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2026/08/15

Camões e os Descobrimentos portugueses na revista OCEANOS




© Imagem em Palácio do Correio Velho - Leilões e Antiguidades, SA

  OCEANOS  

  Revista trimestral - índices e capas  


Edição:

CNCDP - Comissão Nacional para as Comemorações 
dos Descobrimentos Portugueses. 

Lisboa: CNCDP, 1989-2002. 

Publicação periódica com 49 números (entre 100 a 160 págs.)
de grande formato  (27x38cm), bem ilustrados e em bom papel, 
que se impôs pela qualiidade científica dos seus artigos
e pela excelente ilustração e composição gráfica.

Colaboração:

Colaboração de especialistas e estudiosos em cada número 
dedicado a um tema, como João de Barros, Vasco da Gama, Padre António Vieira,
Azulejos, Navios e Navegações, Ourivesaria, Ilhas fantásticas, 
Arte indo-portuguesa, Misericórdias, etc.

Diretores: 

António Mega Ferreira (nºs 1-13), 
Vasco Graça Moura (14-24), 
António Manuel Hespanha (25-36/7) 
e Joaquim Romero Magalhães (38-49).


  Índice de todos os números da revista  


N.º 1.
Açores: o Fascínio do Atlântico. Camões: o Retrato Pintado a Vermelho. 
Castelo da Foz: o Sonho de D. Miguel da Silva.
Lisboa, CNCDP, junho de 1989.

N.º 2.
Viver a Bordo. Cascais: Os Segredos de uma Fortaleza. 
No Rio das Amazonas: Entre o Mito e a História.
Lisboa, CNCDP, outubro de 1989.

N.º 3.
Bartolomeu Dias. O Capitão do Fim. Retratos de Isabel - Imagens de uma Imperatriz. 
Palácio Almada – Carvalhais - Uma Ruína Lisboeta.
Lisboa, CNCDP, março de 1990.

N.º 4.
Ordem de Santiago.
Lisboa, CNCDP, julho de 1990.

N.º 5.
Sagres. Cabo Verde.
Lisboa, CNCDP, novembro de 1990.

N.º 6.
A Descoberta da Natureza. Os portugueses no Golfo.
Lisboa, CNCDP, abril de 1991.

N.º 7.
Fernão Mendes Pinto: Lisboa: o Oriente a descobrir.
Lisboa, CNCDP, julho de 1991.

N.º 8.
A Rainha D. Leonor.
Lisboa, CNCDP, outubro de 1991.

N.º 9.
O Ano de 92.
Lisboa, CNCDP, janeiro de 1992.

N.º 10.
Portugal e o Mar.
Lisboa, CNCDP, abril de 1992.

N.º 11.
Sevilha, Lisboa.
Lisboa, CNCDP, julho de 1992.

N.º 12.
Os Jesuítas e a Ideia de Portugal.
Lisboa, CNCDP, novembro de 1992.

N.º 13.
Medos, Fantasias e Visões.
Lisboa, CNCDP, março de 1993.

N.º 14. 
Porcelanas e Mares da China.
Lisboa, CNCDP, junho de 1993.

N.º 15.
O Regresso do Japão.
Lisboa, CNCDP, setembro de 1993.

N.º 16.
O repto da Europa.
Lisboa, CNCDP, dezembro 1993.

N.º 17.
O ano do Infante.
Lisboa, CNCDP, março 1994.

N.º 18.
Tordesilhas. A partilha do Mundo.
Lisboa, CNCDP, junho 1994.

N.º 19/20.
Indo-portuguesmente.
Lisboa, CNCDP, setembro / dezembro 1994.

N.º 21.
Mulheres no Mar Salgado.
Lisboa, CNCDP, janeiro/março 1995.

N.º 22.
Heranças de Neptuno.
Lisboa, CNCDP, abril/junho 1995.

N.º 23.
  [Camões,] Agora, peregrino vago e errante.  
Lisboa, CNCDP, julho/setembro de 1995.
Número dedicado a Camões, contendo vários artigos monográficos 
sobre o poeta por conheciods camonistas.

N.º 24.
O Teatro da Natureza. Maximiliano no Brasil.
Lisboa, CNCDP, outubro/dezembro 1995.

N.º 25.
Ilha de todos. Ilha de Moçambique.
Lisboa, CNCDP, janeiro/março 1996.

N.º 26.
A luz do mundo. Iluminura Portuguesa Quinhentista.
Lisboa, CNCDP, abril/junho 1996.

N.º 27.
João de Barros e o Cosmopolitismo do Renascimento.
Lisboa, CNCDP, julho/setembro 1996.

N.º 28.
Fortalezas da Expansão Portuguesa.
Lisboa, CNCDP, outubro/dezembro 1996.

N.º 29.
Diáspora e Expansão. Os Judeus e os Descobrimentos Portugueses.
Lisboa, CNCDP, janeiro/março 1997.

N.º 30/31.
Vieira.
Lisboa, CNCDP, abril/setembro de 1997.

N.º 32.
Olhares cruzados.
Lisboa, CNCDP, outubro/dezembro 1997.

N.º 33.
Vasco da Gama.
Lisboa, CNCDP, janeiro/março 1998.

N.º 34.
Culturas do Índico.
Lisboa, CNCDP, abril/junho 1998.

N.º 35.
Misericórdias. Cinco Séculos.
Lisboa, CNCDP, julho/setembro 1998.

N.º 36/37.
Azulejos. Portugal e Brasil.
Lisboa, CNCDP, outubro 1998/março 1999.

N.º 38.
Navios e navegações. Portugal e o Mar.
Lisboa, CNCDP, abril/junho 1999.

N.º 39.
O achamento do Brasil.
Lisboa, CNCDP, julho/setembro 1999.

N.º 40.
A formação territorial do Brasil.
Lisboa, CNCDP, outubro/dezembro 1999.

N.º 41.
A Construção do Brasil Urbano.
Lisboa, CNCDP, janeiro/março 2000.

N.º 42.
Viver no Brasil colónia.
Lisboa, CNCDP, abril/junho 2000.

N.º 43.
Ourivesaria luso-brasileira do ciclo do ouro e dos diamantes.
Lisboa, CNCDP, julho/setembro 2000.

N.º 44.
Portugueses no Brasil independente.
Lisboa, CNCDP, outubro/dezembro 2000.

N.º 45.
Terra Nova. A epopeia do bacalhau.
Lisboa, CNCDP, janeiro/março 2001.

N.º 46.
Ilhas Fantásticas.
Lisboa, CNCDP, abril/junho 2001.

N.º 47/48.
Os pescadores.
Lisboa, CNCDP, julho/dezembro 2001.

N.º 49.
Pedro Nunes.
Lisboa, CNCDP, janeiro/março 2002.


  Índice de cada número   



N.º 1.
Açores: o Fascínio do Atlântico.
Camões: o Retrato Pintado a Vermelho. 
Castelo da Foz: o Sonho de D. Miguel da Silva.

[Açores, povoamento e desenvolvimento precoce, Flamengos; 
ilhas imaginárias; primeiras cartas do Atlântico; Roteiro ao Estreito de Magalhães; 
São João da Foz; marfim]

Lisboa, CNCDP, junho de 1989.


Vasco Graça Moura, “Editorial”, 3.

“Os Descobrimentos Portugueses em Bruges”, 8.
“Conferência Europa – Mundo em Lisboa”, 8.
“Descobrimentos Portugueses na Universidade de Bolonha”, 9.
“Televisão australiana quer filmar navegações portuguesas”, 9.
“«Correio» da Unesco: Número sobre os Descobrimentos”, 9.
“Portugal e a Expo’92”, 10-11.
“Cinco Séculos de Evangelização e Encontro de Culturas”, 11.
“Comissão dos Descobrimentos promove série de televisão”, 11.
“II Encontro Algarve–Andaluzia”, 12.
“Editora francesa vai publicar livros sobre os navegadores portugueses”, 12.
“Professores estrangeiros no Conselho Científico”, 12.
“Vasco da Gama vai ter ópera e Philip Glass é o autor”, 13.
“Emanuel Nunes compõe obra coral sobre os Descobrimentos”, 13.
“Rei de Espanha realça colaboração Luso-Espanhola”, 14.
“Iniciativas conjuntas nos programas comemorativos. Descobrimentos: 
festa em cooperação ibérica”, O Comércio do Porto (1.03.89), 15.
“Um acto de cultura”, Diário de Notícias (27.04.89), p. 15.
“Descobrimentos portugueses na Universidade de Bolonha”, Diário Popular (12.4.89), 15.
Francisco Belard, “O retrato recuperado”, Revista Expresso (15.04.89), 15.

Vasco Graça Moura
“O Retrato pintado a Vermelho”, 18-25.

Vítor Serrão
“Fernão Gomes: pintor maneirista de «bravo talento»”, 27-30.

Ana Cristina Leite
“A Lisboa de Camões”, 31-35.

José Quitério
“Camões e a mesa”, 36-40.

Luís de Lancastre e Távora (Marquês de Abrantes), 
“A origem social dos navegadores ”, 41-42.

António Miguel Trigueiros e Maria João Hortigão
“Os Descobrimentos na numismática”, 43-45.

Marília Lopes
“Documentos sobre a História da Expansão Europeia. 
Encontro de professores na Alemanha”, 46.

Luís de Albuquerque
“«Roteiro e todos os sinais, conhecenças, fundos, baixios, alturas e derrotas que há 
na Costa do Brasil desde o Cabo de Santo Agostinho até ao estreito de Fernão de Magalhães»”, 47.

Luís de Albuquerque
“«Catálogo da exposição Comemorativa da edição de 1482 
da Geographia de Cláudio Ptolomeu»”, 47.

José Sarmento de Matos
“Açores: o fascínio do Atlântico”, 50.

Jorge Couto, 
“As Ilhas Lendárias e o Descobrimento dos Açores”, 52-54.

Alfredo Pinheiro Marques, 
“Um novo mapa e a sua representação do Atlântico pré-Colombiano”, 55-57.

Avelino de Freitas de Meneses, 
“Povoamento e Administração”, 59-64.

Rui Sousa Martins, 
“Os processos criativos e as origens do povoamento”, 65-67.

Martim Cunha da Silveira
“Os flamengos nos Açores”, 69-71.

Vítor Luís Gaspar Rodrigues
“As Primeiras Plantas”, 72-74.

Nestor de Sousa
“Tempos de arquitectura nos Açores”, 76-78.
F
rancisco Maduro Dias
“O Culto do Espírito Santo”, 79-81.

Artur Teodoro de Matos
“Açores: ponto de convergência de rotas comerciais”, 83-86.

José Guilherme Reis Leite
“Os Cortes Reais: o ramo açoriano e o seu significado”, 87-91.

Onésimo Teotónio Almeida, 
“A presença portuguesa na América do Norte”, 93-95.

Pedro da Silveira, “Biblioteca Açoriana”, 97-98.
Jorge Forjaz, “Carta de Francisco Dias a seus primos em Guimarães”, 100-101.
José Sarmento de Matos, “S. João da Foz. Entre Sonhos e Realidades”, 103.
Silvie Deswärte, “A Roma de D. Miguel da Silva”, 104-107.
Rafael Moreira, “A Obra de D. Miguel da Silva”, 108-110.
Jean Guillaume, “Relatório sobre S. João da Foz”, 111-113.
Fernando Maia Pinto, “Tempos Sobrepostos”, 114.
“Marfins Afro-Portugueses. Exposição nos E.U.A.”, 116-17.
Graça Almeida Rodrigues, “Carta dos Estados Unidos”, 119.
Marília Lopes, “Carta da Alemanha”, p. 120.
“Portugal e Brasil juntos em Sevilha”. - Entrevista a D. Manuel de Orleans-Bragança, 121.

Eduardo Lourenço
“Portugal e a Europa”, 123-130.




2 - Viver a Bordo. Cascais: Os Segredos de uma Fortaleza. No Rio das Amazonas: Entre o Mito e a História, Lisboa, CNCDP, Outubro de 1989

FERREIRA, António Mega, [Editorial], p. 3.

“Vasco Graça Moura: «Plano de Acções até 92 será divulgado em breve»”, pp. 6 – 8.

PAULINO, Francisco Faria, “Como Comemorar?”, pp. 9 – 10.

“Homenagem a Colombo na ilha de Santa Maria – Açores”, p. 10.

“A partida da armada de 1537 nos estaleiros da Ribeira das Naus”, p. 11.

“Viagens no Atlântico no lugre «Creoula»”, p. 12.

“Viagens de alunos da margem norte para a margem sul do Tejo, visitas a locais de interesse histórico e pequenas viagens fluviais num veleiro… e viagens do interior para o litoral”, p. 12.

“Philip Glass: uma ópera sobre os Descobrimentos”, p. 13.

“Festival de Sagres 89”, p. 13.

“O Infante na RDA”, p. 14.

“Plenário do Conselho Científico reune em Lisboa”, p. 14.

“A Arte, os Descobrimentos e a Universidade debatidos em Coimbra”, p. 15.

“Seminário para novos Investigadores”, p. 15.

“Portugal assina protocolo com Guiné-Bissau”, p. 15.

“Acordo com o Benim”, p. 15.

“Exposições em 30 cidades assinalam a 10 de Junho”, O Dia (01/06/89), p. 16.

“«Descobrimentos Portugueses»: vela é a grande vedeta”, O Comércio do Porto (2/6/89), p. 16.

“Descobrimentos comemorados no Castelo de Leiria”, Jornal Europeu (9/6/89), p. 16.

”«O Rosto de Camões» ”, O Século (10/6/89), p. 17.

BÉLARD, Francisco, “«The Courrier/El Correo»”, Expresso (29/7/89), p. 17.

PEREIRA, Paulo, “«Oceanos»”, Expresso (7/89), p. 17.

RODRIGUES, Jorge, “«Oceanos»”, Revista Sábado (19/8/89), p. 17.

CID, Margarida Sobral, “Restauro do Cristo dos Jerónimos”, pp. 19 – 23.

MATOS, José Sarmento de, “Representação das Armas de Lisboa”, pp. 24 - 25.

VELOSO, A. J. Barros e ALMASQUÉ, Isabel, “Casas com Barcos”, pp. 26 – 31.

REIS, António Estácio dos, “Astrolábios Portugueses adquiridos em leilão na Christie’s”, pp. 32 – 35.

DOMINGUES, Francisco Contente e GUERREIRO, Inácio, “Viver a Bordo”, pp. 37 – 63.

MATOS, José Sarmento de, “Cascais. Os Segredos da Fortaleza”, p. 65.

MOREIRA, Rafael, “Arquitectura Militar: História da Arte e Arqueologia”, pp. 66 – 67.

BOIÇA, Joaquim Ferreira, “A Fortaleza da Luz e a Defesa da Barra”, pp. 68 – 72.

“Fortaleza de Nossa Senhora da Luz e a Cidadela em 1738”, p. 73.

“Fortaleza de Nossa Senhora da Luz – Prisão de Estado (1833)”, p. 73.

RAMALHO, Margarida, “Em busca da Torre Perdida”, pp. 75 – 81.

MATOS, José Sarmento de, “Retábulo da Igreja de Jesus de Setúbal”, p. 83.

PEREIRA, Fernando António Baptista, “O Retábulo de Jesus e a Pintura Portuguesa do Séc. XVI”, pp. 85 – 91.

MATOS, José Sarmento de, “No Rio das Amazonas”, p. 93.

ALMEIDA, Bernardo Pinto de, “Tintim Nas Nossas Cabeças”, p. 94.

FONTES, Luís Torres, “A Amazónia”, pp. 96 – 99.

FONTES, Luís Torres, “Notas Históricas”, pp. 100 – 103.

FONTES, Luís Torres, “A Lenda das Amazonas”, pp. 104 – 106.

WASHBURN, Wilcomb E., “Os Primeiros Contactos com os Índios na América”, pp. 109 – 113.

“Extractos da Carta de Pêro Vaz de Caminha”, p. 114.

LOPES, Marília, “Brasiliana. Uma colecção particular exposta em Heidelberg”, p. 116.

ALBUQUERQUE, Luís de, “«A Alemanha e os Descobrimentos Portugueses»”, p. 117.

ALBUQUERQUE, Luís de, “Mamlousk, Ottomans et Portugais en Mer Rouge. L’Affaire de Djedda en 1517”, p. 118.

MATOS, José Sarmento de, “As Navegações Portuguesas no Atlântico e no Índico”, p. 119.

MATOS, José Sarmento de, “Tratado de Seguros de Pedro de Santarém”, p. 119.

“Livro de Traças de Carpintaria”, p. 121.

COSTA, Melba Ferreira da, “Acerca do Livro de Traças”, pp. 122 - 128.

LLANSOL, Maria Gabriela, “Nós Estamos de Volta”, pp. 129 – 130.


3 - Bartolomeu Dias. O Capitão do Fim. Retratos de Isabel - Imagens de uma Imperatriz. Palácio Almada – Carvalhais - Uma Ruína Lisboeta, Lisboa, CNCDP, Março de 1990



MATOS, José Sarmento de, [Editorial], p. 3.


“Plano a médio prazo propõe etapas para as Comemorações”, pp. 6 – 8.


“Exposição leva cinco mil pessoas aos Jerónimos”, p. 9.


“Executivo apresenta em Madrid proposta de comemorações conjuntas”, p. 10.


FERREIRA, António Mega, “Por causa de Tordesilhas”, p. 11.


“«Celebrar os Descobrimentos é um acto amplificador de horizontes»”, [Entrevista a Luís Adão da Fonseca], pp. 12 – 13.


“Agência Lusa vai divulgar os Descobrimentos”, p. 13.


“Descobrimentos evocados em Estrasburgo”, p. 14.


“CNCDP vai apoiar Arquivos”, p. 14.


“Pen Clube edita Antologia sobre os Descobrimentos”, p. 14.


“Congresso Bartolomeu Dias: Primeiro volume das actas”, p. 15.


“Igreja comemora Descobrimentos”, p. 15.


“Os Descobrimentos e a Arte – Assinatura de protocolo”, p. 15.


“Comemorações em Madrid”, ABC (Madrid) (21/12/89), p. 17.


“«Descobrimentos em exposição nos Jerónimos»”, A Capital (04/01/90), p. 17.


BARCIELA, Fernando, “Portugal levou projecto a Madrid para celebrar o Tratado de Tordesilhas”, Diário de Notícias (20/12/89), p. 17.


PEREIRA, Paulo, “Iconografia dos Descobrimentos”, Expresso (15/12/89), p. 17.


“«Exposição Internacional em 1998 celebra descoberta da Índia»”, Diário de Notícias (15/12/89), p. 18.


“«Letras» e Comissão dos Descobrimentos – Cooperação até 1994”, Jornal de Notícias (23/12/89), p. 18.


FALLORCA, Jorge, “Pavilhão de Portugal brilha entre dez”, Diário de Lisboa (30/11/89), p. 18.


MARTINS, Maria João, “A malta das naus”, Diário de Lisboa (05/01/90), p. 18.


PEREIRA, Paulo, “Oceanos n.º 2”, Expresso (30/12/89), p. 18.


“Sevilha 92, Lisboa 98. Portugal entre duas exposições”, pp. 20 – 21.


NOGUEIRA, Paulo, “Manuel Graça Dias: «O nosso projecto é uma homenagem à forma portuguesa de construir cidades»”, [Entrevista a Manuel Graça Dias], p. 22 – 24.


GRANDRY, Marie Noëlle Pradel-De (Adaptado), “1998. Como se faz uma Exposição”, pp. 25 – 30.


“Expo 98: Todo o mundo em Lisboa”, pp. 31 – 34.


MOURA, Vasco Graça, “Retratos de Isabel”, pp. 35 – 46.


“Uma carta de Aretino”, p. 47.


ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner, “Meditação do duque de Gândia sobre a morte de Isabel de Portugal”, p. 47.


MATOS, José Sarmento de, “Bartolomeu Dias. O capitão do fim”, pp. 48 - 49.


FONSECA, Luís Adão da, “Bartolomeu Dias, do pouco que se sabe...”, pp. 50 – 55.


THOMAZ, Luís Filipe F. R., “O projecto imperial de D. João II”, pp. 57 – 61.


MACEDO, Jorge Borges de, “A política atlântica de D. João II e o Mediterrâneo”, pp. 62 – 70.


ALBUQUERQUE, Luís de, “As inovações da náutica portuguesa no tempo de Bartolomeu Dias”, pp. 71 – 76.


CORREIA, José Manuel, “Medos e visões dos mareantes na passagem do Cabo da Boa Esperança”, pp. 78 – 81.


TÁVORA, Luiz de Lancastre e (Marquês de Abrantes), “Um homem e as suas origens”, pp. 82 – 88.


MATOS, José Sarmento de, “Palácio Almada-Carvalhais: Uma ruína lisboeta”, p. 91.


MATOS, José Sarmento de, “Um Homem, Uma Casa, Uma Família”, pp. 93 – 95.


BARATA, Maria do Rosário Themudo, “Quem foi Rui Fernandes de Almada”, pp. 96 – 102.


NOGUEIRA, Paulo, “Um palácio na Lisboa dos Descobrimentos”, pp. 103 – 105.


“Saudades de um escolar”, pp. 106 – 107.


“Por terras da Guiné”, p. 109.


ESTEVES, Maria Luísa, “O Cacheu em meados do séc. XIX”, pp. 111 – 113.


MATOS, José Sarmento de, “Comemorar as Comemorações”, p. 115.


PEREIRA, João Castelo Branco, “Os «Tronos Rolantes» da monarquia portuguesa”, pp. 116 – 122.


ALBUQUERQUE, Martim de, “O Atlas do Visconde de Santarém”, pp. 123 – 125.


ALBUQUERQUE, Luís de, “«Colombo vero e falso»”, p. 127 – 128.


ALBUQUERQUE, Luís de, “«Voyage dans le Deltas du Congo et de L’Irraouady»”, p. 129.


“A expansão em Marrocos”, p. 130.


“Literatura Hispanica, Reyes Catolicos y Descubrimiento”, p. 130.


“Histórias dos Jerónimos”, p. 130.


“A fundação do Império Português (1415 – 1580), Vol. I”, p. 130.


FONSECA, Luís Adão da, “Europa 1492. «Retrato de um continente ache quinientos años»”, p. 130.


4 - Ordem de Santiago, Lisboa, CNCDP, Julho de 1990


FERREIRA, António Mega, [Editorial], p. 3.


“Grupo de Trabalho prepara estudo de viabilidade”, p. 7.


“Portugal e a construção do Mundo Moderno”, p. 10.


"Portugal – Brazil: «The Age of Atlantic Discoveries»”, p. 11.


“A semana do Portugal das Descobertas”, p. 12.


“Les Découvertes Portugaises Dans Le Monde", p. 12.


“Calendário das exposições a realizar no estrangeiro (Julho/Setembro)”, p. 12.


“Um projecto descentralizado”, p. 13.


“«Primacías de América en la Española 1492 – 1542». Exposição na Casa dos Bicos”, p. 16.


“Macau em Lisboa”, p. 16.


“Inscrição portuguesa descoberta na África do Sul”, pp. 17 – 18.


“Prémios de Investigação D. João de Castro”, pp. 19 – 20.


“«Camões constituiu uma ponte de nós para os outros»”, pp. 20 – 22.


“Com a passagem do Cabo da Boa Esperança encontrou-se a chave da Idade Moderna”, pp. 22 – 23.


“«Editadas Actas sobre Bartolomeu Dias»”, Comércio do Porto (21/04/90), p. 24.


“«Descobrimentos: apoio a projectos de investigação»”, Jornal de Letras (02/04/90), p. 24.


“«Pasta didáctica ensina Descobertas»”, Diário de Notícias (18/04/90), p. 24.


CARDOSO, António, “As Comemorações de Bartolomeu Dias foram mal comemoradas”, Correio da Manhã (05/04/90), p. 24.


“«Expansão ibérica celebrada em comum»”, Diário de Notícias, (09/04/90), p. 25.


VELEZ, João Paulo, “«Três locais em alternativa»”, O Público, (20/04/90), p. 25.


“«Descobrimentos têm plano a médio prazo»”, Diário de Lisboa, (10/03/90), p. 26.


“«Descobertas na cooperação»”, O Público, (10/04/90), p. 26.


PINHARANDA, João, “À Bolina”, O Público, (27/03/90), p. 26.


“«Ricci faz catálogo sobre Descobrimentos»”, Público, (10/03/90), p. 27.


“«Torre do Tombo edita livro comemorativo»”, Diário de Notícias, (05/05/90), p. 27.


NÓBREGA, Tolentino de, “«O português como língua de encontros»”, O Público, (06/06/90), p. 27.


PEREIRA, António Collares, “«A missão e a comissão»”, O Dia, (14/04/90), p. 27.


PAVIOT, Jacques, “As relações económicas entre Portugal e a Flandres no séc. XV”, pp. 28 – 34.


GOULÃO, Maria-José, “Ourivesaria Luso-Brasileira no Rio da Prata”, pp. 36 – 42.


PEREIRA, Paulo, “A esfera armilar na arquitectura do tempo de D. Manuel”, pp. 43 – 50.


REIS, António Estácio dos, “A mais antiga agulha de marear portuguesa”, pp. 53 – 55.


MATOS, José Sarmento de, “A ordem Santiago”, pp. 56 – 57.


PIMENTA, Maria Cristina Gomes, “A Ordem de Santiago em Portugal”, pp. 58 – 63.


BRANCO, Manuel de Silva Castelo, “A Ordem de Santiago e a Índia”, pp. 64 – 65.


PEREIRA, Fernando António Baptista, “O Retábulo de Santiago”, pp. 66 – 74.


SERRÃO, Vitor, “A «Criação do Homem»: de Gregório Lopes”, pp. 76 – 81.


TÁVORA, Luiz de Lancastre e (Marquês de Abrantes), “O senhor D. Jorge”, pp. 82 – 92.


OLIVAL, Fernanda, “A Ordem de Santiago e o Sal do Sado”, pp. 93 – 96.


ANTUNES, Luís Pequito, “O património construído da Ordem de Santiago”, pp. 97 – 101.


MATOS, José Sarmento de, “Hospitais de Lisboa no Século XV”, p. 102.


SALGADO, Anastácia Mestrinho e SALGADO, Abílio José, “Hospitais de Lisboa até ao séc. XV”, pp. 103 – 109.


NOGUEIRA, Paulo, “O Preço do Céu”, pp. 111 – 112.


MATOS, José Sarmento de, “Comemorar as Comemorações”, pp. 114 – 115.

Paulo Varela Gomes
“«Os Lusíadas» segundo Vieira Portuense”, 116-122.


ALBUQUERQUE, Luís de, “Martim Behaim (1459 – 1507). Seefahrer. Entdecker. Kosmograph”, p. 123.


ALBUQUERQUE, Luís de, “Die Suche Nach Dem Reiche Des Priesterkönigs Johannes (Dargestellt anhand von Reiseberichten und anderer ethnographischen Quellen des 12. bis 17. Jahrhunderts)”, p. 125.


GARCIA, José Manuel, “«As Viagens Portuguesas à América»”, p. 126.


LEMOS, Virgílio de, “Sophia: «As navegações portuguesas foram uma epopeia do espanto»”, [Entrevista a Sophia de Mello Breyner Andresen], p. 127 – 130.


5 - Sagres. Cabo Verde, Lisboa, CNCDP, Novembro de 1990


FERREIRA, António Mega, [Editorial], p. 3.


“Sagres”, Oceanos, nº 5, p. 8.


GARCIA, José Manuel, “A Vila do Infante”, pp. 9 – 18.


GARCIA, José Manuel, “Escavações Arqueológicas em Sagres”, pp. 19 – 20.


“Um projecto em questão”, pp. 21 - 23.


GARCIA, José Manuel, “Uma nova carta de marear: notícia do seu descobrimento”, pp. 25 – 28.


“«O Olhar do Corvo» Canta Portugal”, pp. 29 – 30.


“Portugal – Brasil. Exposição e Colóquio”, p. 31.


RUSSEL-WOOD, A. J. R., “Novos caminhos no estudo da expansão portuguesa”, pp. 33 – 34.


“Actividades do grupo de Trabalho do Ministério da Educação”, pp. 35 – 36.


“«Autrement» dedica número aos Descobrimentos Portugueses”, p. 36.


“Em contagem decrescente”, pp. 37 – 38.


“Fragata D. Fernando II e Glória”, pp. 39 – 40.


MENESES, José de Vasconcelos e, “Cristóvão de Mendonça e a nau Vitória”, pp. 41 – 42.


“Um americano em Lisboa”, p. 43.


“Conferência em Lisboa”, p. 44.


“Jornadas Luso-Brasileiras de História da Arte”, p. 44.


“Exposições de Cartografia Portuguesa: Na Hungria”, p. 44.


“A Expansão Europeia: O diálogo Luso-Italiano”, p. 45.


“Colóquio em Washington trás novidades”, p. 45.


“II Curso de Verão de História da Arte”, p. 45.


“Prémio «Colombus: Countdown 1992»”, p. 45.


“Mare Liberum”, p. 45.


PEDREIRINHO, José Manuel, “Sagres: Será desta?”, JL, (18/09/90), pp. 46 - 47.


POMAR, Alexandre, “O muro de Sagres”, Expresso (08/09/90), p. 46.


“Descobrimentos vão ter ópera em 1992”, Diário de Notícias (28/09/90), p. 47.


PINHARANDA, João, “ O outro muro…”, Público (25/09/90), p. 47.


REIS, Patrícia, “«A ópera por descobrir»”, Sábado (28/09/90), p. 47


“«Um dia na Ópera»”, Público, (28/09/90), p. 48.


“Diálogo das culturas constrói o futuro”, Diário de Notícias (04/10/1990), p. 48.


COELHO, Luís, “«Uma cadeira para pensar»”, Expresso (05/10/90), p. 48.


MATOS, José Sarmento de, “Ver Cabo Verde”, pp. 50 – 51.


ALBUQUERQUE, Luís de, “As ilhas que estavam lá…”, pp. 52 – 67.


SILVA, António Correia e, “Os fundamentos do povoamento”, pp. 68 – 77.


FAGUNDES, João, “Ribeira Grande. A cidade velha”, pp. 78 – 84.


AMARO, Clementino, “Escavações Arqueológicas na Cidade Velha”, pp. 85 – 87.


ALMEIDA, João Bento de, “A Sé da Ribeira Grande: Proposta de recuperação”, pp. 88 – 89.


“Temas de uma cultura”, p. 90.


VEIGA, Manuel, “O Crioulo”, pp. 91 – 93.


MARTINS, Vasco, “Variações sobre a origem da morna”, pp. 94 – 96.


“Álbum de família”, Oceanos, nº5, 1990, p. 97.


CAEIRO, António, “E viva a bola!”, p. 98.


“Tesouros no abismo”, p. 99.


YVES-BLOT, Jean e BLOT, Maria Luísa, “Arqueologia de um navio: o «San Pedro da Alcântara»”, Oceanos, nº 5, 1990, pp. 100 – 105.


YVES-BLOT, Jean e BLOT, Maria Luísa, “O passado debaixo de água”, pp. 106 – 113.


MOURÃO, António Martins, “Flor de la Mar: tesouro a fundo perdido”, pp. 114 – 115.


CASTELO-BRANCO, Manuel da Silva, “O «Livro das Fortalezas» de Duarte de Armas”, p. 116 – 122.


ALBUQUERQUE, Luís de, “«Diário di bordo. Livro de la prima navigazione e scoperta della India»”, p. 123.


ALBUQUERQUE, Luís de, “«La Ciência Española en el Descubrimiento de America» (Las tablas de coordenadas geograficas compiladas en la Espanã Medieval)”, p. 124.


ALBUQUERQUE, Luís de, “«La Genovesita di Colombo»”, p. 125.


ALBUQUERQUE, Luís de, “«O Impacto dos Descobrimentos na Exegese Bíblica – Poliglota dos Salmos, de 1516»”, p. 125.


MATOS, José Sarmento de, “Borges de Macedo: «Os Portugueses deram à Europa a noção dos Oceanos»”, [Entrevista a Borges de Macedo], pp. 126 – 130.


6 - A Descoberta da Natureza. Os portugueses no Golfo, Lisboa, CNCDP, Abril de 1991


FERREIRA, António Mega, [Editorial], p. 3.


“Expo 98: Lisboa reforça candidatura”, pp. 6 - 7.


GARCIA, José Manuel, “Os portugueses no Golfo”, pp. 8 – 13.


“O Golfo Pérsico visto pelos Portugueses. Antologia de textos dos séculos XVI e XVII”, pp. 14 – 18.


MOURÃO, António Martins, “Daniel Boorstin: «O propósito do Infante era alcançar o desconhecido»”, [Entrevista a Daniel Boorstin], pp. 19 – 21.


“Extractos de «Os Descobridores» de Daniel Boorstin”, pp. 21 – 23.


“Mário Soares apela à participação do país nas comemorações dos descobrimentos”, p. 25.


“Raide Macau – Lisboa”, p. 25.


“Portugal lança pavilhão em Sevilha”, p. 25.


“Audiovisuais e os Descobrimentos”, p. 25.


“Projecto Finisterra Povos e Culturas”, p. 26.


“As Caravelas Portuguesas nos Caminhos da Índia”, p. 26.


“Rui Veloso canta os Descobrimentos”, p. 26.


“Colóquio Luso – Francês Descobrimentos e Encontro de Culturas”, p. 27.


“Fontes para a História de Portugal em exposição”, p. 27.


“Exposição itinerante de «Cartografia Portuguesa» no estrangeiro”, p. 27.


“Génova 1992: «Colombo, o navio e o mar»”, pp. 28 - 29.


BRANDÃO, Pedro, “Sagres, nos Jerónimos”, Público (19/11/90), p. 30.


SERRÃO, Vitor, “Sagres... ponto final”, Público (30/11/90), p. 31.


“SEC suspende projecto para a ponta de Sagres”, Diário de Notícias (31/12/90), p. 31.


GUERREIRO, António, “Lusitália”, Expresso (22/12/90), p. 32.


“«Peregrinação» integral editada em França”, Público (05/01/91), p. 32.


“Oceanos”, Jornal do Fundão (04/01/91), p. 32.


“Comissão dos Descobrimentos organiza ciclo «os desafios do milénio»”, Jornal de Notícias (15/11/90), p. 32.


“Iluminuras na Torre do Tombo”, p. 35.


MATOS, José Sarmento de, “1940. A Exposição que mudou Belém”, p. 36.


TÁVORA, Luiz de Lancastre e (Marquês de Abrantes), “Garcia de Sá”, pp. 45 – 46.


“A Descoberta da natureza”, p. 47.


“O Jardim das Descobertas um grande projecto comemorativo”, pp. 50 – 51.


ALMAÇA, Carlos, “Os Portugueses e o conhecimento das faunas exóticas”, pp. 52 – 63.


ALMAÇA, Carlos, “Frei Cristóvão de Lisboa e a zoologia brasileira”, pp. 64 – 65.


FARIA, Miguel, “As Plantas Tintureiras”, pp. 66 – 78.


MATOS, José Sarmento de, “Comemorar a Restauração”, p. 79.


SOBRAL, Luís de Moura, “A Ordem de Cister e a Restauração Brigantina. Um ciclo emblemático em Salzedas, pp. 80 – 85.


COUCEIRO, Gonçalo, “A Igreja de S. Paulo em Macau”, pp. 87 – 95.


HENRIQUES, Paulo, “Conto da Maia (1890 – 1981)”, pp. 96 – 107.


“Prémio D. João de Castro: A «Peregrinação» traduzida por Rebecca Catz”, p. 108.


ALBUQUERQUE, Luís de, “«The Travels of Mendes Pinto»”, p. 109.


ALBUQUERQUE, Luís de, “The Periplus of the Erytraean Sea = Agatharchides of Cnidus, «On the Erytraean Sea»”, p. 110 – 11.


GARCIA, José Manuel, “«Catálogo dos Impressos de Tipografia Portuguesa do Século XVI: A Colecção da Biblioteca Nacional»”, p. 112.


“Editados três livros de Alfredo Pinheiro Marques”, p. 113.


“Três novos títulos das Edições Inapa”, p. 114.


“«Ciência e Mito nos Descobrimentos»”, p. 114.


“Évora 1490. As bodas do Príncipe”, pp. 116 – 123.


DODERER, Gerhard, “A música nas bodas”, pp. 126 – 130.


7 - Fernão Mendes Pinto: Lisboa: o Oriente a descobrir, Lisboa, CNCDP, Julho de 1991


FERREIRA, António Mega, [Editorial], p. 3.


“Expo 98: o maior projecto”, pp. 8 – 11.


“João Paulo II: «Portugal foi púlpito da Boa Nova»”, p. 12.


“Primeiro-Ministro no Brasil”, p. 13.


“Portugal coloca primeira pedra em Sevilha”, p. 14.


“Audiovisuais e os Descobrimentos”, p. 15.


“Apoio à Investigação”, p. 15.


“«O Trabalho» segura Sevilha”, p. 17.


“Sociedade de Geografia”, p. 17.


“Auto da Pimenta: Protocolo assinado”, p. 18.


“Descobrimentos em Compact-Disc”, p. 18.


“Escultura evoca Descobrimentos”, p. 19.


“500 Anos de Santo Inácio de Loyola. Congresso Histórico/Cultural”, p. 21.


“Cartografia em digressão”, p. 21.


MOURÃO, António Martins, “John Roberts a Oceanos: «É impossível conceber Colombo sem a inspiração portuguesa»”, [Entrevista a John Roberts], pp. 22 – 23.


“Temos argumentos para a Expo-98”, Diário de Notícias (29/03/91), p. 25.


“Uma ilha dos Amores… no Algarve”, Público (14/01/91), p. 25.


“«Expo-98» ajudará a recuperar a zona oriental de Lisboa”, Jornal de Notícias (29/03/91), p. 25.


“Colóquio luso–francês. Historiadores debatem Descobrimentos”, Público (02/02/91), p. 26.


ROCHA, Rui, “Oceanos Mare Liberum”, Expresso (27/04/91), p. 26.


“Vasco da Gama é tema de ópera”, Diário Popular (25/03/91), pp. 26 – 27.


“Dez audiovisuais sobre as Descobertas”, Público (02/02/91), p. 27.


“Na rota dos navegadores”, O 1º de Janeiro (31/01/91), p. 27.


“Portugueses preparam exposição para a cidade de Génova em 92”, Jornal de Notícias (25/01/91), p. 27.


TÁVORA, Luís de Lancastre e (Marquês de Abrantes), “Nuno da Cunha”, pp. 29 – 30.


BRANCO, Teresa Schedel Castelo, “Reinel: uma família de Lisboa”, pp. 32 – 34.


“Fernão Mendes Pinto”, p. 37.


CORREIA, João David Pinto, “Viajante e escritor”, pp. 38 – 42.


GARCIA, José Manuel, “A «Peregrinação» e a literatura de viagens”, pp. 43 – 49.


CATZ, Rebecca, “Em foco os gigantes das letras portuguesas”, pp. 50 – 57.


LOURENÇO, Eduardo, “O Livro do Deslumbramento”, pp. 58 – 62.


BAPTISTA, António Alçada, “Peregrinação, Peregrinações…”, pp. 62 – 66.


D’INTINO, Rafaella, “A «utopia chinesa» de Fernão Mendes Pinto”, pp. 67 – 71.


BOLÉO, João Paulo Paiva, “A «Peregrinação» e a banda desenhada”, pp. 72 – 77.


LEMOS, Virgílio de, “Êxito em França da «Peregrinação»”, pp. 78 - 79.


REIS, António Estácio dos, “Viagem à roda de um astrolábio pintado”, pp. 81 – 93.


“Lisboa: O Oriente a descobrir”, pp. 94 – 96.


PIMENTEL, Alberto, “«De Xabregas à Povoa de Santa Iria»”, pp. 97 – 119.


VASCONCELOS, Jorge Ferreira de, “Memorial das Proezas da Segunda Távola Redonda”, pp. 120 – 125.


ALBUQUERQUE, Luís de, "«Géographie du monde au Moyen Âge et à la Renaissance»", pp. 129 – 130.


8 - A Rainha D. Leonor, Lisboa, CNCDP, Outubro de 1991


FERREIRA, António Mega, [Editorial], p. 3.


MATOS, José Sarmento de, “Marfins em exposição”, pp. 8 - 9.


MATOS, José Sarmento de, “Brilhos Régios”, p. 10.


MATOS, José Sarmento de, “Josefa de Óbidos em exposição”, p. 12.


“Prémio Europeu Vasco da Gama”, p. 13.


MOURA, Vasco Graça, “Mensagem da C.N.C.D.P. na visita das caravelas de Espanha”, p. 13.


“«Prémio da Boa Esperança» – discurso do Ministro do Planeamento”, p. 15.


“Protocolo com Marconi”, p. 15.


“Volta ao Mundo”, p. 15.


“José Mattoso versus Colombo português”, O Comércio do Porto (16/06/91), p. 17.


“«Os Descobrimentos Portugueses» em França”, JL (04/06/91), p. 17.


“Regata dos Portos evoca Descobrimentos”, Correio da Manhã (15/06/91), p. 17.


“Audiovisual tem comissão para os Descobrimentos”, JL (18/06/91), p. 17.


“Cursos de Verão em Coimbra”, Diário de Coimbra (18/06/91), p. 19.


“Estudos Portugueses em Oxford”, Público (03/06/91), p. 19.


“A música e os Descobrimentos”, Público (01/06/91), p. 19.


“«Descobrimentos, Expansão e Identidade Nacional»”, Primeiro Jornal (22/07/91), p. 19.


“Singapura do Médio Oriente”, Público (15/07/91), p. 19.


“E Portugal descobriu o mundo”, Correio Braziliense (07/05/91), p. 21.


“Sagres: de lá, via-se a Terra”, Correio Braziliense (07/05/91), p. 21.


“O mundo de portas abertas”, BSB – Brasil (07/05/91), p. 21.


TÁVORA, Luís de Lancastre e (Marquês de Abrantes), “D. Luís de Ataíde Conde Atouguia Vice – Rei da Índia”, pp. 22 – 23.


LUÍS, Fernando, “Europalia 91 Portugal”, pp. 26 – 30.


REIS, António Estácio dos, “O Gabinete de Física da Universidade de Coimbra”, pp. 31 – 35.


RADULET, Carmen M., “Diogo Cão no Reino do Congo”, pp. 38 – 43.


“Congo 1491 – 1991”, p. 37.


GARCIA, José Manuel, “De Rui de Pina a Duarte Lopes”, pp. 44 – 55.


FERRONHA, António Luís A., “A Pedagogia da Sujeição”, pp. 56 – 61.


MATOS, José Sarmento de, “O Congo no Século XIX”, pp. 62 – 66.


ALBUQUERQUE, Luís de, “A Náutica Portuguesa Quinhentista na Europa”, pp. 68 – 75.


“D. Leonor”, pp. 76 – 78.


MATOS, José Sarmento de, “A Senhora do Povo”, pp. 79 – 88.


TAVARES, Maria José Ferro, “D. Leonor e a fundação das Misericórdias”, pp. 89 – 93.


RAMALHO, Américo da Costa, “A Rainha D. Leonor e o seu tempo”, pp. 96 – 101.


SERRÃO, Vitor, “O mecenato da rainha D. Leonor e a pintura de corte”, pp. 104 – 107.


SILVA, Nuno Vassallo e, “O Relicário que fez Mestre João”, pp. 110 – 113.


“Lisboa – Expo 98. Edição da Comissão de Promoção da Exposição Internacional de Lisboa de 1998”, p. 117.


MATOS, José Sarmento de, “A Baixela da Coroa Portuguesa”, p. 120.


MATOS, José Sarmento de, “D. João II – um percurso humano e político nas origens da modernidade em Portugal”, p. 121.


MATOS, José Sarmento de, “O confronto do olhar. O encontro dos povos na época das Navegações portuguesas”, p. 121.


ALBUQUERQUE, Luís de, “«Cronaca dei Fatti di Guinea»”, p. 123.


ALBUQUERQUE, Luís de, “Ciência e Mito nos Descobrimentos (Ensaio iconológico sobre Cosmografia e Cartografia)”, p. 124 – 125.


Virgílio de Lemos
“De Camões a Mafalala ou o milagre da língua”, [Entrevista a José Craveirinha], 127-130.

9 - O Ano de 92, Lisboa, CNCDP, Janeiro de 1992

FERREIRA, António Mega, [Editorial], p. 3.

FERREIRA, António Mega, “Luís de Albuquerque (1917 – 1992)”, pp. 8 – 9.


“Expo 98 vence etapa crucial”, pp. 10 – 11.


“Fundação vai gerir Centro Cultural de Belém”, p. 13.


“D. Duarte comemorado em Viseu”, p. 13.


“Cátedra Vasco da Gama”, p. 13.


“VII Colóquio Internacional de Heráldica”, p. 13.


“Rui Veloso. Auto da Pimenta”, p. 15.


LEITE, Carlos Câmara, “À espera de meio milhão de portugueses”, Público (11/12/91), p. 16.


MELO, António, “Os Descobrimentos em imagens”, Público, (21/09/91), p. 16.


FERREIRA, António Mega, “Antes e Depois”, pp. 18 – 21.


REIS, António Estácio dos, “Globos antigos em colecção imaginária”, pp. 36 – 49.


“1792. A Viagem Filosófica”, p. 51.


ALMAÇA, Carlos, “Alexandre Rodrigues Ferreira e a exploração histórico-natural do Brasil”, pp. 54 - 57.


FARIA, Miguel, “O desenho em viagem”, pp. 65 – 73.


PEREIRA, Rui, “Amazónia Redescoberta”, pp. 80 – 83.


“A Amazónia em Exposição”, pp. 86 – 88.


MATOS, José Sarmento de, “1992”, pp. 90 – 91.


LUÍS, Fernando, “Europália 91 Portugal. Um balanço”, pp. 92 – 95.


COUCEIRO, Gonçalo, “O Cemitério Jesuíta em Pequim”, pp. 100 – 112.


LUÍS, Fernando, “Onde o Mar Acaba. Antologia de Poesia e Prosa sobre as Descobertas”, p. 113.


BESSA-LUÍS, Agustina, “Um mar de lágrimas”, p. 114.


ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner, “Ondas”, p. 115.


“Tratado de Tordesilhas”, pp. 116 – 117.


ALBUQUERQUE, Luís de, “I Viaggi di Giovanni e Sebastiano Caboto”, p. 118.


COUCEIRO, Gonçalo, “História das relações diplomáticas entre Portugal e a China - «O padre António de Magalhães, S.J., e a embaixada de Kangxi a D. João V»”, p. 119.


SOUSA, Maria Leonor Machado de, “Em torno de D. Sebastião”, pp. 121 – 123.


MATOS, José Sarmento de, “José Mattoso: «Questões históricas são aquelas que nos atingem, o resto é erudição»”, [Entrevista a José Mattoso], pp. 125 – 130.


10 - Portugal e o Mar, Lisboa, CNCDP, Abril de 1992


Vasco Graça Moura, [Editorial], p. 3.


“Portugal na Expo 92”, pp. 10 – 13.


MARQUES, Luísa Pacheco, “Génova 92. Pavilhão Português”, pp. 18 – 21.


MATOS, José Sarmento de, “Colombo”, pp. 24 - 26.


GARCIA, José Manuel, “Colombo em Portugal”, pp. 27 – 30.


PÉREZ, Demetrio Ramos, “De Lisboa saiu a Lisboa voltou”, pp. 32 – 35.


VARELA, Consuelo, “A Influência Portuguesa”, pp. 36 – 37.


CARACCI, Ilaria Luzzana, “Colombo: metas e projectos”, pp. 38 – 41.


 Vasco Graça Moura 
“Camões e os Descobrimentos”, 44-49.


“Grão-Vasco”, Oceanos, nº 10, pp. 51 – 53.


SILVA, Nuno Vassallo e, “O Ouro de Quíloa”, pp. 54 – 61.


MATOS, José Sarmento de, “Portugal e o Mar”, pp. 62 – 64.


MACEDO, Jorge Borges de, “O Mar e a História”, pp. 65 – 71.


CORREIA, João David Pinto, “O Mar e as Lágrimas”, pp. 72 – 79.


MATOS, Artur Teodoro de, “Rotas portuguesas do Atlântico”, pp. 80 – 85.


REIS, António Estácio dos e MACHADO, Raúl de Sousa, “Os instrumentos náuticos dos Descobrimentos”, pp. 87 – 93.


ALBUQUERQUE, Luís de, “Roteiro do Mar Roxo de D. João de Castro”, Oceanos, nº 10, pp. 94 – 101.


RUIVO, Mário, “D. Carlos de Bragança. Naturalista e Oceanógrafo (1863 – 1908)”, pp. 102 – 111.


FERREIRA, António Mega, “Os Oceanos, Portugal e o Futuro Expo 98”, pp. 112 – 118.


CORREIA, Hélia, “Sul”, pp. 119 – 120.


“História Trágico – Marítima. Jorge Molder”, pp. 121 – 128.


AMARÍLIS, Orlanda, “Josefa de Sta. Maria nas Ilhas de Cabo Verde Achadas pelo Piloto Diogo Gomes e pelo Genovês Antonioto Usodimore, Companheiro de Cadamosto no Ano de 1460”, pp. 129 – 130.


11 - Sevilha. Lisboa, Lisboa, CNCDP, Julho de 1992


[Editorial], p. 3.


FERREIRA, António Mega, “2000 dias para inventar o futuro”, pp. 5 – 7.


“Regata Colombo”, pp. 14 – 23.


MATOS, José Sarmento de, “Charles R. Boxer. O português visto de fora”, p. 25.


BOXER, Charles R., “O Governador mutilado”, pp. 26 – 32.


REIS, António Estácio dos, “Um astrolábio diferente de todos os outros”, 1992, pp. 35 – 42.


“Nas vésperas do Mundo Moderno”, pp. 44 – 46.


DIAS, Jill, “África e os africanos no imaginário europeu”, pp. 47 – 56.


TRIGUEIROS, António Miguel, “As moedas também falam do Livro de Horas de D. João III”, pp. 58 – 67.


“A Barra do Tejo”, pp. 68 – 70.


RAMALHO, Margarida de Magalhães, “A Barra do Tejo e a defesa de Lisboa”, pp. 71 – 75.


BOIÇA, Joaquim Manuel Ferreira e BARROS, Maria de Fátima Rombouts de, “O Bugio e São Julião da Barra”, pp. 78 – 89.


MATOS, José Sarmento de, “«Sucesso do segundo cerco de Diu» de Jerónimo Corte–Real”, pp. 90 – 91.


SILVA, Nuno Vassallo e, “A Baixela Wellington”, pp. 98 – 101.


NETO, Maria Amélia, “Caminhos e Vozes”, pp. 103 – 105.


MATOS, José Sarmento de, “Sevilha”, pp. 114 – 130.


12 - Os Jesuítas e a Ideia de Portugal, Lisboa, CNCDP, Novembro de 1992


[Editorial], p. 3.


“Expo’98 já tem Comissário”, p. 5.


“Portugal na Exposição de Génova”, pp. 6 – 8.


“450 Anos de Amizade Japão – Portugal”, p. 11.


REAL, Manuel Luís, GOMES, Paulo Dórdio e TEIXEIRA, Ricardo Jorge, “Casa do Infante. Uma história a refazer”, pp. 17 – 22.


REIS, António Estácio dos, “A vida atribulada de um dique”, pp. 24 – 29.


“Navios no dique”, pp. 30 – 31.


MATOS, José Sarmento de, “Os Jesuítas e a Ideia de Portugal”, pp. 36 – 39.


P., J. F., “Cronologia da Companhia de Jesus”, pp. 41 – 46.


LOURENÇO, Eduardo, “Portugal e os Jesuítas”, pp. 47 – 53.


MATOS, José Sarmento de, “Padre António Vieira”, pp. 54 – 55.


SERRÃO, Vitor, “Quadros de Vida de S. Francisco de Xavier”, pp. 56 – 69.


P., J. F., “Azevedo, Padre Simão Rodrigues de”, p. 70.


P., J. F., “Xavier, S. Francisco”, p. 71.


PEREZ, Rosa Maria de Figueiredo, “Os Jesuítas portugueses e a representação das culturas”, pp. 74 – 80.


P., J. F., “Andrade, Padre António de”, p. 81.


P., J. F., “Góis, Irmão Bento de”, p. 81.


F., A. M., “Do bom uso da matemática na propagação da fé”, pp. 82 – 83.


PEREIRA, André, [Carta ao Pe Geral da Companhia de Jesus, Pequim, 20 de Novembro de 1732], pp. 84 – 87.


COUCEIRO, Gonçalo, “O observatório de Pequim”, pp. 88 – 89.


P., J. F., “Câmara, Padre Luíz Gonçalves da”, p. 90.


P., J. F., “Silveira, Padre D. Gonçalo da”, p. 90 – 91.


P., J. F., “Brito, Beato João de”, p. 91.


COUCEIRO, Gonçalo, “Pintores jesuítas na China”, pp. 92 – 101.


P., J. F., “Nóbrega, Padre Manuel da”, p. 102.


P., J. F., “Anchieta, Padre José de”, pp. 102 – 103.


P., J. F., “Gusmão, Padre Bartolomeu Lourenço de”, p. 103.


PEREIRA, Paulo, “A Arquitectura Jesuíta. Primeiras Fundações”, pp. 104 – 111.


SILVA, Nuno Vassallo e, “Os Relicários de São Roque”, pp. 112 – 117.


F., A. M., “Padre Manuel Antunes. «Do Homem ao outro do Homem»”, p. 118.


ANTUNES, Manuel, “Um destino a cumprir: a universalidade”, p. 119.


FERREIRA, António Mega, “Bibliografia”, pp. 120 - 121.


DIAS, Pedro, “Um tríptico manuelino na Catedral de Burgos”, pp. 124 – 130.


13 - Medos, Fantasias e Visões, Lisboa, CNCDP, Março de 1993


FERREIRA, António Mega e MATOS, José Sarmento de, [Editorial], p. 3.


MATOS, José Sarmento de, “O Convento da Arrábida. As Conferências do Convento”, pp. 6 – 15.


CORRÊA, Fernando Calapez, “O Processo de Martinho”, pp. 20 – 24.


REIS, António Estácio dos, “Artífice e Poeta”, pp. 26 – 35.


D’INTINO, Rafaella, “A Viagem das Palavras”, pp. 36 – 38.


MATOS, José Sarmento de, “Medos, Fantasias e Visões”, pp. 41 – 43.


PINTO, João da Rocha, “Os signos de Deus e o expansionismo português”, pp. 44 – 49.


FARIA, Miguel, “Vaticínios e superstições 1524 – 1577”, pp. 50 – 57.


“Memórias de um cronista do século XVI”, pp. 58 – 59.


TAVARES, Maria José Ferro, “O medo à pobreza”, pp. 60 – 63.


SOUSA, Maria Leonor Machado de, “Uma hipótese romântica do fantástico nos Descobrimentos”, Oceanos, nº 13, 1993, pp. 66 – 69.


“O maior monstro da natureza”, pp. 70 – 71.


GRANJA, Cecília, “Os monstros no imaginário quinhentista”, pp. 72 – 75.


MATOS, José Sarmento de, “As Tapeçarias de D. João de Castro”, pp. 82 – 83.


FERNANDES, Maria Antónia Quina Carvalho, “Novos dados para um enigma”, pp. 86 – 93.


MOREIRA, Rafael, “D. Álvaro de Castro. Filho do vice-rei”, pp. 96 – 98.


SILVA, Nuno Vassallo e, “A cruz de Filipe I”, pp. 108 – 111.


CAETANO, Joaquim Oliveira, “A identificação de um pintor”, pp. 112 – 118.


MATOS, José Sarmento de, “Ideias e imagens em Portugal na época dos Descobrimentos. Francisco de Holanda e a Teoria da Arte”, p. 120.


MATOS, José Sarmento de, “Portugal e a Ordem de Malta. Aspectos da Europa”, p. 120.


GARCIA, José Manuel, “O Livro de Lisuarte de Abreu”, p. 120 – 121.


GARCIA, José Manuel, “Exposição: «Indes Merveilleuses»”, p. 121.


MATOS, José Sarmento de, “A Aventura das Plantas”, p. 121.


MATOS, José Sarmento de, “As regências na menoridade de D. Sebastião. Elementos para história estrutural”, p. 121.


“O adeus a Colombo,”Kenneth Maxwell, pp. 122 – 130.


14 - Porcelanas e Mares da China, Lisboa, CNCDP, Junho de 1993


MOURA, Vasco Graça, [Editorial], p. 1.


COSTA, Maria Velho da, “Evocação de Luiz Távora, Marquês de Abrantes”, p. 4.


PEREIRA, Rui, “As Índias Maravilhosas”, pp. 6 – 8.


“1994. O ano do Infante”, p. 10.


“Expo’98 mascote e logotipo”, p. 10.


“Prémios D. João de Castro”, p. 13.


“António José Saraiva ou a cultura sem mestre”, p. 13 – 14.


“António Quadros e o espírito português”, p. 14.


“Portugal na Abertura do Mundo”, p. 16.


“Albuquerque. Le lion des mers d’Asie”, p. 16.


“Mal de Ausência”, pp. 16 e 18.


MELLID-FRANCO, Luísa, “A world on the move”, p. 18.


GARCIA, José Manuel, “Desastres da Carreira da Índia, Porcelanas e a Liberdade dos Mares”, pp. 24 – 27.


D’INTINO, Rafaella, “A Imagem da China nas Informações Portuguesas do Século XVI”, pp. 28 – 30.


SAPAGE, António, “Porcelana no Comércio Luso–Chinês”, pp. 31 – 38.


MATOS, Maria Antónia Pinto de, “Porcelanas de Encomenda. Histórias de um Intercâmbio Cultural entre Portugal e a China”, pp. 40 – 56.


ALBUQUERQUE, Martim de, “A Loiça Brasonada Portuguesa”, pp. 58 – 66.


CASTRO, Nuno de, “Alguns Brasões Inéditos”, pp. 68 – 75.


CALADO, Rafael, “A Porcelana da China como Fonte de Inspiração da Decoração da Faiança Portuguesa no Século XVII”, pp. 76 – 83.


CARVALHO, Eduardo Henrique Cansado, “A Companhia das Índias e a Porcelana. O Século XVIII e a «Família Rosa»”, pp. 84 – 91.


CLÁUDIO, Mário, “Período Wanli, Azul e Branco”, pp. 92 – 93.


“Poesia Chinesa”, pp. 94 – 96.


VIEGAS, Francisco José, “Milred Motahedeh: Peças de Sonho”, pp. 99 – 102.


PTAK, Roderich, “A China e Portugal no Mar: Comparação Entre o Sistema Ming e o Estado da Índia”, p. 104 – 113.


BOXER, Charles R., “O Cronista João de Barros e o seu Interesse pela China Ming”, pp. 114 – 116.


CANAVEIRA, Manuel Filipe, “Os Matemáticos Jesuítas da Corte do Imperador Kam–Hi”, pp. 118 – 124.


MAGALHÃES, Ana Maria e ALÇADA, Isabel, “Negócio da China”, pp. 125 – 128.


15 - O Regresso do Japão, Lisboa, CNCDP, Setembro de 1993


MELO, Eurico de, “Mensagem do Presidente de Honra Para as Comemorações dos 450 Anos da Chegada dos Portugueses ao Japão”, p. 1.


MOURA, Vasco Graça, “Uns Panos Pintados que se Dobram ou Editorial com Paraventos”, pp. 4 – 8.


“Portugal-Japão: O Reencontro da Amizada”, pp. 10 – 11.


MELLID-FRANCO, Luísa, “O Japão visto pelos Portugueses”, p 11.


“Manuscritos Portugueses do século XVII adquiridos em Londres”, p. 12.


“Erros meus…”, p. 12.


TRIGUEIROS, António Miguel, “Moedas e medalhas comemoram o século Namban no Japão”, p. 14.


FIGUEIREDO, António José, “Memórias do Japão na Europa”, pp. 15 - 16.


ALMEIDA, Cristina Ferreira de, “Entre a Europa e o Atlântico”, [Entrevista a Kenneth Maxwell], pp. 18 – 22.


COSTA, João Paulo Oliveira e, “A Coroa Portuguesa e o Japão”, pp. 26 – 33.


CASTRO, Aníbal Pinto de, “De Montemor–O-Velho às Ilhas do Japão: A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto e o Encontro de Culturas”, pp. 35 – 42.


GARCIA, José Manuel, “Contradições e Diferenças de Costumes Entre a Europa e o Japão no Século XVI”, pp. 44 – 47.


SANTOS, Paula Ferreira, “1563. Religião e Comércio: Confluência de Interesses?”, pp. 49 – 56.


MONTEIRO, Sandra Amaral, “1582. O Apogeu”, pp. 58 – 63.


CASTELO, Cláudia, “1597. O Primeiro Martírio”, pp. 64 – 70.


LEITÃO, Ana Maria Ramalho Prosérpio, “1623. O Afastamento”, pp. 72 – 78.


CANAVEIRA, Manuel Filipe, “É o Japão, Onde Nasce a Prata Fina, que Ilustrada Será Com a Lei Divina”, pp. 80 – 85.


SILVA, Denise, “A Embaixada dos Príncipes Japoneses na Penha Longa”, pp. 86 – 90.


BRANQUINHO, Isabel, “Os Capitães–mores da Viagem do Japão”, pp. 92 – 98.


SALGADO, Abílio José e SALGADO, Anastásia Mestrinho, “Luís de Almeida. Missionário e Médico Português no Japão do Século XVI”, pp. 99 – 102.


OI, Célia Abe, “Yo Nom Compurende («Eu não Compreendo»). A Língua na História dos 85 anos de Imigração Japonesa”, pp. 103 – 108.


SEVERY, Merle, “A Estrada Para Shimabara”, pp. 109 – 116.


PINTO, Carla Alferes, “Arte Namban: Arte para Bárbaros?”, pp. 117 – 126.


CANAVEIRA, Manuel Filipe, “Alessandro Valignano. Visitador da Companhia de Jesus no Império do Sol Nascente”, pp. 127 – 128.


16 - O repto da Europa, Lisboa, CNCDP , Dezembro 1993


DELORS, Jacques, “A Europa do Mundo”, p. 1.


MOURA, Vasco Graça, “Viagens na Nossa Terra” [Editorial], p. 5.


LOURENÇO, Eduardo, “Portugal: Entre a Realidade e o Sonho”, pp. 10 – 11.


ALBUQUERQUE, Martim de, “Portugal e a Consciência da «Europa»”, pp. 13 – 23.


MARTINS, Guilherme d’Oliveira, “Europa: Abertura e Interesses Comuns - A Liberdade Solidária”, pp. 24 – 27.


GARCIA, José Manuel, “A Carta de D. Manuel a Maximiliano Sobre o Descobrimento do Caminho Marítimo para a Índia”, pp. 28 – 32.


PEPETELA, “As Minhas Europas”, pp. 34 – 35.


LOPES, Carlos, “Mosaicos que Encaixam”, pp. 36 – 38.


ALMEIDA, Germano, “A Europa e Nós Outros”, pp. 40 – 42.


SILVA, Alberto da Costa e, “A Europa e o Brasil”, pp. 44 – 47.


JAMBA, José Sousa, “Reflexões Sobre uma Europa Multiétnica”, pp. 49 – 51.


LISBOA, Eugénio, “Sonhar Europa”, pp. 52 – 53.


SOUZA, Teotónio R. de, “Qual a Imagem dos Europeus Entre os Indianos?”, pp. 54 – 56.

Vasco Graça Moura
“Camões e uma Concepção da Europa”, 58-61.

GSCHWEND, Annemarie Jordan, “Catarina de Áustria: Colecção e Kunstkammer de uma Princesa Renascentista”, pp. 62 – 70.


MOURA, Vasco Graça Moura “O Toucado de Roma (Gaspar Correia, Erasmo, Gil Vicente e o Mais que se Verá)”, pp. 72 – 85.


PAVIOT, Jacques e RIETH, Éric, “Um Relatório Sobre a Construção de Caravelas Portuguesas em Bruxelas (1438–1439)”, pp. 86 – 92.


MIRANDA, José A. Bragança de, “Europa e Extraterritorialidade”, pp. 94 – 101.


“«Relação em que se Trata, e Faz uma Breve Descrição dos Arredores Mais Chegados à Cidade de Lisboa e Seus Arrebaldes»”, pp. 104 – 107.


MOURA, Vasco Graça, “Itinerário da Terra Santa, um quarteto”, pp. 108 – 109.


COSTA, Maria Velho da, “Aldeias de Londres”, pp. 110 – 111.


VIEGAS, Francisco José, “Os dois mares de Irlanda”, pp. 112 – 116.


BESSA-LUÍS, Agustina, “A mulher velada”, pp. 118 – 119.


MENDES, Luís Filipe de Castro, “Monólogo da Rainha Maria Teresa da Hungria e Boémia a Propósito do Conselheiro da sua Corte Manuel Teles da Silva Tarouca”, p. 120.


ISÓCRATES, “Elogio de Atenas”, p. 121.


GOETHE, “Veneza”, pp. 122 – 123.


POPPE, Manuel, “Roma: a educação permanente”, pp. 124 – 125.


GOMES, Luísa Costa, “Uma aventura na Holanda (Primeira Missão Diplomática de Vieira nos Países Baixos)”, pp. 126 – 128.


KAVAFIS, Constandinos, “Reis de Alexandria”, pp. 130.


VIEGAS, Francisco José, “O Céu da Islândia”, pp. 131 – 132.


MAGALHÃES, Ana Maria e ALÇADA, Isabel, “Os Portugueses na Europa”, pp. 133 – 136.


17 - O ano do Infante, Lisboa, CNCDP, Março 1994


NOGUEIRA, Fernando, “Palavras Proferidas pelo Ministro da Presidência e da Defesa Nacional e Presidente da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses por Ocasião da Cerimónia de Inauguração das Comemorações do VI Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique no Porto”, p. 1.


MOURA, Vasco Graça, “Brilho das Esferas” [Editorial], p. 5.


REAL, Manuel Luís, “Sobre o Local de Nascimento do Infante D. Henrique”, pp. 8 – 10.


GARCIA, José Manuel, “O Elogio do Infante D. Henrique pelo Humanista Poggio Bracciolini”, pp. 12 – 14.


MORENO, Humberto Baquero, “O Infante D. Henrique na Regência do Infante D. Pedro”, pp. 16 – 18.


SILVA, Isabel L. Morgado S., “A Ordem de Jesus Cristo. Do mestrado de D. Gil Martins, à administração e Governo do Infante D. Henrique”, pp. 20 – 24.


PONTE, Salete da, “O Infante D. Henrique em Tomar”, pp. 26 – 31.


SOUSA, João Silva de, “A Casa Senhorial do Infante D. Henrique”, pp. 33 – 38.


GARCIA, José Manuel, “Um pedido do Infante D. Henrique”, p. 39.


LOUREIRO, Rui Manuel, “Lagos e o Infante D. Henrique”, pp. 41 – 47.


DIAS, Pedro, “O Século do Infante. Os Homens e a Arte”, pp. 49 – 56.


NASCIMENTO, Aires A., “Leitura de Príncipes: Gui de Warwick, um Romance de Cavalaria na Corte de Avis”, pp. 58 – 64.


“Cavaleiro, Cientista, Mercador: Imagens do Infante”, Manuel Filipe Canaveira, pp. 66 – 72.


CARVALHO, Filipe Nunes de, “Historiografia Henriquina: Um pretérito imperfeito”, pp. 74 – 80.


ALMEIDA, Cristina Ferreira de, “Glória e História: O combate de Peter Russel”, p. 82 – 85.


VERGÉ-FRANCESCHI, Michel, “Henrique, o Navegador. Um Descobridor no século XV”, pp. 86 – 89.


SEVERY, Merle, “Marrocos: o Sonho Dourado do Infante D, Henrique. Fatal miragem para Portugal”, pp. 92 – 102.


GARCIA, José Manuel, “O Encontro de D. João II com Cristóvão Colombo em 1483”, pp. 104 – 108.


RAPOSO, Francisco Hipólito“Os Azulejos Náuticos da Quinta de São Lourenço”, pp. 109 – 115.


REIS, António Estácio dos, “Medir Estrelas, Direis...”, pp. 117 – 124.


MAGALHÃES, Ana Maria Magalhães e ALCADA, Isabel, “Henrique, O Príncipe dos Oceanos”, pp. 133 – 136.


18 - Tordesilhas. A partilha do Mundo, Lisboa, CNCDP, Junho 1994


MOURA, Vasco Graça, “Tordesilhas e algumas diagonalidades” [Editorial], p. 5.


FONSECA, Luís Adão da, “Significado do Tratado de Tordesilhas”, pp. 8 – 10.


MORENO, Humberto Baquero, “Dois negociantes do Tratado de Tordesilhas: Rui de Sousa e João de Sousa”, pp. 12 – 14.


COELHO, António Borges, “A Primeira Reserva do Mundo Recém–Descoberto e a Descobrir”, pp. 16 – 22.


MACEDO, Jorge Borges de, “Tratado de Tordesilhas. Relatividade e relevâncias”, pp. 24 – 30.


RAMALHO, Américo da Costa, “A Cultura na época do Tratado de Tordesilhas”, pp. 32 – 40.


PEREIRA, Fernando António Baptista, “A Arte em Portugal no tempo do Tratado de Tordesilhas. 1470 – 1530”, 1998, pp. 44 – 59.


GARCIA, José Manuel, “A Minuta do Tratado de Tordesilhas”, pp. 62 – 76.


CANAVEIRA, Manuel Filipe, “O Tratado de Tordesilhas na Historiografia portuguesa e espanhola”, Oceanos, nº 18, 1994, pp. 78 – 84.


MENDONÇA, Manuela, “D. João II e a Europa do seu Tempo: Uma visão das relações externas de Portugal”, pp. 86 – 98.


CANAVEIRA, Manuel Filipe, “Os Pontífices Romanos e a Partilha do Mundo”, pp. 100 – 102.


REIS, António Estácio dos, “Um Erro que o Cosmógrafo Jaime Ferrer Não Cometeu”, pp. 105 – 112.


GARCIA, José Manuel, “D. Leonor e a «Grande Desavença»”, pp. 114 – 118.


CABRITA, Teresa, “As Pinturas Murais de Meijinhos”, pp. 121 – 124.


LOPES, Óscar, “Apologia e Crítica Contemporâneas da Expansão”, pp. 126 – 131.


VIEGAS, Francisco José, “Um Sábado em Thor–Shilah. Páginas de um diário em Tordesilhas”, pp. 133 – 136.


19/20 - Indo-portuguesmente, Lisboa, CNCDP, Setembro / Dezembro 1994


MOURA, Vasco Graça, “Indo-Portuguesmente Falando” [Editorial], p. 2.


MATHIAS, Marcello, “A Memória Presente”, p. 3.


SOUSA, Teotónio R. de, “A Arte Cristã de Goa: Uma introdução histórica para a dialéctica da sua evolução”, pp. 8 – 14.


RAPOSO, Francisco Hipólito, “O Encanto dos Contadores Indo–Portugueses”, pp. 16 – 32.


FELGUEIRAS, José Jordão, “Arcas Indo–Portuguesas de Cochim”, pp. 34 – 41.


PINTO, Maria Helena Mendes, “Sentando-se em Goa”, pp. 43 – 58.


OSSWALD, Maria Cristina, “Marfins formas e técnicas, com especial incidência na imaginária indo-portuguesa”, pp. 60 – 70.


BORGES, Charles J., “Questões em Torno das Formas de Representação na Arte Religiosa Indo–Portuguesa”, pp. 72 – 86.


SILVA, Nuno Vassallo e, “Tesouros da «Terra de Promissam»: A ourivesaria entre Portugal e a Índia”, pp. 88 – 100.


SERRÃO, Vitor, “A Pintura na Antiga Índia Portuguesa nos Séculos XVI e XVII”, pp. 102 – 112.


CARITA, Helder, “Arquitectura Civil Indo–Portuguesa. Génese e primeiros modelos”, pp. 114 – 133.


FERNANDES, José Manuel, “Vestígios do Manuelino na Arquitectura Religiosa de Influência Portuguesa na ndia: Malabar, Coromandel, Goa”, pp. 136 – 154.


MOREIRA, Rafael, “A Primeira Comemoração: O Arco dos Vice–Reis”, pp. 156 – 160.


PEREIRA, Rui Mateus, e VIEGAS, Francisco José, “José Blanco: A Paixão de Goa”, [Entrevista a José Blanco], pp. 162 – 164.


“Museu de Arte Sacra de Rachol”, pp. 165 – 170.


BRITO, Raquel Soeiro de, “Goa: Ontem e hoje”, pp. 174 – 180.


CRUZ, Maria Augusta Lima, “As Vozes da Índia nas Décadas da Ásia de Diogo do Couto”, pp. 182 – 188.


SUBRAHMANYAM, Sanjay, “O Gentio Indiano Visto Pelos Portugueses do Século XVI”, pp. 190 – 196.


HENRIQUES, Cristina Delgado, “Velha Goa”, pp. 199 – 202.


CANAVEIRA, Manuel Filipe, “«Goa Dourada»”, pp. 204 – 210.


RODRIGUES, Vítor Luís Gaspar, “As Companhias de Ordenança no Estado Português da Índia, 1510 – 1580: Ensaios de criação do insucesso”, pp. 212 – 218.


SEVERY, Merle, “Três Homens em Goa”, pp. 220 – 230.


PEREZ, Rosa Maria, “Goa: Modos de Olhar”, pp. 232 – 238.


POEIRA, Maria de Lourdes, “Goa: Civilização e Ambiente”, pp. 239 – 244.


SARDO, Susana, “Goa: Sons e Silêncios”, pp. 246 – 256.


COUTO, Dejanirah, “Baçaim: A Capital do Norte”, pp. 258 – 266.


FERNANDES, José Manuel, “Chaúl: Um percurso urbano e fotográfico”, pp. 268 – 271.


“Errata. D. Leonor e a «Grande Desavença»”, p. 272.






21 - Mulheres no Mar Salgado, Lisboa, CNCDP, Janeiro/Março 1995


MOURA, Vasco Graça, “Mulheres no Mar Salgado” [Editorial], pp. 4–5.


HESPANHA, António Manuel, “O Estatuto Jurídico da Mulher na Época da Expansão”, pp. 8 – 16.


MACEDO, Jorge Borges de, “Mulheres e Política no Século XV Português. Consideração crítica”, pp. 18 – 24.


MAGALHÃES, Isabel Allegro, “A «Boa Selvagem» n’ A Carta, de Pero Vaz de Caminha: Um olhar europeu, masculino, de Quinhentos”, pp. 26 – 31.


COATES, Thimothy, “Colonização Feminina Patrocinada pelos Poderes Públicos no Estado da Índia (1550 – 1750)”, pp. 34 – 43.


KAMAT, Pratima, “Instituições Cristãs de Caridade e a Mulher em Goa (1510 – 1835)”, pp. 45 – 51.


HENRIQUES, Isabel Castro, “As Outras Africanas: As reais e as inventadas”, pp. 53 – 63.


PEREIRA, Maria Helena Rocha, “Presenças Femininas na Época dos Descobrimentos”, pp. 65 – 70.


NEVES, Leonor Curado, “A Menina e Moça de Bernardim Ribeiro e os debates em torno da Mulher”, pp. 72 – 79.


SILVA, Maria Regina Tavares da, “O Que se Dizia Sobre as Mulheres”, pp. 81 – 88.


BRANQUINHO, Isabel, “Breve Dicionário Histórico de Damas Notáveis”, pp. 91 – 98.


SILVA, Nuno Vassallo e, “A Joalharia Feminina em Portugal na Época dos Descobrimentos”, pp. 102 – 110.


ALBUQUERQUE, Martim de, “Uma Grande Jóia: S. Miguel Cavaleiro de Cristo. Ideologia e Arte”, pp. 112 – 117.


BERTINI, Giuseppe, “O «Livro de Cozinha» de Maria de Portugal e a cozinha de Corte em Bruxelas e em Lisboa ao tempo das suas núpcias com Alexandre Farnésio”, pp. 119 – 125.


OLIVEIRA, Fernando de, “O Vestuário Feminino dos Séculos XV e XVI”, pp. 128 – 142.





22 - Heranças de Neptuno, Lisboa, CNCDP, Abril/Junho 1995


MOURA, Vasco Graça, “Heranças de Neptuno” [Editorial], p. 5.


GUEDES, Max Justo, “Brasil – O Museu Naval e Oceanográfico”, pp. 8 – 13.


HIGUERAS RODRIGUEZ, Maria Dolores, “Espanha – Valiosa e Profunda Memória”, pp. 16 – 26.


MALLEY, Richard C., “Estados Unidos da América – O Controlo dos Mares”, pp. 29 – 36.


BELLEC, François, “França – A Dimensão Humana do Mar”, pp. 38 – 44.


MERWE, Pieter Van Der, “Grã–Bretanha – Colecções de Três Museus”, pp. 46 – 56.

BRYUNS, Willem F. J. Mörzer, “Holanda. A Época de Ouro das Descobertas Holandesas: 1594 – 1644”, pp. 58 – 69.

KORCHAGIN, E., “Rússia – A Casa que Encerra os Tesouros da Glória Naval Russa”, pp. 72 – 78.

KVARING, Lars – Ake e HAASUM, Sibylla, “Suécia – Dois Museus e Uma Memória”, pp. 81 – 93.

“Portugal – Humanismo e Descobertas”, José Vale, pp. 97 – 108.

REIS, António Estácio dos, “Navio de Marfim com Alguma Prata e Muitas Safiras”, pp. 110 – 118.



N.º 23.
[Camões,] Agora, peregrino vago e errante.

Lisboa, CNCDP, julho/setembro de 1995.

Ilustração da capa: "Camões", escultura de José Aurélio.


Vasco Graça Moura
Editorial: “regresso de camões a lisboa” [poema], 
com o poema "Camões dirige-se aos seus contemporâneos" de jorge de Sena , p. 6,
e o texto "Agora, peregrino vago e errante", p. 7, 
provavelmente da autoria do autor do editorial, 4-7.

Óscar Lopes
"Camões: um pacto de leitura", 8-20

João José Alves Dias
“Em torno das Rimas de Camões (1595-1616): a colecção da Biblioteca Nacional”, 24-48.

Luís de Camões
“Canção X”, 52-53.

Maria Vitalina Leal de Matos
“O mar em Camões", 54-65

Luís de Camões
 “Transforma-se o amador na cousa amada”, 66.

Luís de Camões
“Canção IX”, 69-70.

Luís de Sousa Rebelo 
"Bucolismo e Eticidade n’Os Lusíadas", 72-80.

Luís de Camões
“Amor é um fogo que arde sem se ver”, p. 83.

Carlos Ascenso André 
"Camões, na esteira de Ovídio: a construção poética do degredo",  84-92

Luís de Camões
“No mundo quis um tempo que se achasse”, 94.

Luís de Camões
“No tempo que de Amor viver soía”, 96.

Luís de Camões
“Doces lembranças da passada glória”, 98.

Luís de Camões
“Labirinto: do autor queixando-se do mundo”, 101-102.

Maria Leonor Carvalho Buescu 
"Convenção e inovação na Poética Camoniana", 104-110 



24 - O Teatro da Natureza. Maximiliano no Brasil, Lisboa, CNCDP, Outubro/Dezembro 1995


MOURA, Vasco Graça, “Uma viagem ao Brasil” [Editorial], p. 7.


SILVA, Maria Beatriz Nizza da, “A História Natural no Brasil antes das viagens do Príncipe Maximiliano”, pp. 12 – 24.


PIJNING, Ernest, “O ambiente científico da época e a viagem ao Brasil do príncipe alemão Maximiliano de Weid-Newwied", pp. 26 – 36.


DOMINGUES, Ângela, “O Brasil de Maximiliano de Weid–Neuwied. Ou as Aventuras de um Príncipe Alemão em Viagem por Terras Brasileiras”, pp. 39 – 54.


PINTO, João Rocha, “O Idealismo Alemão e os Índios do Brasil. A Vertente Etnográfica do Livro da Viagem ao Brasil, de Maximiliano, Príncipe de Weid – Neuwied, Naturalista e Filósofo“, pp. 57 – 66.


FARIA, Miguel, “Brasil: visões europeias da América Lusitana”, pp. 70 – 100.


HORCH, Rose Marie Erika, “Notas Bibliográficas sobre a obra do Príncipe Maximiliano de Wied – Neuwied”, pp. 102 – 110.


N.º 25.
Ilha de todos. Ilha de Moçambique.

[Moçambique; mapas; fortificações; edifícios]

Lisboa, CNCDP, janeiro/março 1996.


António Manuel, Hespanha
“Editorial”, 5.
"Ilha de todos: Ilha de Moçambique", 8-9

Manuel Lobato
“A Ilha de Moçambique antes de 1800: 
algumas notas sobre a história e o património de uma capital Colonial”, 10-26.

António Rita-Ferreira 
“Ilha de Moçambique: cidade de um oceano”, 30-44.

António Sopa 
“Alguns aspectos culturais da Ilha de Moçambique 
na segunda metade do século XIX”, 48-58.

Manuel Jorge Correia de Lemos 
“Reviver a Ilha, na Mafalala”, 60-64.

José Capão 
 “Ilha de Moçambique: sem desenvolvimento não há conservação”, 67-74.

Eugénio Lisboa 
“Camões, a Ilha de Moçambique e Nós”, 76-80.

Luís Carlos Patraquim 
“Mapeamento onírico para a descoberta da «Rua de Fogo»”, 82-86.

Mia Couto
“Quinze dias na Ilha de Moçambique”, 88-92.

Eduardo Pitta
“Fragmentos de uma memória clandestina”, 95-97.

Francisco José Viegas 
“Diário encontrado entre os papéis da Ilha”, 98-104.

Antologia, 106-128

Rui Knopfli, “Muipiti”, 109.
Luís Carlos Patraquim, “Muhipiti”, 111.
Alberto de Lacerda, “L’Isle joyeuse”, 113.
Orlando Mendes, “Minha Ilha”, 115.
Rui Knopfli, “Mesquita grande”, 117.
Manuela Sousa Lobo, “Austrolírica”, 119.
Jorge de Sena, “Camões na Ilha de Moçambique”, 121.
Nelson Saúte, “A ilha dos poetas”, 123.
Luís de Camões, “Esta ilha pequena, que habitamos…”, 125.
Nelson Saúte e António Sopa, “De longe esta ilha parece pequena”, 127.
“En’hipiti nawehaka onira yankani”, p. 127.


26 - A luz do mundo. Iluminura Portuguesa Quinhentista, Lisboa, CNCDP, Abril/Junho 1996



HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 5.


DIAS, Pedro, “A crónica iluminada de D. João I da Biblioteca Nacional de Madrid”, pp. 10 – 22.


GARCIA, José Manuel, “Poder, História e Exotismo na Iluminura Portuguesa Quinhentista”, pp. 25 – 48.


PEIXEIRO, Horácio Augusto, “Um Missal Iluminado de Santa Cruz”, pp. 52 – 72.


SILVA, Nuno Vassallo e, “Algumas Iluminuras Quinhentista nas Misericórdias Portuguesas”, pp. 75 – 80.


MENDONÇA, Manuela, “A Iluminura nos Arquivos Nacionais: conservação e comunicação”, pp. 83 – 88.


TRIGUEIROS, António Miguel, “Moedas Iluminadas”, pp. 91 – 102.


LOPES, Marília dos Santos, “Portugueses do século XVI no Trachtenbuch de Christoph Weiditz”, pp. 104 – 107.


REIS, António Estácio dos, “Instrumentos Náuticos na Iluminura Portuguesa Quinhentista”, pp. 109 – 111.


27 - João de Barros e o Cosmopolitismo do Renascimento, Lisboa, CNCDP, Julho/Setembro 1996


HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 5.


BUESCU, Ana Isabel, “João de Barros: Humanismo, mercancia e celebração imperial”, pp. 10 – 24.


CARDIM, Pedro, “Livros, literatura e homens de letras no tempo de João de Barros”, pp. 27 – 47.


BUESCU, Maria Leonor Carvalhão, “«A quem não lhe falecer matéria não lhe falecerão vocábulos». João de Barros e a Língua Portuguesa”, pp. 51 – 64.


RAMALHO, Américo da Costa, “João de Barros, Humanista”, pp. 68 – 73.


COELHO, António Borges, “João de Barros e a questão judaico–cristã–nova”, pp. 75 – 82.


EARLE, T. F., “A linguagem pictórica de João de Barros nas Décadas da Ásia”, pp. 84 – 90.


MARKL, Dagoberto L., “O Xadrez e os Descobrimentos. O Tempo de João de Barros (1496–1570)”, pp. 92 – 98.


MOREIRA, Rafael e THOMAS, William M., “Desventuras de João de Barros primeiro colonizador do Maranhão. O achado da nau de Aires da Cunha naufragada em 1536”, pp. 101 – 111.


28 - Fortalezas da Expansão Portuguesa, Lisboa, CNCDP, Outubro/Dezembro 1996


HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 5.


DIAS, Pedro, “As fortificações portuguesas da cidade magrebina de Safi”, pp. 10 – 22.


BALLONG-WEN-MEWUDA, J. Bato’Ora, “A Fortaleza de São Jorge da Mina. Testemunho da presença portuguesa na costa do Golfo da Guiné do século XV ao século XVII”, pp. 27 – 39.


FERNANDES, José Manuel, “Luís Benavente e as Fortalezas de África (1956–1973)”, pp. 41 – 52.


FARIA, Miguel, “Príncipe da Beira: a fortaleza para além dos limites”, pp. 54 – 68.


CARITA, Rui, “O códice de Santa Catarina, suas fortalezas e seus uniformes”, pp. 73 – 78.


CARITA, Rui, “A colónia do Sacramento no Uruguai. Os engenheiros militares na construção da expansão dos séculos XVII e XVIII”, pp. 81 – 94.


ABUNGU, George, “Forte Jesus de Mombaça. Poder, autoridade e conflito”, pp. 96 – 102.


COUTO, Dejanirah, “A Fortaleza de Baçaim”, pp. 105 – 118.


GARCIA, José Manuel, “Breve Roteiro das fortificações portuguesas no Estado da Índia”, pp. 121 – 126.


29 - Diáspora e Expansão. Os Judeus e os Descobrimentos Portugueses, Lisboa, CNCDP, Janeiro/Março 1997


HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 5.


TAVARES, Maria José Ferro, “A Expulsão dos Judeus de Portugal: conjuntura peninsular”, pp. 10 – 20.


ALMEIDA, A. A. Marques de, “O Zangão e o Mel. Uma metáfora sobre a diáspora sefardita e a formação das elites financeiras na Europa (séculos XV a XVII)”, pp. 25 – 35.


COELHO, António Borges, “Judeus e Cristãos–Novos Portugueses (séculos XVI e XVII)”, pp. 37 – 47.


ARAÚJO, Maria Benedita, “Família e grupo social no criptojudaísmo português (século XVII)”, pp. 49 – 66.


MEA, Elvira Cunha de Azevedo, “Resistência da minoria judaica transmontana à assimilação (século XVI)”, pp. 71 – 82.


CUNHA, Ana Cannas da, “Cristãos – novos e judeus entre Portugal e o Norte de África (século XVI)”, pp. 85 – 91.


VENTURA, Maria da Graça A., “Cristãos-novos portugueses nas Índias de Castela: dos negócios aos cárceres da Inquisição (1590-1639)”, pp. 93 – 105.


TAVIM, José Alberto Rodrigues da Silva, “Uma presença portuguesa em torno da «sinagoga nova» de Cochim”, pp. 108 – 117.


CRESPO, Victor, “Abraão Zacuto e a Ciência Náutica dos Descobrimentos Portugueses”, pp. 119 – 128.


30/31 - Vieira, Lisboa, CNCDP, Abril/Setembro de 1997

HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 5.

PINTO, P. António Vaz, s.j., “A imagem de Deus na obra e acção do Padre António Vieira”, pp. 10 – 22.

PIRES, Maria Lucília Gonçalves, “O protótipo do Missionário em textos de Vieira”, pp. 25 – 32.

VILELA, Magno, “Uma questão de igualdade... António Vieira e a escravidão negra na Bahia”, Oceanos, nº 30/31, pp. 37 – 52.

CASTELNAU-L’ÉSTOILE, Charlotte, “Salvar-se, salvando os outros: o Padre António Vieira, missionário do Maranhão 1652–1661”, pp. 55 – 64.

CARITA, Rui, “O Padre António Vieira e os colégios das Ilhas”, pp. 66 – 80.

FOLCH, Luisa Trias, “A obra do Padre António Vieira em Espanha”, pp. 82 – 88.

CANAVEIRA, Manuel Filipe, “A parénese do Princeps Perfectus na oratória vieiriana”, pp. 90 – 107.

COUTO, Jorge, “Vieira e o domínio neerlândes da Cidade do Salvador da Bahia 1624–1625”, pp. 110 – 132.

CARDIM, Pedro, “Entre Paris e Amesterdão. António Vieira, legado de D. João IV no Norte da Europa 1646–1648”, pp. 134 – 154.


ESPÍRITO SANTO, Arnaldo do, “Apresentação da Clavis Prophetarum.Trasmissão manuscrita, estrutura e aspectos do pensamento do Padre António Vieira (à memória de Margarida Vieira Mendes)”, pp. 156 – 172.

SMULDERS, Frits, “Palavras antigas e modernas; universalismo intelectual de António Vieira (À memória do amigo-professor J. J. van den Besselaar)”, pp. 174 – 184.

PEREIRA, José Fernandes, “O pensamento artístico de Vieira”, pp. 187 – 200.

SERRÃO, Vítor, “A linguagem da pintura portuguesa proto-barroca e a arte da parenética na obra do Padre António Vieira (à memória de Margarida Vieira Mendes)”, pp. 202 – 214.

SOBRAL, Luís de Moura, “Pintura e composição de lugar: um ciclo jesuítico na Bahia do Padre António Vieira”, pp. 218 – 229.

ATHAYDE, Sylvia Menezes de, “Vieira e a Bahia do seu tempo”, pp. 231 – 254.

AMADO, Teresa, “Coincidências”, p. 255.

32 - Olhares cruzados, Lisboa, CNCDP, Outubro/Dezembro 1997

HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 5.

CAMACHO, Maria João, “Olhares cruzados”, pp. 8 – 9.

BOUCHON, Geneviève, “A imagem da Índia na Europa renascentista”, pp. 11 – 30.

GUEDES, Maria Ana Marques, “O estabelecimento português no Sirião segundo uma crónica birmane”, pp. 35 – 43.

PINTO, Paulo Jorge de Sousa, “Capitães e casados. Um retrato de Malaca nos finais do século XVI”, pp. 45 – 60.

O’NEILL, Brian Juan, “A tripla identidade dos portugueses de Malaca”, pp. 63 – 83.

MOURÃO, Isabel A. Tavares, “Notícias do Laos...”, pp. 87 – 101.

MOURÃO, Isabel A. Tavares, “Olhares portugueses sobre o reino do Dai-Viet no século XVI e na primeira metade do século XVII”, pp. 105 – 117.

SCHOUTEN, Maria Johanna, “Encontros e desencontros na zona leste do arquipélago malaio”, pp. 121 – 130.

BARRETO, Luís Filipe, “O estatuto de Macau (séculos XVI e XVII)”, pp. 133 – 148.

PINA-CABRAL, João de e CHAN, Mónica, “O Parasita do Mandarim: a lotaria dos exames imperiais (vaeseng) em Cantão e Macau”, pp. 151 – 163.

PINTO, Ana Fernandes, “Oda Nobunaga nos escritos de Fróis: uma imagem política”, pp. 165 – 174.


33 - Vasco da Gama, Lisboa, CNCDP, Janeiro/Março 1998


HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 7.

BOUCHON, Geneviève, “A Islamização das Regiões Costeiras da Índia na Época das Viagens de Vasco da Gama”, pp. 12 – 21.

CANAVEIRA, Manuel Filipe, “Dharma e Artha: Religião e política na génese da ideia de império e de realeza no Indostão”, pp. 25 – 36.

SUBRAHMANYAM, Sanjay, “Profecias e Feitiços: Gaspar Correia e a Primeira Viagem de Vasco da Gama”, pp. 41 – 54.

VILLIERS, John, “Vasco da Gama, o Preste João das Índias e os cristãos de S. Tomé”, pp. 57 – 70.

FONSECA, Luís Adão da, “Vasco da Gama: uma Biografia Fantástica”, pp. 73 – 89.

GARCIA, José Manuel, “Vasco da Gama em Terras da Índia”, pp. 93 – 114.


CRUZ, M. Augusta Lima, “O Tratado dos Gama de Diogo do Couto”, pp. 117 – 134.


RADULET, Carmen M., “O feito de Vasco da Gama: política nacional e reflexos internacionais”, pp. 138 – 148.


PEREIRA, Paulo, “A Arquitectura Manuelina e o Problema do Exotismo”, pp. 151 – 160.


ABREU, Maria Fernanda de, “A expedição de Vasco da Gama e a Índia no Romantismo literário português”, pp. 163 – 175.


34 - Culturas do Índico, Lisboa, CNCDP, Abril/Junho 1998



HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 7.


BAYLY, C. A. Bayly, “A presença portuguesa no Oceano Índico e a emergência do «Estado Moderno» 1498-1798”, pp. 14 – 21.


BOSE, Sugata, “Estado, economia e cultura na orla do Índico: teoria e história”, pp. 25 – 36.


GUY, John, “Têxteis, Sociedade e Comércio no Oceano Índico”, pp. 41 – 50.


CHAUDHURI, K. N., “O Estado e as formas de controlo social: os nomes e a sua atribuição na história do Oceano Índico”, pp. 53 – 59.


NEWITT, Malyn, “O impacto dos portugueses no comércio, política e estruturas de parentesco da África Oriental no século XVI”, pp. 62 – 72.


MCPHERSON, Kenneth, “Uma História de Duas Conversões: Deus, a Cobiça e o Desenvolvimento de Novas Comunidades na Região do Oceano Índico”, pp. 74 – 85.


ALAM, Muzaffar e SUBRAHMANYAM, Sanjay, “Uma Sociedade de Fronteira do Século XVI: Perspectivas Indo-Persas no Decão Ocidental”, pp. 88 – 101.


SILVA, Chandra R. de, “Algumas reflexões sobre o impacto português na religião entre os singaleses durante os séculos XVI e XVII”, pp. 104 – 116.


RADULET, Carmen M., “As sociedades do Índico e as relações com o Cataio através da documentação relativa às viagens de Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral”, pp. 118 – 126.


PENRAD, Jean-Claude, “O encontro dos mundos. Islamismo, redes de confrarias e competição na África Oriental”, pp. 132 – 140.


YÁÑEZ CASAL, Adolfo, “A Expansão Marítima Portuguesa no Índico e as transformações culturais ao Norte de Moçambique. O caso Makwa”, pp. 142 – 150.


ASSAYAG, Jackie, “Por e contra, muçulmanos e hindus. A construção do outro numa cultura compósita: a Índia”, pp. 152 – 162.


DELIÈGE, Robert, “Cristianismo e Intocabilidade numa aldeia Paraiyar (Sul da Índia)”, pp. 164 – 172.


PEREZ, Rosa Maria, “Hinduísmo e cristianismo em Goa (II). Deuses clandestinos e devotos e fiéis”, pp. 174 – 180.


TOFFIN, Gérard, “Notas sobre o Sincretismo Hindu-budista dos Newar do Vale de Katmandu, Nepal”, pp. 182 – 192.


35 - Misericórdias. Cinco Séculos, Lisboa, CNCDP, Julho/Setembro 1998



HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 5.


SERRÃO, Joaquim Veríssimo, “Nos 5 séculos da Misericórdia de Lisboa: um percurso na História”, pp. 8 – 22.


SOUSA, Ivo Carneiro de, “Da Fundação e da Originalidade das Misericórdias Portuguesas (1498 – 1500)”, pp. 24 – 39.


SÁ, Isabel dos Guimarães, “Práticas de caridade e salvação da alma nas Misericórdias metropolitanas e ultramarinas (séculos XVI-XVIII): algumas metáforas”, pp. 42 – 50.


CABAÇO, Mariano, “O Quadro da Misericórdia de Lisboa”, pp. 52 – 60.


CAETANO, Joaquim Oliveira, “A Virgem da Misericórdia: uma aproximação iconográfica”, pp. 62 – 77.


LEÃO, Francisco G. Cunha, “Os Caminhos da Piedade: o impressor Valentim Fernandes e a Misericórdia de Lisboa”, pp. 80 – 88.


PENTEADO, Pedro, “Os arquivos e a História das Misericórdias em Portugal: problemas e perspectivas”, pp. 90 – 97.


ALBUQUERQUE, Maria João, “A irmandade e Confraria da Misericórdia de Vila Verde dos Francos”, pp. 100 – 109.


IGNATIA, Irmã (Rumiko Kataoka), “Fundação e Organização da Confraria da Misericórdia de Nagasáqui”, Oceanos, nº 35, pp. 111 – 120.


SILVA, Nuno Vassallo e, “«Obras da Índia» nas Misericórdias Portuguesas”, pp. 123 – 132.


SERRÃO, Vitor, “Sobre a iconografia da Mater Omnium: a pintura de intuitos assistenciais nas Misericórdias durante o século XVI”, pp. 134 – 144.


36/37 - Azulejos. Portugal e Brasil, Lisboa, CNCDP, Outubro 1998/Março 1999


HESPANHA, António Manuel, “Editorial”, p. 5.


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SIMÕES, J. M. dos Santos, “Iconografia lisboeta em azulejos no Brasil. Visitas de Lisboa em painéis de azulejos na cidade do Salvador”, pp. 20 – 50.


MECO, José, “Azulejaria Portuguesa na Bahia”, pp. 52 – 86.


MAIA, Pedro Moacir, “Uma visão panorâmica da Azulejaria e na Iconografia na Igreja e no Convento da Ordem Terceira de S. Francisco, em Salvador, Bahia”, pp. 88 – 98.


PAIS, Alexandre Nobre, “O «Theatro Moral de la Vida Humana» no Convento de São Francisco da Bahia”, pp. 100 – 112.


CARITA, Rui, “A pompa e aparato das sacristias ultramarinas portuguesas”, pp. 114 – 124.


ARRUDA, Luísa, “Figuras de Convite em Portugal e no Brasil”, pp. 126 – 154.


MONTEIRO, João Pedro, “O frontal de altar da capela de Nossa Senhora da Piedade, Jaboatão, Pernambuco”, pp. 158 – 176.


CORREIA, Ana Paula, “Palácios, Azulejos e Metamorfoses”, pp. 179 – 208.


PEREIRA, João Castel-Branco, “Azulejos Neoclássicos”, pp. 211 – 232.


CALADO, Rafael Salinas, “Os Azulejos da Rua”, pp. 234 – 240.


BURLAMAQUI, Suraya, “Azulejos de Jorge Barradas no Brasil”, pp. 242 – 250.


HENRIQUES, Paulo, “Módulo, padrão e jogo. Azulejos de repetição na segunda metade do século XX”, pp. 253 – 269.


MECO, José, “Glossário”, pp. 270 – 272.


38 - Navios e navegações. Portugal e o Mar, Lisboa, CNCDP, Abril/Junho 1999



MAGALHÃES, Joaquim Romero, “Editorial”, p. 5.


GUEDES, Max Justo, “Portugal e o Mar”, pp. 8 – 15.


CRESPO, Victor, “Navegação Medieval Árabe”, pp. 19 – 34.


BELLEC, François, “Da «Arte de Navegar» no Zeevaerdt”, pp. 36 – 52.


MATOS, Rita Cortez de, “O Cosmógrafo-Mor: O Ensino Náutico em Portugal nos séculos XVI e XVII”, pp. 55 – 64.


REIS, António Estácio dos, “O Nónio de Pedro Nunes”, pp. 66 – 80.


RIBEIRO, António Silva, “As Marés na Náutica Quinhentista”, pp. 84 – 96.


MACHADO, Raúl Sousa, “Das Barcas aos Galeões”, pp. 98 – 110.


SILVA, Amélia Polónia da, “Os Náuticos das Carreiras Ultramarinas”, pp. 113 – 128.


SANTOS, N. Valdez dos, “Artilharia e Artilheiros do Mar”, pp. 130 – 147.


GUERREIRO, Inácio, “Particularidades da vida no mar”, pp. 149 – 160.


39 - O achamento do Brasil, Lisboa, CNCDP, Julho/Setembro 1999



MAGALHÃES, Joaquim Romero, “Editorial”, p. 5.


GUEDES, Max Justo, “O Descobrimento do Brasil”, pp. 8 – 16.


COUTO, Jorge, “A Expedição Cabralina: Casualidade versus Intencionalidade”, pp. 18 – 31.


GÓES, Synésio Sampaio, “Navegantes do Brasil”, pp. 34 – 52.


FARINHA, António Dias, “A Viagem de Pedro Álvares Cabral ao Brasil e à Índia”, pp. 54 – 68.


DOMINGUES, Francisco Contente, “Os Navios de Cabral”, pp. 70 – 80.


MATOS, Jorge Semedo de, “A navegação atlântica dos portugueses em 1500”, pp. 82 – 99.


MAGALHÃES, Joaquim Romero, “O reconhecimento da costa”, pp. 102 – 112.


GUERREIRO, Inácio, “A revelação da Imagem do Brasil (1500-1540)”, pp. 114 – 126.


AZEVEDO, Ana Maria de, “A Carta de Pêro Vaz de Caminha e o Encontro do «Outro»”, pp. 128 – 142.


WEHLING, Arno, “As Recepções do Descobrimento. História, memória e identidade no historicismo brasileiro”, pp. 144 – 154.


FRANZEN, Beatriz Vasconcelos, “O «descobrimento do Brasil» nos livros didáticos brasileiros”, p. 156 - 161.


AZEVEDO, Ana Maria de e BOAVIDA, Maria Madalena, “O «Descobrimento do Brasil» nos manuais escolares portugueses”, pp. 162 – 168.


MIRANDA, Tiago C. P. dos Reis, “Rasgos de Veracidade”, [Recensão Crítica], pp. 170 – 172.


40 - A formação territorial do Brasil, Lisboa, CNCDP, Outubro/Dezembro 1999


MAGALHÃES, Joaquim Romero, “Editorial”, p. 5.


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RUSSEL-WOOD, A. J. R., “Fronteiras no Brasil Colonial”, Oceanos, nº 40, 1990, pp. 8 – 20.


GUERREIRO, Inácio, “Fonteiras do Brasil Colonial. A cartografia dos limites na segunda metade do século XVIII”, pp. 24 – 42.


GÓES, Synésio Sampaio, “Alexandre de Gusmão e o Tratado de Madrid”, pp. 45 – 62.


GIRALDO, Manuel Lucena, “Reformar as florestas. O Tratado de 1777 e as demarcações entre a América espanhola e a América portuguesa”, pp. 66 – 76.


ALMEIDA, André Ferrand de, “Os jesuítas matemáticos e os mapas da América portuguesa (1720 - 1748)”, pp. 79 – 92.


RODRIGUES, Isabel Vieira, “A Política de Francisco Xavier de Mendonça Furtado no Norte do Brasil (1751-1759)”, pp. 94 – 110.


KERN, Arno Alvarez, “Nas Fonteiras do Brasil Meridional: Jesuítas, Bandeirantes e Guaranis”, pp. 112 – 126.


FIGUEIREDO, Luciano, “Furores sertanejos na América portuguesa: rebelião e cultura política no sertão do rio São Francisco, Minas Gerais (1736)”, Oceanos, nº 40, 1990, pp. 128 – 144.


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FARIA, Miguel, “Mato Grosso: Estado Fronteira”, pp. 161 – 178.


BERTOLETTI, Esther Caldas Guimarães, “Brasil Colónia: 300 anos de História em documentos organizados e acessíveis”, pp. 181 – 190.


41 - A Construção do Brasil Urbano, Lisboa, CNCDP, Janeiro/Março 2000



MAGALHÃES, Joaquim Romero, “Editorial”, p. 5.


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BUENO, Beatriz Siqueira, “Desenho e desígnio – o Brasil dos engenheiros militares”, pp. 40 – 58.


REIS, Nestor Goulart, “As principais cidades e vilas do Brasil – importância da vida urbana colonial”, pp. 60 – 67.


PESSÔA, José, “Em tudo semelhante, em nada parecido. Modelos e modos de urbanização na América Portuguesa”, pp. 70 – 81.


FONSECA, Cláudia Damasceno, “Agentes e contextos das intervenções urbanísticas nas Minas Gerais do século XVIII”, pp. 84 – 102.


JÚNIOR, Romeu Darte, “Ceará no século XVIII: Icó, Aracati e Sobral”, pp. 104 – 118.


RHODEN, Luiz Fernando, “A formação da rede urbana do sul do Brasil nos séculos XVII e XVIII”, pp. 120 – 134.


MENEZES, José Luiz Mota, “Olinda e o Recife: 1537-1630”, pp. 136 – 150.


DUARTE, Cristovão Fernandes, “São Luís e Belém: marcos inaugurais da conquista da Amazônia no período filipino”, pp. 152 – 160.


PORTAS, Nuno, “Os tempos das formas nas cidades lusas do Brasil”, pp. 162 – 172.


CARITA, Rui e CARITA, Helder, “Modelos, instituições e personagens. A urbanização do espaço atlântico nos séculos XV e XVI”, pp. 174 – 190.


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GOMES, Paulo Varela e ROSSA, Walter, “O primeiro território. Bombaim e os Portugueses”, pp. 210 – 224.


42 - Viver no Brasil colónia, Lisboa, CNCDP, Abril/Junho 2000



MAGALHÃES, Joaquim Romero, “Editorial”, p. 5.


SILVA, Maria Beatriz Nizza da, “Viver no Brasil colónia”, pp. 6 – 7.


PERRONE-MOISÉS, Beatriz, “A vida nas aldeias dos Tupi da costa”, pp. 8 – 20.


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GOLDSCHMIDT, Eliana Rea, “Vida Familiar em São Paulo Colonial. Alternativas conjugais e o «modo de vida dos casados» (1719-1822)”, pp. 36 – 48.


AGUIAR, Marcos Magalhães de, “Quotidiano da população forra em Minas Gerais do período colonial”, pp. 50 – 66.


FLEXOR, Maria Helena Ochi, “Oficiais Mecânicos e a vida quotidiana no Brasil”, pp. 70 – 84.


MARX, Murillo, “Costa do Mar e Serra Acima”, pp. 86 – 96.


ALGRANTI, Leila Mezan, “Honra, Devoção e Educação: a vida nos Conventos e Recolhimentos femininos”, pp. 98 – 110.


NEVES, Guilherme Pereira das, “Um Mundo ainda Encantado. Religião e Religiosidade ao fim do Período Colonial”, pp. 114 – 130.


VILLALTA, Luiz Carlos, “Posse e usos dos livros”, pp. 132 – 144.


NEVES, Lúcia Maria Bastos P., “A Política na Praça Pública ao fim do Período Colonial”, pp. 148 – 160.


PEREIRA, Maria Helena da Rocha, “As Amazonas: Destino de um Mito Singular”, pp. 162 – 170.


43 - Ourivesaria luso-brasileira do ciclo do ouro e dos diamantes, Lisboa, CNCDP, Julho/Setembro 2000


MAGALHÃES, Joaquim Romero, “Editorial”, p. 5.


PIMENTEL, António Filipe, “Ourivesaria luso-brasileira do ciclo do ouro e dos diamantes”, pp. 6 – 7.


D’OREY, Leonor, “Esplendor e Fantasia”, pp. 8 – 32.


CARVALHO, Rui Galopim de, “Algumas Gemas do Portugal de Setecentos e suas proveniências”, pp. 36 – 50.


PIMENTEL, António Filipe, “Percursos do Barroco nos Caminhos do Atlântico: o Culto e o Tesouro Açoriano do Senhor Santo Cristo dos Milagres”, pp. 55 – 64.


SILVA, Nuno Vassallo e, “Os Pollet, joalheiros de D. Maria I”, pp. 66 – 76.


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PIMENTEL, António Filipe, “A Honra e os seus Ícones. Sobre a joalharia de função”, pp. 94 – 110.


PENALVA, Luísa, “Jóias e Representação. As festas da Corte portuguesa no século XVIII”, pp. 112 – 130.


BORGES, Nelson Correia, “Os Túmulos de Prata das Santas Rainhas de Lorvão”, pp. 134 – 144.


PIMENTEL, António Filipe, “Uma jóia em forma de templo. A capela de São João Baptista”, pp. 146 – 164.


TOSTES, Vera Lucia Bottrel, “Ourivesaria luso-brasileira do século XVIII. Colecção Museu Histôrico Nacional (Rio de Janeiro)”, pp. 166 – 176.


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FERREIRA, Mário Clemente, “Uma ideia de Brasil num mapa inédito de 1746”, pp. 184 – 195.


44 - Portugueses no Brasil independente, Lisboa, CNCDP, Outubro/Dezembro 2000


MAGALHÃES, Joaquim Romero, “Editorial”, p. 5.


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para saber +


Ana Celeste Silva e Carina Simões (compilação por)
Revista Oceanos - Índices

Richard Barker ("Corrections, re-formatting and annotation for selected contents")
Oceanos: Revista Trimestral da CNCDP, Lisboa, 1989-2002
List of contents prepared by 
Teresa Andrade (at the request of Henrique Leitão) and Richard Barker
PDF, 2003

© As imagens das capas estão disponíveis na Casa dos Livros
na sua página do Facebook, 1.04.2025




Redação: 14.08.2026

A VIDA DE CAMÕES