Pesquisar na e-CAM:

Mostrar mensagens com a etiqueta Arte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arte. Mostrar todas as mensagens

2025/06/10

Inauguração do busto de "Luís Vaz de Camões" em bronze da autoria do escultor Diogo Muñoz em Olivença


Busto de Camões, por 
Diogo Muñoz

INAUGURAÇÃO

do busto de Luís de Camões em bronze 
da autoria do escultor português Diogo Muñoz

10 JUN. 2025 | na Rua Lope de Vega, Olivença

Organização:

União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA)


Assinalando 
o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, 
e os 40 anos da UCCLA, 
a cidade de Olivença celebrará o dia 10 de Junho. 

Nesse dia, que é o DIA DE CAMÕES e da LUSFONIA,
será inaugurado um busto em honra do Poeta,
símbolo máximo da lusofonia, 
esculpido em bronze em bronze sobre poial de mármore,
da autoria de Diogo Munõz.
O busto foi oferecido pela UCCLA, 
"simbolizando a forte ligação cultural entre Portugal e a comunidade oliventina.

"Esta iniciativa, que 
reforça o compromisso de Olivença em preservar 
e promover a herança cultural portuguesa, 
estreitando laços com as comunidades lusófonas 
e celebrando a riqueza da língua e da literatura que unem os povos."



PROGRAMA



12h00 

Início das festividades
Na Praça da Constituição
Com a intervenção de
Alcalde de Olivença, Manuel González Andrade
Secretário-Geral da UCCLA, Luís Álvaro Campos Ferreira.

12:30

Inauguração do busto de "Luís Vaz de Camões" 

Leitura de Os Lusíadas 
por alunos dos Centros Educativos de Olivença

13h00 

Degustação de petiscos portugueses

19:00

Visita guiada à exposição 
“Camões – Pilar de Identidade Cultural”.

21h30

Na Praça de Espanha – Terreiro de Chão Salgado
Atuação musical de Princezito, de Cabo Verde
e de Rhodália Silvestre, de Moçambique.


Busto de Luís de Camões
bronze sobre poial de mármore,
da autoria do escultor Diogo Muñoz.
Imagem em Paulo Barral | Facebook, 8.06.2025



para saber +

in UCCLA - União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, 6.06.2025

in Notícias Lusófonas, 6.06.2025




Redação: 8.06.2025

2024/06/01

Instalação artística de Elisa Vilaça celebra Camões em Macau



Instalação artística de Elisa Vilaça

Comemoração dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões


1 a 30 JUN. 2024

Na Varanda da sede da Casa de Portugal em Macau
Rua Pedro Nolasco da Silva, n.º 28









  1. Instalação artística de Elisa Vilaça na Varanda da sede da Casa de Portugal em Macau. - Imagem no Facebook da CPM, 13.06.2024.










Redação: 7.09.2024

2024/03/14

A Arte no tempo de Camões, conferência por Fernando António Baptista Pereira

 





A Arte no Tempo de Camões

CONFERÊNCIA

por Fernando António Baptista Pereira

14 de Março, 19h30
Biblioteca Municipal de Oeiras


Uma iniciativa de Nova Acrópole – Cascais
instituição associada à 
EXPOSIÇÃO UNIVERSAL DA MATRIZ PORTUGUESA – CAMÕES 500 ANOS












2024/02/29

Leiria - Monumento a Luís de Camões, 1980, por Fernando Marques

 

Imagem da Wikipédia

Monumento a Luís de Camões, 1980

por Fernando Marques (1934-2017)

No Jardim Luís de Camões, Leiria, Portugal. 


Materiais: betão (escultura e pedestal)
264cm - escultura: 222cm; plinto: 42cm x 130cm


O monumento foi inaugurado a 10 de junho de 1980, 
no âmbito das comemorações do Dia de Camões e das Comunidades.



"Escultura de arte contemporânea, alusiva a Luís de Camões. Constituída por uma estátua de pé com o braço direito e o rosto erguido como se estivesse a declamar, representada com uma indumentária inspirada nas figuras sobre o poeta, representantes da sua época. 
A posição do braço e a capa que o acompanha no seu movimento, tal como a expressão do rosto transmitem um certo dinamismo à figura que se encosta a um elemento em forma de “V”, semelhante aos que encontramos no “Monumento a D. Dinis”, de 1997, do mesmo autor, nesta cidade de Leiria, na rotunda da confluência das ruas: Dr. João Soares, Álvaro Abranches Noronha e Av. da Comunidade Europeia."

"A obra foi uma iniciativa do próprio escultor, vindo posteriormente a ser promovida pela Câmara Municipal de Leiria. Foi inaugurada em 10 de junho de 1980, no âmbito das comemorações do Dia de Portugal, pelo Sr. Presidente da República, General Ramalho Eanes."


Fonte:






Estas duas fotografias são dos autores do blogue Viajar e Descobrir.




2024/01/22

A arte portuguesa no tempo de Camões, curso por José Manuel Tedim




 Arte Portuguesa no Tempo de Luís Vaz de Camões

CURSO


22 e 29 JAN. 2024  e 5 FEV. 2024 | às 18h30

 Sala de Âmbito Cultural do  El Corte Inglés de Gaia. – Piso 6.




Sinopse:

"No ano em que nasceu Luís Vaz de Camões, 1524, viviam-se tempos de mudança na cultura artística portuguesa.

Os tempos do tardogótico, de sabor exuberante e naturalista, começavam a ser ultrapassados pelos ares que traziam de Itália novas formas de olhar para a arte. Homens como Francisco de Holanda e António Campelo, contactaram com o próprio poeta das epopeias de influência clássica, acabando por fazer parte da sua formação humanista e renascentista. Além disso, e como afirma Vítor Serrão, Camões tem contacto próximo com Gaspar Dias, Fernão Gomes, Jerónimo Corte-Real, António Fernandes e, provavelmente, Diogo de Contreiras.

Para além destes pintores do tardo-renascimento português, importa valorizar o papel de tantos outros que, desde as primeiras décadas do séc. XVI, apostavam em valores estéticos que propunham o afastamento da cultura de sabor medievalista e goticista."


Programa:

1.ª Sessão – 22 JAN.: Renascença em Portugal: Arte portuguesa entre os maneirismos de Antuérpia e os novos ares oriundos de Itália. A Renascença Coimbrã.

2.ª Sessão – 29 JAN.: Os bolseiros em Itália e as primeiras reações à tradição tardogótica. Ação de Francisco de Holanda e António Campelo, entre muitos outros.

3.ª Sessão – 5 FEV.: Os diferentes diálogos da arquitetura portuguesa entre a Renascença e os projetos “chã” da segunda metade to séc. XVI.





José Manuel Tedim
Professor do Dep. de Turismo, Património e Cultura da Universidade Portucalense, 
na área da Licenciatura e Mestrado em Conservação e Restauro e 
é colaborador do Instituto Cultural D. António Ferreira Gomes, no Porto.





2024/01/01

Moeda de coleção concebida pelo escultor José Aurélio celebra Camões no meio milénio do seu nascimento




Luís de Camões, 1524

MOEDA DE COLEÇÃO

Design de José Aurélio, escultor


Valor: 5 €

Data de emissão: 5 JUN. 2024 (previsão)

Limite de emissão: 30.000


"No âmbito da comemoração dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões, 
poeta português do século XVI e autor de Os Lusíadas, 
que tanto contribuiu para a história da literatura e da língua portuguesas, 
pretende-se assinalar esta efeméride mediante a emissão de uma moeda comemorativa."









No anverso:

"Apresenta no campo central a efígie estilizada do poeta cego, 
com uma coroa de louros e uma gola típica do século XVI,
circundado à esquerda pela legenda «Luís de Camões» 
e à direita pelo ano «1524»."


No reverso:

"Apresenta no campo central, 
o escudo nacional à esquerda do valor facial, 
circundado pela legenda «República Portuguesa», o ano «2024» 
e por baixo a legenda «Casa da Moeda» e a indicação do autor."




  1. Anverso e reverso da moeda de homenagem a Luís de Camões cunhada pela Casa da Moeda.  - Imagem na página do Facebook, onde a moeda é mostrada em movimento.
  2. Plano numismático 2024 da Casa da Moeda. - Imagem na página do Facebook.
  3. Série Portugal Universal: Luís de Camões, da Casa da Moeda.  - Imagem na página do Facebook.




Fontes da informação e das imagens:



2023/01/20

Pintar os Descobrimentos Portugueses em grandes painéis de azulejos, uma das artes de Marcos Muge




Painel de azulejos “Descobrimentos Portugueses”, 1998

[Camões, o épico, e Vasco da Gama, o navegador e personagem da viagem à Índia]

pelo Atelier Marcos Muge

Localização atual: Câmara Municipal de S. João da Madeira.

Na fotografia: o artista Marcos Muge junto à sua obra exposta na FIA, em 1998,
com o Sr. António Sousa, encarregado geral na antiga Fábrica Viúva Lamego, que lidou com todos os grandes pintores portugueses que passaram pela Fábrica,  desde Almada Negreiros, Vieira da Silva, Pomar, Jorge Barradas, etc.
[Informação do Artista]


Painel de azulejos, de grande dimensão, representando os Descobrimentos Portugueses: configuração, à esquerda, de Luiz Vaz de Camões, autor da epopeia Os Lusíadas (1572) em que se narram os feitos marítimos lusos; configuração, à direita, de Vasco da Gama, o capitão da frota do caminho marítimo para a Índia e o protagonista da epopeia camoniana; ao centro da composição, o mapa de 1508 executado após a viagem de Vasco da Gama à Índia; no topo, salienta-se a esfera armilar que se tornou num dos emblemas de D. Manuel I.

Datado de 1998, é constituído por cerca de 442 azulejos com a medida 14 por 14 cm cada (nos cantos da composição, são triangulares), distribuídos em altura e largura com 17 por x 26 azulejos, produzidos no Ateliê Marcos Muge. Na sua pintura manual a pincel (sem aerógrafo), o autor utilizou o azul-cobalto. 
O painel “Descobrimentos Portugueses” foi concebido por Marcos Muge, por convite, para a exposição de azulejo na Feira Internacional de Artesanato (FIA), que decorreu em Lisboa, entre 4 e 12 de julho de 1998, em representação do concelho de Ovar, integrando, desse modo, a grande Expo 98 celebrativa dos 500 anos dos Descobrimentos.

Essa e outras obras do artista (por exemplo, “Cidade de Ovar - Museu do Azulejo”), no pavilhão da Câmara Municipal de Ovar, estiveram expostas na área central, cuja temática nesse ano era o Azulejo e a exposição intitulada “As Idades do Azul”.





As idades do azul: formas e memórias da azulejaria portuguesa

EXPOSIÇÃO DE AZULEJO
Feira Internacional de Artesanato de Lisboa
4 a 12 de julho de 1998













As idades do azul: formas e memórias da azulejaria portuguesa.

– Exposição de azulejo na Feira Internacional de Artesanato, Lisboa, 4 a 12 de julho de 1998. 

Org. Instituto de Emprego e Formação Profissional; fotografia José Carlos Garcia. 

Lisboa: IEFP, 1998. / 2ª ed., 2003




O artista Marcos Muge tinha sido convidado a emprestar um painel de azulejos para representar Portugal, pelo Estado Português através do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Lisboa, que tinha a parceria do Museu Nacional do Azulejo em toda a logística para a exposição. AS IDADES DO AZUL tinha passado por Florença em representação de Portugal, agora em Lisboa na FIA, e encerraria em Milão. Entre os autores representados constavam Almada Negreiros, Paula Rego, Júlio Pomar, Querubim Lapa, Eduardo Nery, Graça Morais, etc.

O painel sobre os “Descobrimentos Portugueses” de Marcos Muge foi adquirido pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, tenso sido apresentado no Fórum Municipal, a 3 de novembro de 1998, com a presença do Presidente da Câmara, Sr. Manuel Cambra, o vereador da Cultura, Sr. Nelson Fernandes, e restante executivo e convidados, incluindo o autor da obra. Esta encontra-se atualmente à guarda desta Câmara, em caixas nos depósitos, aguardando a sua colocação num espaço publico da cidade.




A obra exposta na FIA, em julho de 1998

e aquando da sua exibição em S. João da Madeira, 1998





















Painel “Descobrimentos Portugueses” [os reis das grandes viagens marítimas], 1997

pelo Atelier Marcos Muge

Localização atual: Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.



Painel de azulejos, de grande dimensão, representando os Descobrimentos Portugueses: configuração, à esquerda, do rei D. João II; configuração, à direita, do rei D. Manuel I; ao centro da composição, a Ribeira das Naus e Calecute / Índia, pontos de partida e de chegada da viagem da qual se comemoravam os 500 anos. Em baixo, ladeando a representação da Ribeira das Naus encontram-se dois padrões sinalizando o avanço marítimo no novo mundo com “Diogo Cão 1483”, e com “Bartolomeu Dias 1488”. Dois navegadores cujas viagens contribuíram para a construção de uma nova rota marítima essencial para se chegar à Índia.

Datado de 1997, “Descobrimentos Portugueses” é um painel constituído por cerca de 558 azulejos com a medida 14 por 14 cm cada (nos cantos da composição, são triangulares), distribuídos em altura e largura com 18 por x 31 azulejos, produzidos no Ateliê Marcos Muge. Na sua pintura manual a pincel (sem aerógrafo), o autor utilizou o azul-cobalto. 

A obra foi exposta pela primeira vez em Lisboa, na Feira Internacional de Artesanato (FIA) no espaço da FIL, entre 5 e 13 de julho de 1997. O painel não foi apresentado a concurso na FIA porque se fosse premiado a instituição teria direito a tomar posse da mesma.

Depois passou pela Feira de Artesanato de Aveiro (FARAV), onde foi premiado.

Em 1998, o painel foi exposto em Cortegaça - Ovar, na CRECOR, onde foi adquirido por um grupo de pessoas de Santa Maria da Feira que depois, em articulação com a Câmara Municipal do concelho, a descerrou em 10 de junho de 2000. Portanto, no Dia de Portugal e de Camões, a obra foi mostrada ao público pelo presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, Alfredo Henriques, com o apoio da Liga dos Amigos da Feira, sob a coordenação do Dr. Celestino Portela, na abertura duma Feira Medieval na localidade.


 


A obra exposta na FIA, em julho de 1997

e na sua atual localização, em Santa Maria da Feira, 2000








Para saber +











As imagens são provenientes











2022/06/04

Calçada portuguesa, na Póvoa de Varzim, representa Camões a salvar "Os Lusíadas"


Camões a salvar "Os Lusíadas"

pormenor com os rosto Poeta 

- Calçada portuguesa, na Póvoa de Varzim

Imagem de Eduardo Faria, do seu perfil no Facebook
2016/02/02








2018/11/15

Arte e Humanismo em português com Francisco de Holanda



"Sob a chama da candeia, Francisco de Holanda e os seus livros"

EXPOSIÇÃO

Comissariada por Sylvie Deswarte-Rosa, CNRS / IHRIM


15 NOV. 2018 (Inauguração, às 18h00) - 19 FEV. 2019

Na Sala de Exposições – Piso 2, da BNP, em Lisboa






Comemorando os 500 anos do nascimento de Francisco de Holanda,
esta exposição reúne as fontes e a historiografia da obra 
desta grande figura do Renascimento em Portugal.



"Partindo de obras preservadas na BNP, que pertenceram a Francisco de Holanda e têm anotações de sua mão, realiza-se esta exposição evocativa do quinto centenário do seu nascimento.

Francisco de Holanda (Lisboa, ca 1518-1584) é mais do que apenas um iluminador. Adquiriu, desde jovem, uma visão global do mundo, observando o seu pai, António de Holanda, a iluminar os planisférios e as cartas náuticas de Lopo Homem. Possuidor de uma sólida formação humanista adquirida na corte do rei de Portugal, D. João III, aventurou-se no mundo das ideias, o que é raro entre os chamados «mecânicos» das artes visuais. Francisco de Holanda foi sobretudo um criador, capaz de repensar cada tema, através da análise das suas fontes primordiais.

Desde a sua redescoberta até à primeira metade do século XIX, suscitou inúmeras polémicas. Despertaram interesse nos estudiosos as suas relações com Miguel Ângelo durante a sua viagem a Itália (1538-1540), testemunhadas nos Diálogos de Roma e nos desenhos das Antigualhas.

Hoje em dia, porém, ganhou uma independência e um estatuto próprios, sendo considerado um vanguardista, mercê das imagens extraordinárias da Criação do mundo e do seu tratado Da pintura antigua (1548), não publicado em vida, imagens e textos invulgarmente precursores de outros de criadores muito mais tardios. Cinquenta anos antes dos teóricos italianos, Francisco de Holanda introduz, pela  primeira vez num tratado artístico, a teoria neoplatónica da idea (Da pintura antigua, I, cap. 15, «Da idea, que cousa é na Pintura»). Nele confere uma perspetiva mundial à sua análise, encontrando a própria arte divina da Pintura antigua, verdadeira prisca pictura, no mundo inteiro (Da pintura antigua, I, cap. 13, «Como os preceitos da Pintura Antigoa forão por o mundo»).

Francisco de Holanda é assim, na sua especificidade, um dos principais representantes do Renascimento português, emergente na idade dos Descobrimentos, lado a lado com o poeta Luís de Camões, com o navegador D. João de Castro, com o matemático e cosmógrafo Pedro Nunes, com o naturalista Garcia da Orta e com o historiador D. João de Barros. É, pois, tempo de lhe conferir o lugar que é indiscutivelmente seu."








"Francisco de Holanda em Évora. Nascimento de um artista humanista: 1534-1537 / 1544-1545" 

EXPOSIÇÃO

29 DEZ. 2019 - 31 MAR. 2020

No Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora
 




Catálogo [PDF]




Arte e Humanismo em português

"Francisco de Holanda (1517-1584) 
foi o nosso maior pensador no campo da Teoria das Artes 
e, no contexto da Europa do seu tempo, um escritor de absoluta vanguarda. 
Artista com imensa produção teórica, de raíz neoplatónica, 
e com obra significativa no campo da iluminura e no desenho 
(ainda que, como pintor e arquitecto, deixasse escasso trabalho reconhecível), 
assume-se como um dos corifeus da arte portuguesa de sempre."
in Vitor Serrão | Facebook, 19.12.2029






  1. Convite da exposição "Sob a chama da candeia: Francisco de Holanda e os seus livros" realizada na BNP, em Lisboa, de 15 nov. 2018 a 16 fev. 2019.
  2. "Quinto Dia", por Francisco de Holanda, in De Aettatibus Mundi Imagines, BNE, Madrid.
  3. "Retrato", por Francisco de Holanda, in De Aettatibus Mundi Imagines, BNE, Madrid.
  4. Convite pata o lançamento do «Roteiro Francisco de Holanda em Évora: nascimento de um humanista 1534-1537/1544-1545», no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, 17.05.2024, com apresentação a cargo de Pedro Flor, Historiador de Arte, Prof. na U. Aberta.

para saber +



Lucinda Canela
in Ípsilon, revista do jornal O Público, 10.02.2020

Nuno Pacheco
in Ípsilon, revista do jornal O Público, 20.12.2018

in Património Cultural, DGPC, Agenda 












Redação: 29.12.2024

Etiquetas