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2026/08/21

“O olho perdido de Camões”, espetáculo teatral de Nelson Monforte

 

“O olho perdido de Camões”

ESPETÁCULO TEATRAL

Com dramaturgia e versão cénica 
de Nelson Monforte

Atores: Luiz Guarnieri e Gonçalo André

Serviço educativo: Isabel Parreira
Psicodrama/Psicologia: Hélder Oliveira
Fotos: Tatiana Lages
Luminotécnica e Sonoplastia: Nélson Monforte
Assistência técnica/Produção: Anderson Oliveira

 AGENDA 

Com digressão nacional e internacional 2024-2026

2026

AGOSTO
29 e 30.08.2026, no teatro do Centro Cultural Vera Schubert, 
em Umuarama, município do estado do Paraná, no Brasil.
Com entrada gratuita e classificação indicativa de 14 anos.

2025

MARÇO:
6.03.2025, no Teatro Cine de Gouveia
às 15h30, para o público escolar | às 21h30, para o público em geral

2024

OUTUBRO
11.10.2024, às 11 horas, no Auditório Adelina Campos, em Vila Flor / Bragança.
Sessão para as Escolas Secundárias 
1.10.2024, terça-feira | Sessão para as Escolas Secundárias de Bragança

SETEMBRO:
19, 20, 21 (às 21h), 22 (às 17h) de set. 2024, no Teatro Biblioteca de Marvila / Lisboa.
18.09.2024, às 21h, no Teatro Orlando Ribeiro, em Telheiras / Lisboa.

JUNHO:
15 e 16.06.2024, às 16h30, na Ala Capelo do MNAC, em Lisboa.
9.06.2024, às 22:00, na Casa da Cidadania da Língua, Coimbra.

O ollho perdido de Camões

"É uma criação inovadora, atual e pertinente, 
que tem como objetivo explorar 
as conexões entre arte, saúde mental e identidade coletiva. 

São apresentados dois Camões e várias perspetivas 
sobre a narrativa inspirada na sua obra mais célebre “Os Lusíadas”, 
incentivando a uma reflexão profunda sobre 
a trajetória do país e os desafios que ainda persistem. 
Ao longo do espetáculo, fundem-se elementos contemporâneos 
com a poesia épica clássica, mitos e símbolos, linguagem poética e simbólica 
– constituindo uma jornada teatral que desafia convenções, quebra barreiras e 
desperta questionamentos profundos, transcendendo o tempo e o espaço, 
fundindo a memória coletiva com as urgências do presente."
Coimbra, 9.06.2024

SINOPSE

"Celebramos os 500 anos do nascimento de Camões com "O Olho Perdido de Camões", um espetáculo que nos leva ao coração de um dos maiores poetas da língua portuguesa. Nesta viagem, exploramos o homem e o mito, a dualidade entre a fama e a liberdade, o amor e a desilusão.
Dois Camões, Uma Só Luta
Entre a luz e a sombra, Camões desafia-nos com a sua genialidade e fragilidade. Dois Camões emergem: o poeta heróico e o homem atormentado, em constante diálogo e confronto. Esta dualidade expõe o conflito interno entre o eu e o outro, entre o talento e a mediocridade, que ressoa através dos séculos.
Uma Reflexão Contemporânea
Inspirado ppela Obra de Camões, o espetáculo transforma o palco num espaço de reflexão sobre a criação artística e a identidade coletiva. "O Olho Perdido de Camões" é uma batalha entre trevas e luz, revelando as complexas camadas da condição humana e a luta pela liberdade criativa.
Uma Nova Visão de Camões
Esta encenação ousada e inovadora convida o público a redescobrir Camões com um olhar contemporâneo. O que podemos aprender hoje com o seu legado? Que desafios ele nos propõe? Prepare-se para ser transportado e transformado por esta experiência teatral que celebra o génio camoniano e a força eterna da arte.

Venha e deixe-se surpreender 
por "O Olho Perdido de Camões", 
onde passado e presente se encontram num espetáculo imperdível.

"Olho Perdido de Camões" leva-nos a uma jornada inesquecível através da mente e da alma de Luís de Camões, o maior poeta da língua portuguesa. Este espetáculo não é apenas uma homenagem, mas uma reinterpretação vibrante e contemporânea do homem e do mito.

Dois Camões, Uma Só Jornada
Neste espetáculo, encontramos dois Camões: o herói clássico (O Iberico) e o homem vulnerável (Meridional), envolvidos numa dança de luz e sombra. Eles refletem os dilemas universais de busca por fama, amor e liberdade, que ressoam até os dias de hoje.

Uma Experiência Sensorial Única
Inspirado no trabalho inovador de Camões, "O Olho Perdido de Camões" transforma o teatro numa experiência sensorial, unindo palavras, música e movimento. O público é convidado a viajar entre cenas introspectivas e épicas, onde os sonhos se tornam realidade e vice-versa.

Porquê Única?
A peça recria o diálogo entre passado e presente, mostrando Camões como um símbolo eterno das nossas lutas e aspirações. Com uma narrativa rica, o espetáculo desafia o público a redescobrir Camões e a refletir sobre o que significa ser humano numa era de transformação.

Celebração da Criatividade
"O Olho Perdido de Camões" celebra a criatividade e a resiliência humana, iluminando as partes mais obscuras da nossa alma. Venha ser parte desta exploração intensa e apaixonante, onde cada cena é um convite a sonhar e a refletir sobre o legado de Camões.
Prepare-se para uma experiência teatral que entretém, inspira e transforma. A aventura começa agora.
Nelson Monforte
Nelson Monforte - Diretor | No Youtube, 9.08.2024

ÁLBUM

Cartaz do espetáculo no dia 6 mar. 2025, no Teatro Cine de Gouveia.
Cartaz do espetáculo no dia 2 out. 2024, no Miniauditório de Miranda do Douro.
Cartaz do espetáculo no dia 9 jun. 2024, na Casa da Cidadania da Língua, Coimbra.


para saber +


O Olho Perdido de Camões | Site oficial

In: Nelson Monforte - Diretor | No Youtube, 9.08.2024

in Umuarama Ilustrado [online], 19.08.2026

in Portal da Cidade - Umuarama, Brasil, 19.08.2026.




Redação: 8.03.2024, atualizado em 20.08.2026


2026/04/03

Luís de Camões, uma voz escrita! - um espetáculo com João Loy e Emanuel Ribeiro


  Luís de Camões. Uma voz escrita!  

   POESIA   

Com dramaturgia de António Camões Gouveia
o ator João Loy
e o músico Emanuel Ribeiro

Encenação de 
António Camões Gouveia, João Loy e Emanuel Ribeiro

Espetáculo em digressão:

+ 351 931 395 757 |  965 618 329


Organização:

Associação Coisa Feita

  O Projeto  

"A Associação COISA FEITA, convidou:
João Loy - actor/fadista
Emanuel Ribeiro - músico de Rock/Metal
António Camões Gouveia - professor/investigador na U. NOVA de Lisboa, 
para trabalharem as palavras de Luís de Camões 
numa linguagem transversal a todas as idades e gostos."

"Um espetáculo que envolve teatro, poesia e música." 

"O prazer de Ler e ouvir Luís de Camões nos sons das palavras e da música."

E agora o espectáculo vai percorrer o país!



Uma voz cheia de poesia

"Trabalhar autores fundamentais da língua e literatura de Portugal não é novidade para a Associação Coisa Feita que conta, no seu historial de mediação nacional, autores como Gil Vicente, António Vieira, Almeida Garrett, Eça de Queirós, Fernando Pessoa e, agora Luís de Camões.

Como sempre, e pensando no corpo textual e nos públicos, reuniu-se uma equipa que, neste caso, na sua diversidade e competências técnicas e estéticas, procurou captar, e expressar, a multiplicidade da escrita de Luís de Camões.

Um professor de história e programador de cultura, um ator, fadista e mestre em práticas culturais, um músico vindo do heavy metal e da gestão de recursos humanos, procuraram ler, para dar a ler, o poeta de quinhentos.

Margarida Vieira Mendes escreveu que ler "obriga sempre [...] à prova da leitura, à decifração ], 
a um gesto desautomatizado, pessoal, avesso à repetição." Foi com estas recomendações que partimos para a leitura que nos permitiu encontrar na escrita, a voz! Uma voz cheia de poesia, sobre o Amor, a Viagem, o Poder e as palavras da Escrita."

Texto in Agenda da BNP, Lisboa, 26.02.2025



AGENDA dos ESPETÁCULOS

  2026  

MAI. 2026

29 MAI. 2026 | Aveiro

28 MAI. 2026 | Fafe

27 MAI. 2026 | Paredes

6 MAI. 2026 | Lagoa

ABR. 2026

21 ABR. 2026 | Moura

14 ABR: 2026 | Oliveira de Azeméis

MAR. 2026

21 MAR. 2026 | Alenquer

no Facebook, 24.03.2026


18 MAR. 2026 | Faro
no Facebook, 19.03.2026


17 MAR. 2026 | Moita
no Facebook, 18.03.2026


FEV. 2026

6 FEV. 2026 | Figueira da Foz
no Facebook, 6.02.2026

JAN. 2025

23 JAN. 2026 | Elvas
no Facebook, 23.01.2026


15 JAN. 2026 | Beja



  2025  

MAR. 2025

18 mar. 2025 | às 15h15, na Escola D. João II, em Setúbal.

10 mar. 2025 | Duas sessões em Fafe.

FEV. 2025

26 fev. 2025 | às 17h00 | No Auditório da BNP, Lisboa

18 fev. 2025 | Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, Moita.




  1. Momento do espetáculo "Luís de Camões, uma voz escrita!", no dia 18 mar. 2025, evento integrado no programa "Um dia para Camões em Setúbal". - Imagem no perfil do Facebook da Associação Coisa Feita.
  2. Cartaz da sessão na BNP, em Lisboa.
  3. Espetáculo  "Luís de Camões, uma voz escrita! - Teatro com leituras", que aconteceu no dia 26 fev. 202525 , às 17h00, no Auditório da Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa. - Foto disponível no Facebook da Associação Coisa Feita.
  4. Momento do espetáculo na BNP, em 26 fev. 2025. - Foto disponível no Facebook da Associação Coisa Feita.
  5. Espetáculo na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, em 18 fev. 2025.
  6. Momentos do espetáculo no dia 18 fev. 2025, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita. - Fotografia de José Paulo, disponível no Facebook da Associação Coisa Feita.
  7. Momentos do espetáculo no dia 18 fev. 2025, na Moita. - Fotografia de José Paulo, disponível no Facebook da Associação Coisa Feita.
  8. Emanuel Ribeiro, músico de Rock/Metal, durante os ensaios do espetáculo. - Imagem no Facebook.
  9. Cartaz-mensagem da Associação Coisa Feira no seu perfil de Facebook.


para saber +

in Agenda da BNP, Lisboa, 26.02.2025

in Biblioteca Municipal Bento De Jesus Caraça Moita | Facebook, 20.02.2024




Redação: 9.03.2025; atualizado em 3.04.2026

2025/12/11

Auto das anfitriãs - livro e espetáculo


Auto das anfitriãs

LIVRO e TEATRO


TEATRO

"AUTO DAS ANFITRIÃS"

de Inês Vaz e Pedro Baptista
a partir de Luís de Camões

Interpretação:  Cire Ndiaye, Inês Vaz, João Grosso, José Neves
Cenografia: Pedro Azevedo | Figurinos: Béhen
Desenho de luz: Manuel Abrantes
Sonoplastia e desenho de som: Filipe Baptista


27 MAR. a 12 DEZ. 2025 | vários locais e datas

Em cena na Sala Estúdio Valentim de Barros, em Lisboa, 
até dia 13 de abril, 
segue depois em digressão nacional.

Produção:

 Teatro Nacional Nacional D. Maria II


"No âmbito dos 500 anos 
das comemorações do nascimento de Luís de Camões, 
o Teatro Nacional D. Maria II apresenta o espetáculo 
AUTO DAS ANFITRIÃS 
em vários locais e datas, a partir de 27 de março. 

Partindo do AUTO DOS ANFITRIÕES, 
uma das três peças de teatro escritas por Camões 
(por sua vez inspirada num texto do autor latino Plauto), 
esta é uma história sobre deuses 
que enganam humanos, desconfiança, amor e usurpação.⠀⠀

Após o espetáculo de dia 29 de março, pelas 19h30, 
será lançado um livro com o mesmo título."


"Desde o início que nos interessou muito pensar na figura da Almena e da Brómia, 
que estão presentes quer no Plauto, quer no Camões. 
A Almena é um agente sem muita autonomia. Obviamente que ela também se revolta, 
mas sobre uns padrões de moralidade que nos fez questionar: 
"como é que nós nos relacionamos com isto? Nós não nos revemos nisto. 
Então, bora lá pensar sobre isso e pôr o centro nas figuras femininas da peça.""
Inês Vaz e Pedro Baptista
criadores de Auto das Anfitriãs


LANÇAMENTO DO LIVRO

"Auto das Anfitriãs"

a partir de Luís de Camões
de Pedro Baptista e Inês Vaz
coleção “Textos de Teatro” 
Lisboa: edição TNDM II / Bicho-do-Mato, 2025.

Com a presença de 
Inês Vaz, Pedro Baptista e Diogo Bento.
 
Lançamento da edição 
integrado na programação do Tributo a Valentim. 



"Camões escreve 
Auto chamado dos Enfatriões 
a partir da peça Anfitrião de Plauto.

Das três obras de teatro que escreveu, 
esta foi a que se inspirou no teatro romano. 
Uma história sobre deuses que ludibriam humanos, 
sobre desconfiança, amor e usurpação.

500 anos volvidos do nascimento do autor, 
celebramo-lo numa releitura 
assinada por Inês Vaz e Pedro Baptista.

O livro 'Auto das Anfitriãs' será lançado a 30 de março, 
inserido na coleção Textos de Teatro.

Antes, a 27 de março, 
o espetáculo subirá ao palco 
da Sala Estúdio Valentim de Barros / Jardins do Bombarda, em Lisboa, 
e seguirá depois em digressão no âmbito do Próxima Cena."


AGENDA dos ESPETÁCULOS


MARÇO - ABRIL

27 mar. - 13 abr. 2025
Sala Estúdio Valentim de Barros / Jardins do Bombarda, Lisboa.

MAIO

2 - 3 mai. 2025
Centro de Artes e Espectáculos de Vale de Cambra.

8 - 9 mai. 2025
Teatro Cinema de Fafe.

15 - 16 mai. 2025
Teatro-Cine de Gouveia

22 - 23 mai. 2025
Centro Cultural de Mirandela.

29 - 30 mai. 2025
Teatro-Cine de Pombal

OUTUBRO

1 out. 2025
Centro Cultural de Paredes de Coura.

NOVEMBRO

6 - 7 nov. 2025
Centro Cultural de Celorico da Beira

13 - 14 nov. 2025
Casa das Artes de Miranda do Corvo.

 20 - 21 nov. 2025
Centro das Artes de Sines.

27 - 28 nov. 2025
Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa.

DEZEMBRO

4 - 5 dez. 2025
Pax Julia Teatro Municipal, em Beja.

11 dez. 2025, às 10h30, para as escolas) 
12 dez. 2025, às 21h30, para o público em geral







para saber +

In Teatro Nacional D. Maria II, 29.01.2025






Redação: 14.03.2024

2025/09/26

O Auto dos Zarolhos, uma peça com música do Maestro António Vitorino D’Almeida e direção artística de Nuno Miguel de Almeida


 “O Auto dos Zarolhos” 

 ópera buffa com um só olho sobre Luís Vaz de Camões

com música do Maestro António Vitorino D’Almeida
direção artística de Nuno Miguel de Almeida
e encenação e libreto de Mário João Alves

Uma produção dos Moços do Coro


28 SET. 2025, domingo | às 18h00
No Ponto C, em Penafiel

27 SET. 2025, sábado | às 18h30 - ESTREIA
No Grande Auditório do Conservatório de Música do Porto
(Alterado: no jardim do Museu Romântico, no Porto)

26 SET. 2025, sexta-feira | às 18h30 - Ensaio geral aberto ao público
no Museu Romântico, com Moços do Coro

Tudo sobre o espetáculo aqui.
Ilustração de João Vaz de Carvalho


Cantores: 

ANDRÉ CRUZ HENRIQUES (Camões), RUTE SIMONE FLORES,
PAULINA SA MACHADO, ANA ISABEL SANTOS (Soldadas), TIAGO SOUSA
(Henrique/Feliseu), CAROLINA DE ANDRADE (Amélia/Brómia), VITOR SOUSA
(Superjogral/Marinheiro), NUNO MENDES (Marinheiro)

Instrumentistas: 

LEONOR MAIA (harpa), RICARDO CARVALHO (flauta transversal), 
JAIME RESENDE (trompa), BERNARDO PINHAL (piano),
MARCELO PINHO (percussão)


  Sobre a ópera "Auto dos Zarolhos" na Praça da Alegria  
programa da RTP, 23.09.2025
No Youtube, vídeo, 9:49
"Ópera buffa de marionetas com um só olho 
sobre a vida e obra de Luís Vaz de Camões"

🎶

"Camões está a chegar. E vem a cantar!"

"Libertado há pouco tempo, Camões encontra-se num espaço lúgubre, algures em Lisboa, a ensaiar com alguns amigos, atores amadores, o seu "Auto dos Anfitriões".

O texto ainda está por editar, mas ele procura ouvi-lo, mostrá-lo, embora os ensaios o comecem a desmotivar. Deparando-se com a fraca oralidade dos seus atores começa a imaginar a sua peça cantada e não falada. 

Durante a pausa para almoço, Camões fica sozinho e canta na sua ária, as delícias desse teatro cantado, ainda não inventado, mas do qual sente a sua lírica tão próxima. 

Porém, é o épico que não tarda. Chegados das Índias, João e Bartolomeu, seus velhos amigos, vêm ao seu encontro. Durante o reencontro contam-lhe das penas e sofrimentos da viagem mas também das maravilhas daquelas paragens. Do quanto se sentem transformados, nomeadamente, de como se tornaram, também eles, zarolhos. 

É nesse momento que se apresentam três mulheres-soldado enviadas para prender o poeta. Vêm buscá-lo para o seu desterro. Após uma primeira tentativa de se esconder, decide render-se. Afinal, trata-se de três belas ninfas (sábia estratégia judicial) e de uma viagem que, pelas descrições dos seus amigos, arrancarão dele, certamente, o mais glorioso alento épico."
Mário João Alves
autor do libreto

"O Auto dos Zarolhos, mais do que uma ópera buffa onde se reúnem cantores e marionetas, é uma celebração cómica e poética dos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. 

Com música inédita de António Vitorino d'Almeida, libreto e encenação de Mário João Alves e Direção Artística de Nuno Miguel de Almeida, "O Auto dos Zarolhos* estreia em setembro de 2025 interpretado pelo ensemble Moços do Coro, cujos cantores dão vida a marionetas da companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora."

O AUTO DOS ZAROLHOS
in Sinopse do dossiê de imprensa


  1. Os autores. O Maestro António Vitorino D’Almeida, o encenador Mário João Alves e o diretor artístico Nuno Miguel de Almeida. - Imagem no Facebook da Black Dress - Produtora Cultural.
  2. Representação cantada. Momento da pré-estreia, aberta ao público no jardim do Museu Romântico do Porto. - Foto na página do Auto no Facebook, 1.10.2025.
  3. Música. Momento da pré-estreia, aberta ao público no jardim do Museu Romântico do Porto. - Foto na página do Auto no Facebook, 1.10.2025.
  4. O teatro de marionetas. Momento da pré-estreia, aberta ao público no jardim do Museu Romântico do Porto. - Foto na página do Auto no Facebook, 1.10.2025.
  5. Cartaz de “O Auto dos Zarolhos: ópera buffa com um só olho sobre Luís Vaz de Camões, com música do Maestro António Vitorino D’Almeida, direção artística de Nuno Miguel de Almeida.

para saber +






FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Direção artística: 
NUNO MIGUEL DE ALMEIDA

Composição: 
ANTÓNIO VICTORINO D'ALMEIDA

Encenação e libreto: 
MÁRIO JOÃO ALVES

Interpretação e músicos: 
MOÇOS DO CORO

cantores: 
ANDRÉ CRUZ HENRIQUES (Camões), RUTE SIMONE FLORES,
PAULINA SA MACHADO, ANA ISABEL SANTOS (Soldadas), TIAGO SOUSA
(Henrique/Feliseu), CAROLINA DE ANDRADE (Amélia/Brómia), VITOR SOUSA
(Superjogral/Marinheiro), NUNO MENDES (Marinheiro)

instrumentistas: 
LEONOR MAIA (harpa), RICARDO CARVALHO (flauta transversal), 
JAIME RESENDE (trompa), BERNARDO PINHAL (piano),
MARCELO PINHO (percussão)

Marionetas, cenografia: 
TEATRO E MARIONETAS DE MANDRÁGORA (enVide neFelibata, Joaquim de Sousa)
Formação de manipulação: FILIPA MESQUITA, CLARA RIBEIRO

Pintura e cenografia: 
Migvel Tepes

Figurinos, cenografia: PATRÍCIA COSTA
Apoio à cenografia, adereços e figurinos: SOFIA FERNANDES

Costura: Alice Mendes | Caracterização: Maria Inês Campos

Técnico de Luz: RUI NUNO DE ALMEIDA

Produção: 
MOÇOS DO CORO, BLACK DRESS - PRODUTORA CULTURAL

Fotografia: FERNANDO FERNANDES

Vídeo: MIGUEL MADURO DIAS, CLÁUDIO CARVALHO - CREATIVE SOLUTIONS

Assessoria de imprensa: FILIPA GUIMARÃES
Social Media Manager: RUTE SIMONE FLORES

Ilustração: JOÃO VAZ DE CARVALHO
Design: JOANA COSTA

Apoios: 
REPÚBLICA PORTUGUESA - CULTURA, JUVENTUDE E DESPORTO /
DIREÇÃO-GERAL DAS ARTES, CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO, 
MUSEU E BIBLIOTECAS DO PORTO, 
ÁGORA, PONTO C, 
TEATRO E MARIONETAS DE MANDRÁGORA, 
CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO, 
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FONTES PEREIRA DE MELO
Apoio à comunicação: ANTENA 2
Agradecimentos: ACADEMIA DE MÚSICA DE SÃO JOÃO DA MADEIRA






Redação: 2.10.2025

2025/09/14

Os Descobridores do Amor, um espetáculo teatral de João Garcia Miguel



Reprodução da capa da folha de sala, Teatro São Luiz

"Os Descobridores do Amor"

TEATRO

Com encenação de João Garcia Miguel


13 a 28 set. 2025 |  De 4.ª feira a sábado, às 19h30 | Ao domingo, às 16h00

 Na Sala Mário Viegas, do Teatro S. Luiz em Lisboa

A peça estreia-se no sábado dia 13, no Teatro S. Luiz.

A sessão de dia 16 tem interpretação em Língua Gestual Portuguesa
As récitas de dias 26 e 28 têm audiodescrição.

M/14
€12 (com descontos) 
(Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteira do Teatro)

Ficha técnica:

Texto, direção e espaço cénico: João Garcia Miguel
Investigador associado: Paulo Barriga
Assistência de encenação: Ramadane Matusse 
Assistência técnica: Léo Emílio 
Direção executiva: Suzana Durão
Produção: Janice Mayamona 

Intérpretes:  Petrônio Gontijo e Ademir Emboava
Montagem musical: Nguila Wa Kwamba
Registo vídeo: Bruno Canas
Figurinista: Roselyn Silva
Técnico de luz: Bernardo Santo Tirso
Fotografia: Mário Rainha Campos, Natacha Ventura
Comunicação/design gráfico: Natacha Ventura 
Comunicação digital: Miguel Hilário 

Coprodução:

Teatro Aveirense (Aveiro), José Lúcio da Silva (Leiria), 
Virgínia (Torres Novas) e São Luiz Teatro Municipal de Lisboa


Descobridores do Amor

"Esta obra é uma viagem entre passado e futuro, entre memória e imaginação. 

Parte de uma tentativa de compreender, através da escrita, a herança deixada pelos pais e antepassados. 

É a história de um homem poeta que atravessou diversos tempos até chegar a este palco. 

Ao escrever, o autor afasta-se das figuras que ama, traindo crenças e memórias, rasgando tudo até restar apenas o pensamento gravado no seu íntimo. 

Imagina um livro perdido num naufrágio, talvez destruído por uma criança, cujas palavras permanecem vivas dentro de si. 

Entre os fantasmas e as mentiras da imaginação, encontra uma verdade profunda e pessoal. 

No fim, entrega-se ao público: pele, palavras e amor — é o ator da sua própria história."

O belo texto da apresentação do espetáculo


Quando o belo canto do Poeta conta o Amor

SINOPSE

"Numa caverna iluminada por um jorro de luz, Zarolho e o Velho combatem-se com palavras, pão e vinho. 

O Zarolho é uma personagem criada e in-ventada nos seus detalhes a partir dos espaços de sonho que a biografia de Luís Vaz de Camões permite. O Zarolho tece histórias fantásticas de palácios, princesas e amores fugidios para saciar uma fome que é mais do que física. 

O Velho é o ácido da digestão, a voz que desconstroi e aponta o dedo à mentira necessária.

Através deles, e das suas transformações, participamos numa viagem circular pela solidão, pelo ato de criar narrativas para sobreviver e pela demanda obstinada — e por vezes ridícula — por uma centelha de amor e beleza. É um ritual onde o isolamento existencial não se esconde, mas partilha-se, tornando-se ato coletivo e, por isso, talvez, mais leve e dançante. 

Seguem-se outras três personagens. Todas são projeções dos diferentes aspetos da psique de Zarolho: a Velha, o Mais Alto ou O Grande e a Criança. 

A peça é a jornada de Zarolho através destas vozes internas em conflito. O seu climax é o momento em que a Criança através da sua presença e ação permite que uma nova forma de ser surja: não mais o poeta Zarolho, mas simplesmente um homem que, vazio de si mesmo, pode finalmente conectar-se com outros seres humanos de forma autêntica, através do ato simples e ancestral de contar histórias."

Da folha de sala do Teatro S. Luiz, online.


Imagens na página do Facebook do São Luiz Teatro Municipal 
provavelmente da autoria de Mário Rainha Campos e/ou Natacha Ventura.



para saber +

in Teatro S. Luiz, site oficial.

Folha de sala | Teatro S. Luiz, online.


LUSAR / Redação
in Notícias ao Minuto, 10.09.2025




Redação: 14.09.2025


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