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2026/08/26

L'esclavage du Camoëns, ópera de Charles van der Does


   A personagem Azucena da ópera "Il Trovatore" de Verdi, estreada em 1853.   

  L'esclavage du Camoëns  

 ópera cómica 

de Charles van der Does

Composta em 1846?
e presentada pela Ópera Francesa em Haia em 1850.


Camões e Dinamene, um tema exótico no séc. XIX

A história baseia-se no episódio amoroso do poeta português Luís de Camões 
e da sua icónica e misteriosa escrava/companheira chinesa, Dinamene, 
que teria morrido num naufrágio no rio Mekong.

 Esta temática era muito popular na época: três anos antes (1843), 
o famoso compositor alemão Friedrich von Flotow já tinha estreado em Paris 
a ópera - L'Esclave de Camoëns
com libreto de Jules-Henri Vernoy de Saint-Georges. 

A versão de Van der Does (1846) 
surgiu na esteira deste sucesso internacional, 
adaptando o mesmo conceito para o público neerlandês.



 🔊 Ouvir um momento da ópera 


Charles van der Does, Abertura de "l'Esclave du Camoëns"
Excerto no Youtube | Vídeo, 09:02
"Charles van der Does (1817-1878) foi um virtuoso pianista holandês 
que compôs várias óperas ao estilo de Auber e Adam. 
Esta alegre abertura poderia muito bem ter sido escrita por Berlioz."



                 Charles (Carel) van der Does                
n. Amesterdão, 6.03.1817 - f. Haia, 30.01.1878
Pianista e diretor das sociedades musicais de 
Haia Polyhymnia, Caecilia e da Sociedade ‘De toekomst’. 

Desempenhou as funções de professor principal de piano 
na Escola Real de Música de Haia, de 1838 a 1874.

Nos últimos anos da sua vida, foi pianista de Sua Majestade o Rei
e comissário dos pensionistas de Sua Majestade. 

L'esclave du Camoëns e La trompette de Monsieur le Prince 
são duas óperas suas que foram apresentadas pela Ópera Francesa 
em Haia em 1850 e 1851.

para saber +


Ralph P. Locke
in: 19th Century Music, vol. 45, n.º 2 (2021), pp. 93 118. 
University of California Press.
Disponível em Academia.edu

Ralph P. Locke
The Exotic in Nineteenth-Century French Opera, 
Part 2: Plots, Characters, and Musical Devices
Spring, 2022 | Ainda não disponível em Academia.edu

Resumo (trad. com o Google):
"A ópera francesa do séc. XIX é conhecida pela sua obsessão pelo “exótico” — isto é, por terras e povos situados muito longe de “nós”, europeus ocidentais, ou entendidos como muito diferentes de nós. 
Um exemplo: os espanhóis hiper-apaixonados e os “ciganos” em Carmen, de Bizet. A maioria das discussões sobre o papel do exótico na ópera francesa do século XIX centra-se em algumas obras do repertório tradicional (principalmente de natureza séria), em vez de analisar uma gama mais ampla de obras significativas apresentadas na época em diversos teatros, incluindo a Ópera de Paris, a Ópera Cómica e as Buffes-Parisiens de Offenbach. 

O presente artigo procura apresentar um panorama abrangente do repertório. A Parte 1 examina diversas terras e povos “diferentes” (ou Outros) frequentemente representados no palco das óperas francesas.

A Parte 2 discute os enredos típicos e os tipos de personagens encontrados nestas óperas (por vezes independentemente da terra exótica específica escolhida) e conclui explorando os recursos musicais que eram frequentemente empregues para impulsionar o drama e transmitir as qualidades específicas do povo ou grupo étnico representado. Estes recursos musicais podiam incluir características especiais ou invulgares: marcadores de estilo universais do exótico em geral ou marcadores de estilo mais específicos associados a povos ou regiões identificáveis.

Mas os recursos musicais também podiam incluir qualquer um dos ricos recursos que os compositores de ópera normalmente utilizavam ao criar drama e definir personagens: melódicos, harmónicos, estruturais e assim por diante. Este último ponto é frequentemente negligenciado ou mal compreendido nas discussões sobre o exótico na música, que tendem a concentrar-se principalmente em elementos que apontam indiscutivelmente (como que semioticamente) para a terra ou o povo específico que a obra procura evocar ou representar.

Tanto na Parte 1 como na Parte 2, os exemplos são escolhidos de obras que foram frequentemente apresentadas com bastante sucesso na época nas regiões francófonas e que, mesmo que pouco conhecidas hoje em dia, podem pelo menos ser consultadas através de gravações ou vídeos. 

As obras pertencem aos géneros operáticos padrão reconhecidos: grandes óperas em cinco atos, óperas cómicas em três atos e obras curtas em estilo bufa.
Os compositores envolvidos incluem (entre outros) Adam, Auber, Berlioz, Bizet, Chabrier, Cherubini, Clapisson, Félicien David, Delibes, Flotow, Gomis, Gounod, Halévy, Messager, Meyerbeer, Hippolyte Monpou, Offenbach, Ernest Reyer, Saint-Saëns, Ambroise Thomas e Verdi (Les vêpres siciliennes, Don Carlos).

O exame de certas obras menos conhecidas revela méritos que passaram relativamente despercebidos. Quanto às obras mais conhecidas, abordá-las desta forma abrangente permite-nos uma apreciação mais rica dos seus pontos fortes e das suas contradições internas, muitas vezes estimulantes.

Palavras-chave: exotismo, imperialismo, orientalismo, cor local, ópera, França (séc. XIX), colonialismo, libreto, encenação, cenários, figurinos, libreto, encenação, cenários, figurinos"


Ralph P. Locke
Musical Exoticism: Images and Reflections
Cambridge: CUP, 2009

Ralph P. Locke
Music and the Exotic from the Renaissance to Mozart
Cambridge: CUP, 2015






Redação: 26.08.2026

Receção crítica - Camonistas, A a Z







Os autores de estudos monográficos (ensaio, dissertação ou tese), artigos, capítulos de livros, etc., acerca do poeta e a sua obra, ao longo dos tempos.


"A origem e o desenvolvimento plurissecular da camonologia estão contemplados em [...] numerosos camonistas, desde Pedro de Mariz, Manuel Correia, Severim de Faria e Faria e Sousa até Hernâni Cidade, Rebelo Gonçalves, Costa Pimpão, Emmanuel Pereira Filho e Jorge de Sena. Ao longo dos tempos foram os camonistas que, como biógrafos, comentadores, editores, filólogos, historiadores literários e hermeneutas, contribuíram decisivamente para que a obra de Camões fosse difundida, estudada e admirada." 
- Aguiar e Silva | Dicionário de Luís de Camões, 2011.


Legenda:
* Camonistas com "entrada" fora do Diretório.
** Camonistas com verbete no Diretório.



CAMONISTAS, A a Z


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D. Manuel II de Portugal (1889-1932)
Manuel Rodrigues Lapa
Júlio Afrânio Peixoto
Leodegário A. de Azevedo Filho
D. Manuel II de Portugal (1889-1932)
Manuel Rodrigues Lapa
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Camonistas dos sécs. XVI - XVIII.

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Diogo Brabosa Machado (1741-1759)
Frei Bartolomeu Ferreira (1.º censor de Camões)
Manuel Coelho [2.º censor de Camões]
Manuel Correia (c1550-1609)
Manuel de Faria e Sousa
Manuel Pires de Almeida (1597-?, 1655)
Manuel Severim de Faria
Marcos de S. Lourenço
Manuel Coelho [2.º censor de Camões]
Manuel Correia (c1550-1609)
Manuel de Faria e Sousa
Manuel Pires de Almeida (1597-?, 1655)
Manuel Severim de Faria
Marcos de S. Lourenço
Pedro de Mariz
P.e Tomás José de Aquino








Atualizado: 12.01.2025

2026/08/25

Diálogos entre Camões e Dinamene: 500 Sonetos selecionados a partir de um infinito poético de almas partidas - projeto de Rui Portela

 


...


  500 poemas para Camões  

 OBRA ONLINE e IMPRESSA 


da autoria de Rui Torres




 OBRA ONLINE 


Diálogos entre Camões e Dinamene: 
500 Sonetos selecionados a partir de um infinito poético de almas partidas 
Projeto "HTML, Javascript, CSS, Livro. 
Motor textual a partir de soneto de Camões e contrasoneto de Manuel Portela.

Autor: Rui Torres. 
Colaboração: professores e estudantes do ensino secundário.


"Obra que se baseia no soneto "Alma minha gentil, que te partiste" de Camões, em diálogo com
uma versão alternativa de Manuel Portela, narrada do ponto de vista da alma que partiu.

Através de um sistema de variações, cada soneto pode ser gerado em inúmeras combinações únicas, permitindo que os leitores interajam e criem as suas próprias versões do texto.

O projeto inclui a publicação de um livro com 500 sonetos selecionados por alunos do ensino secundário, proporcionando uma experiência participativa que amplia as possibilidades de leitura e interpretação do poema original."
Exposição "Camões 500" 
na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra

Ver e-CAM

 LIVRO IMPRESSO 

Diálogos entre Camões e Dinamene: 
500 Sonetos selecionados a partir de um infinito poético de almas partidas
de Rui Torres
Coimbra: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, 2025

Tiragem:  Edição exclusiva de duas cópias

Versão digital disponível online | [PDF]


"Diálogos entre Camões e Dinamene é um projeto desenvolvido por Rui Torres que parte do soneto 'Alma minha gentil, que te partiste' de Luís de Camões e estabelece um diálogo com uma versão alternativa do soneto criada por Manuel Portela.

Utilizando técnicas combinatórias para gerar variações ilimitadas dos dois sonetos, o projeto inclui a publicação de um livro único com 500 sonetos divididos entre variações do soneto de Camões e do contrassoneto de Portela e selecionados por estudantes do ensino secundário em Portugal."

"Obra criada para a exposição Camões 500, comissariada por Paulo Silva Pereira e Filipa Araújo, Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC), 9 de janeiro a 10 de junho de 2025, como parte das Comemorações oficiais do V Centenário do nascimento de Luís de Camões."

Com a participação de estudantes
de escolas do ensino secundário em Portugal:

 Professoras Ana Isabel Moura e Carla Batista 
e estudantes da Escola Secundária João Gonçalves Zarco, Matosinhos.
Professora Isabel Duarte Silva 
e estudantes da Escola Secundária Augusto Gomes, Matosinhos.
Professora Júlia Gomes 
e estudantes da Escola Quinta das Flores, Coimbra.
Professor Rui Mateus 
e estudantes da Escola Secundária Nuno Álvares, Castelo Branco. 
Professora Silvéria R. Palrilha 
e estudantes da Escola Cristina Torres, AE Figueira Norte.



 O AUTOR 


Rui Torres
Licenciado em Ciências da Comunicação (Portugal),
Mestre e Doutor em Línguas Românicas (EUA).
Com um pós-doutoramento em Comunicação e Semiótica (Brasil),
possui ainda competências em Estudos Multimédia (UFP, Porto). 
É professor de Ciências da Comunicação na U. Fernando Pessoa (Portugal)
e professor convidado na U. Granada (Espanha).

OBRA CAMONIANA
  • Torres, Rui (2025.07.12) Dialogues Between Camões and Dinamene - Digital Poetry and Pedagogy. - Apresentação oral de trabalho, em: Electronic Literature Organization (ELO) Conference and Media Festival, ELO25 @ 25: Love letters to the Past and the Future, University of Waterloo in Kitchener-Waterloo, Canada; York University in Toronto, Canada.
  • (2021) Por uma (re)leitura de Camões: uma leitura de Herberto Helder. - Apresentação oral de trabalho, em: 7th Annual Carolina Conference on Romance Literatures, Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, E.U.A.
Ver bio
In: rui torres @telepoesis : poesia, ensino, investigação

para saber +


Telepoesis | Projeto de poesia digital de Rui Torres





Redação: 25.08.2026

Taprobana, um filme camoniano de Gabriel Abrantes


  TAPROBANA  

 FILME 

Realização de Gabriel Abrantes
Com Jani Zhao, Natxo Checa,
João Pedro Vale, Alexandre Melo.

Portugal: 23 min
Super-16 mm transferido para HD [DCP]/cor.

Estreias

10 fev. 2014 | Alemanha
64º Festival Internacional de Cinema de Berlim – Berlinale Shorts

11 jul. 2014 | Portugal
22° Festival Internacional de Curtas-Metragens de Vila do Conde

4 jun. 2015 | Data de estreia, no Ideal, em Lisboa 

Elenco:

Dinamene: Jani Zhao 
Luís Vaz de Camões: Natxo Checa
Petrarca: Alexandre Melo | Homero: Gonçalo Pena
Rei Filipe II: João Pedro Vale  | Pagem do reiAndré Príncipe
Camponeses: U. G. Punchi Banda e B. Wimalawate
Traficante de ópio: Lasantha David
Autoridades portuguesas: Gabriel Abrantes e Dhamika Amarashinghe
Ninfas: Mónica Talina | Ana Rita Lopes | Joana Pais de Brito | Andreia Marcelino.

Ficha técnica:

Realização e argumento: Gabriel Abrantes
Consultor de argumento: Lasantha David

Operador de câmara: Gabriel Abrantes, Natxo Checa, Lakruwan Withanage
Montagem de som: Hugo Leitão, Gabriel Abrantes
Efeitos sonoros: Daniel Gries | Misturas: Hugo Leitão

Produção: Natxo Checa, Marta Furtado, Gabriel Abrantes  Vimukthi Jayasundara
Produtor associado: Patricia Drati, Tine Fischer
Gestão de produção em Portugal: ZDB - Galeria Zé dos Bois
Gestão de produção no Sri Lanka: 24 Frames
Coord. de produção em Portugal: Marta Furtado, Joana Botelho
Coord. de produção no Sri Lanka: Deepal Gunaratne
Dir. de produção: Natxo Checa | Dir. de pós-produção: Branko Neskov
Coord. de pós-produção de imagem: Pedro Ribeiro.

Produção:

A Mutual Respect Productions | Portugal
Vimukthi Jayasundara | Sri Lanka
CPH DOX:LAB | Dinamarca


SINOPSE OFICIAL

"Taprobana, actual Sri-Lanka, em finais do século XVI. A maior ilha do Oceano índico é uma colónia portuguesa. 

Um elefante delicia-se na água. Ele ergue-se e baixa-se com prazer, todo ele mergulhado, bufando. Um homem aprecia uma mulher. Fazem amor a céu aberto. Quando o homem atinge o seu clímax, o elefante sai da água. 

O homem é Luís Vaz de Camões, poeta português e mais tarde, herói nacional. Por agora, é apenas um homem ao serviço da corte portuguesa. Banido de Lisboa, vive em exílio e trabalha para a única coisa que lhe importa: Os Lusíadas

Em forma de poema épico baseado na Odisseia de Homero, ele traça uma viagem pelo tempo, examinando a heróica história dos descobrimentos portugueses."

SINOPSE 2

"Luís Vaz de Camões, o maior poeta português do Renascimento, luta criativamente enquanto se entrega a um estilo de vida hedonista, coprofágico e permeado de drogas.

O filme acompanha o poeta e a sua amante, Dinamene, enquanto escreve a sua obra-prima, o poema épico Os Lusíadas

Viaja desde a cacofonia das selvas indianas, rodeado de elefantes alegóricos e macacos rimadores, até à fronteira entre o Céu e o Inferno, onde se depara com a sua fantasia: a fama e a imortalidade."
Gabriel Abrantes


Trailer de TAPROBANA
in canal do Youtube de Jorge Leitão Ramos
Vídeo, 01:31

Excerto de TAPROBANA
in canal do Youtube de Jorge Leitão Ramos
Vídeo, 01:00

Uma sátira poética e absurda sobre Camões

"Camões foi o primeiro poeta europeu a ter uma experiência prolongada em África, na Índia e na Indochina. Escreveu Os Lusíadas enquanto esteve exilado nas Índias, um poema que glorifica os navegadores portugueses que partiram das costas lusitanas e viajaram até Taprobana, hoje conhecida como Sri Lanka.

Muitos mitos rodeiam as viagens de Camões, e um em particular foi uma inspiração para este filme. Conta que Camões se apaixonou por uma cortesã chinesa, a quem então batizou com o nome de uma ninfa grega: Dinamene. 

O mito continua com Camões e Dinamene aprisionados num barco a caminho de Goa, sofrendo um naufrágio. Supostamente, a sua amada afogou-se, pois Camões estava demasiado ocupado a nadar atrás do seu manuscrito.

Taprobana pretende ser uma sátira poética e absurda sobre esta personagem contraditória e encantadora; um europeu exilado nas Índias, mas obcecado pela sua terra natal; um iconoclasta patife que escreveu alguns dos versos mais sublimes da língua portuguesa, onde a iluminação espiritual é indissociável da apoteose sexual."
Gabriel Abrantes

Camões e Ti-nan-men

"Gabriel Abrantes assina uma comédia escatológica
que acompanha a lua-de-mel do poeta Luís Vaz de Camões com Ti-nan-men,
uma chinesa por quem se apaixonou, no Oriente, quando escreveu Os Lusíadas."


  ÁLBUM  


“Pã, Não Chora Não” - título genérico de um programa de três curtas-metragens,
com uma sessão diária, que agrupou  três curtas-metragens do realizador:
"Liberdade" (2011) | "Ennui Ennui" (2013) | "Tapobrana" (2014).

para saber +



in e-CAM

de Jorge Leitão Ramos









Redação: 25.08.2026

Polca 'Camões" de Henrique Alves de Mesquita


   CAMÕES: polca   

"Em comemoração ao 3.º centenário do grande poeta"

de Henrique Alves de Mesquita

Pauta da polca [PDF]

1880


Camões, polca de Henrique Alves de Mesquita
por Luciana Rabello e Mauricio Carrilho
in Princípios do Choro 1, Acari Records, 2020
No Youtube Luciana Rabello - Tópico, áudio - 03.00 (18.05.2020)


Polca "Camões", pela Orquestra regida por Milton Calasans
No Youtube HAdeMesquita, áudio - 02.43 (06.08.2014)
Orquestra regida por Milton Calasans
Música Imperial (Disco 3) (Uirapuru LPU 1010), 1968


Pintura de Victor Meirelles, 1862. Na Coleção Fadel
            Henrique Alves de Mesquita            
n. 15.03.1830 - f. Rio de Janeiro, 12.07.1906
Compositor, Maestro, rompetista e organista carioca,
foi um dos músicos mais influentes do Brasil do século XIX. 

Com uma elevada formação erudita, Mesquita 
estudou na capital francesa com o ilustre professor F. Basin. 

Para além de regente da orquestra do Teatro Fenix, no Rio de Janeiro, 
lecionou no Conservatório e no Instituto Nacional de Música. 

Escreveu as óperas O Vagabundo e La Nuit au Chateau (apresentada em Paris)
e bastantes operetas e peças musicais ligeiras: entre as mais célebres encontram-se 
Ali-BabáTrunfo às avessas e Coroa de Carlos Magno.

É o patrono da cadeira de n.º 16 da Academia Brasileira de Música
e foi agraciado como membro da Ordem da Rosa 
por D. Pedro II, a 2 de abril de 1857.

para saber +


in Musica Brasilis









Redação: 25.08.2028

Música - Homenagem 'a Camões' de Carlos Gomes e Américo Miguez pelo Dueto Maltese


  Homenagem 'a Camões'  

  Música de piano
Carlos Gomes e de Américo Miguez

Interpretada pelo Duo Maltese:
as pianistas Ida Maltese e Sylvia Maltese
a quatro mãos.



            Hino triunfal 'A Camões'              
de Carlos Gomes
por Duo Maltese, piano a 4 mãos
Disponível online em Sylvia Malteseáudio - 03:35
Partitura [PDF]

         Marcha elegiaca 'A Camões'          
de Américo Miguez
por Duo Maltese, piano a 4 mãos
Disponível online em Sylvia Maltese, áudio - 07:03
Partitura [PDF]



 Piano luso-brasileiro a quatro mãos: repertório do séc. XIX e início do séc. XX 
Duo Maltese: Ida Maltese e Sylvia Maltese
Manaus, Brasil: 2000-2001

Concerto e lançamento do CD
4 set. 2001, terça-feira, às 20h30
No Teatro Procópio Ferreira, Guaruja, Brasil.

para saber +


A CAMÕES: 
Hymno triumphal / [de] A. Carlos Gomes; Marcha elegiaca / [de] L. A. Miguez;
Marcha heróica / [de] Arthur Napoleão.
Apresentação Plinio Doyle; estudo crítico Eurico Nogueira França. 
Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1980.

Edição fac-similada reduzida das edições impressas no Rio de Janeiro.
14, [5, 1 br.], 5, 11, 25 páginas | fac-simile, notas musicais | 26 cm.

Compositores:

Antonio Carlos Gomes, 1836-1896 
Bio na Wikpedia | ebiografia, por Dilva Frazão

 Leopoldo Américo Miguez, 1850-1902

Artur  Napoleão, 1843-1925

Pianistas:

Ida Maltese e Sylvia Maltese
Ver webpage Sylvia Maltese




Redação: 24.08.2026 

Hino triunfal a Camões de Carlos Gomes, interpretado pelo Duo Maltese



  Hymno triumphal 'a Camões'  

de  A. Carlos Gomes

Partitura | [PDF]

Interpretado pelo Duo Maltese: Ida Maltese e Sylvia Maltese
a quatro mãos.


Hino triunfal 'A Camões' de Carlos Gomes
por Duo Maltese, piano a 4 mãos
No Youtube do IPB, vídeo - 03:26

Instituto Piano Brasileiro (IPB)
A série "Por dentro das partituras"
tem curadoria de Alexandre Dias.

para saber +


A CAMÕES: 
Hymno triumphal / [de] A. Carlos Gomes; Marcha elegiaca / [de] L. A. Miguez;
Marcha heróica / [de] Arthur Napoleão.
Apresentação Plinio Doyle; estudo crítico Eurico Nogueira França. 
Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1980.

Edição fac-similada reduzida das edições impressas no Rio de Janeiro.
14, [5, 1 br.], 5, 11, 25 páginas | fac-simile, notas musicais | 26 cm.

Compositores:

Antonio Carlos Gomes, 1836-1896 
Bio na Wikpedia | ebiografia, por Dilva Frazão

Artur  Napoleão, 1843-1925
 Leopoldo Américo Miguez, 1850-1902

Pianistas:

Ida Maltese e Sylvia Maltese
Ver webpage Sylvia Maltese







Redação: 24.08.2026




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