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2025/09/13

O n.º 36 da revista "Nova Águia" é dedicado a CAMÕES


Ilustração da capa por Luís Vieira-Baptista

Camões na Nova Águia 36

Lançamento deste n.º da revista

29-30 set. 2025 | no Colóquio: 
“A Filosofia em Portugal no tempo de Camões”

NOVA ÁGUIA - Revista de Cultura para o Século XXI
n.º 36 - 2.º semestre 2026









EDITORIAL

"No trigésimo sexto número da NOVA ÁGUIA, o destaque maior vai para Camões, por ocasião dos 500 anos do seu nascimento. Quando o poder político se inibe e vacila, cabe à sociedade civil, mais do que queixar-se, dizer “Presente!”. Por isso, em Novembro de 2024, o MIL (Movimento Internacional Lusófono), entretanto reeleito na presidência da PASC (Plataforma de Associações da Sociedade Civil/ Casa da Cidadania), promoveu, em parceria com mais de três dezenas de entidades cívicas, culturais e académicas, um Colóquio Luso-Brasileiro para celebrar o autor d’Os Lusíadas. Sem qualquer “mas” nem qualquer “desculpa”.

Sabemos que a moda “politicamente correcta” dos nossos tempos exige a expiação dos alegados “pecados” da nossa história – em particular, da história da nossa expansão marítima (como se testemunhou nas comemorações oficiais do 10 de Junho deste ano) –, mas nós, na NOVA ÁGUIA, não cedemos a modas, por mais “politicamente correctas” que pretendam ser. Sem qualquer “mas” nem qualquer “desculpa”, publicamos aqui mais de uma dezena e meia de ensaios, apresentados, em primeira instância, nesse Colóquio Luso-Brasileiro, realizado em articulação com X Congresso MIL da Cidadania Lusófona/ III Encontro do Observatório SEDES da CPLP."
A Direcção da NOVA ÁGUIA


CONTEÚDO / A partir do Índice


CAMÕES, AINDA E SEMPRE

"Camões, hoje: razão e mistério da celebração dos 500 anos do seu nascimento"
por Annabela Rita | p. 8

"Revisitando Os Lusíadas a partir de Angola"
por Carlos Mariano Manuel | p. 13

"Camões: breves traços da sua presença na cultura caboverdiana"
por Elter Manuel Carlos | p. 17

"Ecos do Velho do Restelo no Cabo Bojador"
 por Fernando de Moraes Gebra | p. 19

"Ecos de Camões no Brasil"
por Humberto Schubert Coelho | p. 25

"Nos 500 anos de Camões: a situação de Timor"
por Ivónia Nahak Borges | p. 27

"Camões e a falta de autoestima dos portugueses"
por Jorge Chichorro Rodrigues | p. 29

"Espiritualidade camoniana, a partir da sua obra poética"
por José Brissos-Lino | p. 32

"Presença da língua de Camões na Guiné-Bissau" 
 por Lúcio Sanhá | p. 36

QUANDO JOSÉ GIL ESQUECEU Camões
por Luís de Barreiros Tavares | p. 37

"Camões, uma inspiração"
por Luís Vieira-Baptista | p. 39

"Declínio do Homem em Camões"
por Márcio Jean Fialho de Sousa | p. 42

"A épica camoniana em diálogo com as Artes Plásticas"
por Paula Oleiro | p. 45

"Agostinho da Silva e o mundo idealizado por Camões
por Renato Epifânio | p. 56

"A língua de Camões: companheira do Império com horizonte ecuménico"
por Seabra Pereira | p. 58

[...]

POEMÁGUIO

Camões; Mar; Elogio a Francisco de Sá-Carneiro; A António Feijó
por Manoel Tavares Rodrigues-Leal | p. 240         









para saber +





Sede Editorial da Nova Águia
Apartado 21
2711-953 Sintra






Redação: 13.09.2025

2024/09/08

Camões no n.º 34 da revista Nova Águia




Nos 500 anos de Camões











"Caríssim@s companheir@s e leitores.
Apresento-vos a nossa colaboração sobre Camões e a sua obra literária, 
no tempo histórico longo, que irá sair num dos núcleos de artigos da 
Nova Águia, número 34 -  segundo semestre de 2024. 

Saudações cordiais e fraternas,"
Nuno Sotto Mayor Ferrão








EDITORIAL

"Quinhentos anos após o seu nascimento, Camões tem-se tornado, cada vez mais, um nome controverso. O que não surpreende. Mais cedo ou mais tarde, a crescente vaga de criminalização da nossa história haveria de atingir aquela que continua a ser a sua mais ígnea e egrégia voz. Se, como a emergente ditadura politicamente “correcta” – tão “correcta” quanto acéfala – pretende, a nossa história foi, de facto, uma sucessão de crimes – com a colonização e a escravatura à cabeça –, então, com efeito, como homenagear hoje aquele que, mais e melhor do que ninguém, a celebrou?

Por mais que a crescente vaga de criminalização da nossa história continue a impingir-nos a tese de que a colonização e a escravatura começaram com os lusíadas celebrados por Camões, só os incautos se deixam impressionar por tamanho equívoco. Por mais que essa emergente ditadura politicamente “correta” – tão “correta” quanto ignorante – pretenda instituir essa verdade “alternativa” como um facto histórico, nós, na NOVA ÁGUIA, não nos deixamos impressionar. Nem, muito menos, atemorizar. E por isso celebramos aqui, sem qualquer complexo, Camões e os nossos heróis – não vilões – do mar…"

A Direcção da NOVA ÁGUIA



CONTEÚDO



Re-velando “Os Lusíadas”
Abel de Lacerda Botelho

Dois passos até Camões
Carlos Aurélio

Da presença camoniana nas origens do nacionalismo alemão oitocentista
César Tomé

Retratos em volta da ausência: Camões e as artes plásticas, uma perspectiva recentrada
Eduardo Paz Barroso

Reverência de Boucharlat a Camões (o episódio do Adamastor)
Isabel Ponce de Leão

Camões hoje 
Jorge Chichorro Rodrigues

Quem é o Adamastor?
José Madeira

Evocação histórica de Luís Vaz de Camões e da sua obra literária
Nuno Sotto Mayor Ferrão

Camões, António José da Silva e o Amphitruo de Plauto
Pedro Martins

Os Lusíadas ou quando o arquétipo se realiza na história
Pedro Sinde


À Expedição Lusitânia: Camões, nos seus 500 ANOS (poema)
 Renato Epifânio












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Apartado 21
2711-953 Sintra








Redação: 21.07.2024, atualizado em 8.09.2024

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