Pesquisar na e-CAM:

Mostrar mensagens com a etiqueta Zulmira Santos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Zulmira Santos. Mostrar todas as mensagens

2025/05/30

Sessão de cinema "Non, ou vã glória de mandar", com Zulmira Santos



"Non, ou vã glória de mandar"

SESSÃO DE CINEMA


Com Zulmira Santos
Professora e investigadora

8 JUN. 2025 | às 17h00

No Auditório da Casa do Cinema Manoel de Oliveira

Bilhete: 3€
Desconto de 50% para Amigos de Serralves, 
jovens até aos 18 anos, estudantes e maiores de 65 anos.



"Sessão inaugural do novo ciclo de cinema e conversas 
Re-Camões
que propõe uma série de releituras cinematográficas de Luís de Camões, 
por ocasião das celebrações do 500º aniversário do seu nascimento. 

A sessão contará com a projeção do filme 
"Non" ou a Vã Glória de Mandar (1990) de Manoel de Oliveira, 
seguida de uma conversa entre Zulmira Santos, Professora Catedrática da FLUP
e António Preto, diretor da Casa do Cinema Manoel de Oliveira."




para saber +

in Serralves, Atividades







Redação: 29.05.2025

2024/10/19

"Camões na Ilha de Moçambique", palestra pela Professora Zulmira Santos

 

"Camões na Ilha de Moçambique" 

pela Prof. Zulmira Santos | FLUP

1.ª SESSÃO DO CICLO "ENTRE PORTUGAL E MOÇAMBIQUE"

sobre relações e trânsitos culturais entre ambos os países 


19 OUT. 2024, sábado,  | às 18h | Na Livraria Gato Vadio







"Sabe-se que Camões viveu de 1567 a 1569 na Ilha de Moçambique. Mas não é apenas a presença biográfica do poeta que nos interessa: interessa perceber como um poeta de língua portuguesa atinge o universal nas suas travessias do Índico, nos seus contactos com povos de África e do subcontinente indiano, nas metamorfoses de um imaginário que é do seu tempo e também do nosso. Interessa renovar a leitura de Camões para além dos estereótipos. Diz a tradição que Camões viveu aí na Rua do Fogo. Nome adequado para todos os que o leram ou lerão."


Camões na Ilha de Moçambique

"É o tema da conversa com Zulmira Santos que o Gato Vadio acolhe já este sábado, 19-10, às 18h. É a conversa necessária para todos aqueles que gostam de Camões (e para gostar é mesmo preciso lê-lo) neste 1524, perdão, 2024. Camões, recordemo-lo, permaneceu dois anos na Ilha de Moçambique: não se sabe exactamente o que lá fez ou o que escreveu, mas como se supõe que estivesse no caminho de regresso da Índia, podemos levantar algumas hipóteses.

A primeira e a mais importante hipótese parece ser aquela que retira Camões aos programas que sempre quiseram impor-lhe, fossem eles literários, políticos, educativos ou outros e o devolve à liberdade da criação e do pensamento. Ficamos, portanto, com um excerto de António José Saraiva, um camoniano heterodoxo:

«Um Camões contraditório? E porque não? Os autênticos artistas e pensadores são os que têm a coragem ou a lucidez de viver e pensar até ao fim as contradições que dinamizam a vida. Normalmente os tratadistas e ensaístas partem do pressuposto da coerência do autor estudado, procurando demonstrá-la através de uma conveniente interpretação dos fragmentos da sua obra, que se esforçam por encaixar numa arquitectura ordenada. Tenho partido, pela minha parte, do pressuposto contrário, o pressuposto da contradição, procurando determinar as relações dinâmicas entre os fragmentos contraditórios, evidenciar as tensões que acompanham tais contradições e acompanhar o movimento por elas determinado, que conduzem ou não a superações e a novas tensões. No caso de Camões, creio que este método é de uma fecundidade evidente» - in Para a História da Cultura em Portugal, vol. II, Bertrand, p. 128."
Texto in livraria Gato Vadio | Facebook, 17.10.204




Entre Culturas: artes, artistas e intelectuais entre Portugal e Moçambique

"Este ciclo de conversas, que acontecerá uma vez por mês até maio de 2024, visa abrir a possibilidade de discutir questões relacionadas com o diálogo entre Portugal e Moçambique a partir das artes e da cultura.

1ª sessão: 
Com Lurdes Macedo, Nuno Bessa Moreira e Vanessa Rodrigues.

Entre Portugal e Moçambique há uma História (inter)cultural ainda por descobrir

Nesta conversa inicial para apresentação e enquadramento do ciclo Entre Culturas: Artes, artistas e intelectuais entre Portugal e Moçambique, os seus organizadores lançarão algumas pistas de reflexão sobre a invisibilidade para a qual tem sido remetida a História cultural que liga os dois países, e sobre o quanto desta há ainda por descobrir. 

Os silenciamentos da História, neste caso concreto, serão questionados a partir das tensões do colonialismo tardio e do pós-colonialismo e da aparente descontinuidade entre estes dois tempos. 

Os artistas e intelectuais que se movimentaram entre Portugal e Moçambique, bem como a sua rica, extensa e original obra, serão porventura dos mais silenciados por essa História que teima em manter na sombra um legado intercultural cujo valor para a cultura da língua portuguesa se encontra ainda por avaliar. 

Sem pretensões de proceder a essa avaliação, esta conversa tem por objetivo iniciar um percurso que traga à luz um pouco dessa arte, desses artistas e desses intelectuais que conheceremos melhor nas restantes conversas do ciclo."

que ocorreu na livraria Gato Vadio, em 21.19.2023, às 18h. 
in livraria Gato Vadio | Facebook, 19.10.2023.





  1. A casa que Camões habitou na Ilha de Moçambique. - Foto, in Gato Vadio | Facebook, 17.10.2024.
  2. Mapa de Moçambique, no anúncio da 1ª sessão de um ciclo de conversas intituladas "Entre Culturas: artes, artistas e intelectuais entre Portugal e Moçambique", que ocorreu na livraria Gato Vadio, em 21.19.2023, às 18h. - Foto, in Gato Vadio | Facebook, 19.10.2023.






para saber +

Gato Vadio | Facebook













Redação: 24.10.2024

2024/09/14

Duas conferências sobre Camões por Zulmira Santos no CCP do Luxemburgo

 Duas conferências sobre a vida e a obra do Poeta

por Zulmira Santos
Professora da Faculdade de Letras da U. Porto

24 SET. 2024  | no Camões - CCP no Luxemburgo
em português

25 SET. 2024 | Universidade do Luxemburgo
em francês

Organização:

Camões - Centro Cultural Português no Luxemburgo
Com o apoio do Camões, I.P.


As conferências assinalam as celebrações do 
V Centenário do Nascimento de Luís de Camões.






para saber +

in Camões I.P., Atividades.

in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 22.06.2024.

in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 10.05.2024.








Redação: 7.07.2024

2024/05/10

Poesia e Natureza na obra de Camões, conferências por Jorge Paiva e Zulmira Santos


500 ANOS DE CAMÕES: POESIA E NATUREZA

Conversas e Conferências

com Jorge Paiva e Zulmira Santos


12 JUN 2024 | 18:00

Auditório do Museu, Parque de Serralves, Porto

Iniciativa integrada nas Comemorações do 
V Centenário do Nascimento de Luís de Camões











PROGRAMA

18H00
Abertura da sessão
Helena FreitasDiretora do Parque de Serralves.


18H15
As plantas na Obra Poética de Camões (Épica e Lírica)
por Jorge Paiva, U. Combra

“Na época em que Camões viveu, as plantas mais conhecidas e citadas na literatura, não eram tanto as plantas comestíveis, mas mais as plantas medicinais e, na poesia, as ornamentais. 

Como “Os Lusíadas” foram escritos, quase na sua totalidade, no Oriente e centrados nos Descobrimentos, as plantas referidas neste poema são quase todas asiáticas, particularmente especiarias e medicinais; a Lírica como foi, maioritariamente, escrita em Portugal e centrada no amor e paixão, as plantas referidas são, quase na totalidade, europeias.

Numa e noutra obra o poeta raramente cita as mesmas plantas, mas quando isso acontece, fá-lo, geralmente, com significado diferente.”


18H45
“Mil árvores estão ao céu subindo”: a natureza na “Ilha dos Amores” 
Zulmira Santos, FL U. Porto

"As plantas têm vindo a ser um tema estudado na obra de Camões simultaneamente na lírica e na épica, sobretudo no estabelecimento da diferença entre o «ocidente» e o «oriente». 

Esta breve apresentação terá como objetivo refletir sobre os diferentes sentidos simbólicos das «paisagens» escolhidas pelo poeta na descrição da Ilha dos Amores, procurando integrá-las numa tradição literária e cultural."








Imagem no site da Instituição






Etiquetas