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2026/08/25

Taprobana, um filme camoniano de Gabriel Abrantes


  TAPROBANA  

 FILME 

Realização de Gabriel Abrantes
Com Jani Zhao, Natxo Checa,
João Pedro Vale, Alexandre Melo.

Portugal: 23 min
Super-16 mm transferido para HD [DCP]/cor.

Estreias

10 fev. 2014 | Alemanha
64º Festival Internacional de Cinema de Berlim – Berlinale Shorts

11 jul. 2014 | Portugal
22° Festival Internacional de Curtas-Metragens de Vila do Conde

4 jun. 2015 | Data de estreia, no Ideal, em Lisboa 

Elenco:

Dinamene: Jani Zhao 
Luís Vaz de Camões: Natxo Checa
Petrarca: Alexandre Melo | Homero: Gonçalo Pena
Rei Filipe II: João Pedro Vale  | Pagem do reiAndré Príncipe
Camponeses: U. G. Punchi Banda e B. Wimalawate
Traficante de ópio: Lasantha David
Autoridades portuguesas: Gabriel Abrantes e Dhamika Amarashinghe
Ninfas: Mónica Talina | Ana Rita Lopes | Joana Pais de Brito | Andreia Marcelino.

Ficha técnica:

Realização e argumento: Gabriel Abrantes
Consultor de argumento: Lasantha David

Operador de câmara: Gabriel Abrantes, Natxo Checa, Lakruwan Withanage
Montagem de som: Hugo Leitão, Gabriel Abrantes
Efeitos sonoros: Daniel Gries | Misturas: Hugo Leitão

Produção: Natxo Checa, Marta Furtado, Gabriel Abrantes  Vimukthi Jayasundara
Produtor associado: Patricia Drati, Tine Fischer
Gestão de produção em Portugal: ZDB - Galeria Zé dos Bois
Gestão de produção no Sri Lanka: 24 Frames
Coord. de produção em Portugal: Marta Furtado, Joana Botelho
Coord. de produção no Sri Lanka: Deepal Gunaratne
Dir. de produção: Natxo Checa | Dir. de pós-produção: Branko Neskov
Coord. de pós-produção de imagem: Pedro Ribeiro.

Produção:

A Mutual Respect Productions | Portugal
Vimukthi Jayasundara | Sri Lanka
CPH DOX:LAB | Dinamarca


SINOPSE OFICIAL

"Taprobana, actual Sri-Lanka, em finais do século XVI. A maior ilha do Oceano índico é uma colónia portuguesa. 

Um elefante delicia-se na água. Ele ergue-se e baixa-se com prazer, todo ele mergulhado, bufando. Um homem aprecia uma mulher. Fazem amor a céu aberto. Quando o homem atinge o seu clímax, o elefante sai da água. 

O homem é Luís Vaz de Camões, poeta português e mais tarde, herói nacional. Por agora, é apenas um homem ao serviço da corte portuguesa. Banido de Lisboa, vive em exílio e trabalha para a única coisa que lhe importa: Os Lusíadas

Em forma de poema épico baseado na Odisseia de Homero, ele traça uma viagem pelo tempo, examinando a heróica história dos descobrimentos portugueses."

SINOPSE 2

"Luís Vaz de Camões, o maior poeta português do Renascimento, luta criativamente enquanto se entrega a um estilo de vida hedonista, coprofágico e permeado de drogas.

O filme acompanha o poeta e a sua amante, Dinamene, enquanto escreve a sua obra-prima, o poema épico Os Lusíadas

Viaja desde a cacofonia das selvas indianas, rodeado de elefantes alegóricos e macacos rimadores, até à fronteira entre o Céu e o Inferno, onde se depara com a sua fantasia: a fama e a imortalidade."
Gabriel Abrantes


Trailer de TAPROBANA
in canal do Youtube de Jorge Leitão Ramos
Vídeo, 01:31

Excerto de TAPROBANA
in canal do Youtube de Jorge Leitão Ramos
Vídeo, 01:00

Uma sátira poética e absurda sobre Camões

"Camões foi o primeiro poeta europeu a ter uma experiência prolongada em África, na Índia e na Indochina. Escreveu Os Lusíadas enquanto esteve exilado nas Índias, um poema que glorifica os navegadores portugueses que partiram das costas lusitanas e viajaram até Taprobana, hoje conhecida como Sri Lanka.

Muitos mitos rodeiam as viagens de Camões, e um em particular foi uma inspiração para este filme. Conta que Camões se apaixonou por uma cortesã chinesa, a quem então batizou com o nome de uma ninfa grega: Dinamene. 

O mito continua com Camões e Dinamene aprisionados num barco a caminho de Goa, sofrendo um naufrágio. Supostamente, a sua amada afogou-se, pois Camões estava demasiado ocupado a nadar atrás do seu manuscrito.

Taprobana pretende ser uma sátira poética e absurda sobre esta personagem contraditória e encantadora; um europeu exilado nas Índias, mas obcecado pela sua terra natal; um iconoclasta patife que escreveu alguns dos versos mais sublimes da língua portuguesa, onde a iluminação espiritual é indissociável da apoteose sexual."
Gabriel Abrantes

Camões e Ti-nan-men

"Gabriel Abrantes assina uma comédia escatológica
que acompanha a lua-de-mel do poeta Luís Vaz de Camões com Ti-nan-men,
uma chinesa por quem se apaixonou, no Oriente, quando escreveu Os Lusíadas."


  ÁLBUM  


“Pã, Não Chora Não” - título genérico de um programa de três curtas-metragens,
com uma sessão diária, que agrupou  três curtas-metragens do realizador:
"Liberdade" (2011) | "Ennui Ennui" (2013) | "Tapobrana" (2014).

para saber +



in e-CAM

de Jorge Leitão Ramos









Redação: 25.08.2026

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