.







Os Lusíadas / de Luís de Camões

Edição crítica da princeps

Volume I   -  Volume II

Edição crítica de Rita Marnoto

Genéve: Centre International d’Études Portugaises de Genève - CIEPG, 2022

Col. "Études de Philologie et Littérature Portugaises", 10
Design e produção editorial: Rosa Bandeirinha
ISBN: 978-2-9701489-2-0



  • (2026) "Falta-nos a combatividade e a clarividência de Camões". - Entrevista de Teresa Carvalho a Rita Marnoto. Teresa Carvalho (Texto) & Bruno Gonçalves (fotografias). in: Nascer do SOL, n.º 1033, 12.06.2026, p. 34-36.


para saber +


in e-CAM, 12.04.2026

in e-CAM, 20.06.2024

in e-CAM, 29.03.2023









Atualização em 13.06.2026

2025/11/10

CAMONISTA - Felipe de Saavedra


© Conteúdo integrante desta exposição.






















Felipe de Saavedra
Camonista, historiador, professor e coordenador da RCnA&A
n. Lisboa, 1963


Felipe de Saavedra é doutor em História Antiga e Medieval pela Universidad Autónoma de Madrid (1993), em Filosofia da Educação pela University of Canterbury (2015), e em Estudos Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa (2016). Pesquisa temas relativos à história da presença portuguesa na Ásia e ao seu impacto na cultura global e o período clássico da literatura portuguesa, com foco em Camões, de quem editou correspondência inédita.
Ensina Estudos Portugueses na Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau e é membro fundador e coordenador da Rede Camões na Ásia & África (RCnA&A), que em 2022 organizou o Congresso Internacional comemorativo dos 450 anos da primeira publicação de Os Lusíadas, com a participação de estudiosos da obra camoniana de todo o mundo.



Camoniana / Período Clássico da Lit. Port.

  • (2001) Livros quinhentistas de prelos italianos. Academia das Ciências de Lisboa; introd. José V. de Pina Martins; catalogação Maria de Lurdes Rosa; rev. Maria Leonor Cardoso Sérgio Pinto, Filipe Delfim Santos. Lisboa: ACL.
  • (2019) Congresso internacional Mariana – Lisboa e Beja, Portugal, 15 a 17 de nov. 2019. – org. Filipe Delfim Santos.
  • (2019) Mariana Alcoforado: 350 anos de paixão e prélio. – Mostra bibliográfica que assinalou os 350 anos da edição princeps das Lettres portugaises traduites en françois. Na Biblioteca Nacional de Portugal, Lisboa, 4 - 30 nov. 2019.
  • (2020) Afinal nem todas as cartas de amor são ridículas, in Cartas portuguesas traduzidas em francês de Mariana Alcoforado. – Edição definitiva. Ed. Filipe Delfim Santos. Amadora: Canto Redondo, 9-53.





Cartas portuguesas traduzidas em francês

Coord. de Filipe Delfim Santos
Retroversão de Vitor Amaral de Oliveira

Amadora: Canto Redondo, 2020.



Congresso Mariana: atas

1.º vol. : Crónica e comunicações iniciais

Ed. Filipe Delfim Santos

Beja: Congresso internacional Mariana / Canto Redondo, 2021. 











Epistolário magno de Luís de Camões
Volume I – Celestina em Lisboa

edição crítica, analítica e comentada
de Felipe de Saavedra

Col. Epistolários, 2

Lisboa: Canto Redondo, 2022 


Congresso Internacional 450 anos de Os Lusíadas

Ternate/Jakarta, 12 de março de 2022. 
Org. Felipe de Saavedra. 






Atas do Congresso Internacional 450 anos de Os Lusíadas


Ed. Felipe de Saavedra
 
Ternate, Jakarta, Lisboa: RCnA, 2022





 



"Luís de Camões: no meio milénio do seu nascimento (1525-2025)"

Exposição de 15 painéis sobre a vida e obra de Luís de Camões.
Conceção e textos do Professor Felipe de Saavedra.
Primeira exibição na Fundação Rui Cunha, em Macau,
organizado pela Rede Camões na Ásia e África (RCnA&A).
Itinerante, viajará até África, estando patente durante o 
Congresso do Meio Milénio em Moçambique.
A exposição resulta de uma parceria entre
 a Rede Camões Ásia & África e o IPOR - Instituto Português do Oriente.



Páginas Web com eventos e recursos:





Rede Camões na Ásia & África (RCnA&A). – Rede asiática e. africana de pesquisadores e tradutores de Luís de Camões.




Camoens.pt – Divulgação de música, poesia e outras atividades, incluindo trabalhos académicos.






Luís de Camões – Canal do Youtube sobre a vida, a obra e a época de Luís de Camões, que veicula igualmente recursos da RCnA&A e de Camoens.pt.







Bahasa Portugis – Canal do Youtube que funciona como “repositório dos trabalhos multimédia sobre Língua e Cultura Portuguesa dos estudantes da Universitas Indonesia” sob orientação do Professor Felipe de Saavedra.





Óbidos, Livraria Artes & Letras



Redação: atualizado em 10.08.2022.

2024/12/31

Exposição “Camões Universal” na Academia das Ciências de Lisboa


“Camões Universal”

EXPOSIÇÃO

Curadoria da Professora Doutora Isabel Almeida:
seleção das obras expostas e elaboração dos textos
que acompanham a exposição e o catálogo.


27 NOV. 2024 a 28 FEV. 2025 | Na Academia das Ciências de Lisboa

Inauguração no dia 27 NOV. 2024, | às 17h00

nSala de Reuniões Internacionais da ACL








A Academia das Ciências de Lisboa comemora o V Centenário de Luís de Camões


"A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) tem o prazer de anunciar a realização de um conjunto de iniciativas de celebração do quinto centenário do nascimento de Luís de Camões.

No dia 27 de novembro, pelas 17:00, será inaugurada a exposição “Camões Universal”, uma mostra bibliográfica que reúne uma ampla coleção de traduções da obra de Camões em diversas línguas, demonstrando a difusão e impacto da obra do poeta, sobretudo de Os Lusíadas, a uma escala global. A exposição estará aberta ao público até 28 de fevereiro de 2025.

Paralelamente à exposição, a Biblioteca da ACL disponibiliza em acesso aberto um acervo digital com mais de 70 obras sobre Camões editadas pela ACL, reunindo um conjunto de estudos e ensaios que permitem enriquecer e aprofundar o conhecimento sobre a vida e obra de Camões. Esta memória camoniana na ACL pode ser consultada Aqui.

Em maio de 2025 (em data a anunciar oportunamente) a ACL organizará um colóquio sobre o tema "Camões e os saberes", dedicado ao estudo do impacto da obra de Camões em diversos domínios do conhecimento científico.

Estas iniciativas têm o reconhecimento da Comissão para as Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões."

Evento no Facebook da Academia das Ciências de Lisboa









ORGANIZAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

 O acervo exposto divide-se em oito momentos
ilustrativos da receção da epopeia camoniana 
num período de cinco séculos:
as traduções da obra de Camões
no mundo. 

A mostra é composta pelos acervos das coleções 
da Academia das Ciências de Lisboa 
da Biblioteca da Faculdade de Letras Universidade de Lisboa 
e da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa.

Atualmente estão disponíveis no site da Academia
 coleções de memórias, conferências e monografias 
da autoria de membros da ACL.


Duas obras seminais do Poeta:

A ‘Ode ao Conde do Redondo’, i
n Coloquios dos Simples e Drogas (1563), de Garcia de Orta

Os Lusíadas, Lisboa: 1572. 

Os Lusíadas “Além e aquém dos Pirenéus”

As primeiras traduções d’Os Lusíadas são em castelhano
Na Monarquia Dual (1580-1640) foram impressas quatro traduções para essa língua.

Richard Fanshawe -  The Lusiad, 1655. -  aversão inglesa da eopeia.

 Lusiada Italiana, tradução do procônsul genovês Carlo Antonio Paggi, na mesma época.

Século XVIII 

Os Lusíadas terão traduções em França (1735), na Rússia (1788) e na Polónia (1790). 

“William Julius Mickle – Reinventar os Lusíadas”: The Lusiad1776,
tradução livre do escocês Julius Mickle.

“Um mapa em expansão – Europa e América do Norte”

No início do século XIX, encontramos as traduções d´Os Lusíadas
na Alemanha, na Dinamarca, na Suécia e na Noruega.

Em Viena retomou-se, há traduções datadas de 1816 e 1828.

Luziáda, em (Buda)Peste: 1865

Os Lusíadas, Paris: 1817, edição do Morgado de Mateus.

Reedição de traduções antigas: I LusiadiParis: 1826, de A. Briccolani.

“Celebrações oitocentistas – O tempo dos aniversários”


1880 e a sucessão de traduções: 
The Lusiad of Camoens (1880), de Robert Ffrench Duff; 

Traduções editadas em Madrid, Badajoz e Barcelona, ainda na década de 1870. 

“Séculos XX e XXI”

Multiplicam-se as reedições e as traduções. 
Os leitores da China, Japão, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, Turquia e Sérvia 
podem apreciar Os Lusíadas nas suas línguas maternas.
A epopeia também já está legível em árabe.  


“Camões Universal”
uma mostra bibliográfica que nos propõe uma viagem de cinco séculos, 
pois reúne uma coleção camoniana de muitas traduções da obra do Poeta
em diversas línguas e em geografias diversas. 

A receção da obra de Camões, sobretudo de Os Lusíadas, ocorre a uma escala global. 



Uma exposição a visitar!
Estas notas foram redigidas a partir do artigo publicado no DN
indicado infra.





CATÁLOGO


Introdução
por José Luís Cardoso, Presidente da ACL









para saber +


in Evento, no Facebook da Academia das Ciências de Lisboa

Jorge Andrade
in Diário de Notícias, Cultura, 1.12.2024

in Academia das Ciências de Lisboa, Eventos









Redação: 1.12.2024

Etiquetas